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sexta-feira, 18 de março de 2011

Modas de março

E aí, quem se deu melhor nas páginas de moda das masculinas de março? Valendo!

5º lugar: PLAYBOY
Hora do Batente
Por Kika Cabrera
Fotos: Gustavo Arraias
Editora de estilo: Olivia Hanssen

Em março, a Playboy atacou de still e levou, pelo segundo mês consecutivo, a lanterninha do melhor da moda do mês. Já vi stills bem criativos, mas não é o caso desse. Essas páginas tão... tão... paradas cairiam bem como acompanhamento mas como prato principal não dão sustância.


Início de ano é assim: Playboy economiza até na moda


4º lugar: TRIP
Vice-versa
Por Li Camargo
Fotos: Rui Mendes
Modelos: Carol Foster, Izadora Boaventura e Julieta Cacchione

Para a edição Segredos & Mentiras, a Trip resolveu vestir três meninas de menino. Nem estou dando uma de spoiler, pois, com exceção da ruiva Julieta Cacchione (bem bonita, por sinal), logo de cara as modelos, toscamente caracterizadas, não convencem na pele de homem. Não acho cool, polêmico, divertido, curioso mulher vestida de homem. E vice-versa! Por mais que as roupas sejam bacanas – e as da Trip sempre são – não consegui visualizar o caimento num corpo masculino.


Te dou uma verdade, Trip: travestismo não me pega


3º lugar: SEXY
Vida sobre rodas
Por Andréia Sant’Anna
Modelo: Renato Custodio

A SEXY se inspirou nos skatistas e trouxe uma moda mais palpável, porém menos palatável. Cabe no bolso, mas nem tanto no meu gosto. As montagens feitas (a última não ficou 100%) salvaram as páginas da normalidade total. Caberiam dois looks por página tranquilamente. O inexpressivo modelo poderia ser algum campeão no esporte, alguém com mais relevância. Fisicamente, inclusive. A revista deveria ter evitado repetir o tênis calçado pelo modelo no still e buscado marcas mais nacionais e menos locais. Por hoje é só, pessoal.


Jura que alguém com mais de 15 anos ainda usa boné?


2º lugar: ALFA
Pé na estrada
Por: Denise Dahdah
Fotos: Adriano Fagundes
Modelo: Ricardo Pereira

Um solitário Ricardo Pereira encarou a estrada e mostrou na Alfa como combinar alfaiataria e peças despojadas. As fotos ficaram muito bonitas – destaque para o Porsche Spyder amarelo, a vendinha de beira de estrada. Os looks ficaram bonitos, mas na maioria da vezes um tanto mauricio. A eterna cara de bom moço do gajo português contribuiu para deixar tudo ainda mais certinho.


Não tocou born to be wild, aposto


1º lugar: VIP
Com que roupa eu vou
Por Marília Campos Mello
Fotos: Manuel Nogueira
Modelo: Isaac Farisato

Sem montação e economia burra, o segredo da VIP foi apostar na simplicidade: propôs dois looks para quatro situações corriqueiras (nite, trampo, findi, jantar) e mandou muito bem em cada proposta apresentada. Tudo com muito bom gosto e um toque de rebeldia. O modelo certo, Isaac Farisato, ajudou. O trabalho tipográfico feito pela equipe de design da revista foi fundamental para deixar as páginas muito mais bonitas e levar o melhor de março.

P.S.: Ainda rolou na VIP novas marcas masculinas, chapéus e pólos. Vale a pena conferir na banca ou aqui.


Do trabalho à balada, vai com a VIP que não tem erro


Fotos: Reprodução VIP, Alfa, SEXY, Trip e Playboy.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Modas de macho

Fiz um ranking com o melhor da moda de fevereiro das 4 melhores (sorry, periferia) masculinas do país. Confiram!

4º lugar: PLAYBOY

A moda masculina da Playboy anda bem consistente, mas seu editorial para dias chuvosos não fez chover em sua horta nesse fevereiro. Simplesmente não me pegou. Talvez por não ter chovido quase nada no verão do Rio de Janeiro, com exceção, claro, do triste episódio ocorrido na Região Serrana. Ou por não ter me dado vontade de comprar nenhuma das peças apresentadas. Optar pelo pior do verão, ainda mais numa edição de Carnaval, não me pareceu uma boa ideia.

Quem tá na chuva leva o 4º lugar

Editora de Estilo: Olivia Hanssen
Fotos: João Ávila (still) e Tarciso de Lima
Produção de moda: Kika Cabrera

3º lugar: VIP

De todas as masculinas, a moda jovem da VIP é a que mais bate papo com meu guarda-roupa. Contudo, o editorial com roupas de malhação é nada criativo: estúdio vazio, saltinhos, bolas de diferentes tipos... Zzzzzzz. E também não é a 1ª vez (nem a 2ª) que a revista utiliza uma modelo negra exótica, Malana, única participante do Brazil’s Next Top Model com algum sucesso, fazendo contraponto com um modelo bonitão (André Ziehe, o bonitão da vez). Não me soa natural. Eles estão representando um casal de namorados? Melhores amigos? Malana é boa, mas numa revista masculina caretinha – daquelas que precisam explicar o que é um personal stylist –, aposto que os leitores da VIP ficariam muito mais satisfeitos com uma Emanuela de Paula.

Exótica + Bonitão ou Bonitona + Exótico ou Bonitona + Bonitão?

