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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
#COVERTWIST
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Enfim 2010!
É meu povo, passaram-se as festas e 2010 já tá na correria. Para começarmos a aquecer os motores do dasBancas, vamos de capas e fotos de divulgação?!
Bom, a Elle UK, DE FEVEREIRO (!), vem com Natalie Portman lindíssima em sua capa. Bem coisa de rica, como eles adoram fazer.
Enquanto isso, no Brasil, a Nova coloca pela primera vez uma negra em sua capa (ao menos é o que andam dizendo por aí, mas tenho quase certeza que Taís Araújo já foi capa da Nova antes, enfim...). Se é a primeira negra ou não, tenho cá minhas dúvidas, mas tenho certeza que isso que fizeram com a Taís não é coisa de Deus.
Gente, que bracinhos são esses? Que cinturinha é essa? Que curvatura é essa? E PELAMORDEDEUS, que sombra azul é essa? Enfim, coisas de Nova e que ela parece ter gostado, afinal, tá feliz a moça, né?!
Para fechar o post, é hora ver a capa da britânica Q. Essa capa tá circulando por aí desde novembro, mas como a correria foi maior, acabou passando.
Bom, a capa vem com os principais artistas do século 21, e só pergunto 2 coisas:
- Por quê Brandon Flowers ficou escondido lá na terceira face?
- E cadê a Beyoncé?
sábado, 14 de março de 2009
US$ 3,99 e milhões de capas
Lily Allen tem feito de tudo para vender seu novo cd, que é ótimo e eu recomendo. O preço está no chão, aparições nos mais diversos programas de TV são frequentes, tem passado uma mega-temporada nos EUA numa tentativa de cativar o público de lá e, claro, aparece em muita revista. Do recheião à capa, Lily tem dado a cara por todos os lados e nos mais diversos estilos.
Como nessas duas últimas semanas a moda é falar da Q Magazine, resolvi fazer um compilado da menina que traiu o movimento /dadodolabela e deixou de ser a gordinha encrequeira, pra virar a gata encrenqueira.
Cronologicamente, algumas das últimas capas e ensaios dela logo abaixo:
Gosto muito de quase tudo que ela fez nos últimos meses, talvez a Glamour -até mesmo pelo estilo da revista - tenha o material mais fraco. Mas, mesmo assim, satisfatório. As melhores capas, em diagramação, são Spin e Nylon, no quesito foto, eu deixo o título de melhor para a Q. Já para o quesito abertura, não tem pra ninguém, a Q é fantástica, a composição preta deu uma dramaticidade incrível para a página dupla, que é minimalista até dizer chega.
Para quem não se lembra, Lily costumava aparecer, no início de sua carreira, assim:
60' GirlAté que em janeiro de 2008 tentou virar o jogo. Emagreceu, colocou um mega-hair, fez cara de gatinha e foi parar na capa da GQ. O resultado é muito bom, mas não durou muito.






A primeira vez a gente nunca esquece...Em setembro do ano passo, depois de muita bebedeira, peito e bunda exposta gratuitamente, a moçoila tingiu o cabelo de rosa e apareceu, digamos, não muito bem na capa da Paper e em diversos tablóides.
Junkie GirlComo designer chato que sou, diria que Lily Allen é um belo case de reposicionamento de marca. Uma boa equipe especializada em branding adoraria analizar toda a tragetória e ver o quanto sua marca está mais valorizada após tanto trabalho. Enquanto fã, tenho adorado tudo isso, afinal tinha uma vergonha alheia das pagações de mico da brit bitch preferida.
Para ler ouvindo:
ou
Para ler ouvindo:
The Fear
ou
Womanizer
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