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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Clássico dos clássicos…

No dia que fiquei sabendo que Galisteu viria nas páginas da Playboy de agosto, disse o seguinte para alguns amigos:

“Preparem-se, vai ser um ensaio de fuder! Essa mulher vai sambar na cara das outras capas da revista…”

E, após ver minha preciosa edição de agosto, sabe o que tenho a dizer? Sambou, e sambou bonito. Botou pra fuder com geral, e fez mais um clássico. Mas, engane-se quem pensa que este ensaio é incrivelmente superior ao primeiro. Este ensaio é a belíssima continuação daquele. Sim. Continuação. Nem superior, muito menos inferior. Mas uma continuação esplendorosa.

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A belíssima produção capitaneada pela editora visual Kika Paulon está perfeita em tudo: as locações são fantásticas, o figurino é maravilhoso, o cabelo é irretocável e, junto à discreta maquiagem deixa a gente acreditando que Adriane nasceu assim… Linda, loira e praiana!

Linda, loira, praiana e gostosa, né gente? Puta merda, como a mulher está com o corpo SUPER em dia! Pernão, bunda, barriguinha… tá tudo perfeito, modelado, cheio de curvas… LINDA, gente. LINDA!

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A sensação de continuação deste ensaio, para aquele de 1995, é uma das coisas mais legais do trabalho executado. Para um leitor mais atento, a possibilidade de conferir o amadurecimento daquela personagem após 16 anos é um grande presente.

A mocinha loira que outrora tomava leite no pires, desfilava lânguida pela alvejada paisagem grega e se contorcia em um belo iate, agora é forte, quase uma leoa! Segura e cheia de si, veste peças caríssimas, come macarrão com a mão, e passeia lindamente nua em seu barco. Desfila sua loirice por paisagens hipnotizantes e não abandona seu hábito mais marcante: depila-se com lâmina de barbear.

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Adriane demorou 16 anos para retornar às páginas de Playboy e fez o mais difícil: deixou todo mundo satisfeito, sem aquela sensação de 'wtf?'… Fez tudo com tanta vontade, tanta coragem, tanta libido, tanta ousadia, que a única coisa que espero é que ela seja muito homenageada pelo Brasil a fora. Afinal, ela merece!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

5 por 1

Terça-feira chegou às bancas a 5ª capa regular de Scheila Carvalho para a Playboy, e como Scheila foi minha musa de adolescência, não podia deixar de correr na banca e garantir meu exemplar.

as edições regulares anteriores

as que eu tenho - sim, não tenho a de dezembro de 2001!

Confesso que depois de ter visto algumas fotos na internet havia ficado bastante decepcionado com a edição. Aquilo que estava circulando não era nada interessante, nem passava perto do que a revista havia divulgado da produção. Pois bem, revista em mãos uma parcela da decepção foi embora, mas uma boa parcela manteve-se por aqui. E o motivo eu explico aqui para baixo.

Então, este é, muito provavelmente, o último ensaio dela para a Playboy e acredito que um pouco mais de pompa seria bem vinda. A mulher é um marco na revista, e o ensaio apresentado este mês é comum. Simples assim: C O M U M. Não é um vexame, muito menos um espetáculo visual, e sim, acho que Scheila merecia um espetáculo.

As fotos dão de 1000 na concorrente Sexy, que, coincidentemente, também chegou às bancas com estrada como tema, mas lá, as Mochileiras não são o melhor exemplo de mulher bonita, e o fotógrafo também não é a melhor referência na profissão. Então a concorrência é desleal.

se o Duran tivesse fotometrado direito, e deixado a estrada aparecer, teria sido muito mais bonita essa abertura...

Amenidades a parte, o ensaio fotografado pelo já cansado JR Duran, é de uma simplicidade visual que chega a dar sono. Duran, como sempre, foi comercial em seus cliques. Colocou Scheila em poses batidas, fez suas fotos clássicas: deitada na cama de barriga pra cima, deitada de barriga para baixo, tirando a calça, de ladinho... Tudo bem comum, com uma luz dura, sem graça, e em muitos casos ineficiente.

Sim, achei esquisita aquela sombra gigante do flash em muitras fotos - inclusive na capa -, achei desnecessária a escuridão em muitas fotos, ao invés de deixar requintado, dramático e tal, ficou feio mesmo. Na foto da página 93 o rosto dela praticamente some, e na da 102 ela parece suja de tão estranha que está a luz.

lindas fotos, sombra tosca.
apesar de tudo, a dupla mais bonita da edição.

Ainda criticando, acho que mais uma vez a produção da revista se perde em alguns pontos. Nesse mês, é bom deixar claro, se perde muito menos do que vinha acontecendo. Realmente é possível ver uma tentativa de narrativa nas fotos, os ambientes são coerentes entre si, tudo bem tosco, sem requinte, mas como nem tudo são flores, alguém teve a brilhante idéia de colocar aquele veludo horrível no banco do caminhão.

olha o veludão molhado aí, gente....

Sério, o pacote kitch já estava garantido pelo ventilador e o bicho de pelúcia, não precisava do veludo, ele simplesmente destoou do conjunto. Bola fora do pessoal. Junto do veludo, teria jogado no lixo o óculos de coração - que é fofo, mas não tem nada a ver com o conceito, um modelo aviador teria feito mais sentido - e o biquini amarelo com a flor roxa. Sério, aquilo é uma monstruosidade e não se encaixa em hippie, em borracharia, em estrada. Aquilo não tem nada com nada e é feio. Muito feio.

tem coisa que simplesmente não dá...

