segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Vem coisa boa por aí...

Posso estar redondamente enganado, já que fotos de divulgação enganam, mas vendo essas da Bárbara Koboldt pra SEXY acho que teremos um GRANDE ensaio.

Amo essa aqui ^^^

Com tudo pra dar certo

Fotos: Divulgação SEXY

Antes tarde...

A SEXY de fevereiro finalmente chegará às bancas com a bela e tatuada Bárbara Koboldt. Reza a lenda que Bárbara seria a capa de aniversário da SEXY (ocupada no último minuto pela “sósia” da Angelina Jolie), mas meio que rolou uma desandada geral e a tal capa só ficou pronta agora. Vale lembrar que essa também é a 1ª capa conquistada por uma ex-A Fazenda, pois as masculinas (UM não conta, né?) meio que cagaram pro celeiro de gostosas da Record. Eu gosto dessa capa. A foto é bonita, Daniel Aratangy com sua sutileza tem mandado muito bem nos seus últimos trabalhos. Só essa calcinha aí de jaguatirica que tem uma puta cara de que foi comprada por R$ 1,99 na Uruguaiana (25 de Março para os paulistas). Taparia com uma mão o que a SEXY vai se cansar de mostrar em 30 (!) fotos.

Ainda bem que o forte da SEXY não é o timing

domingo, 17 de janeiro de 2010

Preguiçosa

Nunca antes na história da VIP tivemos em nossas mãos uma edição tão preguiçosa como esta de janeiro. De tão preguiçosa chega a ser desnecessária. Começamos pela capa. Uma capa bonita, sim, mas com muito mais identidade com a Trip do que com a VIP. Juliana Baroni, com gancho fraco no filme Lula, o Filho do Brasil (alguém viu?) não acrescenta nada no histórico da revista. Não acho que a moça agrade o povão nem a elite. É bonitinha, talentosinha, famosinha, mas não sai disso. E gancho com o filme por gancho com o filme eu sou muito mais a Cleo Pires, que, claramente, a VIP não tem capacidade de pegar.

O ensaio da Juliana é um mix de dois tipos de ensaios sensuais batidos: “ensaio de lingerie” + “ensaio de praia”. Esse “ensaio de lingerie na praia” ou, se preferirem, “ensaio na praia com lingerie” não rendeu e as poucas páginas (10, sendo que 2 para a entrevista) só contribuem para torná-lo esquecível. A sugestão dada pelo Thiago ao comentar capa e fotos de divulgação poderia salvá-lo. Sim, o que faltou (além do sol e sal) foi um enredo. A historinha da garota de pileque pós-reveillon segurando sua garrafa de espumante me convenceria já que a edição é de janeiro. No lugar das inúmeras trocas de lingerie (em plena praia!), apenas um strip com a retirada de algumas peças (tira o vestido, tira a anágua, tira...).

Enredo e criatividade andam juntos. Não na VIP...

O recheio do mês já é um tradicionalíssimo-íssimo-íssimo ensaio de lingerie (com direito a luvinha preta) com gata totalmente desconhecida. Acho fácil, muuuito fácil.

Bora trabalhar, meu povo!

As matérias seguem o mesmo ritmo empurra com a barriga dos ensaios. A principal matéria da edição, com 12 páginas, deve ser, por baixo, a 10ª matéria da VIP sobre tipos de cerveja: Ale, lager, zzzzzzzzzzzzzzzzz...

Um porre

A 2ª principal “matéria” é um quiz de 8 páginas. Pergunta (essa sim relevante): A VIP tem leitores de 15 anos?!

a) Sim, de 15 anos e retardados
b) Não, é só a VIP enchendo linguiça

O aguardado (bem, pelo menos por mim) Homem VIP do Ano 2009 foi uma grande decepção, a pior edição do Homem VIP do Ano. Nada contra o Dunga, mas acho que não rola uma empatia com os leitores da revista. Queria alguém mais jovem, como o Cielo (Homem VIP de 2008), e se possível numa capa criativa tipo essa aqui.

Cadê minha VIP de antigamente?! :-(

Não rolou capa, não rolou editorial de moda, não rolou nem um retrato sequer. No máximo uma ilustração tosca que não combina nada com a VIP e que quase me fez desistir de ler o gostoso texto do Renato Modernell.

O Dunga anda sem tempo ou a VIP sem prestígio?

Acabou? Não! Não posso deixar de falar dos editoriais de moda da Marília Campos Mello. A mulher fez fama e deitou na cama. A moda da VIP anda absurdamente sem bossa. Correta, mas totalmente sem graça. Sem graça igualzinha a essa edição de janeiro, né?

Levanta já dessa cama, Marília

Antes a VIP tivesse seguido o exemplo da Trip que sai de férias e não manda pras bancas sua edição de janeiro. Entre nada e isso daqui, eu fico com nada.

Fotos: Reprodução VIP

Prêmio?

