Os acessórios ganharam um destaque especial e provam, mais uma vez, que os detalhes são importantes sim no universo masculino. Ponto pra equipe que produziu e que seja bem vinda mais uma custonizada ao mercado.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Customizando
Os acessórios ganharam um destaque especial e provam, mais uma vez, que os detalhes são importantes sim no universo masculino. Ponto pra equipe que produziu e que seja bem vinda mais uma custonizada ao mercado.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Que rufem os tambores!
Se o medo do pessoal era que o ensaio da Diana na Sexy tivesse aquele ar atificial como na capa, todo mundo pode respirar aliviado. Apesar de um pouco saturadas, as fotos estão naturais, bonitas e tem a cara da ex-BBB. Dá só uma olhada nas fotos de divulgação!
sábado, 21 de maio de 2011
O mauricinho politicamente incorreto e a GQ do mês
Fiquei todo nostálgico quando, na primeira folheada, vi o abre da entrevista de J.R. Duran com Tiago Laifert na GQ desse mês. Após ler a entrevista, deu pra perceber a citada timidez do cara ali mesmo, nas páginas iniciais, quando observei seu desconforto no momento em que o ensaio exigiu um pouco mais dele.
ter visto Tintin na TV Cultura denuncia a velhice
Nas outras fotos, em que as poses limitam-se a mão no bolso ou um sorriso, Leifert se dá bem. Mas a foto da capa ainda é a melhor da edição. No mais, ótima entrevista! O cara transformou o jornalismo esportivo da Globo – mudança que também tem Tadeu Schmidt como responsável –, virou celebridade, ganhou admiradores e haters em todas as torcidas e tem mesmo bastante a falar.
Apesar de gostar da capa com ele, eu ainda preferia uma com o sargento Alves, o policial que evitou que a tragédia de Realengo fosse ainda pior, lembram? Penso nessa capa desde que a chacina aconteceu… Mas lendo o perfil e a entrevista do PM, fica claro como estampá-lo numa revista é tarefa árdua. O oficial não fala, é quase monossilábico e, se não fosse o jogo de cintura do repórter, não renderia quase nada.
“Não tem sentido dizer que a pessoa que sofre bullying vai querer vingança”
A musa de maio é a atriz Monica Bellucci. Ela é linda, claro. Mas só flui nas fotos. Na entrevista, falta empatia, falta proximidade do conteúdo das declarações com o público brasileiro.
e você, leito dB, qual sua opinião sobre os 150 anos de unificação da Itália? –oi?
A edição ainda tem Fernanda Paes Leme abrindo o “Essencial” do mês. Eu preferia ver mais imagens da atriz da novela da nove do que da italiana aí de cima. Mas a gente sabe que tem a questão do conteúdo enlatado que veremos na GQ toda edição.…
Quanto ao conteúdo, achei melhor do que a #1. Fato natural e que deve se repetir até a revista encontrar o caminho certo, avaliar o feedback dos leitores e ter sua equipe cada vez mais entrosada. Nesta edição, senti mais vontade de ler, de consumir a revista como um todo.
as páginas mais lindas do #2
a página mais assustadora que eu já vi numa revista
parece que o robô vai piscar a qualquer momento, pular da página e te esganar
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Afrodisíaco, mas nem tanto…
Jaque é a primeira ex-BBB negra a posar para a Playboy. A notícia de uma negra na revista, a contratação de Bob Wolfenson para as fotos e a capa deixaram a grande maioria dos leitores muito animados. A boa notícia é que capa é ainda mais bonita em mãos e a estrela da edição brilha e ganha quase um 3D com a luz e a pele tão em evidência.
até que enfim atenderam nossos pedidos!
Nas páginas, parece que Jaque está ali na sua frente e é possível observar cada detalhe de seu corpo, cada poro, cada marca, cada dobra. Luz impecável, sofisticada e a moça – funkeira e passista – segurou a classe do ensaio. Sem nenhuma roupa, é ela em preto, branco e tons lindos, além de poucos acessórios para apoiá-la (literalmente, em grande parte).
