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sábado, 8 de novembro de 2014

E viva a pornografia!

Se tem uma coisa que todo mundo gosta é pornografia. A gente sempre tem um site favorito, aquela pastinha oculta no computador e, claro, já deu uma bisbilhotada naquela sessão reservada das – finadas – locadoras de filme.
E é exatamente para essa galera 'pornógrafa' que o ensaio de Clara Aguilar para a Revista SEXY foi feito. Terry Richardson e a musa de capa deixaram de lado todo e qualquer clichê que envolvem fotos para revistas masculinas brasileiras. Aqui não tem nada de nu artístico, de luz milimétrica e planejada, de produção requintada e de pudores. É nudez e ponto. 
Claro que pudor demais não combinaria com a personalidade da estrela, e produções exageradas não fazem parte do repertório de Terry. Dessa forma, o ensaio é uma entrega perfeita do prometido: une com maestria o estilo do fotógrafo e a relação da modelo com seu próprio corpo e com o universo erótico.
Gostei muito de ver um ensaio como este estampado em páginas nacionais. É a prova de que nem tudo está perdido e que a cafonice de espartilhos apertados e joias falsas pode acabar. E, com isso, dar espaço para ensaios mais leves, mais objetivos e muito mais safados. Afinal, o que a gente quer quando compra uma revista de mulher pelada é tesão. Sem rodeios e sem frescuras.
Só para constar: continuo achando que ensaios classudos e bem produzidos têm seu lugar reservado em meu coração, ainda mais quando feitos por gênios como Bob Wolfenson e Annie Leibovitz. Mas confesso, estou cada dia mais encantado por essa objetividade em ensaios de mulher pelada.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Pode esquecer a Playboy

A Playboy já foi uma revista tão criativa e divertida que me dá uma preguiça danada divulgar essa capa com a Amanda por aqui. A tal ruiva do BBB ganhou um capa vermelha para chamar de sua, mas como a moça, a capa é sem graça que só. Vai chamar atenção, claro, mas não será lembrada por muito tempo não.
Eu sou o único que acha que essa coisa da ruivice renderia tanta coisa bacana? Será que não conseguem entender que cabelo ruivo de verdade tá mais para laranjado que vermelho? A moça podia estar de coelhinha comendo uma cenoura... sei lá, não precisava dessa cafonice toda.

UPDATE:
Além da capa aí de cima, a Playboy tem uma outra capa para a edição deste mês. A capa é esta aqui:
Claro que esta é MUITO melhor que a anterior. Mas ainda não acho uma capa espetacular. Amanda está com o rosto super desconfortável, esse sapato é um horror, essa meia vermelha não é nada bonita e esse sutiã de tia não tá nada legal. Mas ao menos não é uma capa vergonhosa, né?

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Cadê a Renatinha do BBB12?

Fico tentando imaginar o que passa pela cabeça da produção da Playboy todas as vezes que vejo trabalhos tipo esse da Renatinha. Sabe, alguma coisa muito errada acontece naquela redação. Assim, não é pouco errada não, é MUITO errada.
Assim, não sou produtor da revista e, talvez, se fosse, sentiria na pele todas as limitações que a equipe vive mensalmente. Mas tenho certeza que, apesar disso tudo, não transformaria a menina mais bonita, leve e fresh desta edição do BBB numa perua super maquiada e muito menos a enfiaria num estúdio.
Tá, a ideia de trabalhar os 7 pecados com Renatinha não é das mais originais, mas combina com o histórico da mocinha. Apesar disso, não gosto da abordagem, nem da divisão dos pecados. Juro que não consigo entender o motivo de termos apenas uma foto de luxúria. Justo luxúria, gente?
É a Renatinha! É a menina que pegou três na casa, que o namorado disse que era ninfomaníaca. A menina que está sendo segurada por homens na capa da revista. Cadê as imagens explorando essa sexualidade toda? Cadê Renatinha transbordando sexualidade?
Ignorando a personagem em questão e levando em conta o ensaio que temos em mãos, acho as fotos assinadas por Maurício Nahas bem bonitas. São quentes, têm uma textura bacana – o cara sabe iluminar como poucos, né? –, mas têm os dois pés no kitsh. E não é aquele kitsh do bem que eu adoro, cheio de cores, detalhes lúdicos. É aquela coisa brilhante/penteadeira de puta, sabe? Poderia ser bom? Talvez. Mas não foi.
A foto que mais gosto de todo o ensaio é esta em que a mineira come uma romã. A fruta escorrendo pelo corpo é um detalhe bacana e a cara de malícia convence! Por falar em convencer, as duas fotos dela chupando o dedo do pé são extremamente desnecessárias. Pra quê aqueles anéis no pé? Pra quê duas fotos? Uma não bastava?
Já que o o assunto é repetição, uma coisa que me questiono: aquele tanto de foto de Renata sentada com a câmera na mão e o monitor entre as pernas era mesmo necessária? Qual o motivo de ter 5 fotos praticamente iguais? Praticamente iguais e que não mostram nada do que os caras querem ver? Praticamente iguais, que não mostram nada do que os caras querem ver e que deixou a barriga da menina estranha, meio dobrada, quase gordinha? Sério pra quê?
Não sei. Acho o ensaio da Renatinha bonito em alguns pontos, forte em outros, mas cheio de falhas e bobagens que só uma produção imatura justificaria. E, acima de tudo, este não é o ensaio que a Renatinha merecia. Não a Renatinha quase Lolita que passou pelo BBB. Não a menina gata que ficaria ainda mais linda se fotografada numa praia, num campo...

