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sábado, 8 de novembro de 2014

E viva a pornografia!

Se tem uma coisa que todo mundo gosta é pornografia. A gente sempre tem um site favorito, aquela pastinha oculta no computador e, claro, já deu uma bisbilhotada naquela sessão reservada das – finadas – locadoras de filme.
E é exatamente para essa galera 'pornógrafa' que o ensaio de Clara Aguilar para a Revista SEXY foi feito. Terry Richardson e a musa de capa deixaram de lado todo e qualquer clichê que envolvem fotos para revistas masculinas brasileiras. Aqui não tem nada de nu artístico, de luz milimétrica e planejada, de produção requintada e de pudores. É nudez e ponto. 
Claro que pudor demais não combinaria com a personalidade da estrela, e produções exageradas não fazem parte do repertório de Terry. Dessa forma, o ensaio é uma entrega perfeita do prometido: une com maestria o estilo do fotógrafo e a relação da modelo com seu próprio corpo e com o universo erótico.
Gostei muito de ver um ensaio como este estampado em páginas nacionais. É a prova de que nem tudo está perdido e que a cafonice de espartilhos apertados e joias falsas pode acabar. E, com isso, dar espaço para ensaios mais leves, mais objetivos e muito mais safados. Afinal, o que a gente quer quando compra uma revista de mulher pelada é tesão. Sem rodeios e sem frescuras.
Só para constar: continuo achando que ensaios classudos e bem produzidos têm seu lugar reservado em meu coração, ainda mais quando feitos por gênios como Bob Wolfenson e Annie Leibovitz. Mas confesso, estou cada dia mais encantado por essa objetividade em ensaios de mulher pelada.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Bem acompanhadas

A Vogue Brasil divulgou sua capa de abril e ela está cheia de modelos e looks Dior. Eu confesso que adoro ver esses encontros, essas capas cheias de gente – ainda mais quando rola um pôster –, mas achei que essa Vogue ficou devendo em alguma coisa. O fundo branco, deu uma sensação de falta de produção. Sem contar que o cabelo da Aline Weber quase sumiu ali, né?
Gosto da iniciativa, mas acho o resultado pobrinho. E é inevitável ver essa capa e não lembrar da edição de 27 anos da revista. Vocês lembram?
10 super nomes e um quê de Annie Leibovitz nessa luz amarelada...

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Lena se rende...

Lena Dunhan, o grande nome de Girls, sempre fez questão de reforçar uma postura indie, meio cagando e andando para o glamour e poder da indústria de entretenimento americana. Prova disso é a cara de tédio em premiações, o ar desconfortável nas fotos de tapete vermelho e os infindáveis palavrões que vivem em sua boca.
Mas, apesar disso, a nova Rainha da Comédia Americana, – como eles gostam de ter uma nova rainha para tudo, né? – rendeu-se à Vogue e ganhou uma capa e ensaio assinados por ninguém menos que a super Annie Leibovitz. Já viu?
 Como é de costume, a Vogue optou por uma capa em close para sua personagem acima do peso. Sinceramente? Não entendo o porquê de dar capa para uma gordinha se vai escondê-la. A gente tem visto tantos comentários – e luta – sobre o espaço das mulheres reais e tal, que acho uma grande hipocrisia a Vogue esconder o corpo de sua modelo de capa. Escolheu a gata? Agora sustenta!
A mesma coisa a gente pode dizer das fotos do recheio. O truque na hora do clique, a roupa que esconde a silhueta, a faixa na cintura, a posição que esconde a forma real... tudo é feito para esconder o corpo que Lena tanto mostra em sua série de TV. 
Annie faz um trabalho lindo, mas vejo pouco da personalidade da fotografada nesta matéria. Uma pena...

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Red Hot Girl

Jessica Chastain, como boa estrela em ascensão, acaba de ganhar uma capa de Vogue US para chamar de sua. Para deixar o pacote completo, as fotos foram feitas por Annie Leibovitz, com direito a muito glamour e produção.
Particularmente, acho a capa pesada, cheia de elementos, chamadas ENORMES e uma imagem super quente, cheia de vermelhos, amarelos e laranjas. Mas, apesar disso, gosto bastante da referência de pinturas que foi trabalhada no ensaio e do tratamento de imagem, que parece ter uma camada enevoada/granulada sobre tudo. Chique que só!
Uma Vogue por Annie Leibovitz é um acontecimento, né?

