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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Uma tal Playboy

Dia desses me peguei revirando as prateleiras empoeiradas de uma banca do centrão de BH atrás de umas Playboys antigas que, de relance, tinha visto por ali. Entre espirros e suspiros, achei edições que queria muito, como a da Ida do vôlei (sim, trabalho com o choque!), Gabriela Alves, Sorvetão e umas outras lá. Levei para casa mais de dez revistas, com estrelas de verdade e também moças desconhecidas.
No meio dessa procura, me peguei pensando nessa Playboy de hoje. Que a relevância já não é mais a mesma, todo mundo está careca de saber. A revista que já foi a mais desejada, aguardada e comentada do mês simplesmente acabou. Sim, acabou. O que ficou aí é uma sombra bastante disforme do que já vimos.
As notícias de vendagens avassaladoras e recordes positivos deu lugar às manchetes sensacionalistas que destacam o mais recente fracasso retumbante. As últimas edições não chegaram nem a 100 mil exemplares em circulação, entre assinaturas e venda em banca. E, para tristeza geral da nação, o número de assinantes vem caindo vertiginosamente, passando de pouco mais de 80 mil em janeiro, para 70 mil em junho. Com certeza preocupante, mas, de fato, não é uma exclusividade da Playboy. Todas as revistam passam por uma fase de perrengue.
Mas, apesar de toda a tristeza que envolve o nome Playboy, acho que a revista tem se mantido sólida e coerente com sua história. Apesar de uma derrapagem ou outra pelo caminho, a revista tem apresentado boas capas e ensaios muito bem executados. Puxa aí na sua memória, você se lembra de um período tão frutífero em temática de ensaios e em qualidade de imagens quanto os meses recentes? 
As grandes estrelas já não se rendem à lábia do coelho – ou custam caro demais? –, por isso a redação tem investido em modelos de menor expressão, mas caprichado nos ensaios. Gostei tanto das coisas que vi este ano. Aline Prado foi um show, Patrícia Jordane tem uma das melhores capas de Copa do Mundo, Vanessa estava incrível, Jéssika Alves fez no aniversário um ensaio memorável, a japonesa veio numa proposta super diferente e a Mendigata teve um dos trabalhos mais bacanas dos últimos meses. 
Nas páginas da revista temos visto Autumn Sonnichsen, Fred Othero, Christian Gaul e outros fotógrafos brilhar. Perdemos a assinatura classuda de Bob Wolfenson e a grife de Jr Duran? Sim! Mas ganhamos respiro, um olhar novo e a vontade de fazer bonito. Fazer bem feito porque isso faz diferença para esses profissionais.
Sim, eu sinto falta daquela Playboy do fim dos anos 90 e começo de 2000. Mas reconheço que essa Playboy que chega às bancas todos os meses é muito coerente com o mundo que vivemos hoje. É só olhar o Ego e ver que os caras têm feito tudo direitinho. O problema tá nessa onda de subcelebridades aos montes e nesse exagero de informação que recebemos todos os dias.
Se não tivéssemos tanta mulher pelada na internet, tanta 'musa' de qualquer coisa, tanta loucura por flashes e selfies, tenho certeza que Marcela Pignatari, a bela moça que estampa a capa de novembro – fotografada por Angelo Pastorello –, seria tão bem recebida quanto outras dezenas de musas do verão que a Playboy já publicou. Ou vocês não se lembram que elas estavam aí mês sim, mês não?
Ah, antes que me esqueça, dá uma olhada aí na capa do mês:
Tá bonita, né? Achei que a moça tem um quê de Paula Toller naquela fase Surf...

