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segunda-feira, 16 de maio de 2011

VIPaparazzo

A atual sequência de capas com ex-BBBs evidencia a semelhança entre a nova VIP e o cansado PaparazzzZZZzzzo. A capa da VIP de hoje é a estrela do Paparazzo de ontem e a comparação entre os ensaios acaba vindo à tona naturalmente. Péssimo pra VIP isso. Por quê? Primeiro por que a VIP deu depois, segundo por que o Paparazzo tem 4 vezes mais fotos, terceiro por que o Paparazzo é free (contra R$ 10 da VIP) e quarto por que ser comparado ao tosquíssimo site da globo.com não é mérito para ninguém. Pior ainda é quando o Paparazzo consegue bater a VIP em, acreditem, bom gosto e ousadia.
PAPARAZZO 2 x 0 VIP
adriana
Talula
Paparazzo: melhor custo-benefício disparado


A VIP de abril conseguiu embarangar a Adriana e, sem muito esforço, o Paparazzo se deu melhor. Na VIP de maio, a bela Talula veio num ensaio, assinado por Marcio Scavone, clichê de lingerie daqueles sem nenhuma identidade, criatividade, ousadia, sensualidade e foto marcante. Esses ensaios da VIP pensados em 15 minutos e pautados exclusivamente no menor custo e prazo de execução não conseguem refletir o espírito (outrora inovador) da revista e, o pior, ignoram completamente o da fotografada. Fica tudo malproduzido, sem emoção, com imagens pasteurizadas iguais a tudo que a gente vê por aí na net. É o jeitinho Paparazzo de ser da VIP.
Dúvida: é VIP ou Paparazzo?

Mais sorte teve a modelo e “cantriz” (na falta de um bom gancho...) Anneh Olinsky, gaúcha, 25 anos, fotografada por Gabriel Wickbold para o recheio da edição. Wickbold tem um estilo agressivo que não passa batido. E isso é ótimo, pois, mesmo na simplicidade desse ensaio, consegue render fotos bacanas e impactantes que combinam com a VIP. Pena que a diagramação (a falta de espaço, na verdade) não ajudou e, por um daqueles errinhos de fechamento que acontecem nas melhores redações, não deu para ler a entrevista que acompanha o ensaio.

Demorando pra sair uma capa do Wickbold
E quem é a grande estrela (risos) que virá em junho na capa especial da VIP de 30 anos? A ex-BBB Maria! Alguém aí fez cara de surpresa? Acessem o Paparazzo dela aqui e o resto, bem, o resto vocês já sabem.

Fotos: Reprodução VIP e Paparazzo

quinta-feira, 4 de março de 2010

Pesquisa SEXY

No último post sobre a SEXY, eu estava com a seguinte dúvida: “Por que a SEXY fez ensaios tão distintos em fevereiro e março?”. O de fevereiro, com Koboldt, era de extremo bom gosto. Sexy, sem ser escrachado. O de março, com as Ring Girls, de extremo mau gosto. Escrachado, mesmo não mostrando tudo em todas as fotos, e to much. Ensaios tão opostos que, pra mim, dificilmente agradariam aos leitores da publicação. Não que uma pessoa não possa gostar de coisas diferentes, por exemplo, de banana e de maça, mas no caso da SEXY, e de seus leitores, acho tão pouco provável. Ao menos uma preferência eles têm, certeza.

Pois bem, com os comentários recebidos mais os comentários da comunidade da SEXY no Orkut, percebi que parte da resposta eu já tenho: os leitores da SEXY não sabem o que querem ou não são claros ao expressar sua vontade. Daí que, ao invés de perguntar “qual é a da SEXY?” a gente precisa saber primeiro “Qual é a dos leitores da SEXY?”. Para obter esta resposta, meus caros, sugiro que a SEXY faça imediatamente uma pesquisa de opinião com eles.

Algumas rápidas sugestões de perguntas para a pesquisa:

1 – Coloque imagens dos dois últimos ensaios e peça para o leitor apontar o preferido.

O dB fica com o da esquerda

2 – Peça para o leitor colocar em ordem de importância (ou coisa do tipo) os elementos fundamentais para um bom ensaio: criatividade, produção caprichada, cenário bacana, boa exposição do órgão sexual feminino (a tal "ousadia"), boa luz, boa modelo...

3 – Quanto à garota da capa, o que é melhor? Garota famosa, garota gostosa, garota bonita, muitas garotas juntas (quantidade, né?)...

Com essas daqui, melhor trabalhadas, claro, já dá pra saber qual rumo seguir. E, reafirmo, acho importante seguir um rumo só.