Mas como nem só de erros vive um ensaio, vamos falar das coisas boas: achei muito feliz a idéia de tirar a Scheila da natureza. Em todos os seus ensaios anteriores as fotos eram feitas em algum lugar com muita vegetação, muito sol, muito verão. Ponto pra Playboy por sair do lugar comum, mesmo o fotógrafo não tendo explorado o espaço, e tendo feito apenas fotos fechadas na modelo, o clima mais pesado e tosco foi uma boa.

Scheila continua lindíssima, apesar de não transparecer tanta segurança e naturalidade como nos ensaios anteriores. Ela tá batendo um bolão, todos seus atributos mais famosos estão lá, muito bem cuidados. As únicas ressalvas são em relação a boca e os braços, acho que ela está exagerando no colágeno e na musculação...

11 anos as separam...

Outra coisa legal de falar: uma das fotos dessa edição lembra MUITO uma das fotos da primeira edição, a própria Scheila já disse algumas vezes que é sua foto favorita da Playboy. Será que foi intencional colocá-la na revista?! As páginas 100 e 101 formam a mais bela dupla da edição (mentira, a dupla da Nana Gouveia é muito mais incrível, mas isso é assunto para outro post). E o encerramento do ensaio é um clássico de Duran, que já deu no saco. Mostrar o 'orifício corrugoso' em todos os ensaios já deu, e não é nem um pouco extraordinário, já ficou batido.

Duran, essa foto já deu!
E essa luz ficou bem tosca.

Conclusão:

• Scheila está linda, mas não tão linda quanto no especial da capa vermelha que vinha com DVD.

Foi o Duran quem fotografou, por isso ela está no sofá...
ed. especial com DVD.


• Passado o ensaio deste mês, posso afirmar que o melhor e mais marcante ensaio da Scheila continua sendo o clicado por Bob Wolfenson, que nos deu uma das mais belas duplas da história da revista. Pura ousadia.

o poder de Bob Wolfenson em novembro de 2000.

• A produção da Playboy melhorou, mas continua patinando em pequenos detalhes. E eles são fundamentais. Em tempos de 'mulheres fruta', prezar pelo cuidado da produção é o mínimo.

biquini errado!

• Duran continua com seu estilo inconfundível, e isso não é um elogio.

• O ensaio secundário, de Polliana Bays, clicado por Rodrigo Vipych é muito mais criativo e atrante que o da Scheila, e que luz linda é aquela?!

achei digno, e o listrado do fundo não é da revista...

• 20 páginas + pôster não foram suficientes para a despedida de uma mulher que fez história na revista.

• Fico muito feliz quando vejo que as fotos em preto e branco voltaram de vez para a revista...

• Nana Gouveia e Auttumn roubaram todos as atenções do mês para a Edição Especial que está por vir.

Sebastiana, você ahaza!
mais uma vez, o listrado não é da revista.

• Duran não precisa mais dar as caras na Playboy este ano.

terça-feira, 31 de março de 2009

Bundinha para o lado e mãozinha pra frente

Quer fazer uma capa com a Scheila Carvalho?! Siga o título e acerte na fórmula! Ou não...

a mão até muda de lugar, mas a pose tá lá...

Na dúvida, a Playboy preferiu não arriscar e fez uma capa bem ao estilo Scheila Carvalho:

pose padrão por JR Duran

O que eu posso falar da capa?!

Então, a Scheila tá bonita.

É mais ou menos só isso o que tenho a comentar, afinal, o resto é bem qualquer coisa:

O azul da marca, que há muito não aparecia, não chega a empolgar. As chamadas em nada me agradam - sério, quem teve a brilhante idéia de justificar todas as caixas de texto?

A hierarquia de informação é péssima, tudo tem o mesmo valor, o mesmo peso (tirando o nome da estrela). Acaba que tudo vira um só bloco de informação e nada tem força. O conteúdo transforma-se em uma mancha gráfica na lateral esquerda da página. E nada mais.

O nome da estrela tem destaque, e muito. Mas mais uma vez alguém teve a idéia errada. Ow, colocar esse tipo gordinho, condensado, com entre letras quase inexistente e com um degradê ordinário, só pode ter sido idéia do estagiário, não tem outra explicação. A legibilidade é péssima, e além disso, é feio. MUITO FEIO!

Passando essa parte, quero tocar no assunto conceito. Alguém chutaria, só vendo a capa, onde foi feito o ensaio?

Na minha modesta opinião, qualquer locação ensolarada/tropical poderia ser pensada. Fosse praia, clube, jardim, ou uma dessas coisas onde biquinis são bem vindos. Mas jamais pensaria em uma auto-estrada!

Sim caros amigos, as fotos do ensaio foram feitas numa estrada, num clima road movie, com hotel, carro, posto de gasolina e tudo mais (ao menos é o que falaram). E meu singelo reportório imagético GRITA que esta temática pedia uma capa mais rústica/terrosa. Mais próximo do inverno, do que do verão. Mas vai entender a cabeça dos designers da Playboy e principalmente da produtora Kika Paullon...



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