‘ele’ é o destaque do ensaio
A cenografia é confusa e pobre. Um caixote com um parafuso horroroso, um sofá do “Pão de Açúcar” brega e com costura pespontada, um tapete de “Copacabana” tosco, uma caminha capitonê de vinil e uma maçã branca – oi? Todos sem relação entre si. Ainda bem que o manequim vestido com espelho que aparece no making of ficou de fora! Outra coisa que podia ter ficado de fora, já que ficou perdida do conjunto, é a última foto, em que Jaque tem os seios pintados por uma mulher.
alô, alô, Rio de Janeiro, aquele abraço!
Visualmente, as fotos são lindas. A textura, a luz e Jaque são lindas. Mas, em alguns momentos, faltou contraste. E faltou isso justamente nas fotos de nudez frontal, o que acabou comprometendo a sexualidade das imagens. Em um ensaio de 22 páginas – incluindo pôster –, apenas três fotos mostrando o que Playboy deveria mostrar é pouco. E olha que tem duas dessas fotos que não dá pra ver quase nada...
Afinal, o leitor de Playboy quer ver fotos bonitas ou nudez feminina? Por que eu, sinceramente, acho que, apesar da revista não ser feita só de ensaios e mulheres, elas ainda são a grande motivação pros caras desembolsarem R$ 12. No editorial deste mês, Aran escreveu: “O que diferencia uma publicação é a postura, o ‘corte’, a abordagem, os valores e as idéias que exprime – ainda mais hoje em dia, no meio de toda essa cacofonia digital”. Justificativa para esse assunto? Talvez.
Mas, pelo que a gente tem visto, está faltando fazer a testosterona pulsar. E não é só na Playboy. As revistas masculinas estão se tornando “eunucas” , numa leva “pra gay ver” e castrando seus leitores, conseqüentemente. Óbvio que a gente continua querendo sofisticação, classe e belas imagens, mas também quer uma mulher por inteiro em cada página e isso depende muito mais da equipe da revista do que de suas musas.
Meu pai pegou a Plaboy deste mês, folheou, virou página por página e disse: “Fraquinha...”. E, obviamente, ele não se referia às curvas ou à beleza da ex-BBB. Ele reclamava do lugar comum e da falta de ousadia, e pedia pela volta das revistas masculinas que realmente eram feitas para homem ver.
Enfim. Mudando de assunto, discutindo com o Thiago sobre essa edição, ele imediatamente lembrou de Sônia Braga, na Playboy de julho de 1986, no ensaio “Preto e Corpo”, coincidentemente feito por Bob Wolfenson. A proposta é quase a mesma, mas ganha no tal contraste e na ousadia – e olha que não tem nada escancarado ou vulgar.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Parabéns à Playboy
Ótima a capa da Babi Rossi. E oh, é ótima em vários sentidos:
- a personagem tem sua relevância midiática;
- o quepe de marinheiro é super bacana e fantasias/fetiches são sempre bem vindos;
- a calcinha listradinha super 'ornou' com o conjunto da obra e manteve o toque navy da produção;
- a menina está linda com esse olhar sedutor e carão saudável;
- o tom amarelado da capa além de lindo, deixa tudo BEM MAIS HOT.
Parabéns equipe, vocês brilharam.
ps.: Inclusive na diagramação.
terça-feira, 22 de março de 2011
Perdeu uma, levou outra
A primeira ex-BBB 2011 na VIP – e será a única? – é Adriana. Depois de perder a Playboy por exigir cachê alto demais, a moça chega às bancas com mais pudor, mas num clima bem diferente do que tinha sugerido assim que saiu da casa. Se antes ela queria tirar a roupa num clima menininha inocente, acabou ficando vestida e selvagem.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Ai que rico!
Inteligência, boa vida, elegância e atitude. Este é o slogan da Alfa. Para ser o líder do bando e conquistar estas regalias, é preciso ter estas características. E é inegável que o cara mais rico do Brasil, Eike Batista, tem de sobra. É sobre isso que o cara que perdeu R$10 bilhões em dois meses e recuperou esta grana logo em seguida vem falar na edição de março.
