segunda-feira, 25 de março de 2013

Salve Regina!

Falar de revista de moda no Brasil e não falar da grande Regina Guerreiro é das maiores heresias imagináveis. Por isso, a ffwMag em homenagem à controversa editora já nasce um clássico. E, claro, já estou louco para ter a minha em casa. Ainda mais com uma capa maravilhosa como esta, né? Maravilhosa a ilustração, a chamada com caligrafia e as cores sobre a textura de papel rústico.

Revivendo Hitchcock

Já não é de hoje que Alfred Hitchcock serve se inspiração pra muita gente... E também não é a primeira vez que a Vogue US usa seus filmes como referência pra um editorial de moda. Para a edição de Abril da "Bíblia da Moda", a inspiração escolhida foi o filme "Janela Indiscreta", de 1954 e tem como protagonistas do ensaio Carolyn Murphy e Tobey Maguire (respectivamente Grace Kelly e
James Stewart).



Selecionamos alguns screens do filme original e as fotos produzidas pela Vogue, só pra comparar. O resultado final (levando em conta todo o potêncial que a revista tem) é bonito e coerente. Mas fica aquela pergunta... sera que não valeria a pena deixar o pobre Hitchcock descansar em paz?





sexta-feira, 22 de março de 2013

Quando o amor acaba

Muitas revistas e outros meio de comunicação tem extensivamente abordado o tema da união cívil entre pessoas do mesmo sexo. O tema vêm sendo discutido amplamente, dado os avanços e as conquistas adquiridas recentemente, não só no Brasil. Curiosamente, a New York Magazine foi um pouco além do casamento e apresentou uma capa que mostra uma nova realidade para esses casais: o Divórcio.




 A matéria apresenta casos de casais que conseguiram se casar legalmente há alguns anos a agora enfrentam as etapas legais da separação. É interessante perceber como a revista aborda o tema: uma vez que os direitos legais são adquiridos, com esses direitos vêm os "deveres" legais, inerentes a qualquer tipo de união oficial. Enquanto para tantos casais gays o casamento legal ainda soa tão novo e encantador é inegavelmente desafiador imaginar que (assim como qualquer relacionamento), o fim da história pode não ser um conto de fadas.

Para ler a matéria na íntegra, acesse: http://nymag.com/news/features/gay-divorce-2013-3/

quinta-feira, 21 de março de 2013

Meninos do mês

Todo mês, confesso, uma das maiores ansiedades são as capas da Junior e da H Magazine. Deixa eu explicar o motivo: primeiro porquê eu acho muito foda a Editora MixBrasil continuar mantendo as duas revistas em circulação e, mais ainda, conseguir que estas publicações cresçam, tenham relevância, sirvam de referência para um público tão carente no Brasil. Segundo porquê a gente nunca sabe no que vai dar! O pessoal de lá pode acertar MUITO ou errar FEIO. Lembram das eleições do ano passado? Junior levou a pior capa Gay e H a melhor. Então, chega de enrolação e vamos às capas deste mês?
Tenho adorado essa pegada conceitual da Junior, se permitir fazer capas menos 'boy sarado suado' e trazer mais ideias. Confesso que gosto bastante da ideia dessa capa da tal "Verdadeira Beleza", mas acredito que faltou coragem pra botar o pau na mesa e discutir o assunto. O gordinho tá total perdido ali no meio dos sarados multiétinicos. Inclusive, o coitado nem é citado na chamada principal. Achei indelicado. E, para falar de gente bonita de verdade, mas que sai do padrão estético, existem muitos caminhos. Porquê não trazer junto ao gordinho aqueles tiozões gatos? Ou quem sabe os boys next door, que não tem nada de incríveis, mas que chamam atenção por onde passam? Fail, Junior! Apesar da boa intenção.

