As revistas Rolling Stone e GQ USA investem em descamisados em suas mais recentes capas. Por coincidência, o mais bacana é que Johnny Depp e John Mayer não fazem a linha modelão. São caras com uma beleza normal, castanha, sem tanquinho. A capa da GQ é muito legal. Por uma questão cultural, brasileiro não está acostumado a comprar revista masculina com homem na capa, ainda mais sem camisa, mas acredito (e, sim, posso estar enganado) que não rolaria constrangimento ao comprar essa capa do Johnny Depp caso ela fosse publicada aqui no Brasil. Rolaria?!
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Bravo!
Já fazia um tempinho que queria comentar isso aqui, mas, sabe como é?, uma gostosa coisa ou outra... Estou achando lindas e megaexpressivas essas últimas capas da revista Bravo!. Penélope Cruz está deslumbrante na capa do mês. Fernanda Montenegro também não deixou por menos. Parabéns à Bravo!. Abaixo, outras capas da publicação.
A boa pra casar
Lena, uma de nossas leitoras mais finas (e bem-acompanhadas, diga-se), mandou a gente dar uma olhada na capa da Esquire UK com Rachel Weisz, eleita pelos leitores da publicação a mulher que os britânicos mais gostariam de se casar. A capa é bela, sutil... fina mesmo. Pena que no Brasil não role muitas capas nesse naipe, já que a rapaziada daqui prefere tudo mais explícito e tá muito mais interessada em mulheres para trepar que para casar. Bem, ao menos nas capas das masculinas.
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Eu quero trabalhar lá...
Então, a ELLE é nossa queridinha, e todo mundo já sacou isso, e cada mês que passa ganha mais espaço no coração desse blogueiro que vos fala. A vontade de trabalhar por lá só aumenta.
Mês a mês, os editorais crescem, o conteúdo fica mais interessante, a revista gostosa de ser devorada - sim, devorada! - o mais rápido possível. A diretora de redação Lenita Assef faz um trabalho superbacana, balanceado e consistente.
E neste janeiro, o tal mês fraco, foi um deslumbre. Sim, 4 editorias nacionais: as 5 finalistas do concurso para a capa por Fábio Bartelt, T-Shirt Mix por Fábio Bartelt, Gladiadora Sexy por Gui Paganini e, para finalizar, Dress Code por Fábio Bartelt. Alguém me explica como o Fábio dá conta de fazer tanta coisa?!
Todos os ensaios nacionais são muito válidos, bem editados, com estilo elaborado e sem cara de repetição. O primeiro ensaio é de longe o mais complexo de todos, apesar do ponto de partida ser a camiseta. Sobreposições difíceis, mistura de estampas e make mais fashionista de todos. O resultado é muito bonito e, oh o comentário clichê, gráfico.
O ensaio fotografado por Gui Paganini é de moda praia, supersimples em estrutura, mas com styling sofisticado. Belos braceletes de ouro e madeira fazem o link perfeito com o refinamento pretendido. É praia para madames e não para gostosas.
O ensaio em externa clicado por Fábio Bartelt é super bonito, tem toques fahionistas na beleza das modelos, mas é o tipo de ensaio que dialoga mais com o onírico, com contos de fadas, tanto pelas peças escolhidas quanto pela fotografia dessaturada, de tons frios quase surreais, e pela locação antiga/detonada. E essa atmosfera onírica cria uma ligação muito forte com o leitor, fazendo-o desejar tudo que está fotografado. Tarefa cumprida, mais uma vez!
Na parte internacional, temos Lily Allen por Lagerfeld, um ensaio francês (esse bem sem graça, que nem foto tem no post) e o belíssimo ensaio Doce Miragem, também da ELLE França. Este último parte do mesmo princípio do ensaio de Bartelt comentado acima. Dialoga com elementos lúdicos, é todo monocromático e tem uma luz natural lindíssima. Obra de arte.
Além dos 7 ensaios/editoriais + matéria de Beleza com fotos de Sigurd Grüberger e matéria sobre estilistas com fotos do maravilhoso Daniel Aratangy (acima), ainda temos It People com Constanza Pascolato (MUSA!), Jake Gyllenhaal como o Homem da edição e mais mil coisinhas ótimas de serem lidas e vistas.
Olha, se você ainda não comprou sua Elle de janeiro compra agora! Porque, apesar de querer, não posso colocar tudo aqui...
Vem coisa boa por aí...
Posso estar redondamente enganado, já que fotos de divulgação enganam, mas vendo essas da Bárbara Koboldt pra SEXY acho que teremos um GRANDE ensaio.


Amo essa aqui ^^^Fotos: Divulgação SEXY
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Antes tarde...
A SEXY de fevereiro finalmente chegará às bancas com a bela e tatuada Bárbara Koboldt. Reza a lenda que Bárbara seria a capa de aniversário da SEXY (ocupada no último minuto pela “sósia” da Angelina Jolie), mas meio que rolou uma desandada geral e a tal capa só ficou pronta agora. Vale lembrar que essa também é a 1ª capa conquistada por uma ex-A Fazenda, pois as masculinas (UM não conta, né?) meio que cagaram pro celeiro de gostosas da Record. Eu gosto dessa capa. A foto é bonita, Daniel Aratangy com sua sutileza tem mandado muito bem nos seus últimos trabalhos. Só essa calcinha aí de jaguatirica que tem uma puta cara de que foi comprada por R$ 1,99 na Uruguaiana (25 de Março para os paulistas). Taparia com uma mão o que a SEXY vai se cansar de mostrar em 30 (!) fotos.
