quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Claudia Leitte em duas versões
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Joãozinho
Meninas de cabelos curtos são tão raras em nossas capas de
revista, repararam? E é justamente esse detalhe que confere charme extra à bela
capa da Marie Claire de junho. Débora Falabella, assim toda produzida, me
lembrou um pouco a Emma Watson. Claro, só que não tão gracinha.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Chora na Costanza
Há pouco, o Leandro postou as 3 principais capas de moda que temos por aqui. Mas olha, nada – nem o carão de Ana Cláudia – me deixou tão impactado quanto a capa da ffwMag estrelada por Costanza Pascolato, Carol Trentini e Mariana Weickert.
Over, fashionista, afetada, exageradíssima. Tem capa mais maravilhosa?
“O Paulo [Martinez] tinha vontade de fazer a revista de “Coleções” com o tema “Elegância” e quis convidar a Costanza Pascolato porque achamos que ela é um símbolo de elegância. Conforme as conversas e os encontros foram acontecendo, todos percebemos que ela tinha muito mais a oferecer do que apenas participar do editorial de moda. No final, ela acabou sendo uma espécie de editora convidada e, em vez de falar sobre a vida dela, preferiu falar sobre o que a inspira. É uma edição muito focada em arte”.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Boa noite!
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Linda, só que não...
Ah, Fábio Bartelt aumenta ainda mais sua onipresença e onipotência nas bancas. Ele agora bate cartão com a turma da Bazaar.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Diego Miguel, Cover Boy
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Não tem pra ninguém
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| Alinne, um logo e uma chamada: precisa mais? |
sábado, 14 de maio de 2011
Os assinantes agradecem
E as novidades na Marie Claire não param por aqui. Na capa de banca, o plano está mais aberto, mostrando mais da fotografada e de seu look. O gesso se quebrou, em compensação as chances de errar aumentaram bastante. Também achei que a Marie Claire ficou muito mais com cara de revista de moda, uma Elle da vida, do que uma revista comportamental feminina, tipo a... Marie Claire! Vamos ver em que bicho isso vai dar.
Não podia finalizar o post sem dizer que a escolha de Deborah Secco para marcar essa nova fase foi péssima. Deborah não tem cara nem de elle (não é moderna), nem de Marie Claire (não é chique). Tem cara de Nova (bagaceira) e olhe lá.
| Compradores de banca, morram de inveja! |
| Uma coisa meio Elle com globais, né? |
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Mau aproveitamento
Quando soube que Fabio Bartelt assinaria a capa e o principal editorial da Vogue de fevereiro, com Adriana Lima, confesso que as minhas expectativas chegaram no teto.
Talvez porque a black issue de janeiro trouxe o belo ensaio de Gracie Carvalho, por Bob Wolfenson, daqueles que a gente passa meses sem ver na Vogue. E também porque a combinação Bartelt e Carol Trentini na Elle é recente, recém completados três meses, e sem dúvida foi um dos editoriais mais bonitos e bem produzidos de moda brasileira do ano passado.
Desconforto
Pena que o editorial não reflete nem o bom trabalho de Bartelt e nem dá sequência a boa surpresa que tivemos na Vogue no mês passado. O editorial de Adriana Lima, Pierrô in Love, não desce. É um mix de mau aproveitamento da modelo, de produção de moda equivocada, de make e cabelo exagerados, de estúdio excessivamente limpo e muita forçação de barra.
Os enquadramentos – na maioria das vezes – são estranhamente descomprometidos: o plano americano repetidas vezes impossibilita a visualização dos sapatos da modelo. E algumas fotos pediam o look completo: gostaria de saber, por exemplo, como resolveriam a combinação do vestido acima.
O ponto bom é que a revista tem conseguido reunir consecutivas vezes tops brasileiras em seus ensaios principais, mais até que as concorrentes. Mas o ensaio da Adriana passaria como um secundário, desses em que as new faces posam pela primeira vez para uma revista de porte como a Vogue. E vale reforçar, a combinação que não funcionou é de Fabio Bartelt, Adriana Lima e Vogue. A liga era obrigatória (e nitidamente, não rolou).