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Dança das bundinhas

Fevereiro é o mês da bunda no Brasil e todo mundo já sabe disso há tempos. Afinal, carnaval taí pra botar uma pelada pra sambar na TV aberta a qualquer hora do dia e fazer geral mostrar o corpo com muito mais liberdade.
Além das tradições momescas, outra que está pegando na terra brasilis – muito mais fraquinha, é verdade –, é a capa das masculinas darem espaço para uma desconhecida alçada ao patamar de sub-subcelebridade via bunda. Na Playboy quem ganha a capa é a vencedora do concurso interno e na Sexy é a vencedora do concurso furadíssimo, mas que rende mil notas no Ego, o Miss Bumbum.
Além das bundas campães, essas capas também trazem mais um ponto interessante: Daniel Aratanguy estréia em páginas de Playboy – DEMOROU! – e Angelo Pastorello volta a fotografar uma edição relevante da Sexy. Lembram que Pastorello fez a Playboy da Monica Apor e depois deu uma sumida da pimenta?
As duas capas optam pela bunda como ponto de destaque, claro. 
– Playboy ousa mais em construir uma capa menos óbvia e explícita. Gosto bastante do movimento de braços de Bianca Borba, das sombras no corpo/rosto e, também, do ambiente externo que estava sumido nas capas da revista. Confesso que estou morrendo de curiosidade para ver o resultado do ensaio fotografado por Aratanguy e saber como seu estilo foi incorporado ao Coelho.
– Sexy faz o trabalho que tem costume: uma capa viva, cheia de cores, forte e impactante. Não gosto da posição da cabeça da modelo – o Leandro até falou sobre isso uma vez, lembram? – parece que está desconfortável. Mas é uma bela capa, também, em ambiente externo. Uma alteração que faria na Sexy é colocar a chamada principal em branco. Não gosto do contraste do preto sobre o vermelho, além de achar que dá uma pesada ali no canto que já tem toda uma bunda, né?
No quesito BUNDA, acho que a Sexy leva a batalha, mas a garota da capa da Playboy é bem mais bonita, né? E vocês, o que acham?

domingo, 4 de julho de 2010

Celebrity feelings…

Vocês se lembram de Jaqueline Joy, personagem interpretado por Juliana Paes na novela Celebridade? Impossível não lembrar, né?! Então, daí que ao ver o ensaio de Mônica Apor para a Playboy, a sensação que tenho é de ver um ensaio protagonizado por Jaque Joy.

Não, Mônica não é uma menina louca pela fama, que faz de tudo para aparecer nas páginas de jornais e revistas especializadas. Mas a personagem interpretada por ela no ensaio faz. Essa inversão dos papéis é ótima, afinal, Mônica é a pessoa que dá voz às milhares de Darlenes e Jaques Joy que temos no Brasil. Nas fotos, ela está louca para ser vista, para ser fotografada e desejada. E isso é muito legal!

Untitled-2 O melhor momento do ensaio, sem dúvidas!

Muito legal porque inclui figurantes nas fotos, vocês sabem o quanto a gente gosta disso. Dá margens a fotos menos óbvias, posadas e, principalmente, porque deixa Mônica poderosa, com todos os homens aos seus pés. E que mulher não gosta de sentir-se assim?

Hipermídia!

A musa do mês está extremamente segura em todas as fotos, cheia de si e com a certeza de que é muito gostosa. Mesmo quando usa uma luva bem cafona e totalmente fora do contexto do ensaio.

A bota eu até entendo, mas essa luva e esse colar cafona…

Já o Angelo Pastorello fez uma estréia competente na Playboy, com um ensaio sofisticado (em temática e enquadramentos), com a tal ousadia – leia exposição da b*ceta da modelo – na medida certa e principalmente com cara de Playboy. Sem qualquer resquício da vulgaridade que lhe era habitual na SEXY.

Essa foto da esquerda é desnecessária, né?! Já a da direita…

No final das contas, acho o ensaio bem bacana. Imagens marcantes, modelo entregue, boa quantidade de fotos e um resultado bem diferente do que foi visto nos meses anteriores. Mas se editor deste ensaio eu fosse, teria cortado todos os momentos mais posados. Eles, apesar de bons, não dialogam com os momentos paparazzi, nem tão pouco com as fotos da câmera de vídeo.

Talvez fosse o caso de trazer estas fotos com uma textura diferente, algum objeto de cena entre modelo e fotógrafo… Esse pequeno detalhe geraria a sensação de que estas fotos eram produto dos fotógrafos que outrora a perseguiam.

De qualquer forma, parabéns à equipe responsável pelo ensaio e para a linda Mônica Apor. É um trabalho digno de orgulho!

ps.: Sobre a polêmica do mamilo (ou falta dele) na capa, eu –Thiago Muniz – acho que não foi apagado. Vocês podem ver que o mamilo dela é bem pequeno e que facilmente seria tampado pelo cabelo.

Update!

Assim que publiquei este post, o @remulobrandao twittou a seguinte foto:

20_MHG_cult_giselleb Daí eu pergunto: Qual o limite entre cópia e referência?!

Ooops, o mamilo NÃO sumiu!

