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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Cicero por Benicio

Quem é fã da Playboy sabe muito bem quem é Benicio, o ilustrador que sempre deu as melhores formas às mulheres que ilustraram diversas matérias e sessões da revista. Mas se você não é tão chegado assim à revista do coelho, com certeza já viu Benicio em algum cartaz de filme nacional. Afinal, o cara é praticamente onipresente nos cartazes dos anos 70. Os clássicos "Dona Flor e Seus Dois Maridos" (com a Sônia Braga) e "A Super Fêmea" (com a Vera Ficher) são deles.
Agora, olha que legal, os amantes das belas mulheres de Benicio, podem ter esse lindo trabalho na mochila! É que a Cicero, marca carioca que faz cadernetas lindas, acabou de lançar uma coleção especial com 4 ilustrações do mestre. Uma bela homenagem ao artista!
Aproveita que o lançamento da coleção é nesta quinta-feira – vai lá dar um abraço no Benicio – e que a fase de amigos secretos (amigo-oculto também vale!) e pede logo um. Ou todos! Dá uma olhada nos modelos:

E aí, qual o seu favorito?

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Afrodisíaco, mas nem tanto…

Jaque é a primeira ex-BBB negra a posar para a Playboy. A notícia de uma negra na revista, a contratação de Bob Wolfenson para as fotos e a capa deixaram a grande maioria dos leitores muito animados. A boa notícia é que capa é ainda mais bonita em mãos e a estrela da edição brilha e ganha quase um 3D com a luz e a pele tão em evidência.

IMG_1638até que enfim atenderam nossos pedidos!

Nas páginas, parece que Jaque está ali na sua frente e é possível observar cada detalhe de seu corpo, cada poro, cada marca, cada dobra. Luz impecável, sofisticada e a moça – funkeira e passista – segurou a classe do ensaio. Sem nenhuma roupa, é ela em preto, branco e tons lindos, além de poucos acessórios para apoiá-la (literalmente, em grande parte).

IMG_1646IMG_1645

ele’ é o destaque do ensaio

A cenografia é confusa e pobre. Um caixote com um parafuso horroroso, um sofá do “Pão de Açúcar” brega e com costura pespontada, um tapete de “Copacabana” tosco, uma caminha capitonê de vinil e uma maçã branca – oi? Todos sem relação entre si. Ainda bem que o manequim vestido com espelho que aparece no making of ficou de fora! Outra coisa que podia ter ficado de fora, já que ficou perdida do conjunto, é a última foto, em que Jaque tem os seios pintados por uma mulher.

IMG_1644 alô, alô, Rio de Janeiro, aquele abraço!

Visualmente, as fotos são lindas. A textura, a luz e Jaque são lindas. Mas, em alguns momentos, faltou contraste. E faltou isso justamente nas fotos de nudez frontal, o que acabou comprometendo a sexualidade das imagens. Em um ensaio de 22 páginas – incluindo pôster –, apenas três fotos mostrando o que Playboy deveria mostrar é pouco. E olha que tem duas dessas fotos que não dá pra ver quase nada...

IMG_1642 quase nada mesmo!

Afinal, o leitor de Playboy quer ver fotos bonitas ou nudez feminina? Por que eu, sinceramente, acho que, apesar da revista não ser feita só de ensaios e mulheres, elas ainda são a grande motivação pros caras desembolsarem R$ 12. No editorial deste mês, Aran escreveu: “O que diferencia uma publicação é a postura, o ‘corte’, a abordagem, os valores e as idéias que exprime – ainda mais hoje em dia, no meio de toda essa cacofonia digital”. Justificativa para esse assunto? Talvez.

Mas, pelo que a gente tem visto, está faltando fazer a testosterona pulsar. E não é só na Playboy. As revistas masculinas estão se tornando “eunucas” , numa leva “pra gay ver” e castrando seus leitores, conseqüentemente. Óbvio que a gente continua querendo sofisticação, classe e belas imagens, mas também quer uma mulher por inteiro em cada página e isso depende muito mais da equipe da revista do que de suas musas.