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domingo, 17 de janeiro de 2010
Preguiçosa
Nunca antes na história da VIP tivemos em nossas mãos uma edição tão preguiçosa como esta de janeiro. De tão preguiçosa chega a ser desnecessária. Começamos pela capa. Uma capa bonita, sim, mas com muito mais identidade com a Trip do que com a VIP. Juliana Baroni, com gancho fraco no filme Lula, o Filho do Brasil (alguém viu?) não acrescenta nada no histórico da revista. Não acho que a moça agrade o povão nem a elite. É bonitinha, talentosinha, famosinha, mas não sai disso. E gancho com o filme por gancho com o filme eu sou muito mais a Cleo Pires, que, claramente, a VIP não tem capacidade de pegar.
O ensaio da Juliana é um mix de dois tipos de ensaios sensuais batidos: “ensaio de lingerie” + “ensaio de praia”. Esse “ensaio de lingerie na praia” ou, se preferirem, “ensaio na praia com lingerie” não rendeu e as poucas páginas (10, sendo que 2 para a entrevista) só contribuem para torná-lo esquecível. A sugestão dada pelo Thiago ao comentar capa e fotos de divulgação poderia salvá-lo. Sim, o que faltou (além do sol e sal) foi um enredo. A historinha da garota de pileque pós-reveillon segurando sua garrafa de espumante me convenceria já que a edição é de janeiro. No lugar das inúmeras trocas de lingerie (em plena praia!), apenas um strip com a retirada de algumas peças (tira o vestido, tira a anágua, tira...).
O recheio do mês já é um tradicionalíssimo-íssimo-íssimo ensaio de lingerie (com direito a luvinha preta) com gata totalmente desconhecida. Acho fácil, muuuito fácil.
O ensaio da Juliana é um mix de dois tipos de ensaios sensuais batidos: “ensaio de lingerie” + “ensaio de praia”. Esse “ensaio de lingerie na praia” ou, se preferirem, “ensaio na praia com lingerie” não rendeu e as poucas páginas (10, sendo que 2 para a entrevista) só contribuem para torná-lo esquecível. A sugestão dada pelo Thiago ao comentar capa e fotos de divulgação poderia salvá-lo. Sim, o que faltou (além do sol e sal) foi um enredo. A historinha da garota de pileque pós-reveillon segurando sua garrafa de espumante me convenceria já que a edição é de janeiro. No lugar das inúmeras trocas de lingerie (em plena praia!), apenas um strip com a retirada de algumas peças (tira o vestido, tira a anágua, tira...).
O recheio do mês já é um tradicionalíssimo-íssimo-íssimo ensaio de lingerie (com direito a luvinha preta) com gata totalmente desconhecida. Acho fácil, muuuito fácil.
As matérias seguem o mesmo ritmo empurra com a barriga dos ensaios. A principal matéria da edição, com 12 páginas, deve ser, por baixo, a 10ª matéria da VIP sobre tipos de cerveja: Ale, lager, zzzzzzzzzzzzzzzzz...
A 2ª principal “matéria” é um quiz de 8 páginas. Pergunta (essa sim relevante): A VIP tem leitores de 15 anos?!
O aguardado (bem, pelo menos por mim) Homem VIP do Ano 2009 foi uma grande decepção, a pior edição do Homem VIP do Ano. Nada contra o Dunga, mas acho que não rola uma empatia com os leitores da revista. Queria alguém mais jovem, como o Cielo (Homem VIP de 2008), e se possível numa capa criativa tipo essa aqui.
Não rolou capa, não rolou editorial de moda, não rolou nem um retrato sequer. No máximo uma ilustração tosca que não combina nada com a VIP e que quase me fez desistir de ler o gostoso texto do Renato Modernell.
Acabou? Não! Não posso deixar de falar dos editoriais de moda da Marília Campos Mello. A mulher fez fama e deitou na cama. A moda da VIP anda absurdamente sem bossa. Correta, mas totalmente sem graça. Sem graça igualzinha a essa edição de janeiro, né?
Antes a VIP tivesse seguido o exemplo da Trip que sai de férias e não manda pras bancas sua edição de janeiro. Entre nada e isso daqui, eu fico com nada.
Fotos: Reprodução VIP
Prêmio?
Desde que fiquei sabendo que um dos prêmios da 3ª temporada do Brazil's Next Top Model era capa e ensaio na revista Gloss, já começei a ter dó da vencedora. A certeza de que viria uma bizarrice gritava em minha cabeça. Mas nada como o tempo para confirmar a certeza, né?

Camila Trindade nunca foi minha preferida no programa. Sempre torci para Mírian, mesmo sabendo que a Bruna era a melhor candidata. Mas é inegavável que Camila renderia um clique mais feliz que o escolhido para a capa. Essa blusa rosa, o make borrado, a franjinha grudada na testa, o sorriso congelado. Absolutamente nada está bonito. Tudo soa artificial, forçado. Bem ao jeitinho Gloss de fazer capas.
Para quem não acompanhou o programa, abaixo algumas fotos da Camila, para mostrar que a menina não é essa coisa estranha que vemos na Gloss.
Para quem não acompanhou o programa, abaixo algumas fotos da Camila, para mostrar que a menina não é essa coisa estranha que vemos na Gloss.
