A capa tem uma boa dose de humor, é simpática e reflete bem o clima do perfil de Eike e a forma leve – porém, comprometida – com que o magnata aí parece levar a vida. Durante a entrevista, ele contou histórias, fez piadas e disse palavrões inúmeras vezes. E a gente se descabelando pra pagar o cartão de crédito…
Ele deu um cheque de R$3 milhões pro filho investir numa boate, tá?
Mas Eike não está sozinho na Alfa, não. A edição tem também Rodrigo Santoro à la Heleno de Freitas, jogador de futebol boêmio e polêmico, próximo desafio do ator no cinema. Rodrigo abre a lista feita pela revista com os homens mais elegantes do país, que ainda tem nomes como Ricardo Almeida, Alexandre Borges, Fernando Henrique Cardoso, Fábio Faria, Vik Muniz, Marcelo Rosenbaum, e vários outros de diversas áreas de atuação.
Dá pra escolher o favorito lá no site
No “Elas” tem Maria Rita em um ensaio brega. Eis um grande problema quando escolhem uma mulher que sempre foi marcante no imaginário masculino pelo jeito brejeito, natural – quem já viu a filha de Elis num palco cantando samba sabe do que estou falando – e tentam colocá-la como refinada, classuda e sofisticada.
A produção não ajuda, a textura das fotos de Hugo Prata são feias e as caras de Maria Rita são de desconforto e de sono.
Combina mais com cerveja e botequim e sorriso do que com espumante
Bem melhor que este ensaio são as fotos de Letícia Colin, a mulher mais bonita do mundo para a publicação (neste mês). Como era de se esperar, o clima é totalmente lolita, e o fator surpresa fica mesmo com o ineditismo da atriz em imagens sensuais.
Você deve lembrar dela em Malhação e TV Globinho…
Mas o que mais me surpreendeu foi ver Tati Bernardi no pole dance. Pois é, a escritora, roteirista e colunista da revista, que, aos meus olhos, sempre se apresentou meio romântica e frágil demais, virou mulherão após ser dispensada das figurações de Bruna Surfistinha e ganhou ainda mais minha admiração, que antes era motivada apenas pelos textos tão parecidos comigo.
O que não faz o ego ferido de uma mulher!
Na moda, Alfa leva o ator Ricardo Pereira para desbravar o mundo misturando alfaitaria e peças despojadas. Dá pra sentir o clima esfriando e o outono chegando só de ver as fotos. E dá mais vontade ainda de cair na estrada e tomar uma tubaína com o galã. #falei
Eu sei que eu - com meus 20 e poucos anos - não sou target da Alfa, mas queria saber se o pessoal de 30 gosta da revista, pelo menos da diagramação. Porque esse monte de branco em suas páginas me desanima total… Apesar disso, tiro o chapéu para a forma com que a revista tem trazido seus homens da capa, sempre tão poderosos e influentes, mitos brasileiros, com perfis leves e que os colocam como metas alcançáveis.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Todo mundo vai querer espiar!
Depois de enquete, teaser na edição regular e muito bafafá, Ariadna chega à Playboy Especial e alguém duvida que vai ser um dos assuntos mais comentados nas bancas, nos barbeiros e nos botecos Brasil afora?
Mesmo quem é contra a presença de uma transex na revista vai querer dar uma olhada, nem que seja pra ver se a moça é igual às outras mulheres. Na boa, a capa instiga (a foto, porque fonte e diagramação são questionáveis) e as fotos de Bico Stupakoff dão ainda mais vontade de conferir e até ver se Ariadna, que se apresentou tão vulgar no BBB, segura a classe que o ensaio vai ter.
domingo, 6 de março de 2011
No intervalo entre duas edições
Se março não fosse tão perto de dezembro, com certeza a edição da Paloma Bernadi seria tão bem quista no dasBancas foi a de Priscila Fantin. O resultado da revista deste mês mostra a competência de um fotógrafo que, trabalhando com modelos diferentes em uma única locação, fez dois belos ensaios independentes. É perceptível o desafio de Christian Gaul em explorar Arraial do Cabo, uma pequena cidade no litoral carioca, sem que o segundo ensaio faça qualquer menção ao primeiro.
