quarta-feira, 24 de julho de 2013
Mostrando como se faz
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Fernanda Linda, lindíssima!
terça-feira, 30 de abril de 2013
Pá na cara de quem é pobre!
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Linda personagem, mas e o resto?
“Eu a vejo daqui a alguns anos brilhando como a grande apresentadora que ela já é. A vejo também como uma mãe amorosa dedicada à família e como uma mulher inquieta e cheia de mistérios que só o Rodrigo conhece. Tenho certeza de que esta experiência toda em Amor & Sexo deve estar fazendo um bem danado para os dois. Como faz para todos nós. Leo Jaime
sábado, 16 de junho de 2012
Boa Forma em forma
Depois da elogiada capa de maio que deu uma ousada com os pernões da Giovanna Antonelli, a revista Boa Forma deu uma modernizada e parece ter encontrado um caminho bacana para se destacar das concorrentes e suas capinhas bíquini-clássico-com-muito-photoshop que já deram uma cansada. Em junho, estreando o novo projeto gráfico da revista, a sempre linda Fernanda Lima aparece em pose incitadora e preenchendo por completo a capa. Não que Fernandinha precise de truques, mas a mão levada à cintura ainda dá uma afinada na cintura, mais reta, da apresentadora. A produção de moda e beleza com influência nos anos 80 dá todo um clima. Para fechar, um bom hot stamping na marca e chamada principal. Show!
Feel the burn!
terça-feira, 3 de abril de 2012
Força na modernidade
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Alfa vs. GQ
Alfa e GQ têm muita coisa em comum. Ambas são voltadas para um público formado por homens maduros e bem-sucedidos. Homens que se envergonhariam (e quem não?) em expor na mesa do trabalho uma revista com a Mulata Difícil na capa. São revistas que não fazem da sensualidade feminina seu carro-chefe e por isso dão preferência a capas, discretas, com a presença de homens igualmente bem-sucedidos. Dizem, o leitor se espelha neles.
Em sua 7ª edição, Fernanda Lima é a 3ª capa feminina da GQ. A Alfa, menos maleável, somente em sua 13ª ida às bancas sucumbiu aos encantos femininos e fez uma edição “Especial Mulher” (pretexto?) com Camila Pitanga na capa.
Fernanda e Camila estão a léguas de distância do estereotipo mulherhortifrutigranjeiro. Lindas, consolidadas, realizadas, bem-resolvidas, são mulheres que têm o que mostrar. E falar. Fazem a capa que bem entender e fazem poucas, apesar da oferta. Contrariando Kiko Nogueira – Diretor de Redação da Alfa, que na carta do editor afirmou que Pitanga “nunca havia saído em uma revista masculina” (?!) –, Camila já fez VIP e Homem Vogue. Fernanda foi mais além e fez VIP, Homem Vogue, Trip, Vizoo e outras coisinhas mais ousadas lá fora.
Não esperem de Alfa e GQ ensaios ultrassensuais. As fotos são (e serão) sempre softsexys. Mesmo assim, acho que Alfa consegue se destacar com ensaios (não só esse de outubro) mais produzidos.
Nas fotos de Bob Wolfenson, Pitanga interpreta uma modelo vivo num ateliê de arte da Lapa (RJ). Esse enredo, atmosfera, luz natural agregam tanto ao ensaio. O resultado ficou muito bonito.
Fernanda Lima, por Eduardo Rezende, já vem no mesmo clima de estúdio do ensaio de Alinne Moraes, até então última capa feminina da GQ. Mesmo sem essa obrigação de ser sexy e extremamente criativo, GQ precisará se movimentar mais nos próximos. Achei um pouco frio e repetitivo.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Amor, sexo e Fernanda linda
O vídeo com o making of do ensaio:
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Entra ano, sai ano...
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Teresinha!
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Esta interessa e muito.


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Forçaram a barra
O Brasil tem 7.367 km de litoral. E a VIP faz o quê? Coloca Ellen Rocche em um estúdio cheio de painéis com imagens de praias do Rio. Até tem areia, umas folhas, conchas e estrelas-do-mar para tentar dar uma ambientada na coisa, mas não funciona. Ainda mais com as caras e bocas da moça.
Tem jeitão de catálogo de biquíni, não tem?
Outra coisa que não funciona é a luz artificial demais e igual durante o ensaio inteiro. E já que ensaio na praia não é novidade na VIP, é fácil comparar a diferença do natural e do fabricado – e nem é preciso ir a números tão longínquos.
E ainda dá pra interagir...
Daí, pra ajudar, eles repetem o tema do ensaio interno de janeiro: modelo/DJ no apartamento. A DJ da vez é a Thricie e a sensação de já ter visto as fotos em algum lugar é inegável.
Disk-jockey is the new black
Mas jornalisticamente a edição é boa! Destaque pra matéria sobre as baladas russas, para “Os salvadores da festa” (sobre um pessoal que anda lucrando com delivery de cerveja) e a entrevista bem divertida com as atrizes de “Bruna Surfistinha” (eita assunto que essa revista gosta, hein!). Tem gostinho daquela VIP que a gente sempre pede.
E quero dar os parabéns pro Maurício Barros, que conseguiu fazer com que o cara que provavelmente mais ignora futebol no mundo – leia-se: eu – se apaixonasse pela coluna “Futebol de Rua” a ponto de ser a primeira página que leio após aquela folheada básica.