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Olhos de gata

A minha, a sua, a nossa Rihanna conquistou mais uma capa da Vogue mãe. E oh, só tenho uma coisa a dizer: como é linda essa nega! Tá ahazando na capa e no ensaio fotografados por Annie Leibovitz.
linda de vermelho
Claro que ao falar de Annie a gente já espera todo um drama, né? E o ensaio, apesar da simplicidade cênica, tem bem esse tratamento. Rola uma ventania, um poeirão... Bem lindo! 
Parabéns, Rirri.. continue assim!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

The Lady in Red

Nosso 2011 nem acabou e 2012 já anda prometendo ser outro ano repleto de capas para a sempre absurda Lady Gaga. Para entrar com o pé direito, nada melhor que a bela capa de janeiro da Vanity Fair americana, em fotos de Annie Leibovitz.
386017_10150412981547572_8810407571_8573443_186610268_n Rumo ao quarto ano de muitas capas

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Gata molhada

Charlize Theron, fotografada por Annie Leibovitz, fecha com estilo o ano da Vogue US.

CharlizePara fechar bem o ano

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Gaga again

A TOP (@topmagazine) tá mandando ver em suas capas. Depois da fotógrafa foda e fodida Annie Leibovitz na bela capa do mês passado, chegou a vez de Lady Gaga emplacar mais uma boa capa brasileira. Nem sou fanzoca dessa jovem cantora de 24 anos (em cada perna, né?), mas a mulher é doida de pedra e tem rendido ótimas fotos com seu visual extravagante. Doida também é essa diagramação. Gostei muito.

Top Gaga

Doida demais

domingo, 9 de maio de 2010

Parabéns, mamães!

Difícil arranjar uma capa para ilustrar o dia das mães com a mesma poesia de Demi Moore, gravidíssima, na mundialmente copiada Vanity Fair americana que foi devidamente postada aqui, no ano passado, em homenagens às mães. Contudo, guardadas as devidas proporções, consegui uma tão sublime quanto: Vogue Brasil, Yasmin e a sempre deslumbrante Luiza Brunet.


Muito bem representadas por Luiza, quero desejar um feliz dia das mães a todas as mamães que acompanham o dasBancas. Vocês merecem!

Vogue Brunet

Que coisa louca
Que coisa linda
Que as mães são!


P.S.: Saudade de capas assim na Vogue Brasil.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Constrangimento do dia

Em ritmo de Copa

Fiquei constrangido com essa capa da Vanity Fair americana. Que cuequinhas constrangedoras são essas?! Se fosse na capa da G com 2 desconhecidos ninguém elogiaria...

Kaká não é bobo nem nada, né?



Foto: Reprodução Vanity Fair

sábado, 1 de maio de 2010

TopTOP

Achei sensacional a capa da TOP Magazine (@topmagazine) com a topfotógrafa e, vai entender, falida Annie Leibovitz. No recheio tem Céu, Isabella Fiorentino... Eu quero!

Por 1 segundo achei que fosse a Fernandona

domingo, 10 de janeiro de 2010

Tigrão

Nada como uma popularidade em queda vertiginosa para colocar personalidades outrora quase intocáveis nas capas das revistas. A Vanity Fair americana com sua tacada certeira colocou Tiger Woods em sua capa de fevereiro, com direito a retrato de Annie Leibovitz. A edição está na boca do povo ianque (não é mera coincidência, as inúmeras puladas de cerca do campeão também) e promete vender bem.

Insaciável

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Com a palavra: Jairo Goldflus!


Jornalista, 42 anos, 24 atrás das câmeras. Jairo Goldflus já fotografou para as principais revistas do Brasil, seu nome não é recorrente apenas nos créditos de títulos das editoras Abril e Globo, mas também de alguns títulos internacionais. Além dos editorias, ele também é o autor das imagens que compõe o anúncio de grandes marcas brasileiras, como Itaú, Bradesco, Vivo, Motorola, Procter, Unilever, Rosset, Samsung, Rosa Chá, Amsterdam Sauer, Nokia, Melissa, Azaléia, Brastemp, Vivara, entre outras.


Numa conversa por e-mail, Jairo falou um pouco de tudo sobre seu trabalho, bastidores de revistas e algumas impressões sobre o mercado editorial e fotográfico. Particularmente, estou extremamente feliz por esse contato com o Jairo e muito grato por toda atenção. Se lá no meu primeiro post eu disse que ele era meu fotógrafo brasileiro preferido, agora só posso ratificar a informação. Jairo é FODA e extremamente acessível. Sem estrelismo ou afetações.

Melhor que eu falar é vocês lerem o que ele tem a dizer. E, claro, para quem não conhece seu trabalho, o próprio Jairo selecionou algumas imagens para mostrar aqui.


Lembro que você fotografava a coluna da Quem em que celebridades eram transformadas em personagens. Era uma parceria sua com o Duda Molinos. Hoje, você assina uma coluna na revista Contigo!, transitar por essas revistas é uma mera coincidência ou você gosta do clima mais descompromissado destes títulos?