Fotos: Divulgação SEXY

terça-feira, 2 de março de 2010

Opostos

Tô aqui, com minha cabecinha (ou meu cabeção, tanto faz) de leitor, tentando entender qual é a da SEXY. Mês passado, a revista veio de Koboldt + Aratangy com um ensaio tão bonito que se fosse publicado na Playboy, tenho certeza, os leitores da maior revista masculina do Brasil ficariam satisfeitos tal qual o dasBancas que se derreteu em elogios. Neste mês, com as Ring Girls + Wickbold, a sensualidade sutil de fevereiro leva um nocaute dos exageros de março.

As três gostosas de capa já são um exagero em si, portanto os demais exageros do ensaio deveriam ser evitados. Não precisava de tantas caras e bocas, não precisava da pose “d4 olhando pra trás”, não precisava das roupas de puta (as de ring girls já eram suficientes) e, principalmente, não precisava do clima lesbian nada chic. Ficou tudo tão grosseiro, tudo tão exposto (oié!) de qualquer forma que o sensual foi à lona.

Gosto do tema escolhido e dessa estética do Wickbold exagerada por natureza, mas o cara vem exagerando na dose. Difícil ver um ensaio dele sem se cansar no meio. Sempre rola uma ou outra imagem bacana, mas o conjunto fica cansativo. Queria muito ver um nu assinado por ele com uma modelo realmente/naturalmente bonita, preferencialmente famosa, para poder avaliar melhor seu trabalho. Quero ver se esse assíduo ranço de vulgaridade é dele, das “modelos” que já passaram por suas mãos ou até mesmo da SEXY.

Exageradas

Não consigo entender como ensaios tão diferentes, ou melhor, opostos como o de fevereiro e março agradam aos (mesmos) leitores da publicação. E agradam?! Não sei, mas pra mim a SEXY precisa definir melhor qual é a dela e bancar essa história. Ficar nesse morde e assopra é complicado demais pra minha cabeça.

Fotos: Reprodução SEXY

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Frangões da Sadia

Vocês já viram a capa da SEXY de março?

Tem farofa de acompanhamento?

Adorei as cores, as mulheres (três gostosas que seguram as plaquinhas de round em lutas de boxe), a foto, mas alguém por favor me explica o que foi isso que passaram nas meninas? Foi óleo de cozinha? Tão parecendo frangos de padaria de tanto que brilham. E a coisa é tão gosmenta que escorre na perna da morena da direita (olha ali perto da palavra boxe).

Não me espanta o estilo americanizado da foto, uma vez que foi feita pelo, já batido, Gabriel Wickbold. Mas é inegável que a luz e o movimento no cabelo das moças dá uma cara bem diferente para essa capa. Lembra Sandy Capetinha, né?

Agora, o que não me desce, é essa pequena falha na composição da capa. Por quê cortaram os pés das pobrezinhas? Gente, ou você corta na altura do joelho, ou deixa o pé inteiro. Essa coisa cortada pela metada ficou tosca, dá uma sensação ruim. Sem contar que se olhar a linha das sandálias, fica parecendo que a foto é uma montagem das toscas. As moças ficaram da mesma altura, mas cada pé está numa altura diferente. Muito estranho isso.

As chamadas, apesar de meio espalhadas pela capa, não me incomodam tanto quanto os pés cortados, por isso, passa batido.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Defina sósia

A tia tem nome?

A SEXY comemora seus 17 anos com uma mulher aí que tem, acho, o branco dos olhos parecido com o branco dos olhos da Angelina Jolie. E olhe lá. De presente pra SEXY, pularei essa parte. Péra, antes disso:

Sacrilégio!

Pronto, agora sim.

A capa é atraente e segue aquela linha de capas da SEXY que gosto e que andou ausente das bancas por alguns longos meses. Não entendo muito o que o slogan da revista faz largado ali no chão, o magenta da bolota, mas é uma boa capa.

Visual que sou, acabo dando extrema importância à capa como fator decisivo de compra, mas os nomes que constam nessa edição (Pitty, Já Rule, Gabriel Wickbold, Jorge Bispo, Marco Luque...) convencem os indecisos a levarem a SEXY de aniversário pra casa.

Foto: Divulgação SEXY

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

The girl, the bitch

O último a sair apaga a luz

Os bons ventos que voltaram a soprar (e forte!) na Playboy não sopram mais na SEXY. Cadê as capinhas bacanas, SEXY? Cadê as mulheres bonitas? Nem pergunto pelas famosas, pois este nunca foi e nunca será o forte da revista.

A SEXY que parecia ficar em cima do muro para agradar (ou por pura dúvida mesmo) dois tipos distintos de leitores, alternando momentos felizes com momentos rampeiros, parece que resolveu escolher o seu lado. O lado de lá do muro. No lugar das gatas do The Girl, figurinhas carimbadas de ensaios B. No lugar do bom gosto, tule e boá. No lugar do contraste vibrante e objetivo das cores, excessos. No lugar do sensual, o vulgar.