Ninguém pode reclamar que a capa da Playboy da Mônica Apor não gerou comentários. Na internet, o “escondidinho de mamilo” foi assunto. Muita gente (inclui aqui fotógrafos, designers, moças, rapazes...) achou que os mamilos – ou parte deles – foram apagados. As opiniões ficaram divididas em “tá lá” e “não tá lá”. Eu fui de “não tá lá”. “Não tá lá mesmo”.

Ok! Ok! Desculpem-me, Aran, Apor, Pastorello e moço do photoshop. Nem vou culpar a gestalt ou a tecnologia (não a da Adobe e sim a da medicina cirúrgica) pela minha afobação. Faço total mea culpa aqui. Mas, hoje, mesmo tendo visto o ensaio algumas vezes, meus olhos insistem em procurar algo na capa. E não acredito que ela saiu da competente redação da Playboy sem que ninguém tenha questionado sobre a possibilidade da tal polêmica.

Veeeeja!

Os mamilos não sumiram, mas a marquinha...


P.S.: E os peitinhos da Apor são lindos.

sábado, 26 de junho de 2010

Ooops, o mamilo sumiu!

Ufa! Depois de dar uma boa esfriada na gelaaaada gaveta da Playboy, a repórter-fofoqueira do TV Fama Mônica Apor finalmente será a capa de julho. Ok! Ok! A mulher é gostosa pra kct, curti a ideia simples do microfone com o coelhinho, mas não consigo desviar meus olhos dos não-mamilos de capa. O_O

Mals aê, Edson “Monteiro Lobato” Aran, mas já sou bem grandinho para acreditar em Saci-Pererê, Mula sem Cabeça e Peito sem Mamilo. Se não pode pôr bico de peito em capa, que você escolhesse outra foto, que o Pastorello posicionasse o cabelo da modelo sobre os seios, que a Apor usasse um belo e sexy sutiã preto...

sem mamilosMais uma pro folclore brasileiro: Peito sem Mamilo


UPDATE
:
Edson Aran e Ângelo Pastorello afirmaram que os mamilos da Apor não foram apagados e que eles estão sim sob o cabelo da modelo. Aguardando o ensaio para o parecer final.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Tente outra vez

não dou conta desse splash da Maxim, ainda mais na bunda na moça.


Maxim, assim não dá!
siliguem nas fotos de divulgação do ensaio de Janeiro da revista. Sim, janeiro.

prefiro chorando com os cachorrinhos de rua, ou , sei lá, desempregada mesmo...

O que é essa produção, essas cores completamente diferentes em cada foto, essa expontaneidade?! Isso é sensualidade, Brasil?

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Uma mulher em dois atos

Tempão que a gente não fala da SEXY, né?! Pois é, os ensaios de capa já não nos encantam como há algum tempo, a revista já não é mais a mesma. Ok, sei que as coisas tão difíceis, mas vale a pena falar do retorno de Wanessa Martins às páginas da SEXY.

O burrinho é um fofo, né?
O silicone é um exagero, né?


  • Wanessa foi capa da revista em novembro de 2006.
  • Wanessa foi magra em novembro de 2006.
  • Wanessa foi bonita em novembro de 2006.
  • Wanessa foi um belo tombo na Playboy em novembro de 2006.

Hoje, Wanessa é uma mulher bem diferente da que vimos, e as comparações são inevitáveis. Afinal, os ensaios são bem semelhantes em alguns pontos, mas tão diferente no conteúdo. Mas, enfim, vamos a janeiro e suas considerações:

E essas bochechas, Brasil!

Se tem uma coisa que a SEXY sabe fazer é usar e abusar das cores. E isso no verão é ainda mais lindo. Os ensaios são vibrantes, as mulheres parecem frango assado de padaria, os acessórios e roupas têm todas as cores possíveis e o céu mais azul que o dos outros. Todo mundo se encanta com os exageros, é fato.

Cores e mais cores...

O que a SEXY não sabe fazer - bom, o jeitinho SEXY de fazer não me agrada - é direção de modelos. A preocupação em arreganhar a perna, arrebitar a bunda, mostrar peito/bunda/etudomais em uma mesma foto gera imagens estranhas. Alguém por favor me explica o que é Wanessa de costas na escada? Aquilo não é sensual, minha gente...

Mas o mais intrigante de todo ensaio, além da depilação adotada pela antes depiladíssima modelo, é a transformação sofrida por seu corpo e rosto.