A outra capa da Junior traz o modelo Beto Malfacini e segue o padrão revista gay: Boy Sarado sem camisa. Mas, ainda assim é bem bonita. Gosto bastante da paleta de cores, da composição e da cara provocante do barbado.
Bom, passadas as capas da Junior, chegamos à capa TENSA do mês, talvez do ano. Fotografada por Leo Castro – que é um querido e super talentoso, lembra da capa da Junior que ele fez mês passado? –, a capa da H é o erro. Pra começar a conversa é impossível olhar para a imagem e não ficar chocado com a edição grotesca que a foto sofreu. O rosto dos modelos chega a estar deformado. Depois disso, sinto falta de harmonia conceitual entre chamada e  foto. Adoro a ideia de uma casal de gatões posando juntos, ainda mais sabendo que eles são casados há 7 anos – apesar de 7 ser conta de mentiroso –, mas acho que a luz e a composição dão a entender que os moços estão mais a fim de uma pegação do quê da relação que existe ali. É muita cara de tesão, muito músculo e pouca conexão. No ensaio do recheio tem umas imagens com um contra-luz lindo, que daria uma capa bem bonita. Era só colocar os dois abraçados! Quem sabe um quase beijo e pronto, olha aí o amor!
H, você pode mais!

Tinha tudo pra dar certo, mas...

Sophia Reis é uma lindinha e todo mundo sabe disso. A mocinha que começou lá na MTV como a filha do Nando Reis foi ganhando força, dando os próprios passos e conquistando seu lugar ao sol. Claro que uní-la ao pai é uma saída eterna para jornalistas e desavisados, bem como a Status fez, mas o que importa mesmo é ter o prazer de ver Sophia linda assim numa capa de revista.
A capa que tinah tudo para ser BEM legal, empaca em alguns pontos. O primeiro deles é a referência claríssima às capas da última edição da LOVE que trouxe três opções de capa. A primeira a baixo, na minha opinião, é a referência mais chupada pela galera da Status. Além das capas da LOVE, lembrei também das fotos que a Tainá Muller fez para o Mulheres que Amamos da Playboy há anos. Inclusive, adoro Tainá e adoro essas fotos. Cadê ela sendo sensual pra gente?
Outro ponto problemático para a capa são as cores escolhidas pela equipe de design. Sério gente, esse azul feio pra caramba e esse amarelo deu uma acendida na composição que quase chama mais atenção que a própria Sophia. Além disso, acho feio tampar a mão dela dessa maneira, dá a sensação de falta de planejamento. Não custa imaginar o que vai rolar na pós-produção e não sair clicando a foto loucamente, né?
Gracinha essa  Chloe  Moretz, né? 
Mas continuando com o material da Status, fiquei um pouco chocado com as fotos de digulação. Assim, não que eu seja totalmente contra fotos em estúdio, com toda uma produção carregada e tal. Mas o problema dessas fotos é que não têm harmonia e não casam nada com a banheira da capa. Sinto falta dessas conexões, sabe?

terça-feira, 19 de março de 2013

Essa cara é o Rei!

Tá, tudo bem que o Roberto é o rei, que é foda, que a gente paga pau, mas nego tem a mãnha de deixar o cara péssimo em toda e qualquer capa de revista. Lembram da Billboard Brasil? Então, a Alfa só não é pior porquê a foto ao menos tem nitidez.

É tanta nitidez que esses poros e dentes gigantes me deixam apavorado!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Customizando

Já não é a primeira vez que falamos aqui no blog sobre as revistas customizadas. Cada vez mais presentes no mercado editorial, essas publicações estão tomando cada vez mais espaço e crescendo em qualidade e diferenciação. Uma surpresa boa (principalmente para o público masculino) é a nova divisão da revista Renner. Antes, uma revista que atendia à ambos os sexos, agora a revista vêm em duas versões: feminina e masculina.

Sempre fico animado quando uma revista masculina surge no mercado e acho ainda mais interessante ver isso acontecer com uma customizada. A revista, apesar de presa aos produtos da loja, tem um projeto gráfico bonito e uma qualidade fotográfica que deixa muita revista de editora grande pra trás. Gosto especialmente da mistura de foto com ilustração que compõe um dos editorias da revista, bem como da seção de "serviço", que além de bem ilustrada traz as informações de forma simples e coerente. 




