Infeliz escolha. :-(

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Leitura comparada

Como era de se esperar, as opiniões dos autores do dasBancas nem sempre batem e por isso é tão legal fazer o blog. Nossas discussões acabam agregando conhecimento, os argumentos do primeiro mudam as ideias do terceiro e a coisa vai evoluindo. Normalmente isso acontece nos “bastidores” e vocês vêem uma coisinha ou outra nos comentários. Mas agora chegou o momento de ver isso abertamente: abaixo o post a 4 mãos sobre o ensaio de capa da Sexy de junho. O que cada um escreveu será destacado por cores: azul para um e vermelho para outro. No final tem o nome de quem é cada comentário. Será que vocês descobrem antes de chegar ao fim?!

Muito gelo seco nessa vida e tipografia cafona...

Não acho que o ensaio de junho da Sexy com a Sandy Capetinha seja revolucionário como definiu Gabriel Wickbold para o dasBancas aqui. O ensaio é ótimo, muito bem executado pelo fotógrafo, mas não são assim tantos os momentos que propagam o novo. O ensaio do ano que mais se aproxima do adjetivo continua sendo o da Nana e Autumn para a Playboy.
O ensaio proposto por Wickbold é uma viagem visual. Nada muito novo ou revolucionário para quem gosta de fotografia. Mas muito distante do que estamos acostumados a ver no Brasil. O fotógrafo se aproxima da pegada fake de LaChapelle e segue a receita padrão da Sexy. Num comparativo rasteiro, este ensaio tem um Q de nouvelle cuisine: um olhar moderno e inventivo sobre o tradicional.

Só no bate cabelo

Se o ensaio da Sexy tivesse mais fotos tão sensacionais como a da banheira abaixo, com certeza teríamos uma revolução. Ressalto que as fotos que não são surpreendentes - com poses, ângulos, cenários e produção (rolou até o batido boá da Sexy) normais - são todas muito bonitas e extremamente quentes.

Apenas uma das ótimas fotos da banheira

O grande momento do ensaio, sem dúvida alguma, são as fotos da banheira. Quentes, bons ângulos, boa luz. A edição de imagem é esquizofrênica, total sensação que ficaram brincando de fotografar e depois juntaram tudo. O momento Marilyn é dispensável e as fotos com o leite, apesar de lindas, destoam absurdamente do conjunto.

Aqui pra você, dasBancas!

A capa é uma das mais bacanas que já vi na Sexy. Foi muito comum ver grupos de marmanjos rodearem a capa na banca e soltarem algum tipo de gracinha para a Capetinha. A capa é tão boa que acabou exigindo demais do ensaio. O ensaio, apesar de bom, não surpreendeu tanto quanto a capa.
Desde o primeiro momento, a capa me assusta um pouco. Não, não a acho feia, muito pelo contrário. É linda, tem uma luz belíssima, os pêlos do braço da modelo na contraluz ficaram maravilhosos. Mas, definitivamente, não é uma capa brasileira. Americanizada e plastificada ao extremo.

Pra brasileiro ver e babar...

Capetinha é parecida com a Sandy (sim, o Sandy é por causa da cantora) no branco dos olhos. Enquanto Sandy é toda delicadinha, Regiane Brunnquell é toda ÃO: bocão (colocou demais, filha), peitão (idem ao anterior), bundão e... então... é, deixa pra lá. O ensaio mostra beeem mostrado toda a grandeza – e em todas as ordens – da modelo.
Só não digo que desconheço a vida pregressa da Capetinha por já tê-la visto em outra capa da Sexy. Como a proposta da revista não é “famosidade” e sim “gostosura”, não questionarei por nunca ter visto a moça no Pânico (ok, não vejo o programa quase nunca). O que me intriga é o quanto ela ficou artificial nas fotos. Parece um tender de propaganda da Sadia. Toda brilhante, durinha e exagerada nas partes que devem aparecer na foto.
Wickbold é bom e ainda dará muito trabalho para a concorrência. Espero ver em muito breve mais ensaios de capa com ele na Sexy. E se eu fosse o cara, para valorizar o passe, só faria os ensaios de capa da Sexy.
O fotógrafo é bom, tem domínio da técnica, mas precisa de uma direção mais cuidada. Credito isso a sua curta experiência profissional, mas com um bom conceito, uma boa direção e Wickbold cuidando da luz e dos cliques, a Sexy nos trará ensaios fora de série.

Descobriu quem escreveu cada parte?! Eu (Thiago) sou o vermelho e Leandro o azul. Nem foi tão difícil adivinhar, né? Leandro e eu tivemos como parâmetro para escrever o post apenas os seguintes tópicos: Abertura, Ensaio, Capa, Modelo e Conclusão.