Ela continua UDA, bem ao estilo boazuda/potrancuda. Mas, francamente, a mulher embagulhou um bocado. O rosto está irreconhecível, o corpo ainda mais volumoso (Wanessa sempre foi generosa em suas formas). A engordada da modelo é notável em quase todas as fotos, ela sempre esconde alguma coisa, seja a barriga ou a dobrinha lateral. Ficou bom não, tem fotos que acho q ela vai explodir de tanto murchar a barriga...

Murcha a barriga ou joga o paninho...


Comparando o ensaio de 2006 e o atual, é notável que Angelo Pastorello é muito mais inteligente que Adam Watson na execução do trabalho, seja no uso da luz natural ou nos enquadramentos. O material produzido por Pastorello é muito mais sofisticado que o atual.

Pra finalizar, abaixo algumas imagens de Wanessa nos dois ensaios.

Quem fez isso com essa mulher?

Quem pediu acréscimo de bordinha de Catupiry?

Prefere a versão atualizada ou a antiga?!

sábado, 22 de agosto de 2009

Na UM e sem um milhão

Amanhã chega ao fim A Fazenda, reality show bem meia-boca do canal do bispo. Algumas “celebridades” participantes se deram bem e outras, bem, outras nem tão bem assim. Na ala dos que não se deram tão bem assim, segue o top 3 do dasBancas:

3 – Miro Moreira: Modelo boa pinta entrou dando pinta e saiu com fama de pintosa, com direito a muito creme Victoria’s Secret de pêssego besuntado pelo corpo. Vaidoso toda vida, o cara se acha a última Coca-Cola do deserto, mas tá mais pra Fanta. A carreira de modelo parece não ter sido abalada – campanha da Aramis e Armani no ar –, pois, apesar de tudo, a cara é boa e o corpo em dia.

Com cheirinho de pêssego

2 – Anna Bárbara Xavier, a Babi: Dona de uma das Playboys mais bonitas de todos os tempos, a mulher apareceu transformada, quase um transformista, e chata pra caceta. Virou piada nacional por ter dado uns pegas no Miro e hit na internet pelo hilário episódio dos pêlos pubianos. Enfim, a mulher é uma pentelha e perdeu pelo menos um fã (eu!).

Botox: O mal do século

1 – Luciele Di Camargo: A filha de Francisco é de família cheia de posses e não precisava entrar num reality show pra se promover ou, muito menos, tentar ganhar um milhão. Mas é teimosa e foi lá e fez. Bem feito! Saiu com fama de difícil – “difícil” no sentido de geniosa, metidinha, mimada, ok? – e, pra coroar a má fase e levar de uma vez por todas o topo dessa lista, conseguiu apenas uma capa da UM. Da UM, minha gente!

Faltou humildade
(tanto pra ela quanto pra UM
)

No ensaio, Luciele paga, vejam que criativo, de pin-up. O ensaio é de uma pobreza imensurável. Produção jeca mesmo. E fotos, claaaro, do Angelo Açougueiro Pastorello que deve ter fechado um pacotão, pague 6 e leve 12, com a publicação. UM, tá sem grana? Tá. Então, não tenta fazer algo que todas as concorrentes conseguem fazer melhor que você. Apenas para exemplificar, o ensaio da Maxim, com a pin-up Luciana Gimenez, ficou infinitamente melhor que o seu. Quando for assim, UM, muda a estratégia e não tenta elaborar muito, não. Conselho de amigo: pega uma mulher interessante, que tenha realmente algo para mostrar, e a coloque na capa. De jeans folgadão, camiseta branca ajustada ao corpo, mas uma mulher naturalmente fascinante. Maitê Proença de jeans e camiseta é uma opção mais, muito mais inteligente que Luciele “Ex-A Fazenda” Di Camargo. Desistam logo dessa pegada pseudosexy que não te levará a lugar algum (a não ser ao fundo do poço) e invistam em perfis com conteúdo. Vocês se diferenciarão das demais e terão o meu respeito de volta.

Pin-up dos pobres

Fotos: Divulgação UM

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Dúvidas e mais dúvidas...

Mais capas sendo divulgadas e eu aqui sem entender nada. Quem sabe alguém pode me ajudar...

1ª dúvida: A UM da Mônica Apor é de junho ou julho?
2ª dúvida: Qual o motivo dessa foto tão misteriosa na capa? Mônica é mais conhecida por seu umbigo do que pelo rosto?
3ª dúvida: O que é isso na mão dela? Uma goiaba, uma lima?
4ª dúvida: O que tem acontecido com o Pastorello que só tem feito lixo para UM?