Sinceramente, não dou muita importância para quem estou fotografando, o mais importante é a foto em si. As revistas chamadas semanais, por mais incrível que possa parecer, te dão liberdade total na produção. Isso faz com que o trabalho fique mais autoral e menos referenciado. O grande problema do mercado editorial brasileiro é a falta de identidade própria, até as chamadas “modernas” têm um formato com referência fotográfica formatada e seguindo tendências acabam por sugerir cópias descaradas. Isso dificilmente dá orgulho de fazer, mas também faz quem quer.


Normalmente, seu nome é associado a revistas femininas. Você prefere trabalhar para mulheres? Ou é uma questão de oportunidades?

Sempre curti ter a beleza feminina como objeto a ser fotografado, mas acho que foi o acaso que me levou para as femininas, caí nas revistas meio sem querer. Gostava de fotografar mulher, seja nua ou vestida. A Regina Guerreio achou que eu cabia na proposta de moda daquela época e me adotou. Achava divertido o ambiente e não era ruim ficar perto daquele monte de mulher sendo o maestro da brincadeira. Gostei e fiquei, foi natural sem grandes planos.


Você mesmo se define como um fotógrafo de beleza. Apesar disso, o que mais vemos de sua produção são os retratos, seja para revistas, materiais de divulgação de artistas. Trabalhar apenas com a luz e um personagem é mais difícil que fazer grandes produções, com megacenários e locações incríveis?

Acho uma evolução natural ir para os retratos, pelo menos para mim. Comecei trabalhando com beleza e moda, as coisas ficam muito pequenas e repetitivas se você trabalha com muitas referências, além de datar muito uma imagem. Hoje o que mais me dá prazer é ver uma foto que eu fiz há dez anos que continua sendo uma imagem bacana. Trabalhar com direção e “acting” transformam a imagem mais essencial, mais profunda. As megaproduções te dão um certo apoio para desviar deste tipo de trabalho. Hoje prefiro a coisa mais eterna da fotografia... o olhar... a imagem em si. O conceito de tempo na fotografia deixou de me interessar seja ele em elementos de cena ou figurinos.


No processo de "construção" de um ensaio para revistas como a Estilo, até que ponto você participa? Conceito, direção de arte, estilo, maquiagem...

Em tudo. Na real te chamam pois acham que aquele ensaio, aquela pessoa tem a ver com a sua linguagem e com isso o trabalho fica meio que sugerido pelo fotógrafo, tanto pra com os profissionais que irão participar, como que será a imagem de um modo geral.


Todo fotógrafo tem seus preferidos, conta pra gente: quem você ADORA fotografar?

Minha filha... Disparado!!!


Você tem uma equipe fixa na produção de seus trabalhos? O que é necessário para entrar nessa sua equipe – dá a dica para quem lê o dasBancas e está louco por uma vaga como assistente de um megaprofissional...

Gosto de trabalhar sempre com as mesmas pessoas por uma questão de afinidade e entendimento. Depois que você encontra pessoas com quem se entende, se acomoda em não perder tempo, ser mais objetivo e a pessoa com um olhar já entende o que você quer, conhece a sua luz, seu timing fica tudo mais equalizado. Na minha história profissional, eu não fui assistente e, para ser muito sincero, não vejo esta necessidade como um fator imperativo. Cria-se mitos que para ser um bom fotógrafo precisa ser assistente, não vou entrar nesta questão, mas eu não concordo, muito pelo contrário. Estar virgem dos vícios do mercado pode ser um fator de extremo valor depois de um tempo.


A primeira foto publicada em revista, você lembra qual foi?
Acho que foi na revista do meu clube, faz tempo... Eu tinha uns 16 anos.


Sua foto preferida, ao menos dessa semana...
Um ensaio que fiz com o ator Marcos Caruso há duas semanas.


Suas revistas favoritas – Brasil ou mundo, vale tudo!

Leio e vejo de tudo sem nenhum preconceito, mas particularmente estou fascinado por imagens de revistas da década de 60.


Um trabalho que você se orgulha de ter feito.

Algum que depois de anos possa ser lembrado. Existe o fator emocional na fotografia, ter sido pai mudou muito meu jeito de ver as coisas e isto reflete no meu trabalho naturalmente. Me orgulho muito de um ensaio que fiz da Gabriela (minha esposa) grávida.


Um trabalho que prefere não lembrar.

São alguns... mas já esqueci. Fotografar gente tem aspectos singulares. Às vezes uma foto simples se torna difícil porque o fotografado não é fácil. Existem imagens maravilhosas que não foi bacana a execução. É natural você se influenciar pela lembrança da execução no momento em que revê aquela imagem. As pessoas não sentem isso, óbvio, mas para mim esta lá. Uma foto me faz lembrar de toda a situação fotográfica. Por isso, às vezes, fica difícil editar um trabalho como um livro, a confusão esta aí: A foto é boa para mim ou para quem vê?