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Somos fãs mesmo
De repente, aquele site de fofocas solta uma notinha falando que aquela atriz será capa daquela revista famosa. Você abre a página, bate o olho e sabe: “Ah, o ensaio é de Beltrano”. Você adora as cores, os ângulos, aquele sentimento que só ele sabe registrar.
Hoje a gente homenageia os caras que são responsáveis por grande parte da nossa paixão pelas revistas, aqueles que moldaram nossas referências e colaboram em toda edição pro dasBancas continuar e tem o dia dedicado a eles:
fotógrafos, seus lindos!
E um abraço especial pro Aratangy – claro!, eleito o fotógrafo do ano pelos leitores do blog.
post preparado pelo @pedromathias que eu acabei subindo para ele.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Mantendo o ângulo por uma boa capa
Grazi Massafera está na primeira capa do ano da Marie Claire, assumindo a responsa de manter o high nível de dezembro, que inclusive disputou a eleição de Melhor Capa Feminina de 2010. A produção fotográfica ficou sob responsabilidade de Fábio Bartelt, outro que também concorreu no dasBancas como Melhor Fotógrafo de 2010.
A quarta capa de Grazi Massafera em é bonita e condiz com a chamada “hits de verão”: cabelo ondulado e solto, maquiagem suave e poucos acessórios. A camiseta de paetês incomoda, mas o colo e braços a vista destacam mais o corpo da atriz à roupa que veste. A organização das chamadas é pobre e aparentemente não incomoda a Marie Claire, que raramente faz estudos de novas aplicações. Mas o resultado é bom, e revista também começa bem o ano.
O curioso é que o rosto de Grazi na capa de janeiro está idêntico ao de quando posou na edição de setembro de 2009. Por mais que na antiga o corpo da atriz esteja projetado de lado com a mão no queixo, o ângulo da face, a expressão e o sorriso são os mesmos. E, confesso que a capa do ano retrasado me agrada mais.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Eu quero trabalhar lá...
Mês a mês, os editorais crescem, o conteúdo fica mais interessante, a revista gostosa de ser devorada - sim, devorada! - o mais rápido possível. A diretora de redação Lenita Assef faz um trabalho superbacana, balanceado e consistente.
E neste janeiro, o tal mês fraco, foi um deslumbre. Sim, 4 editorias nacionais: as 5 finalistas do concurso para a capa por Fábio Bartelt, T-Shirt Mix por Fábio Bartelt, Gladiadora Sexy por Gui Paganini e, para finalizar, Dress Code por Fábio Bartelt. Alguém me explica como o Fábio dá conta de fazer tanta coisa?!
Todos os ensaios nacionais são muito válidos, bem editados, com estilo elaborado e sem cara de repetição. O primeiro ensaio é de longe o mais complexo de todos, apesar do ponto de partida ser a camiseta. Sobreposições difíceis, mistura de estampas e make mais fashionista de todos. O resultado é muito bonito e, oh o comentário clichê, gráfico.
Na parte internacional, temos Lily Allen por Lagerfeld, um ensaio francês (esse bem sem graça, que nem foto tem no post) e o belíssimo ensaio Doce Miragem, também da ELLE França. Este último parte do mesmo princípio do ensaio de Bartelt comentado acima. Dialoga com elementos lúdicos, é todo monocromático e tem uma luz natural lindíssima. Obra de arte.
Além dos 7 ensaios/editoriais + matéria de Beleza com fotos de Sigurd Grüberger e matéria sobre estilistas com fotos do maravilhoso Daniel Aratangy (acima), ainda temos It People com Constanza Pascolato (MUSA!), Jake Gyllenhaal como o Homem da edição e mais mil coisinhas ótimas de serem lidas e vistas.
Olha, se você ainda não comprou sua Elle de janeiro compra agora! Porque, apesar de querer, não posso colocar tudo aqui...
















Já estava satisfeito com a capa fechada 