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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

#COVERTWIST

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

#COVERTWIST


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

#COVERTWIST

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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Covertwist

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terça-feira, 14 de julho de 2009

Assim que se faz

Katy Perry na Nylon Japão é exatamente o que todos esperam: figurino engraçado e ultra-moderno, fotos provocantes e toda uma pitada non-sense.

Ou seja, é ótimo!

tenho medo da quantidade de chamadas!

Taí uma coisa que dá certo, colocar gente que sustenta produções carregadas e ousadas para vestí-las. Não fica aquela imagem engessada e forçada que vemos na Gloss mensalmente. Simplesmente flui, como se Katy vivesse vestindo essas roupas 80's.


se alguém conseguir ler o nome do fotógrafo ali nos créditos, conta por favor...
mas tem maior cara de Terry Richardson.

Por isso, vou falar mais uma vez: Gloss, enquanto quiser se parecer com a Nylon, mas tiver personagens sem presença e produção fraca, vai continuar o mesmo vexame de sempre.

Isis, eu tenho vergonha dessa capa. E você?!


Ps.: Mais tarde começaremos a contar as surpresas do aniversário do dasBancas. Fiquem ligados e chamem os coleguinhas. Espero que todo mundo goste e participe freneticamente!

Até mais tarde.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Eu tô com medo!

Só mesmo Regina para nos ajudar nesse momento...

Alguém viu a capa da Gloss de Julho?! Cara, eu não tinha visto, mas a @pablinefelix comentou lá no Twitter e fui correndo ver de colé e, sério, momento vergonha alheia master.

Não sei se o que mais me desagrada é a combinação das cores da capa com o make-desastre que fizeram na Vanessa Giácomo, se são as bolinhas combinando com a estampa do agasalho, a unha curtinha pintada com esmalte escuro, ou o carão nervoso.

Tá tudo tão errado, tão fora do lugar! Fico até triste, a Gloss era tão bonitinha antes da crise 'wanna be Nylon meets Nova Cosmopolitan', só isso justifica tanta chamada e toda essa pegada hipster na produção de moda.

Tá, eu sei que essa coisa de batons diferentes foi usada em alguma passarela ano passado. Mas não é bonito, e foi ANO PASSADO, pra que usar agora?!


Pra ser muito sincero, Vanessa ficou envelhecida, a capa está afetada demais, e eu ainda prefiro a naturalidade dos tempos passados...

Era feliz e não sabia...

sábado, 14 de março de 2009

US$ 3,99 e milhões de capas

Lily Allen tem feito de tudo para vender seu novo cd, que é ótimo e eu recomendo. O preço está no chão, aparições nos mais diversos programas de TV são frequentes, tem passado uma mega-temporada nos EUA numa tentativa de cativar o público de lá e, claro, aparece em muita revista. Do recheião à capa, Lily tem dado a cara por todos os lados e nos mais diversos estilos.

Como nessas duas últimas semanas a moda é falar da Q Magazine, resolvi fazer um compilado da menina que traiu o movimento /dadodolabela e deixou de ser a gordinha encrequeira, pra virar a gata encrenqueira.

Cronologicamente, algumas das últimas capas e ensaios dela logo abaixo:

Moderna na Nylon de Janeiro

Diva na Interview de janeiro, acho...

Bem freak na Spin de Fevereiro

Romântia na Gay Times de Fevereiro.

Inglesa padrão na Britsh Glamour de março

Linda na Q de março

Gosto muito de quase tudo que ela fez nos últimos meses, talvez a Glamour -até mesmo pelo estilo da revista - tenha o material mais fraco. Mas, mesmo assim, satisfatório. As melhores capas, em diagramação, são Spin e Nylon, no quesito foto, eu deixo o título de melhor para a Q. Já para o quesito abertura, não tem pra ninguém, a Q é fantástica, a composição preta deu uma dramaticidade incrível para a página dupla, que é minimalista até dizer chega.

Para quem não se lembra, Lily costumava aparecer, no início de sua carreira, assim:

60' Girl

Até que em janeiro de 2008 tentou virar o jogo. Emagreceu, colocou um mega-hair, fez cara de gatinha e foi parar na capa da GQ. O resultado é muito bom, mas não durou muito.

A primeira vez a gente nunca esquece...

Em setembro do ano passo, depois de muita bebedeira, peito e bunda exposta gratuitamente, a moçoila tingiu o cabelo de rosa e apareceu, digamos, não muito bem na capa da Paper e em diversos tablóides.

Junkie Girl

Como designer chato que sou, diria que Lily Allen é um belo case de reposicionamento de marca. Uma boa equipe especializada em branding adoraria analizar toda a tragetória e ver o quanto sua marca está mais valorizada após tanto trabalho. Enquanto fã, tenho adorado tudo isso, afinal tinha uma vergonha alheia das pagações de mico da brit bitch preferida.

Para ler ouvindo:
The Fear

ou


Womanizer



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