Cinema, revistas, campanhas internacionais, tudo é referência para um bom fotógrafo. No dia a dia o que você mais aplica na construção de seus ensaios?

Sempre em cinema, procuro imaginar cenas e não a imagem estática... o resultado na maioria das vezes te surpreende, pois fica mais solto. Hoje tento pensar na história, mesmo que o aproveitado seja somente um frame.


Todo fotógrafo tem um estilo que lhe agrada mais. O Bob Wolfenson tem a pegada voyer, exagerada, o Miro sempre trabalhou com cenários complexos e eloquentes. No que vejo de seu trabalho, o mais marcante é o vazio e a luz. Sempre trabalhando com luz artificial, suas imagens parecem fazer parte de um universo fantástico, onde o personagem é envolto por uma aura e o vazio também diz muito. Essa observação procede?! Ou como você classifica seu estilo?

Procede muito. O vazio pra mim é essencial, é a câmera e o sujeito. Nunca pensei em classificar meu estilo mesmo porque acho prepotente falar em estilo com 42 anos e tendo muito a fazer e a aprender, mas concordo com sua observação.


Ainda falando de estilos, você tenta "seguir" o estilo de outros fotógrafos em momentos de descontração? Por exemplo, fazer uma foto meio Terry Richardson, ou Annie Leibovitz, ou qualquer outro que você queria citar e mostrar...

Acho que inconscientemente você tem imagens emblemáticas de fotógrafos que você admira que aparecem no seu trabalho. Mesmo sem querer elas tão lá. Às vezes sinto O Irving Penn, o Avedon sussurrando no meu ouvido...


Se pudesse escolher alguém para fotografar, quem seria? E como seria esse ensaio?

Olha, seria o Marlon Brando, óbvio que de todas as formas não conseguiria, mas montaria a luz no estúdio, pegaria o propulsor, sentaria ele em um banco simples e ficaria ouvindo suas histórias e fotografando em momentos relaxados. Talvez as fotos não fossem as mais incríveis, mas eu daria muita risada e com certeza em função da forma como foi feito seria o melhor, independente do resultado...


Principais nomes da fotografia brasileira e mundial, na sua opinião.

Dentro do meu universo da fotografia citaria: Man Ray, Steinglitz, William Klein, David Bailey, Helmut Newton, Avedon, Irving Penn, Annie Leibovitz, Nick Knight, Craig McDean, Luis Sanchis e Javier Vallhonrat... mas na real são tantos...


Alguma foto ou ensaio que gostaria de ter feito?

Naturalmente tenho “inveja branca” de algumas imagens, principalmente as da Annie Leibovitz, mas consigo administrar bem isso. Sem ficar deprimido... Rs


Muitos fotógrafos que trabalham com retratos costumam dizer que procuram a essência do personagem na hora da foto, o brilho no olhar... e você, o que procura em uma foto?

Eternidade e força, seja do olhar ou da atitude.


Fotografar ensaios sensuais é mais complicado que fotografar moda?

Não acho. Depende de quando, com quem e onde.


Você já fez passagens pela VIP e Playboy, mas anda bem sumido do universo masculino. Pretende voltar ou é mais feliz fazendo fotos para mulheres?

Uma vez li uma frase do fotografo alemão Juergen Teller: “Não sou fotógrafo de moda, a moda passa por um momento que é interessante me usar como linguagem”. Penso assim... Não tenho especificação como fotógrafo, o dia que for interessante para eles e para mim, vai rolar. Adoro fazer nus e ensaios sensuais, mas no momento estou fazendo uma coisa mais autoral, para mim. Sem a finalidade de publicar em veículos. Somente no meu livro que deve sair em 2010, espero.


Para finalizar, vamos falar do final de seu trabalho:

A qualidade do produto final (revista) é uma grande preocupação para você? Deixa eu ser mais claro na pergunta: as revistas brasileiras, em sua maioria, têm péssima qualidade de impressão, papel ruim, além de contarem com um acabamento gráfico próximo do tosco, com páginas manchadas, rasgadas, baixa lineatura na impressão, papel de gramatura baixíssima, além de alta porosidade, dentre outros problemas. Como isso te afeta? Já que seu trabalho é diretamente prejudicado por isso...

Parei de ver o produto final. Depois que entrego a foto para a redação... a perco de vista. Rs... Cansei de acreditar que a coisa iria mudar. O resultado impresso sempre é muito pior do que eu esperava. Não sofro mais por isso.

Mais uma vez, obrigadíssimo ao Jairo pela disposição e a vocês que nos leem e nos ajudam a conseguir chegar perto dessas pessoas que admiramos e não tínhamos nem ideia que poderíamos trocar algumas palavras.



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