Fotos: Reprodução Revista Sexy

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Onde há fumaça...

Há fogo! A capa da SEXY com a Sandy Capetinha prometia e não decepcionou. Ao contrário, até me surpreendeu. Gostei pra caramba do resultado, principalmente por ser bem diferente do que estamos acostumados a ver nas capas masculinas daqui. A capa é forte e linda. Com certeza atrairá nas bancas olhares curiosos e pecaminosos. Acho a expressão maliciosa do rosto da modelo perfeita para essa capa.

Do jeito que a gente gosta!

Por uma feliz coincidência, essa capa fantástica marcará a estreia do Diretor de Arte da SEXY, Ivan Zumalde, no cargo de Diretor de Redação. Boa sorte ao Ivan e que venham mais e mais capas como essa.

Gabriel Wickbold para o dasBancas

Novos olhos

Nessa edição de maio da SEXY, com a bela Ana Saad numa belíssima capa, um ensaio interno de uma tal Grazi Galvão me chamou atenção. Não pela modelo, que é a típica garota-tatuada-facinha dos recheios da SEXY, e sim pela estética pouco usual das fotos. Nos créditos: “fotos_ GABRIEL WICKBOLD”. Joguei no Google e me surprendi com os (ainda poucos, porém bons) trabalhos do cara. Alguns dias depois, foi divulgado que ele foi o escolhido – numa aposta ousada da SEXY – para fotografar a capa de junho da revista, que trará a endiabrada Regiane Brunnquell, a “Sandy Capetinha” do Pânico, em fotos, dizem, realmente quentes e inovadoras.

Para conhecermos um pouco mais o Wickbold, fizemos com ele a minientrevista abaixo. O cara, rápido e gente fina toda vida, não nos deixou na mão. Confiram!

MINIENTREVISTA
DB: Vamos começar pelo básico, qual é sua formação?
GW: Nunca estudei fotografia, trabalho profissionalmente há um ano. Sempre tive muitas referências em casa, minha mãe é artista plástica, e desde cedo construí um olhar crítico. Sou formado em Rádio e TV pela FAAP, onde estudei história da arte e estética, cursos que realmente abriram minhas referências. Sempre fui músico e tive diversas bandas, trabalho tb como produtor musical, profissão que foi fundamental para aprender a dirigir, seja um cantor ou uma modelo, pois o processo é bem parecido.

DB: Como você define o estilo do seu trabalho?
GW: Defino meu trabalho como experimental. Eu não tenho medo de tentar coisas novas, na verdade essa é a minha busca constante.

DB: Alguma publicação te influencia direta ou indiretamente?
GW: Gosto bastante da Photo francesa e da Vellum, tb gosto da American Photo. Ah! Os brasileiros da Zupi tb têm um material bem bacana.

DB: Cite um fotógrafo gringo e um brasileiro que você admira.
GW: Gosto mais das referências artísticas dos gringos, os brasileiros ficam muito presos na perfeição da imagem publicitária e acabam deixando o trabalho autoral de lado. Eu gosto bastante do Erwin Olaf, do Erik Fitkau, David LaChappele. São fotógrafos que conseguem imprimir uma linguagem própria em cima de qualquer trabalho.
Erwin Olaf
Erik Fitkau

David LaChapelle

DB: Ouvi dizer que o ensaio da Sandy Capetinha está bem quente, verdade?
GW: O ensaio esta incrível, muito quente!

DB: O ensaio foi tranquilo de ser feito? Durou quanto tempo? Aconteceu algo inusitado durante o ensaio?
GW: O ensaio foi bem tranquilo, passamos dois dias fotografando, no primeiro dia ficamos no meu estúdio fazendo pirações e no segundo dia fomos para um casarão abandonado em São Paulo.

DB: Se precisasse definir o ensaio com uma única palavra, qual seria ela?
GW: Revolucionário.

DB: Você participou do processo de edição das fotos que serão publicadas na revista?
GW: Eu faço o tratamento e seleção de todos os meus trabalhos, o que será publicado foi uma seleção da minha seleção. Passei pro diretor de arte da revista umas 60 imagens tratadas e aí ele montou o ensaio, mas a galera da revista arrasou na montagem tb!

DB: Tem algum projeto bacana em mente? Pode dividir com a gente?
GW: Eu estou levando pra NY no fim do ano uma exposição chamada "Sexual Color", quem quiser acessar pode ver em www.gabrielwickbold.com.br. A Regianne inclusive vai participar dessa expo. É uma mistura de diversos elementos como tintas, leite, panos e sexualidade. Tudo bem colorido e bem doido, como não podia deixar de ser.

Gabriel Wickbold


Valeu, Wickbold! Ficamos ainda mais ansiosos para conferir a SEXY de junho.


Fotos Reprodução:



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