Desde que fiquei sabendo que um dos prêmios da 3ª temporada do Brazil's Next Top Model era capa e ensaio na revista Gloss, já começei a ter dó da vencedora. A certeza de que viria uma bizarrice gritava em minha cabeça. Mas nada como o tempo para confirmar a certeza, né?


Camila Trindade nunca foi minha preferida no programa. Sempre torci para Mírian, mesmo sabendo que a Bruna era a melhor candidata. Mas é inegavável que Camila renderia um clique mais feliz que o escolhido para a capa. Essa blusa rosa, o make borrado, a franjinha grudada na testa, o sorriso congelado. Absolutamente nada está bonito. Tudo soa artificial, forçado. Bem ao jeitinho Gloss de fazer capas.

Para quem não acompanhou o programa, abaixo algumas fotos da Camila, para mostrar que a menina não é essa coisa estranha que vemos na Gloss.






Essa última prova do BrNTM foi de uma estupidez sem noção, né?

sábado, 16 de janeiro de 2010

Digno

A Vizoo tem a mesma limitação financeira da UM, mas nela a dignidade não é deixada de lado. Os ensaios são tão mais dignos, tão mais merecedores de respeito. Não acho que o do mês seja um ótimo ensaio, com uma ótima luz, mas é bem-feito. Gosto bem mais dessas três primeiras fotos num clima “bastidores”, mas o velho esquema "modelo + fundo branco/cinza" foi bem melhor usado na Vizoo que na UM. O smoking é batido, mas menos óbvio que calcinha e sutiã de renda. Não curto a produção com a luva num braço só (aliás, não curto luvas de jeito nenhum), muito menos a mesma pose de editorial de moda (bracinho levantado sobre a cabeça) em duas fotos. Não é um ensaio sensual quente, mas o da UM, com infinitamente maior exposição de pele, também não é.

E um ensaio todo em PB é coisa de gente fina

Fotos: Reprodução Vizoo

Coincidência

A Veja e a Época dessa semana escolheram a mesma imagem para estampar suas capas sobre a tragédia no Haiti. A foto me embrulha um pouco o estômago e nos detalhes prefiro a capa da Época.

Simples e diretas. Até demais

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Menino Jesus

Enquanto o mundo segue questionando o relacionamento de Madonna e Jesus Luz, o menino segue trabalhando muito. O trabalho da vez é o provocante ensaio para a Interview, com cliques de Mikael Jannson e inspiração em algumas fotos do clássico livro Sex de Madonna, e no clima fetichista do Erótica.

Tirando a antipatia natural que tenho pela cara de sujo do modelo, não posso negar que as fotos estão bem legais e que ele segurou o que foi proposto. Não ficou nada absurdamente foda, mas também não ficou parecido com o constrangimento que foi a capa da Joyce protagonizada pelo moço.


Quem teve a idéia da língua vermelha? Errou feio, tá?!


Ainda falta maturidade, maior expressão facial e um corte de cabelo digno. Maso tempo fará isso por ele e assim que sua imagem fashion começar a ganhar força suficiente para se desvencilhar da coisa latin lover/amante da Madonna, tudo começará a mudar.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Dúvida

Já falei das meninas de Gossip Girl por aqui, e da divisão de atenção que rolava nas revistas feminas. Agora é o momento da dupla disputar os holofotes nas revistas para meninos.

A largada foi dada por Leighton Meester que, ao lançar-se como cantora, fez fotos bem provocantes para o recheio da GQ. As fotos circularam pela internet em dezembro e são bem saidinhas.

Como ainda não havíamos mostrado, vai agora:

Será que Chuck Bass permitiria isso?

Pra esquentar a disputa, em fevereiro, Blake Lively chega às bancas americanas na capa da Esquire. Ainda temos poucas imagens de Blake divulgadas, mas já dá pra sentir que o ensaio da loira é mais arriscado que o da parceira de elenco.

A produção mais moderna e masculinizada só é segurada por quem realmente sabe que pode. E, olha, Blake pode demais. É minha preferida e não tem comparação. Ah, sem contar que a capa da Esquire tá foda. O padrão funciona demais e todo mundo tenta copiar, mas só eles fazem tão lindamente.

Sexy até penteando o cabelo...

E vocês, preferem quem?

Fórmula de verão

A mesma modelo; o mesmo mês; a mesma revista; a produção super parecida; o ano diferente. Taí a Vogue de janeiro, com Renata Kuerten e sua cara de verão.

Será que só tem ela e camisão transparente?

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Smells Like 90´s

Quando vi o ensaio de janeiro da Playboy com a Paniquete Juju Salimeni, só conseguia pensar nos ensaios do final dos anos 90 que eram produzidos pela revista.

Quase um portrait

Nessa época, a equipe orquestrada por Ariane Carneiro mandava bem em praias, casarões ou qualquer outra coisa. Tudo era bem aproveitado, a locação era explorada, o entorno aparecia, a mulher não ficava apenas trancada no quarto. E com Juliana foi assim.