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Passou ou não passou dos limites?

Um tanto de gente tem perguntado se vamos ou não postar a capa da VEJA desta semana. Então, desde o dia que a capa começou a circular na internet, temos conversado sobre a bendita. Daí que as opiniões são contraditórias e - nada melhor neste momento - vamos abrir a discussão por aqui. Por isso, preciso que vocês digam o que acharam nos nossos comentários.
Particularmente, acho feia. É, feia. Graficamente a capa é bastante pobre, usar tons de roxo/lilás em todos os destaques torna coisa monótona e óbvia demais por combinar com o biquini. Esse caixote preto poderia ter sido melhor trabalhado. Por que não uma tarja mais estreita? Afinal, a chamada fala que está tudo liberado, mas nem tanto...
Sobre a temática, acredito que esta é a única maneira que a VEJA conseguiria abordar o assunto mais comentado das redes sociais na semana passada: informação pasteurizada e uma breve - e tendenciosa - lição de moral.
Agora, de fato, dar de cara com esse bundão nas bancas é impactante. Muito impactante. Não esparava esta imagem nesta revista.

sábado, 24 de setembro de 2011

Antes nunca do que tarde

O dasBancas não é a Playboy, mas também deixamos a Adriana Sant ' Anna para depois. Bem depois. E igualzinho como a Playboy fez, vamos cumprir o protocolo e dá-la agora de maneira qualquer, sem o menor capricho e pretensão. Sejamos breves então.
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Pura preguiça
O ensaio da Adriana é um dos mais fracos (se não o mais) do ano. Ele simplesmente chegou às bancas datado, resfriado, pronto para ser ignorado. A culpa não foi da moça, que não teve sorte com as masculinas, e sim da Playboy que conseguiu errar em tudo. TUDO.
Para começar, a Playboy errou em optar por Adriana, dona de uma beleza padronizada (peitão siliconado e tudo mais igualzinho a de tantas outras), ao invés da – magrinha, lindinha, estilosinha, sapatinha – Diana. Ao ser preterida pela Playboy, Diana acabou na capa da SEXY de junho e (mulher rejeitada é um bicho vingativo) fez com gana um dos ensaios mais sensuais e bacanas de 2011.
Playboy errou nas duas capas de ar amador; errou também no aproveitamento da locação, o Uruguai; na produção, que foi de estrelinha no peito a casaco de vison; na escolha do fotógrafo (variar é preciso); na escolha das pouquíssimas fotos. Impossível não haver material extra capaz de substituir a foto apelativa de divulgação e uma outra já usada no Mulheres que Amamos das tchecas (julho).
Mas o pior de tudo: errou no mês. Nem a campeã Maria sustentaria uma capa de setembro, pois ex-BBBs estão com vida útil cada vez mais breve. As vendas decrescentes de 2011 comprovam isso. Para se ter uma ideia, em junho, Maria vendeu apenas 183.789 exemplares. Pronto! Depois desse post, Adriana já pode descansar em paz no limbo das ex-BBBs esquecidas.
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E chega desse assunto


sábado, 27 de agosto de 2011

Sonho de menina

Jaque Khury – gente, nunca sei escrever esse nome, tem que rolar um google sempre! – sonha com o papel de estrela em uma capa de revista masculina há muitos anos. Quando fez Playboy, recebeu o costumeiro tratamento de primeira eliminada do BBB: ensaio feito às pressas, para ver se aproveita o máximo de buzz do programa para vender.

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Agora, em sua aparição na SEXY, Jaque chega muito mais perto de realizar seu sonho. No texto de apresentação da edição, Zumalde demonstra-se tão feliz com a presença da “estrela”, que tenta a todo custo cavar um gancho interessante. Até de boa filha…

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Independente da relevância de Jaque e demais Panicats, o que vemos publicado nas páginas da revista é um ensaio delicioso. Sim, gente, a SEXY sabe fazer esses ensaios deliciosos.

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Sem a preocupação de causar polêmica ou alfinetar ex-diretores, as fotos são lindas. LINDAS. A personagem parece tão conectada com o ambiente, tão natural dali, que até suas cores se confundem com a do espaço. Bem lindo, mesmo.

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Os cliques são do queridíssimo Daniel Aratangy, que não decepciona quando fotografa ensaios de nudez, e é cheio de seu estilo: a composição é refinada, os tons são lindos. Minha foto preferida é que Jaque está de costas, com os cabelos trançados. E logo depois, a foto em que está no cavalo.

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Outro ponto bem bacana do ensaio é a produção. A locação é linda, os objetos de cena supercoerentes e o figurino afinadíssimo. Tudo enobrece o ensaio. E gente, AMO trailer em foto. E só uma dúvida: este é o mesmo que o Aratangy usou na TPM do Guilherme Winter? Parece super!

