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domingo, 8 de maio de 2011

Como sensualizar no supermercado

É, vamos ter duas capas para a Playboy da Jaque, agora em maio. A justificativa, encontrei no Ego:

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jaquealternativaSensualizando no carão

A segunda opção, mais recatada e púdica, não é tão bem resolvida quanto à primeira. Jaque é bonita, mas não tem tanto potencial para assumir a responsa de carão em capa de revista, quanto teriam Talula ou Maria, por exemplo. Mais que isso, o corte da imagem resultou na aplicação do logo da Playboy bem em cima da testa da ex-bbb, a tipografia usada no destaque do nome é meio Comic Sans e a monotonia do branco em todos os textos deixaram o resultado morno.

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A proposta de close é muito melhor executada quando é acompanhada de poucas chamadas editoriais – e não é sempre possível otimizar a quantidade porque conteúdo também é atrativo de vendas. Mas num caso como da Jaque, que tem uma opção de capa regular e outra alternativa, dava para seguir a linha de Marina Lima ou Juliana Knust. Valeu o esforço, mas prefiro a Jaque sensual por inteira.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Crônicas de um ciclo fechado

Em 1999 a cantora Marina Lima se rendeu ao convite de posar nua por indicação do seu terapeuta. A ideia era aumentar a auto-estima e fugir de uma depressão. Na entrevista dessa edição histórica, Bob Wolfenson, o melhor fotógrafo do país e o responsável por muitos dos momentos mais célebres da PLAYBOY. Um ensaio especial como o de Marina recebeu, a convite da própria, um texto da jovem escritora Fernanda Young.

"Não sei quando as palavras se tornaram necessárias, mas acredito que foi num momento em que as imagens falharam em dizer tudo. Sei que não é o caso, agora. Assim, deixo meus olhos livres, como os seus, a buscar revelações que ainda não perceberam. Escritores não devem ficar na frente de uma nudez como essa, disfarçando sua verdade."

No mês seguinte, em sua edição recorde de vendas, a PLAYBOY brasileira publicou na sessão 20 Perguntas uma entrevista com a tal jovem escritora.


Quem vê a imagem acima (e mais de 1 milhão de pessoas a viram) até imagina se tratar de um período pré tatuagem. Mas na verdade Fernanda já contabilizava mais de 11 espalhadas pelo corpo, e uma delas teve atenção especial na reportagem:

PLAYBOY: E quando é que você vai mostrar aos leitores de PLAYBOY aquele outro livro, o desenho que você tem tatuado no ventre:

FERNANDA: [Sorri, com ar entre divertido e malicioso.] Quando me fizerem uma proposta [ri]. Não é minha intenção, entendeu? Agora, eu acho pop, acho engraçado.

Menos de três anos depois, com o sucesso de seus roteiros para tv e cinema, é a vez de Fernanda encarar a entrevista da PLAYBOY e ser o segundo assunto mais importante de uma edição. A imagem é forte e vem sem aspas dessa vez. Passei a revista pra frente, junto ao "Aritmética" pra uma amiga que se diverte e se identifica muito com as declarações da escritora.


Não sabemos ao certo quantas propostas foram recusadas até o resultado do que veremos dentre de alguns dias. Nem se houve alguma resistência. Mas é fato que, exatamente 10 anos após se admirar por Marina Lima, Fernanda Young conclui o seu ciclo com a PLAYBOY, coloca o dedo na cara dos recalcados e quebra muitos dos nossos padrões distorcidos.

terça-feira, 14 de abril de 2009

10, nota 10!

A décima edição da Junior chega às bancas amanhã, e hoje conferimos aqui no dasBancas a capa e a primeira foto de divulgação.


branco, cinza, vermelho e preto: harmonia cromática que não dá erro!

A revista gira em torno do número 10 e várias listas vêm por aí. Quer anotar?! Então, prepare-se:

  • Os 10 gays mais ricos do mundo;
  • Os 10 homens que amamos - pesquisa feita entre leitores. Entre os eleitos, galãs como Tuca Andrada, Leonardo Vieira, o cantor Ney Matogrosso e o escritor Santiago Nazarian. Todos teem direito a entrevistinhas e fotos.
  • As 10 apostas da revista em novos nomes em 10 áreas diferentes de atuação.
  • Na linha ecologiamente correta, a seção de consumo traz 10 produtos sustentáveis.

Além disso, ainda tem Marina Lima numa entrevista descontraída e o ex-BBB Fernando Fernandes na seção Boys do Cry. O modelo vem completamente nu e chorando, claro!


será que Fernando vai mostrar tanto quando na Vogue Alemã, por Mário Testino?!
clica na imagem, se quiser ver de frente...


