sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Todo mundo vai envelhecer...
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
A Festa
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Trip Girl aos 59
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
A primeira
Em 1961 nascia a primeira revista feminina do Brasil, a Claudia, nome da filha que Victor e Sylvana, fundadores da Editora Abril, esperavam ter. Falando sobre diversos temas voltados às donas-de-casa, passou por diversas transformações durante estes 49 anos completados em outubro, como a reinvenção da mulher, que deixou de ser mãe e esposa, para ser mãe, esposa e profissional.
Desde a primeiro edição, Claudia influenciou mulheres e foi inspiração para todas as revistas femininas criadas posteriormente, sendo a revista feminina mais bem sucedida do país e América Latina. E não só na vida das mulheres, né? Por exemplo, li minha poesia favorita – Expectativa, de Flora Figueiredo -, nas páginas da Claudia, quando minha mãe era assinante. Um dos textos favoritos do Thiago daqui do blog, um da Fernanda Young, foi retirado da revista também.
Voltando ao aniversário, a edição 2010 traz Angélica, a mulher que mais estampou capas na história da revista: cinco.
Comemorando a data, o site da revista fez um especial muito bom mostrando como a Claudia acompanhou – e até mesmo foi responsável – pelas mudanças na vida da mulher. Lendo as chamadas de capa, dá pra perceber como os interesses foram sendo moldados até aqui.
E os aniversário comemorados com especiais sobre países? Achei as capas lindas!
Lá no site, vendo as páginas de moda da revista, dá pra perceber bem como a moda rodou e chegou até 2010 cheia de influências, com a Claudia como um dos principais nomes a ser seguido.
Ah, Claudia foi a primeira revista feminina brasileira a fazer uma capa sem Photoshop. Luiza Brunet foi fotografada para registrar a beleza natural da mulher em qualquer idade, na edição de agosto deste ano. A idéia surgiu ainda na sessão de fotos, quando os editores viram as fotos feitas por Nana Moraes e perceberam que as fotos “originais” se encaixariam a proposta da edição.
Com tantos anos, a revista foi se multiplicando, dando origem à outra publicação, a Casa Claudia, voltada à decoração, e Claudia Bebê e Claudia Truques & Técnicas. A revista também criou o Prêmio Claudia, que premia, desde 1996, homenageia mulheres que fizeram a diferença em diferentes segmentos e também por suas histórias de vida.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Livro da Semana IV
Esse Livro da Semana é para quem tem tentado, sem sucesso, ver Luiza Brunet por debaixo das inúmeras camadas de photoshop dos seus últimos ensaios.
sábado, 12 de junho de 2010
Enfim, a capa!
A capa não decepcionou, apesar do cabelo meio Alê de Souza. E é inegável o quanto é elegante o conjunto cinza, vermelho e preto.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Linda, linda, linda.
Se bobear, sei precisar o exato momento em quem me encantei por Luiza Brunet. Ela havia feito uma participação vergonhosa numa novela da Globo e neste momento estava lá, lindíssima, dando uma entrevista para Marília Gabriela, no seu ‘recém renascido’, De Frente com Gabi.
Luiza falava sobre tudo. Sobre a sofrível novela, sobre negócios e revistas. Falou de suas antigas Playboys e no quanto foi desejada neste país.
Mas pensando bem, acho que Luiza não tinha metade da magnitude que ostenta hoje. Os anos passaram e ela ganhou uma sofisticação pouco comum às gostosas remanescentes da década de 80. Luiza é única dentre as representantes de sua geração.
Lindamente brasileira, Luiza encanta pelos detalhes, pelas contradições. Por achar a filha magricela mais bonita. Por se dar ao luxo de manter-se sozinha após o término do longo casamento. Por permitir-se acreditar no poder devastador de seu sorriso.
Estrela maior em vários comerciais, Luiza é também rainha absoluta nas páginas de revistas masculinas de 2010. Somando-se à sua MAXIM, temos agora a Homem Vogue. Ironia do destino, ou não, ambas as revistas também foram feitas por sua filha, mas Luiza dá de mil na herdeira.
É por essas e outras que torço por um futuro prolífero para a dupla Luiza e Bob Wolfenson. Afinal, se com um fundo cinza eles produziram tão lindas imagens, imagina com uma produção de verdade…
domingo, 9 de maio de 2010
Parabéns, mamães!
Difícil arranjar uma capa para ilustrar o dia das mães com a mesma poesia de Demi Moore, gravidíssima, na mundialmente copiada Vanity Fair americana que foi devidamente postada aqui, no ano passado, em homenagens às mães. Contudo, guardadas as devidas proporções, consegui uma tão sublime quanto: Vogue Brasil, Yasmin e a sempre deslumbrante Luiza Brunet.
Muito bem representadas por Luiza, quero desejar um feliz dia das mães a todas as mamães que acompanham o dasBancas. Vocês merecem!
Que coisa linda
Que as mães são!
P.S.: Saudade de capas assim na Vogue Brasil.
domingo, 28 de março de 2010
Linda Brunet

É aquela coisa né, Luiza é uma grande (ia falar p*ta, mas não ia pegar bem) modelo, fez mais de 300 capas de revista, deve ter posado para mais de 1000 editoriais, ela é pura experiência e fez desse ensaio um dos melhores já publicados pela Maxim Brasil.



Luiza não precisa de fotógrafo, ela que comanda tudo, ela sabe seu melhor ângulo, ela sabe fazer todo tipo de olhar, ela coloca as pernas sempre no lugar certo, observe suas mãos, sempre acompanham o corpo, como um elemento de cena. Luiza é quem manda.



Confesso que to gostando muito da Maxim, ela ta crescendo, e conseguindo grandes estrelas para capa. Tudo bem que 50% dos textos são baboseiras, mas eu gosto deste jeito engraçado de colocar as coisas, é uma boa leitura. A única coisa que ainda não me desce é a bendita sessão de Moda, de todas as que eu vi, nenhuma me convenceu.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Reclamar adianta
P.S.: O tempo foi generoso com Luiza Brunet, mas não deixou de lhe trazer marcas e, ultimamente, a rapaziada do Photoshop tem exagerado demais no tratamento de suas fotos. Conheço o meu gado e aposto uma cerveja como a Maxim também vai pesar a mão e nos trará uma Luiza Brunet toda embaçada.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Plumas e clichês
Renata Santos, a “super-rainha” de bateria da superescola Mangueira, tem um belo conjunto e leva nota 10 nos quesitos bateria, durinha e sem exageros, e comissão de frente, perfeita e sem silico, mas perde pontos em originalidade. A mulher, baratinha que só, já posou nua sem ser para capa, já posou nua para capa com outras 10 mulheres, já posou nua... Enfim, a mulher já posou nua pra cacete e não é assim nenhuma Luma de Oliveira para ganhar novamente a cobiçada capa regular da revista. Como no ano passado, com Jéssica Maia, a Playboy deveria ter apostado num novo rosto ou então num rosto realmente marcante.
Torço para que em fevereiro de 2011 a Playboy ouça o meu conselho de convidar um carnavalesco criativo (sugeri Paulo Barros) para uma codireção de arte e assim, quem sabe?, conseguir levar pras bancas um legítimo ensaio de Carnaval. Com muito clichê, claro, e alguma criatividade.










