Da série de capas que deixam a gente mais feliz…
Tem pra todo tipo e gosto.
Fama. Este é o tema da terceira edição da Made in Brazil Magazine. Nas capas, Marlon Teixeira e Diego Fragoso, em fotos de Cristiano Madureira. Marlon vai para as lojas. Para a imprensa e vendas pela internet, Diego. E são mil exemplares e nada mais. Corre, gente!
sim! as capas não têm um textinho sequer!
A MIB ainda tem fotos de Jonatas Faro, José Loreto, Francisco Lachowski, Max Motta, Andre Ziehe e, como não podia faltar, Mateus Verdelho, além de grandes nomes nos bastidores. Todo mundo quer!
Deu no Terra:
Quando li a notícia acima, só consegui pensar em uma coisa: já temos uma forte candidata a Pior Capa GLS de 2011, mesmo sem a G Magazine tê-la publicado…
Pelo menos foi tendência em 2010 com os ex-BBB, né? E deu Serginho.
Jaque é a primeira ex-BBB negra a posar para a Playboy. A notícia de uma negra na revista, a contratação de Bob Wolfenson para as fotos e a capa deixaram a grande maioria dos leitores muito animados. A boa notícia é que capa é ainda mais bonita em mãos e a estrela da edição brilha e ganha quase um 3D com a luz e a pele tão em evidência.
até que enfim atenderam nossos pedidos!
Nas páginas, parece que Jaque está ali na sua frente e é possível observar cada detalhe de seu corpo, cada poro, cada marca, cada dobra. Luz impecável, sofisticada e a moça – funkeira e passista – segurou a classe do ensaio. Sem nenhuma roupa, é ela em preto, branco e tons lindos, além de poucos acessórios para apoiá-la (literalmente, em grande parte).
‘ele’ é o destaque do ensaio
A cenografia é confusa e pobre. Um caixote com um parafuso horroroso, um sofá do “Pão de Açúcar” brega e com costura pespontada, um tapete de “Copacabana” tosco, uma caminha capitonê de vinil e uma maçã branca – oi? Todos sem relação entre si. Ainda bem que o manequim vestido com espelho que aparece no making of ficou de fora! Outra coisa que podia ter ficado de fora, já que ficou perdida do conjunto, é a última foto, em que Jaque tem os seios pintados por uma mulher.
alô, alô, Rio de Janeiro, aquele abraço!
Visualmente, as fotos são lindas. A textura, a luz e Jaque são lindas. Mas, em alguns momentos, faltou contraste. E faltou isso justamente nas fotos de nudez frontal, o que acabou comprometendo a sexualidade das imagens. Em um ensaio de 22 páginas – incluindo pôster –, apenas três fotos mostrando o que Playboy deveria mostrar é pouco. E olha que tem duas dessas fotos que não dá pra ver quase nada...
Afinal, o leitor de Playboy quer ver fotos bonitas ou nudez feminina? Por que eu, sinceramente, acho que, apesar da revista não ser feita só de ensaios e mulheres, elas ainda são a grande motivação pros caras desembolsarem R$ 12. No editorial deste mês, Aran escreveu: “O que diferencia uma publicação é a postura, o ‘corte’, a abordagem, os valores e as idéias que exprime – ainda mais hoje em dia, no meio de toda essa cacofonia digital”. Justificativa para esse assunto? Talvez.
Mas, pelo que a gente tem visto, está faltando fazer a testosterona pulsar. E não é só na Playboy. As revistas masculinas estão se tornando “eunucas” , numa leva “pra gay ver” e castrando seus leitores, conseqüentemente. Óbvio que a gente continua querendo sofisticação, classe e belas imagens, mas também quer uma mulher por inteiro em cada página e isso depende muito mais da equipe da revista do que de suas musas.
Meu pai pegou a Plaboy deste mês, folheou, virou página por página e disse: “Fraquinha...”. E, obviamente, ele não se referia às curvas ou à beleza da ex-BBB. Ele reclamava do lugar comum e da falta de ousadia, e pedia pela volta das revistas masculinas que realmente eram feitas para homem ver.
Enfim. Mudando de assunto, discutindo com o Thiago sobre essa edição, ele imediatamente lembrou de Sônia Braga, na Playboy de julho de 1986, no ensaio “Preto e Corpo”, coincidentemente feito por Bob Wolfenson. A proposta é quase a mesma, mas ganha no tal contraste e na ousadia – e olha que não tem nada escancarado ou vulgar.
| Paparazzo: melhor custo-benefício disparado |
| Demorando pra sair uma capa do Wickbold |
| E esse cabelo de Iemanjá do subúrbio, Lizzy? |
| Espero coisa bem melhor no recheio |
| Plim-plim |
| Neo galãs |
Sim, gente! Meninos também podem sijogar no Color Blocking! Quer saber como? A L’Officiel Hommes Germany e a Velvet Magazine te mostram… e oh, até comecei a acreditar na tendência… =P
Olha aí… primeiro a L’officiel…
Agora a Velvet…
Eu ADOREI essas fotos com o modelo debaixo da água! O movimento da cena fica lindo que só…
Na sua edição de 25 anos, a Elle França fez um editorial de acessórios mega legal! Naquele clima de Carol Trentini na praia, o editorial é tão colorido, tão divertido, que me deixou cheio de vontade de ver umas coisas assim no Brasil. A gente meio que perdeu essa leveza, né? Tá tudo meio forçadão, tão carudo… E eu gosto taaaaaaaaaaanto desses editoriais mais descompromissados.
Bota cor nesse mundo, gente!