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terça-feira, 20 de novembro de 2012

#COVERTWIST

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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

212

A nova sensação do pop atende pelo nome de Azealia Banks e… bem, você sabe quem é ela, né?

Pois bem, o que você talvez não saiba é que a cantora rapper está começando a invadir as bancas e já começa com polêmica, do jeito que a gente gosta.

 

Azealia será a capa da próxima edição da Dazed & Confused. A notícia que se tem é que, na imagem de capa, Az estará soprando uma camisinha, como se fosse um balão. A imagem ainda não foi divulgada (a revista chega às bancas gringas na semana que vem), mas ao que parece, sete países já proibiram a circulação da Dazed com a tal capa.

 

No Twitter, a revista ironizou a “censura” e atiçou ainda mais a curiosidade dos leitores mundo afora.

Bem, enquanto a semana que vem não chega, pra sabermos se a capa é digna ou não de tanto bafão, Azealia está sozinha e sorridente na Spin e (muito bem) acompanhada do Diplo na capa da Vibe. Que venham mais!

azealia-spinAzealia-Banks-Diplo-VIBE

sábado, 14 de março de 2009

US$ 3,99 e milhões de capas

Lily Allen tem feito de tudo para vender seu novo cd, que é ótimo e eu recomendo. O preço está no chão, aparições nos mais diversos programas de TV são frequentes, tem passado uma mega-temporada nos EUA numa tentativa de cativar o público de lá e, claro, aparece em muita revista. Do recheião à capa, Lily tem dado a cara por todos os lados e nos mais diversos estilos.

Como nessas duas últimas semanas a moda é falar da Q Magazine, resolvi fazer um compilado da menina que traiu o movimento /dadodolabela e deixou de ser a gordinha encrequeira, pra virar a gata encrenqueira.

Cronologicamente, algumas das últimas capas e ensaios dela logo abaixo:

Moderna na Nylon de Janeiro

Diva na Interview de janeiro, acho...

Bem freak na Spin de Fevereiro

Romântia na Gay Times de Fevereiro.

Inglesa padrão na Britsh Glamour de março

Linda na Q de março

Gosto muito de quase tudo que ela fez nos últimos meses, talvez a Glamour -até mesmo pelo estilo da revista - tenha o material mais fraco. Mas, mesmo assim, satisfatório. As melhores capas, em diagramação, são Spin e Nylon, no quesito foto, eu deixo o título de melhor para a Q. Já para o quesito abertura, não tem pra ninguém, a Q é fantástica, a composição preta deu uma dramaticidade incrível para a página dupla, que é minimalista até dizer chega.

Para quem não se lembra, Lily costumava aparecer, no início de sua carreira, assim:

60' Girl

Até que em janeiro de 2008 tentou virar o jogo. Emagreceu, colocou um mega-hair, fez cara de gatinha e foi parar na capa da GQ. O resultado é muito bom, mas não durou muito.

A primeira vez a gente nunca esquece...

Em setembro do ano passo, depois de muita bebedeira, peito e bunda exposta gratuitamente, a moçoila tingiu o cabelo de rosa e apareceu, digamos, não muito bem na capa da Paper e em diversos tablóides.

Junkie Girl

Como designer chato que sou, diria que Lily Allen é um belo case de reposicionamento de marca. Uma boa equipe especializada em branding adoraria analizar toda a tragetória e ver o quanto sua marca está mais valorizada após tanto trabalho. Enquanto fã, tenho adorado tudo isso, afinal tinha uma vergonha alheia das pagações de mico da brit bitch preferida.

Para ler ouvindo:
The Fear

ou


Womanizer



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