Ah, na capa vem o modelo Junior Fernandes, clicado por Didio. Assim que a revista der as caras, mostramos um pouco mais...


sábado, 18 de outubro de 2008

Os 100 maiores artistas da música brasileira

Quer vender? Ataca de lista!
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Adoro listas, mesmo as ultrapessoais, apelativas e cheias de contradições e injustiças. São fáceis de ler e sempre dão, para o bem ou para o mal, o que falar. Gosto mais ainda quando as publicações explicam a "matemática" usada para chegar ao resultado final.
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A lista da vez é a dos 100 maiores artistas da música brasileira publicada na edição de 2 anos da Rolling Stone Brasil. A lista ficou bacana. Tem um pouco de tudo lá: de Tom Jobim a DJ Marlboro (literalmente, já que eles são, respectivamente, o nº 1 e o nº 100 do listão).
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Um dos poucos furos, e com certeza o maior, é a ausência de uma grande artista: Paula Toller. Aos 46 anos de idade (!) e com 26 anos na estrada, a bela e afinada (sim, sim) cantora foi por muito tempo a única garota à frente de um grupo de pop-rock num cenário até hoje dominado por barbados. E Paula não apenas (en)canta. Ela também compõe e suas canções podem ser conferidas nos 16 CDs do Kid, em seus 2 solos e na voz de artistas do nype de Adriana Calcanhoto e Marina Lima que regravaram seus hits. A mulher é cool, dona de uma voz sexy, uma presença de palco única e um par de pernas que segue enlouquecendo marmanjos de todas as gerações. Por essas e por outras que, na minha lista, Paula Toller entra fácim, fácim. E com direito a foto grande, claro.
.Musa dos anos 80, 90, 00...

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

As 5 melhores capas


A Playboy e a Confraria, são os principais culpados pela existência desse blog, de conversas virtuais passamos a conversas reais, e na mesa do buteco ficamos amigos, e acabamos virando um blog. Então, nada mais justo que nesse finalzinho de agosto, deixar as revistas de moda um pouco, só um pouco, de lado e fazer algumas listas sobre a Playboy. O que eu gosto e não gosto. E pra começar:

5 melhores capas.

5º - Marina Lima - Novembro de 1999

A capa, clicada por Murilo Meireles, foge completamente do padrão Playboy.

Nada de sorriso sacana, nenhuma bundinha, e inacreditavelmente: LIMPEZA VISUAL. Lindo o box de chamadas, logo abaixo do nome da estrela. O lettering tem tratamento diferenciado, tem a delicadeza que o momento exigia e é contrastante: romântico, como nada na capa.

Essa dicotomia constrói o ensaio como um todo. Marina se entrega completamente despojada no miolo, mas na capa se esconde inteira atrás de um olhar malvado.

4º - Tiazinha - Março de 2000

No segundo ensaio de Suzana para a Playboy, a estrela foi levada a NY e fez um dos ensaios mais sacanas que a revista já publicou, e a ousadia começava na capa.

Apesar de chapado, o fundo não é aquela chatisse/monotonia das capas da Playboy do ano passado. Justamente por esse preto não ser um fundo montado, mas parte do ambiente. Mesmo não vendo este ambiente, ele faz parte da cena, por causa da sombra na barriga dela, da luz dura iluminando a pele bronzeada, e também as sombras do rosto...

Sim, edição de colecionador.

3º - Mel Lisboa - Agosto de 2004

Mel Lisboa demorou, mas chegou em 2004.

Ensaio delicado, com uma luz amarela linda e repleto de olhares lânguidos, como o da capa.

Um detalhe bem bacana da capa é a diagonal formada pelo corpo da Mel, que, segundo as leis de composição, acompanha a linha hierárquica da página. O ponto mais importante é o rosto da modelo (entrada da página) e as pernas como são a saída da página, colocam um ponto final na leitura. Enquanto não sai da página, os olhos do leitor percorrem o corpo dela, lêem o nome, que inusitadamente está atrás do ombro da Mel. E por último as outras chamadas, são informação segundária, devido a tipografia reduzida e os tons harmônicos...

2º - Adriane Galisteu - Agosto de 1995

Galisteu foi aguardadíssima. Super comentada em todas as rodas, viajou para a Grécia, garantiu cachê alto e recorde de venda.

A foto mais famosa do ensaio é a lendária depilação, mas para mim a capa é o ponto mais memorável dessa edição. A começar pelo fato de ser um pôster. E depois, o olhar, a sombra, o brilho do cabelo, o fundo rosa. Adriane, mostra-se na capa pela metade, mantém o mistério que o Brasil tinha em mãos.

A namorada do Senna finalmente seria conhecida por completo, e passaria a ser uma estrela. Estrela que já devia ter voltado à Playboy há um bom tempo.

1º - Maitê Proença - Agosto de 1996

Depois de ser tirada do trono de recordista de vendas, exatamente um ano antes, Maitê voltou magistral nesta Playboy.

Depois das 3 capas clicadas por Duran, mostradas acima, chegou o momento de Bob Wolfenson. Ele é autor de algumas das capas mais bonitas da história da revista, como Sônia Braga, Mylla Christie, Regiane Alves e outras...

Por que essa capa me encanta? justamente pela simplicidade. Nada de muito complexo foi preparado, Maitê simplesmente sentou-se, completamente nua, numa sala de piso de taco, e se tampou como pôde. Bob flagrou esse momento, e a fez a capa mais bonita e memorável, na minha opinião, da história da Playboy Brasil.

Fazer uma linda capa é simples. Basta uma bela modelo, e um momento que instigue. Que indicie o que acontecerá no ensaio. Por isso, todas as capas que selecionei, têm fotos que fazem parte do ensaio, não são de série extra, feita em fundo chapado. O ambiente faz com que a capa cresça. E muito. E com isso, seduz o leitor e a revista vende...

E aí, quais as suas 5 capas preferidas?! Só a capa, nada de ensaio, heim...



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