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quarta-feira, 29 de maio de 2013

A primeira vez de Terry Richardson e Alessandra Ambrósio

Vivendo e aprendendo, né? Vocês aí já imaginavam que a super Alessandra Ambrósio nunca tinha posado para Terry Richardson? Pois é, jurava que a dupla já tinha feito diversos ensaios, mas aí vem a Harper's Bazaar Brasil e dá na cara da gente duplamente: avisa que é o primeiro trabalho deles e ainda entrega uma capa incrível! Também, quando juntam Terry, Marcelo Sebá e Bazaar BR não tem como dar errado, né? Lembram das duas capas da Gisele e da Lilly Donaldson? Então, tudo trabalho do trio!

A única coisa que me incomoda um pouco, é a falta de sombra ali no pé dela, dá uma ligeira sensação de flutuação. Mas, em compensação, essa coisa monocromática ficou muito bonita! E ah, diagramação bonita, né? Tudo certinho, tudo organizado, nada incomodando...

segunda-feira, 29 de abril de 2013

A tal Editora Global de Moda

A contratação de Carine Roitfeld para o time global da Harper's Bazaar foi comemorada por todas as editoras das sucursais da revista mundo afora. Era a promessa de novos tempos, de muita ousadia e modernidade, além, de claro, nomes ainda mais hypes envolvidos com a tradicional publicação.
O que se pode ver em sua segunda colaboração publicada no Brasil é uma total falta de noção e relevância. Ou vocês estavam doidos para ver na capa da Bazaar Brasil as fotos de Kate Upton segurando um tigre bebê e vestindo uma produção que NADA se relaciona com nossa realidade?
Ao contrário do que pode parecer, não acho o ensaio clicado por Sebastian Faena ruim. Acho até bem bonito, apesar de completamente simples. Só acho que nas duas capas by Carine tivemos uma queda relevante no nível da imagem produzida pela revista. A Bazaar Brasil tem feito as mais belas capas de moda dos últimos tempos e acredito que poderia ter deixado o enlatado para o recheio, que é seu lugar de direito, e valorizar a produção nacional.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Deu a louca nas modas!

Fico super feliz de ver que nossas revista de moda fazem trabalhos com identidade própria, sem ficar aquela eterna sensação de que todo mundo fica lendo o WGSN, anotando e realizando as mesmas tendências. Mas, não sei vocês, vendo as capas deste mês, tenho a sensação de que a  galera pirou e foi atirando para todos os lados. Cada uma está em uma estação, com uma idéia nova, numa viagem própria...
O caso mais claro dessa piração é o da Vogue. Com duas capas diferentes, a revista vem de Rosie Huntington-Whiteley – sério gente, esse sobrenome é um desafio – num clima boho, toda trabalhada na pele e aplicação de tachas. Bonita a locação, bonita a composição e a luz vindo do fundo. Sem contar as cores da foto que são incríveis, né? Daí vem a dúvida: porquê esse rosa na chamada principal? 
A outra capa da Vogue é estrelada por Aline Weber, essa LINDA!, e tem toda uma produção Dolce & Gabana. Ok, pessoal da redação, vocês estão com as contas apertadas e resolveram vender essa capa pra marca? Só isso justifica uma imagem que não dialoga em NADA com a outra, não dá sensação de coleção, nem de linha de raciocínio da revista. Ficou puro jabá, né? E é um jabá tão descarado que Aline não ganha nem um editorialzinho no recheio...
Continuando a saga pelas estações, segundo capas de revista, depois da pele da Vogue, é hora de usar uma produção que minha mãe chamaria de 'meia-estação'. Manga longa, mas com tecido leve e fluido, só pra dar uma protegida desses ventos frios de outono. Adequado, né? Também achei.
Além da adequação climática da produção, a ele traz uma capa chique. Tudo inspira riqueza nesta imagem. O cabelo é de rica, a cara é de rica, a roupa é de rica, o azul do céu – meio lavado – é de rica. E as chamadas com fontes elegantes e geométricas também é coisa de rica. Gosto da ELLE num nível...
Já a Bazaar, aquela linda que nos deu as capas mais impactantes de 2012, traz Daniela Braga numa capa que eu acho tensa. Aqui, a pele fala para um público bem diferente da Vogue, numa onda muito mais milionária que tilelê e até casa bem com a chamada de inverno, mas acho muito tudo errado. 
A quantidade de linhas na capa me deixa completamente perdido, sem saber para onde olhar: vejo a vertical do cabelo, as diagonais da marca + diagonais do rosto + diagonais das sobrancelhas e, ainda, a horizontal da pele. Cada uma aponta para um lugar, não consigo seguir um caminho harmônico.
Além disso, com um olhar tão impactante e uma boca tão vermelha, a renda que aparece sob a pele, bem na base da capa, vira um ruído desnecessário, que não agrega nenhum valor de moda, uma vez que não é possível entender o que é a roupa, devido ao corte da foto.
Para fechar o pacote modista, tem a L'Officiel. Assim, juro que tento gostar da revista, tento ver com mais simpatia as apostas diferenciadas e mais arriscadas que a da concorrência. Mas gente, alguém pergunta pra galera da redação se já ouviram falar que "menos é mais"? Que uma imagem mais sintética, muito provavelmente seria mais pregnante? Não consigo entender porra nenhuma disso aí: tem geometria, tem animal print, tem florzinha, tem luvas, tem janela com persiana, tem chamadas com fontes diferentes e tem uma inadequação absurda com a imagem e a chamada principal. 
E não gente, não é porquê a outra chamada fala de grafismo, fetiche, etnia e tudo mais, que justifica uma foto dessas na capa.