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Para finalizar: parabéns a equipe que produziu e executou o ensaio e, claro, parabéns à Jaque. Porquê, vamos combinar: como é gostosa, né? É chata, mas é gostosa pra caralho e sabe provocar…

sexta-feira, 10 de junho de 2011

O último dia de Maria nas bancas e no dasBancas?

Maria merecia capa da VIP? Merecia. Mesmo com a overdose de ex-BBB na revista, Maria Melilo é a primeira campeã gata do reality show e foi “descoberta” pela VIP. Mas não merecia uma edição comemorativa. Ainda mais a de 30 anos da revista. Prova disso: folheie a edição e veja quais estrelas a revista elegeu como clássicas, quem ela resolveu relembrar na hora de contar bastidores de capas. Tem alguma ex-BBB? Não tem!

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estas fotos têm uma levada brega, mas conquistam, né?

Mas o ensaio da Maria é bonito, sensual, chique e, apesar de ser ensaio de lingerie, é diferente do que a revista vinha fazendo. Nota-se uma preocupação maior com a idealização, com a produção e até as peças são mais finas do que estamos acostumados. Mas daí é aquela história: edição de 30 anos, era obrigação caprichar!

Gosto muito do clima masoquista do ensaio, o uso das algemas, das gaiolas, do contraste entre o cenário claríssimo e as peças pretas. As penas chamam a atenção também e podiam ter deixado tudo meio grosseiro e ser motivo de piadinha, mas segurou a onda legal. Ah, acho o abre lindo!

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Maria1  tão menina no programa, tão mulherão nas revistas

No segundo ensaio, Jhenny e Carol brincam de BBB num iate e levam os leitores à loucura. Apesar da “Namorada Perfeita” aparecer e chamar mais atenção no ensaio, dá pra perceber que é a filósofa quem comanda a brincadeira, se atraca e se esfrega em Jhenny. Mas não é um ensaio lesbian chic. São duas amigas se divertindo por aí.

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Carol e Jhenny2
Carol e Jhenny1 O voyeur tão característico de Autumn Sonnichsen

No mais, edição especial de aniversário, né? E óbvio que ela está repleta de coisas sobre os bastidores – coisa que leitor/fã adora. Outra coisa que a gente adora também é lista. E a VIP de junho tem três!

30anos1 nunca perdem a majestade

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Matéria2 pra quem gosta de anos 80, essa edição é deliciosa

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matéria mais divertida do mês!
e eu acho que, em dez anos lendo a VIP, nunca tinha chegado ao final de uma matéria de saúde

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Mariou!

Desde ontem, está nas bancas a edição de junho da Playboy Brasil com Maria, a vencedora do BBB11, em sua capa.
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O ensaio que recebeu selo de colecionador - e 30 páginas - foi produzido na Argentina e, uma pena, não tem nada de muito incrível ou memorável. É bonito, tem nudez sem pudor, sem vergonha e só. Não marca, não emociona e não tem nenhuma foto inesquecível.
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As fotos na rua, que poderiam ser superousadas e diferentes, são bestas. Gosto desta aí de cima, mas a página ao lado, para mim, é um desperdício de papel e tinta e, a dela andando na rua é brega, bem brega – apesar do trench coat Burberry.
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No quesito beleza, é inegável que Maria é um mulherão. Seu corpo é perfeito, sem qualquer defeito – mentira, as tatuagens de penitenciária são um horror – e ela está extremamente a vontade no papel de musa. Se insinua, provoca e sorri! Ah, como sorri…
Mas, apesar disso, alguém tentou derrubar nossa musa. Sério, só isso justifica essa maquiagem exageradamente cor de rosa feita nela. Tem fotos que chega a ser engraçado olhar para o rosto da moça. Tá tudo rosa! TUDO! Ah, sem falar no cabelo Amy Winehouse em todas as fotos. Em algumas seria legal, mas em todas? Precisava?
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Assim a gente não resiste!
De modo geral, o ensaio é bonito. Bem executado, cheio dos truques típicos de J.R. Duran – ê sofazão, heim… – e com uma luz dura bem legal, que dá a sensação de espontaneidade às fotos. Mas, nem de longe merece esse selo de Edição de Colecionador.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O que tem pra agora

Internet, sabe como é? A Playboy não publicou nem no site, nem em rede social oficial. O máximo que fez foi tuitar:

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Confesso que fiz o sugerido pelo tweet para atualizar o dasBancas, mas recebi um SMS de boas-vindas ao Dicas Playboy, oferecendo atualizações por um custo aí. Enfim, não quis não. Por isso, o que momentaneamente temos para compartilhar são os prints do que foi publicado na web:

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Em resumo, logo menos alguém atualiza o blog com a capa em qualidade superior, com seus respectivos comentários. Mas aparentemente, a proposta é boa e diferente do que do estamos acostumados. Destaque para a promessa de “Edição de colecionador”, com Maria em 30 páginas por J.R. Duran. Dá mesmo para confiar?



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