Priscila Bernardi e Paloma Fantin
Sou do time dos que prefere fotos externas às em estúdio. Verão, então, pede locações quentes, não necessariamente praianas, para evidenciar o clima brasileiro. E felizmente estamos num país que oferece belezas naturais distintas, tal como a Playboy ousou em fazer fotos na Ilha de Marajó, na edição de janeiro. Portanto, aqui ponho em xeque a repetição a tão curto prazo de Arraial, cidade localizada na Região dos Lagos, que compreende também Búzios, Cabo Frio, Saquarema e mais outras três.
Gaul provou que é mesmo um dos melhores fotógrafos para a VIP. A composição da foto de abertura do ensaio é linda: notem que o foco está no trigo (página ímpar) e há um leve desfoque no percurso entre a modelo e o fundo. Além disso, o plano escolhido, o enquadramento, as cores, a composição e a boa direção da modelo prometiam um bom ensaio logo na primeira dupla.
Paloma é dessas mulheres que tem traços muito bonitos, mas a composição não acompanha, não é tão harmônica. Por isso, ela posa bem em determinados ângulos, e em outros não tão bem. Reparem na foto de abertura que o corpo e o cabelo estão lindos, mas o rosto nem tanto. No entanto, ela rende: entra no mar, molha o cabelo, interage com a vegetação, tira o sutiã. E, com a ajuda de Gaul, faz boas fotos.
A produção de moda do ensaio de Paloma é o que mais destoa. Em várias fotos, ela aparece de cardigã ou de blazer num ensaio contextualizado como praiano. Gosto do uso de malha, tanto em camiseta, quanto em calcinha e sutiã, mas é tudo grande e largo demais. O body de renda, por exemplo, que é muito mais bonito e sensual, só aparece em uma foto.
Então retorno a frase que abri o post, em que comentei que o curto intervalo entre Fantin e Bernardi é o maior ponto de desconforto do ensaio, com pequenas outras considerações. No geral, parabéns a revista pelo trabalho e pelo acerto de timing da atriz.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Forçaram a barra
O Brasil tem 7.367 km de litoral. E a VIP faz o quê? Coloca Ellen Rocche em um estúdio cheio de painéis com imagens de praias do Rio. Até tem areia, umas folhas, conchas e estrelas-do-mar para tentar dar uma ambientada na coisa, mas não funciona. Ainda mais com as caras e bocas da moça.
Tem jeitão de catálogo de biquíni, não tem?
Outra coisa que não funciona é a luz artificial demais e igual durante o ensaio inteiro. E já que ensaio na praia não é novidade na VIP, é fácil comparar a diferença do natural e do fabricado – e nem é preciso ir a números tão longínquos.
E ainda dá pra interagir...
Daí, pra ajudar, eles repetem o tema do ensaio interno de janeiro: modelo/DJ no apartamento. A DJ da vez é a Thricie e a sensação de já ter visto as fotos em algum lugar é inegável.
Disk-jockey is the new black
Mas jornalisticamente a edição é boa! Destaque pra matéria sobre as baladas russas, para “Os salvadores da festa” (sobre um pessoal que anda lucrando com delivery de cerveja) e a entrevista bem divertida com as atrizes de “Bruna Surfistinha” (eita assunto que essa revista gosta, hein!). Tem gostinho daquela VIP que a gente sempre pede.
E quero dar os parabéns pro Maurício Barros, que conseguiu fazer com que o cara que provavelmente mais ignora futebol no mundo – leia-se: eu – se apaixonasse pela coluna “Futebol de Rua” a ponto de ser a primeira página que leio após aquela folheada básica.