sexta-feira, 1 de março de 2013

O que a gente tem nas modas?

As revistas de moda do Brasil têm seguido um padrão todos os meses: Elle ou Bazaar fazem a melhor capa, Vogue derrapa e L'Officiel não entra na disputa, por que, vamos combinar, aquilo ali anda meio mambembe. 
Este mês é possível observar uma mudança nessa lógica. Elle, mais uma vez, entrega uma capa impactante. Bruna Tenório vem linda, toda trabalhada na nova coleção de Reinaldo Lourenço. Tudo muito bonito e correto, mas adoraria ver a Elle saindo desse porto seguro num edição futura.
 A Vogue, que sempre vem com bom material, mas subaproveitado, finalmente faz uma capa bonita de verdade neste mês. Alessandra Ambrósio se veste com o quadriculado da Louis Vuitton – inclusive, a peça demorou para chegar nas capas daqui, né? Tem um três meses que só dá isso nas capas gringas – e segura uma capa classuda. A fotografia em ambiente externo, com direito a skyline lá no fundo, traz uma textura bem diferente da recorrente em capas de moda. E, além disso, a diagramação está correta, sem nada chamando atenção demais.
 A L'Officiel continua apostando na falta de apelo para suas capas. Neste mês eles têm a disposição a super Thairine Garcia – que brilhou muito em 2012, com direito a capas inesquecíveis em Elle e Bazaar – e ainda assim fazer um trabalho qualquer nota. Esse fundo cinza sem personalidade, essa foto meio desfocada no rosto da modelo e essas chamadas perdidas, sem qualquer alinhamento ou cuidado me dão pena. Sério, acho que deveriam investir numa equipe de arte mais forte.
 E a Harper's Bazaar, que sempre nos encanta, tá aí toda orgulhosa de sua nova editora, a toda poderosa Carine Roitfeld, e sua capa com Joan Smalls. Assim, também estaria orgulhoso se esse material fosse exclusivo, produzido especialmente para a edição brasileira. Mas, para quem está de olho, sabe que o ensaio tá rodando o mundo, com direito a capa em diversas versões da revista, sendo que foi inicialmente produzido para a matriz americana.
Ah, mas apesar desse fato, a capa é boa, impactante e, finalmente, com um novo tratamento para as chamadas, que deixou tudo mais leve e legível.
E vocês, preferem qual?

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Que venha 2013!


E vocês, foram bem de férias? Confesso que por aqui foi tudo muito bem e tá difícil voltar ao mundo real. Por isso, para deixar as coisas mais fáceis, vamos falar um pouco de verão?
Como sempre, as revistas de moda apostam na temporada mais quente do ano – como é bom ser clichê! – para suas produções. Minha preferida é a Elle, que veio de Ana Claudia Michels e uma brasilidade bem sutil pela folhagem e pela cartela de cores.
O ensaio é assinado por Eduardo Rezende
Além do editorial com a Ana Claudia, a revista também traz o trabalho editado por Alexandre Herchcovitch e clicado por Bob Wolfenson. É o início das comemorações dos 25 anos da revista. Eles prometem muita coisa boa para este ano. Vamos aguardar!



