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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Covertwist

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sábado, 14 de março de 2009

US$ 3,99 e milhões de capas

Lily Allen tem feito de tudo para vender seu novo cd, que é ótimo e eu recomendo. O preço está no chão, aparições nos mais diversos programas de TV são frequentes, tem passado uma mega-temporada nos EUA numa tentativa de cativar o público de lá e, claro, aparece em muita revista. Do recheião à capa, Lily tem dado a cara por todos os lados e nos mais diversos estilos.

Como nessas duas últimas semanas a moda é falar da Q Magazine, resolvi fazer um compilado da menina que traiu o movimento /dadodolabela e deixou de ser a gordinha encrequeira, pra virar a gata encrenqueira.

Cronologicamente, algumas das últimas capas e ensaios dela logo abaixo:

Moderna na Nylon de Janeiro

Diva na Interview de janeiro, acho...

Bem freak na Spin de Fevereiro

Romântia na Gay Times de Fevereiro.

Inglesa padrão na Britsh Glamour de março

Linda na Q de março

Gosto muito de quase tudo que ela fez nos últimos meses, talvez a Glamour -até mesmo pelo estilo da revista - tenha o material mais fraco. Mas, mesmo assim, satisfatório. As melhores capas, em diagramação, são Spin e Nylon, no quesito foto, eu deixo o título de melhor para a Q. Já para o quesito abertura, não tem pra ninguém, a Q é fantástica, a composição preta deu uma dramaticidade incrível para a página dupla, que é minimalista até dizer chega.

Para quem não se lembra, Lily costumava aparecer, no início de sua carreira, assim:

60' Girl

Até que em janeiro de 2008 tentou virar o jogo. Emagreceu, colocou um mega-hair, fez cara de gatinha e foi parar na capa da GQ. O resultado é muito bom, mas não durou muito.

A primeira vez a gente nunca esquece...

Em setembro do ano passo, depois de muita bebedeira, peito e bunda exposta gratuitamente, a moçoila tingiu o cabelo de rosa e apareceu, digamos, não muito bem na capa da Paper e em diversos tablóides.

Junkie Girl

Como designer chato que sou, diria que Lily Allen é um belo case de reposicionamento de marca. Uma boa equipe especializada em branding adoraria analizar toda a tragetória e ver o quanto sua marca está mais valorizada após tanto trabalho. Enquanto fã, tenho adorado tudo isso, afinal tinha uma vergonha alheia das pagações de mico da brit bitch preferida.

Para ler ouvindo:
The Fear

ou


Womanizer

domingo, 28 de dezembro de 2008

Diversidade

Já falamos um pouco aqui no DasBancas das principais revistas gays nacionais: G Magazine, Aimé, DOM e Junior. Fiquem agora com um apanhado de capas das maiores publicações GLSs internacionais. A palavra de ordem é: Diversidade.

Out
Polêmica, influente, recheada de celebridades e com as melhores capas

The Advocate
Since 1967: o mundo nem era gay, mas a The Advocate já estava lá. Ótimas capas também

Butt
A holandesa Butt é moderna³ e bem porra-louca

PREF
Préférences da França

TÊTU
Mais uma dos fanceses

DNA
Dona das capas mais apelativas: só dá tanquinho e tanguinha

Attitude
Bem variada. Rola até um NX Zero cover, repararam?

Genre
Capas bacanas, sem fazer gênero

Gay Times
O nome é péssimo, ainda bem que rola uma sigla

reFRESH
Alterna capas razoáveis (a 1ª e a última, por exemplo) com capas bem ruins

Bent
Rola um ecletismo, uma variedade nas capas. A da Madonna é engraçada

Instinct
O Google não ajudou, só deu capa escrota



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