Sim, encaretamos. Basta dar uma olhada nas capas da extinta (1994 – 2000) Sui Generis de 10, 14, 18 anos atrás. As celebridades não tinham medo de se expor, os revisteiros não estavam tão neuróticos com as vendas, os leitores não se saciavam apenas com um tanquinho bonito. Só isso explica o fato de as capas da Sui Generis, a primeira revista gay não erótica do Brasil, ainda serem infinitamente mais interessantes que as capas gays atuais. E olha que naquela época tudo era muito mais difícil para o mercado gay e para o gay em si. O que torna a Sui Generis ainda mais corajosa e moderna. Fica a reflexão. Ou a inspiração.
Deveras sui generis
Obrigado, Israel Carneiro!
+ capas da Sui Generis aqui.
+ capas da Sui Generis aqui.