Já Harper's Bazaar Brasil aposta na gata Lais Ribeiro em um clique bem inusitado para a estação. Confesso que me assustei com esse filtro lilás logo que vi a capa, mas no final das contas, achei bem bonito. E né, a combinação Lais + Bob Wolfenson é sempre boa.
Já a Vogue Brasil aposta em Joan Smalls para sua capa. Além de ser uma edição de verão, esta também é a Black Issue da nossa Vogue. A primeira capa, logo abaixo, vai para as bancas e a seguinte para assinantes. Particularmente, prefiro a de banca mesmo. Gosto do movimento da faixa do braço e do espaço ocupado pela modelo na página, o que é bem ruim na capa de assinantes.
As fotos são de Henrique Gendre

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Happy Birthday, Harper's Bazaar!

Com direito a cupcake personalizado, balões metalizados amarrados em fitinhas verdes e amarelas, bocão vermelho e muita alegria, Gisele Bündchen volta às páginas da Harper's Bazaar Brasil, e faz bonito para as lentes de Terry Richardson. 
Apesar de curtinho – Gisele já tava grávida na época das fotos e, muito provavelmente este foi um dos últimos trabalhos estrelado por ela antes da licença maternidade – o ensaio serve bem para o que se propõe: mostrar que a HB Brasil deu certo, vem fazendo um trabalho supercompetente e não vai abaixar a cabeça para as outras grandes publicações brasileiras. E, por isso, o time de Maria Prata une-se a Marcelo Sebá para jogar com os mesmos artilheiros de um ano atrás.
A gente aqui do dasBancas fica feliz por demais com o fortalecimento do título, com os colaboradores estrelados e torce por uma Haper's Bazaar Brasil cada vez melhor!
Shhhiii! Quem manda aqui sou eu!

Ah, tem o making off aqui! 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

O que tá acontecendo?

O movimento tá tenso no mundo 'das moda' este mês, né meu povo? Adoro Aline Weber, mas essa capa da Harper's Bazaar não rolou, né? Nem vou me apegar à moda – que, acredito, está ok – porquê não consigo parar de olhar pra cara da Aline. Ela levou um tapa? Intensificaram demais o vermelho desse batom na pós-produção? Tava cansada, por isso o olho caído? E esse cabelo meio diva do cinema? Gente, tá bom não...
Enfim, Bazaar, faz isso comigo não. Gosto das suas capas que tiram o fôlego!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Inverno total

A capa da Harper's Bazaar Brasil deste mês tá toda trabalhada no inverno e tá LINDA que só, como de costume. Apostando numa fotografia mais aberta, a revista mostra o que de fato é seu produto: MODA! E isso me deixa bem feliz. 
Além dessa mudança bacana, também dá pra gente ver que a Bazaar deu um furo na concorrente ELLE e é a responsável, nesta temporada, por trazer uma prévia da SPFW.
Obscura

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Thairine, a linda

Thairine Garcia é uma das grandes apostas da nova safra de modelos brasileiras e está simplesmente incrível na Harper's Bazaar que chega às bancas esta semana. Além desta capa, a bonita já fez Elle, fez a mesma Bazaar em janeiro, Vogue Itália mês passado e mais um tanto de desfiles por aí que nem dá pra ficar listando. 
O mais bacana de vê-la nesta Bazaar, tão próxima da anterior, é poder notar todo seu poder de transformação. Nem parece a mesma menina platinada que refrescou as bancas de janeiro. Um luxo só!
Além da foto maravilhosa, não dá pra ignorar a diagramação minimalista, com chamadas fortes e estratégicamente posicionadas.

Para ver outras coisas de Thairine que postamos aqui no blog, clica na tag aqui em baixo.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Pega no Z, Lily!