Isto posto, eis a capa:

Tentaram ser chiques, mas acho que não rolou não...

Voltando à série de dúvidas, agora eu as direciono para a VIP de julho, essa nem preciso de ajuda pra saber qual é o mês de publicação.

5ª dúvida: Qual a definição de estrela para a VIP?
6ª dúvida: Que história é essa de propaganda de foto no celular direto na capa, com mais destaque que chamadas de matérias?
7ª dúvida: O que Ana Carolina tem feito para seguir a trilha de Grazi e Sabrina?
8ª dúvida: Quem é Ana Carolina? BBB acabou já tem anos e nunca mais ouvi falar dessa criatura...

Uma coisa eu tenho certeza, a capa ficou MUITO bonita!
Mesmo achando q a Ana tão sexy quanto um pé de couve.

domingo, 24 de maio de 2009

Agonizando

Ô, dó!

Não gosto de chutar cachorro morto, adoraria dar uma forcinha para a UM que está passando por uma crise fo... federal, mas com uma capa e ensaio desses é impossível até mesmo fazer vista grossa. Sem contar que camarada o dasBancas nunca foi com nenhuma publicação. Já elogiamos a UM no passado, quando foi merecido, e a criticamos quando ela fez por onde. Enfim, o bom e velho jeito dasBancas de  ser, doa a quem doer (e dói na gente também, podem acreditar). Mas essa edição aqui, realmente... sem palavras, mas vou tentar externar. 

A UM desde o seu primeiro exemplar tentou selecionar dentro de suas limitações as melhores garotas da capa. E conseguiu Ellen Jabour, Fernanda Souza, Isabella Fiorentino, Fernanda de Freitas, Débora Nascimento, Daniele Suzuki, Luiza Brunet...  Pegou muitas que  a VIP deveria ter dado antes e deu depois ou, até mesmo, nunca deu. Mas na edição passada, a UM desceu drasticamente o padrão, mudou a tática na tentativa de vender mais meia dúzia de revistas e colocou na capa Jaque Khury. Nesse mês, eles repetiram o critério (ou a falta de) e vieram de Juliana Salimeni. Nada contra panicats (até gosto muito, quem acompanha o blog sabe), mas acho que essa pegada mais vagaba não combina com a UM.

Para equilibrar e não perder de vez a identidade, a produção do ensaio deveria ser impecável. Mas é desastrosa e o tema fetiche ainda contribui para jogar o nível lá embaixo. Para piorar o que não ia ficar bom mesmo, chamaram Angelo Pastorello para clicar a moça. Pastorello, queridinho das panicats, já fez bons trabalhos, mas nesse último ano tem mostrado a sensibilidade de um açougueiro. A luz, duríssima, desse ensaio é uma das piores que já vi em revistas do gênero. Em duas ou três fotos simplesmente não dá pra ver metade do rosto da modelo. 

UM, minha nêga, se for para continuar dessa forma é melhor você jogar a toalha de vez, pois assim as boas lembranças que nos restam não serão apagadas por essa sua fase negra. Se não for fazer direito, simplesmente não faça. Conselho de amigo.

Pra ficar ruim precisa melhorar muuuuuito!

Fotos: Reprodução Revista UM

terça-feira, 24 de março de 2009

Tenha dó

Põe mais essa na conta da crise mundial

Como a UM está passando por uma fase difícil, serei bastante compreensivo e não vou dizer de jeito nenhum que a capa da edição de março é tosquíssima, que o ensaio de capa - assinado pelo Angelo Pastorello - numa vibe carnaval fora de época é de uma pobreza sem tamanho (se no carnaval já não cairia bem, imaginem agora) e que a revista está tão franzina e com matérias tão desinteressantes que não merece nem ¼ dos R$ 9,90 cobrados pelo jornaleiro. Não direi nada disso. Só deixarei com vocês uma pequena dúvida: Alguém por acaso sabe o nome correto da "estrela" de capa?
Opção a: Jaque Mecurrem.
Opção b: Jaque Khoury.
Opção c: Jaque Khury.
Opção d: Jaque Curry.
Opção e: Jaque Cu.
Opção f: Nenhuma das anteriores.

É, acho que essa nem o pessoal da UM sabe...

P.S.: Foto retirada do blog afecultural.blogspot.com, do meu amigo palmeirense, pois nesse mês nem o trabalho de divulgação a UM fez direito.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Melhor e Pior de Fevereiro II

É, meu irmão, fevereiro foi foda. Uma correria danada, muito trabalho, carnaval, alergia no olho, tosse e muito calor. Belo Horizonte está mais para Senegal que qualquer outra coisa... Mas enfim, bora falar de revista e vamos ao já tradicional Melhor e Pior do Mês.