Um exagero de fotos desse tipo, mas, ok, é o melhor ângulo da moça, né?!

Ok, a locação é um tanto batida, já apareceu na Trip e em revistas de decoração, mas é LINDA. A parte praiana é curta, mas é coerente no conjunto do ensaio. A exploração da área verde da casa é impecável. Mas eu esperava mais.

Esperava muito mais do primeiro ensaio de capa regular clicado pela sensação do momento Autumn Sonnichsen. Este ensaio, como bem diz o título, cheira a anos 90. Não tem a pegada transgressora que tanto esperamos da fotógrafa. Não tem nada de muito instigante. Só uma mulher gostosona pelada.

Lindo preto e branco.
Estes sempre me conquistam...


Ok, a gostosona pelada vale a pena, e é BEM GOSTOSONA. O que não significa que seja uma mulher bonita, perfeitinha. Por sinal, a foto de abertura do ensaio é a PIOR que poderiam ter escolhido para moça. Além de já ter sido usada para divulgação, a menina tá feia, com o cabelo espigado...

Isto bastava para a abertura.

O melhor momento do ensaio, sem dúvida alguma, são as duas páginas com 9 fotos cada. Não sei bem o motivo, mas acho que os cliques de Autumn ganham vida quando diagramados assim. Parece que podemos viver o momento, sentir a movimentação da modelo, a inquietação do olhar. E, claro, justamente nessas fotos é que podemos ver o DNA da americana impresso. O paetê no corpo, a foto feita por cima, o sorriso aberto. A mulher à vontade, íntima, tangível.

Se fosse tudo assim eu curtiria mais

De um modo geral, o ensaio publicado este mês é bacana, merece uma nota 7,5 - quase chegando no 8 -, mas vale a pena atentar para pequenos detalhes - principalmente de edição, muitas fotos são praticamente reedições de poses em outra parte da locação - e mandar Autumn abrir o olho, porque pra fazer desse jeito, just ok, tem um monte de fotógrafos por aí e doidos por uma oportunidade na Playboy. Ela precisa se esforçar mais!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Uma mulher em dois atos

Tempão que a gente não fala da SEXY, né?! Pois é, os ensaios de capa já não nos encantam como há algum tempo, a revista já não é mais a mesma. Ok, sei que as coisas tão difíceis, mas vale a pena falar do retorno de Wanessa Martins às páginas da SEXY.

O burrinho é um fofo, né?
O silicone é um exagero, né?


  • Wanessa foi capa da revista em novembro de 2006.
  • Wanessa foi magra em novembro de 2006.
  • Wanessa foi bonita em novembro de 2006.
  • Wanessa foi um belo tombo na Playboy em novembro de 2006.

Hoje, Wanessa é uma mulher bem diferente da que vimos, e as comparações são inevitáveis. Afinal, os ensaios são bem semelhantes em alguns pontos, mas tão diferente no conteúdo. Mas, enfim, vamos a janeiro e suas considerações:

E essas bochechas, Brasil!

Se tem uma coisa que a SEXY sabe fazer é usar e abusar das cores. E isso no verão é ainda mais lindo. Os ensaios são vibrantes, as mulheres parecem frango assado de padaria, os acessórios e roupas têm todas as cores possíveis e o céu mais azul que o dos outros. Todo mundo se encanta com os exageros, é fato.

Cores e mais cores...

O que a SEXY não sabe fazer - bom, o jeitinho SEXY de fazer não me agrada - é direção de modelos. A preocupação em arreganhar a perna, arrebitar a bunda, mostrar peito/bunda/etudomais em uma mesma foto gera imagens estranhas. Alguém por favor me explica o que é Wanessa de costas na escada? Aquilo não é sensual, minha gente...

Mas o mais intrigante de todo ensaio, além da depilação adotada pela antes depiladíssima modelo, é a transformação sofrida por seu corpo e rosto.

Ela continua UDA, bem ao estilo boazuda/potrancuda. Mas, francamente, a mulher embagulhou um bocado. O rosto está irreconhecível, o corpo ainda mais volumoso (Wanessa sempre foi generosa em suas formas). A engordada da modelo é notável em quase todas as fotos, ela sempre esconde alguma coisa, seja a barriga ou a dobrinha lateral. Ficou bom não, tem fotos que acho q ela vai explodir de tanto murchar a barriga...

Murcha a barriga ou joga o paninho...


Comparando o ensaio de 2006 e o atual, é notável que Angelo Pastorello é muito mais inteligente que Adam Watson na execução do trabalho, seja no uso da luz natural ou nos enquadramentos. O material produzido por Pastorello é muito mais sofisticado que o atual.

Pra finalizar, abaixo algumas imagens de Wanessa nos dois ensaios.

Quem fez isso com essa mulher?

Quem pediu acréscimo de bordinha de Catupiry?

Prefere a versão atualizada ou a antiga?!



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