Desde o momento que Maria Prata postou um pedaço da capa de março em seu instagram, estava curioso para ver a capa da Harper's Bazaar Brasil de marco por inteiro. E oh, adorei!
Curto pra caramba essa coisa da Lily Donaldson interferir na marca, adoro corpo inteiro, o movimento das pernas e, incrivelmente, os braços até fortinhos da modelo. Tão mais legal que aquela coisa seca e magra que já estamos acostumados nas revistas de moda, né?
E, por incrível que pareça, não achei que a diagramação padrão ficou feia este mês. Ainda é difícil de ler, mas como a capa tem mais espaço em branco, fica mais tranquilo processar cada informação.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Linda, só que não...

A quarta capa da Harper's Bazaar Brasil já está dando pinta na internet e, apesar de achar que Ana Beatriz Barros merece todos os closes do mundo, que seu olhar é hipnótico e que esse colete fluo do Herchcovitch é bem legal, não acho a capa incrível. Quer entender por quê? Vamos aos motivos:
01 - Essa tipografia serifada, alongada, ultra-fina e itálica é um verdadeiro exercício para os olhos. Impossível ler isso rapidamente. Acaba virando uma textura tipográfica.
02 - Não acho a imagem de moda nova. Ao menos a interpretação dela para a capa. Ao vê-la, imediatamente lembrei-me da capa da ELLE com Gisele Bündchen. Sim, as capas são muito diferentes, mas é uma proposta de moda bem semelhante e dada com quase 2 anos de antecedência.
03 - Esse azul turquesa é lindo, junto com amarelo limão mais ainda, mas essa é a harmonia cromática mais óbvia para este momento. Valia dar uma trabalhada, né?


Sobre as fotos: não consigo mais me emocionar com essa pegada esportiva, telinha, neoprene, cores fluo. E muito menos com essa história de cabelo molhado. Já vimos tanto, que tudo que eu esperava da Bazaar é uma coisa diferente.

Ah, Fábio Bartelt aumenta ainda mais sua onipresença e onipotência nas bancas. Ele agora bate cartão com a turma da Bazaar.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Modistas de Janeiro

A gente comentou a capa da Vogue Brasil de janeiro antes mesmo da chegada de 2012 e a coisa não tava boa para o lado deles. Já no caso das outras duas grandes representantes das modas no Brasil, 2012 começa muito bem. Tanto Elle quanto Harper's Bazaar trazem duas capas belíssimas para as bancas.
A primeira, se você passou em frente a qualquer banca deste meu Brasil, você com certeza já viu. O rosa neon da Elle salta aos olhos e ofusca toda e qualquer revista que estiver ao seu lado. A modelo escolha é a sempre incrível Bruna Tenório - tava com saudades de capas com ela - e o vestido bapho é assinado por Cynthia Hayashi, a vencedora do Projeto Fashion da Band.

Já a capa da Harper's traz a new face Thairine Garcia, que esteve em um dos editoriais da primeira edição da revista. Naquela época já tinha pedido mais espaço para ela, lembram? E, se a capa da Elle impacta pela cor intensa, aqui a coisa é outra: impossível resistir ao close de Thairine e esse olhar hipnótico. Ah, esse laranja do vestido Glória Coelho também é lindo.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Tá me zuando, né?

A segunda capa da Harper's Bazaar Brasil saiu hoje e eu não consigo acreditar no que estou vendo. Adoro Carol Trentini, adoro gatos em fotos, mas essa capa tá fuleira por demais, gente... Esse fundo brancão, essa falta de volume... parece que tiraram uma foto da foto da Carol. Total sem propósito e sem graça. Nem parece a mesma revista que publicou aquela capa cheia de tesão com Gisele mês passado.
bazaar dasbancas 
E ah, em tempos de internet, nem sei se acho legal publicarem o ensaio da Kate Winslet caracterizada de Liz Taylor, mas né, vai entender...

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Sobre o número 1

A primeira Harper’s Bazaar Brasil custou a chegar às bancas de Belo Horizonte (ao menos à banca que eu costumo comprar revistas), mas finalmente consegui garantir a minha. E, como esperado, foi tão bom ter minha primeira Bazzar Br em mãos.