Meu pai pegou a Plaboy deste mês, folheou, virou página por página e disse: “Fraquinha...”. E, obviamente, ele não se referia às curvas ou à beleza da ex-BBB. Ele reclamava do lugar comum e da falta de ousadia, e pedia pela volta das revistas masculinas que realmente eram feitas para homem ver.

Enfim. Mudando de assunto, discutindo com o Thiago sobre essa edição, ele imediatamente lembrou de Sônia Braga, na Playboy de julho de 1986, no ensaio “Preto e Corpo”, coincidentemente feito por Bob Wolfenson. A proposta é quase a mesma, mas ganha no tal contraste e na ousadia – e olha que não tem nada escancarado ou vulgar.

Sonia Braga1

Sonia Braga2

Sonia Braga3 bons tempos que poderiam voltar

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Trip

Do bonde das pegadoras: "Sempre tive o homem que quis"
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Último dia do mês, última revista masculina de setembro que faltava ser devidamente comentada aqui no DasBancas. Pura coincidência, confesso. Estava com uma preguiça danada de comentar a Trip. Apesar de ser a revista acima do bem e do mal, faz um tempinho que a pegada da Trip não me pega de jeito. Nem acho que eles forcem a barra ao falar de surf, esportes radicais e outras matérias mais naturebas - que não curto de jeito nenhum -, pois é nítido que essa é a filosofia deles. Mesmo. Até o cara que conserta os computadores da redação é surfista. Juro. Aliás, gostei muito da idéia de todo mês ser apresentado um colaborador da Trip: do diretor de redação à moça do cafezinho. Toda revista tinha de aproveitar melhor as histórias dos bastidores. Quem é meio viciado em revista se amarra nisso.
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Então, depois de tentar justificar meu atraso, vamos ao que interessa, pois quero comentar na seqüência VIP e Sexy.
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A edição sobre liberdade (esses temas sim são forçadinha de barra pura) traz na entrevista das Páginas Negras a lenda viva do cinema nacional (ele não gosta de ser chamado assim, portanto...), Paulo César Pereio, que fala com a mesma naturalidade sobre drogas, putaria e trivialidades do dia-a-dia. Pereio e Sônia Braga são os protagonistas do primeiro boquete que vi na vida. Devia ter uns cinco anos e me lembro como se fosse hoje quando em Saquarema (RJ) minhas primas e primos mais velhos assistiam excitadíssimo ao clássico “Eu Te Amo” do Jabor e eu, claro, atrapalhando a sessão pipoca. Nem sei se cabia ao post, mas, parafraseando Olivetto, o primeiro boquete a gente nunca esquece.
.“Eu te amo, porra!”
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Sobre o ensaio de capa, J.R. Duran não se mostra tão aflito em fazer um puta ensaio quanto em resolver o problema da fome mundial no textinho de sua coluna mensal. Eliza Joenck, a catarinense de 1,80m e 25 anos, não está tão linda e sexy como é. O ensaio é o mais do mesmo, saca? Não foi feito sob medida, essa é a impressão que tenho ao ver Elizão com uma meia soquete colorida. Meio lolita e para um mulherão de 1.80m e 25 anos fica meio ridículo. Gosto muito das duas fotos abaixo onde ela aparece lendo e tirando a blusa, as outras passam sem emoção alguma.
.Mais do mesmo
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Os melhores cliques do ensaio
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Quando a gente pensa que já viu de um tudo na vida vem esses caras (danados!) com alguma novidade. A da vez é uma página com as fotos que “não entraram no ensaio”. Essa página sacia nossa curiosidade e diminui um pouco aquele questionamento, “Por que compro revista se no site tem mais fotos?”, que de vez em quando ronda nossos pensamentos. Ótima sacada. As fotos só podiam ser um pouquinho maiores.
.Não entraram entrando
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O resto é a Trip de sempre. Muito surf, esportes radicais e matérias naturebas. Para quem curte, um prato cheio.



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