Devo confessar: por causa das coisas aí de cima, dediquei menos do que queria aos impressos, mas algumas coisas me chamaram atenção. Como o novo projeto gráfico da Marie Claire, que foi mudado em dezembro passado e só agora eu notei. Sério, não gostei nada desse projeto, a revista ficou frágil, delicada demais, sem graça... Só não leva o pior do mês por ser coisa passada. Ah, também tiraram Patrycia Travassos, o que eu faço com Marie Claire agora?!

A Playboy e a Sexy, as mais cotadas do blog foram regulares em seus ensaios. Nesse embate a Sexy saiu perdendo. Apesar da capa tosca, o ensaio da Playboy é superior ao da concorrente. Por lá, eles têm hipervalorizado o trabalho do Ângelo Pastorello que, ao meu ver, não é nem metade do que a Sexy acredita. É óbvio, clichê e com a MESMA luz em todos os ensaios.

Acabando com a enrolação, vou finalmente falar do PIOR: achei que em janeiro a Rolling Stone Brasil já havia passado dos limites. A capa daqui foi idêntica à capa da matriz: a mesma foto da Britney, a mesma diagramação. Tudo igual! E em fevereiro o que eles fazem?! Tudo igual outra vez! Sério, além de dar capa para conteúdo enlatado, que é um saco, não têm nem o trabalho de fazer um layout diferente. Só mudanças nas chamadas, mas sem preocupar-se com alterações na diagramação. Entendo que o conteúdo vem restrito, muitas vezes aprovado pelo astro/estrela, mas não custa nada fazer um corte novo, mudar os textos de lugar...

Num dou conta!

Acho paia. Acho um lixo! Prefiro mil vezes copiarem foto internacional como fizeram com a Grazi ou se inspirem em uma capa da matriz, como foi com o NXZero, mas que ao menos tenha um dedinho de criação nacional.

é igual, mas teve um toque nosso...

Mas como nem tudo é ruim, fecho o post com o MELHOR de fevereiro: a TPM!

Ela é muito melhor do que a capa vende...

Assim, não vou mentir, não amo a capa. Acho inclusive que é uma da piores fotos do ensaio clicado por Daniel Aratangy (que ahaza, sempre!). Mas o contraste entre pele, vestido e fundo é lindo. A marca mega-vibrante também é um ponto muito bacana. A diagramação correta, sem invencionices - senti falta da tipografia cursiva que eles sempre usam. Mas o que me ganha mesmo é a reportagem que faz uma análise séria das mulheres frutas, o ensaio/entrevista com Bento Ribeiro (o filho-artista de João Ubaldo Ribeiro foi clicado por Marlos Bakker - que estava muito mais inspirado aqui, do que na Playboy) e o espaço para uma negra na capa!

O ensaios com os meninos da TPM têm dado banho nas meninas da Trip.


um pouco mais de Juliana.


É idiota falar isso, mas é louvável a revista dar uma capa para Juliana Alves, que é negra, é ex-BBB, é linda, é inteligente/politizada, mas não é estrela do primeiro time da Globo e como dizem por aí: NÃO VENDE REVISTA!


Só mais um destaque para o melhor e pior do mês:

A Junior fez o ensaio de carnaval mais literal. Com pitadas moderninhas a revista apostou certo: foi para a quadra da campeã e fez algumas fotos bem legais, destaque para as duas acima.
E se alguém quiser ver, a de anjo é um clássico homoerótico.


ps.: Ah, eu gostei mais da capa que não foi, do que da capa que foi.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Sexy carnavalesca

A Sexy de fevereiro, como tudo mundo já sabe, traz a mulher Moranguinho entitulada rainha do carnaval. Ainda não vi o ensaio, só mesmo as imagens divulgação, e estou na curiosidade, por que estas fotos, apesar de bonitas, não trazem nada de carnavalesco. Fica a sensação de que está faltando alguma coisa, sabe...

Mas como todo mundo diz, não vou morrer de véspera, assim que tiver visto o ensaio comento mais. Por enquanto, fiquem com as fotos de divulgação e surprendam-se com o belo close da moça...

não é que a moça ficou bonita, e viva as lentes de Ângelo Pastorelo e o preto e branco.

versão deitada da capa...



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