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Primeiro porquê a revista é pesada, dá aquela sensação de que vale quanto custa. E segundo, porquê é um prazer ter um número que já nasce clássico. Sim, esta revista já é um clássico. Todos os colecionadores precisam tê-la. Aí, pensando nos colecionadores eu faço o primeiro questionamento negativo sobre a revista:

 

Pra quê esta capa tipo folder? Essa capa invertida é péssima, amassa toda na primeira folheada e NUNCA, NUNCA, volta ao normal. Uma pena, minha edição de colecionador já está toda estragada…

 

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Neste post, vamos focar nos editoriais de moda, depois falamos um pouco mais sobre o restante da edição. Mas, antes dos editoriais em si, preciso falar sobre o prazer que é ler um texto de Maria Prata em uma revista de moda. Maria é gentil, educada, e mostra postura firme ao capitanear a revista. Suas palavras no primeiro editorial são bem legais, dão dicas do que será a jornada da Bazaar em terras tupiniquins e, desculpem se estou sendo inadequado, têm um certo ar de nostalgia e rancor. Essa equipe liderada por Maria e que está balizada na Carta Editorial parece querer destruir a concorrente Vogue, que outrora fora publicada por eles. E, ao que tudo indica, parecem estar no caminho certo.

 

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No editorial, Maria fala sobre o ensaio de capa da revista. O encontro entre Terry e Gisele foi planejado para repetir a dobradinha das estrelas em páginas da Harper’s Bazaar. Foi Terry quem fotografou a primeira capa de Bazzar de Gisele, lá nos idos de 1998 – procurei a capa feito louco e não achei, se alguém tiver o link, joga nos comentários – .E, também no editorial, Maria dá uma dica de como veio o ensaio: “(…) uma Twiggy do século 21. Imagens frescas, leves e fun, como deve ser Harper’s Bazaar.” Não sei se vejo essa coisa Twiggy, mas o restante é incontestável.IMG_4191IMG_4192IMG_4193IMG_4194

Gisele, como sempre, está LINDA. As produções 60’s deixaram nossa top ainda mais longa e esguia, mas não fizeram que ela perdesse sua ‘saúde’ natural. As fotos de Terry não são muito diferentes do que estamos acostumados. E, acredito, a publicação não queria nada muito diferente disso. Sobre a direção de arte, gosto muito do abre com o lettering gigante – rola em todos os editoriais e em muitas matérias -, e adoro as fotos com filtro amarelo. São um detalhe que acaba dando uma valorizada no conjunto.

 

Passando aos demais ensaios, gostaria de pular o clicado por Paulo Vainer. Ok, as luz é linda, a modelo é uma aposta da publicação, mas o conjunto é meio besta. Não muito diferente do que já estamos cansados de ver mensalmente em todas as revistas do gênero.

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Depois de Paulo Vainer, temos Zee Nunes e Shirley Mallmann e, olha, se este ensaio tivesse ganhado a capa do mês que vem eu não iria reclamar. As fotos estão lindas, os tons cítricos misturados ao cenário clean, a composição extremamente elegante, os pequenos detalhes de cena… TUDO é lindo demais. E claro, ver Shirley em ação é sempre um privilégio.

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Revista de moda brasileira sem foto de Gui Paganini não é revista que se preze, né gente? O queridinho das fashionistas fez um ensaio simples, mas competente para a publicação. As manchas aplicadas em pós-produção deram uma bossa, mas depois da terceira página ficaram repetitivas e desnecessárias. Talvez se tivesse variado a forma, a coisa teria ficado mais interessante. E sim, Thairine é uma gracinha, gente. Vamos dar mais espaço para essa menina. E, de preferência, sem água na cara…

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Bom, numa pincelada rápida pelos editoriais da revista, podemos ver que a Bazaar segue um pouco daquilo que Maria Prata promete: é leve, não é uma bíblia para consultas, mas um manual de sugestões. Um amontoado de dicas e coisa legais que passaram por uma excelente curadoria.

 

O pouco do texto que consegui ler, até o momento, é muito bom. É leve, fácil de ser acompanhado e menos pedante e afetado que o da concorrente. Mas, olhando a revista como um todo, e prestando bastante atenção em nosso mercado, a Harper’s Bazaar não tem muito para onde ir. Ela vai sim parecer muito com a Elle e com a Vogue. Ruim? Se eles souberem aproveitar as semelhanças e fazer mais bem feito, tenho certeza que essa semelhança só será boa para a revista que está começando.

 

E, como já dissemos antes, vida longa à Bazaar Brasil. Já estamos loucos para ver a capa nova e, também, o que vocês vão fazer com esse projeto gráfico lindo que têm em mãos…



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