Os acessórios ganharam um destaque especial e provam, mais uma vez, que os detalhes são importantes sim no universo masculino. Ponto pra equipe que produziu e que seja bem vinda mais uma custonizada ao mercado.


quinta-feira, 14 de março de 2013

Leve e solta

Apesar da forçação de barra, em busca de uma polêmica, com a capa da Playboy deste mês, à primeira vista, esta é uma edição para ser lembrada. Fotografa por Renan Rêgo e Jaime Pilnik, o ensaio é de uma leveza contagiante. 
Tudo muito natural, fresco, tratado com cuidado que me lembra muito aquela Playboy quer era feita em meados e fim dos anos 90. Lembra dos ensaios com Scheila Carvalo e companhia? Então, eles eram feitos em praias, em casas, não tinham produções megalomaníacas, mas ainda assim eram bonitos e gostosos de sempre visto. E o trabalho estrelado por Carol Narizinho segue este caminho. 
Confesso que não acompanho o Pânico na TV e só conhecia a Panicat de notinhas do Ego e, por isso, fiquei impressionado com sua beleza. A menina não é a mulher mais espetacular do mundo, mas é natural, tem um sorriso fácil, não precisa de grandes truques para encantar a macharada de plantão.
Além da beleza notável da moça, outro ponto que acredito que irá agradar os leitores de Playboy é a objetividade da produção. Sem frescura, sem penduricalhos, ou acessórios chativos demais, Carol se exibe sem pudor, sem carão de gostosa. É quase a vizinha gostosa querendo te seduzir de um jeito maroto, sabe? E, vejam só, isso combina bastante com a capa da revista. É safadinha? SIM! Mas não é forçada, não tem pose demais. É, como já disse, leve!
Conversando com o Renan, fotógrafo do ensaio, perguntei qual era sua foto preferida no trabalho publicado pela Playboy. E ele respondeu que era esta aí de cima – para ver sem a censura, compra sua revista, a foto tá logo antes do poster. – e, a justificativa é a que na foto não tem nada, não abusa de elementos externos. É a mulher e ponto!
Acredito que seguindo esse caminho, a Playboy tem boas chances de reconquistar seus leitores. E eu boto fé nessa turma nova, cheia de disposição para fazer coisas legais!

ps.: esta edição foi a última do Aran e o editorial está ótimo! Mês que vem estamos de olho no que o Thales vai nos entregar. 

Será que rolou?

De modo geral, o brasileiro sofre da síndrome do vira-lata, né? E, por isso, temos a mania de achar que tudo que vem de fora é muito melhor que o temos por aqui. Mas aí fiquei olhando pra essa capa da Vogue Paris e pensando se rolou ou não? E se eles realmente estão tão a frente do que nossa Vogue tem feito...
Fico somando as peças e achando tudo muito bizarro neste último trabalho deles. Venham comigo: é Isabeli + Mario Testino + Vogue Paris + Peru e o resultado é APENAS uma leitura caricata e folclórica do país? Justamente na capa? Ainda mais quando é trabalho de um peruano?
Não vi o editorial completo ainda, mas se eu fosse o Mario Testino, tentaria de toda forma mostrar para o mundo que minha terra tem muito mais que eles imaginam. E, de maneira alguma, deixaria a capa de uma das mais importantes publicações do mundo resumisse a minha cultura ao clichê que todos já cansaram de ver: artesanato colorido e montanhas.
Acredito que valia aqui uma leitura mais complexa, um caminho menos óbvio e, talvez, uma moda mais moderna que esta tipicamente peruana.
Em todo caso, as cores tão lindas. Ahazou, Mario!

Rihanna, a gata de Barbados

Rihanna já esteve aqui tantas vezes que nem tenho muito o que dizer sobre essa linda. Só queria mesmo ratificar que ela é a queridinha de todas as publicações e que fica incrível com esse cabelo joãozinho. Deveria manter pra sempre.
Além das 4 capas da Elle UK, a moça estrela o editorial Rebel. Clicado por Mariano Vivanco, o trabalho não tem absolutamente nada de inovador ou incrível, mas é impecável em sua simplicidade. Destaco duas fotos: a da abertura e a foto quem que Rihanna usa orelhinhas de gata – como se precisasse. Que olhar magnético, né?
 Já que o assunto é Rihanna, resolvi publicar algumas imagens do ensaio da cantora com Kate Moss. Clicado por Mario Testino para a última V Magazine, o trabalho é lindo. Super hot e uma excelente desculpa para eu falar que dona Kate Moss está cotadíssima para a capa de 60 anos da Playboy USA. Apesar de já ter mostrado tudo em diversas revistas, Kate é uma escolha chiquérrima para qualquer comemoração.



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