Por: Marília Campos Mello
Fotos: Christian Gaul

2º lugar: TRIP

A Trip pra variar descomplica e aposta na simplicidade. Apesar de andar sempre numa arriscada corda bamba, a moda casual-chic da Trip nunca cai para o lado do caricato. Num editorial 2 em 1, mostra como ninguém o estilo que personifica seus leitores e aproveita o pouco espaço para abordar um tema que virou febre no verão carioca: o slackline, praticado nas páginas da revista pelo esportista Hugo Langel. As belas imagens captadas por Fernando Young somadas a essa diagramação bem Trip encheram meus olhos.

P.S.: Babem na vista da última dupla.

Trip way of life

Fotos: Fernando Young
Edição de Moda: Li Camargo

1º lugar: ALFA

A Alfa ganhou pela quantidade e qualidade. A única que apresentou 2 editoriais no mês, além de inúmeras páginas diversificadas de estilo, a mais nova masculina da Abril tem mostrado fôlego e disposição de sobra para competir de = para = com as veteranas do mercado. Pelos detalhes, percebo nela a vontade de fazer um revistão. Seja na escolha do "modelo", locação, elementos de cena, temática. Só precisa tomar cuidado para não fazer uma moda madura demais (e chata demais) devido a faixa etária (35 pra cima) dos seus leitores. O editorial com os cachorros de raça ficou uma graça e o da piscina retrô comprova o que disse no parágrafo da VIP: sensualidade é bom, a Ju Martins tem de sobra, e a gente gosta.



E esse bulldog francês aqui do canto, hein?

Última chamada para o verão

Fotos: Fábio Sarraff
Por: Denise Dahdah

Fotos: Reprodução Playboy, VIP, Trip e Alfa.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Uma mulher ALFA

“Alfa é nova revista do homem. Estilo, saúde, comportamento, tecnologia, carreira, mulheres, negócios e os mais diversos assuntos abordados com inteligência e elegância.”

Hoje é o dia do lançamento da nova revista masculina da Abril que chega às bancas com capa tripla (Galvão Bueno, Marcelo Tas e Daniel de Oliveira) e em 190 páginas. Para falar um pouco sobre esta publicação e também sobre o seu trabalho em outras revistas, convidamos a editora de moda Denise Dahdah para uma entrevista no dasBancas.

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Denise é jornalista pela PUC-MG e possui mestrado em jornalismo internacional pela City University de Londres. “Lá aprendi que as oportunidades acontecem se você está focado e não tem medo de trabalhar, nunca senti preconceito nenhum, trabalhei na minha área e fui mega feliz”. Denise também morou por dois anos em Buenos Aires e hoje está em São Paulo trabalhando nesse novo projeto da Abril após alguns anos cuidando da moda da revista QUEM. Denise Dahdah também escreve para o blog Tá Usando e é alucinada por Brandon Flowers, vocalista da banda The Killers.

Como você começou a trabalhar em revistas?

Fiz estágio numa revista em BH chamada BHZine, que não existe mais, era um guia cultural da cidade - isso quando estava na faculdade. Aí quando vim pra São Paulo freelei pra um monte de revista - Nova, Capricho, ELLE - e fui contratada pela AnaMaria por onde fiquei um ano fazendo moda e beleza. Daí recebi o convite de ir pra Quem.

Como foi sua passagem pela Quem? Algum momento muito marcante?

Foi na Quem que descobri que queria mesmo trabalhar com moda, foi uma oportunidade única, eu tinha a missão de implantar e firmar a moda como um dos pilares da revista, tive liberdade total e muito apoio e lições da Paula Mageste que era diretora da revista e da Cynthia Almeida que era a Diretora Editorial da Globo. Eu AMAVA trabalhar lá, um time de gente incrível, clima ótimo. O mais marcante foi realizar editoriais antes impensados pra uma revista semanal, as vezes até pra uma mensal, dava pra pirar bastante, fazer imagens lindas, trabalhar com novos talentos. Um luxo.

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Qual o papel de uma editora de moda? Essa missão muda de acordo com o veículo?

Claro que a missão muda. Não adianta nada você fazer moda conceitual em revista para uma mulher mais conservadora. Ou fazer sexy em revista adolescente. Saber quem é o seu público é uma das coisas mais importantes. Aprender a dialogar com ele é fundamental. Uma editora também precisa saber escolher os profissionais mais adequados para o trabalho, não ver só a moda, mas pensar no editorial como um todo, isso é assim aqui no Brasil, não sei como é lá fora, que eles têm vários profissionais em cargos de moda...

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Qual a proposta da ALFA?

É ser uma revista masculina bacana, elegante, inteligente.

Qual a diferença da linha editorial entre ALFA, PLAYBOY e VIP, as masculinas da Abril?

A ALFA é para um homem um pouco mais velho, de 35 em diante, mais interessado em moda, que quer bom conteúdo numa revista masculina, e que vê a mulher de outra forma, aprecia a sensualidade, mas também valoriza o conteúdo.

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O que te fez mudar de emprego?

Eu já tinha trabalhado na Abril, o que me pegou foi a oportunidade de fazer algo completamente diferente, o desafio. Claro, a grana também conta. E ter muito mais responsabilidades, porque na ALFA eu sou responsável pela moda e cuidados pessoais masculinos, pelos ensaios femininos e pelas capas!

A revista tem inspiração internacional?

Claro, a gente vive num mundo globalizado, mas não é copia. Temos identidade.

Qual a sua proposta de moda para esse homem maduro leitor da revista?

É mostrar que o homem pode ser elegante sem ser ultra careta, é abrir a cabeça do homem brasileiro que ainda é bem fechada para moda, mas sem agredir.

O que fazer para fugir das dicas de costume?

Difícil... Porque muitos homens ainda precisam conhecer e se acostumar com o básico. Acho que a forma de editar uma matéria é que pode fazer uma revista sair da mesmice.

Pensando em figuras conhecidas, quem seria esse homem ALFA?

Ele pode ser qualquer homem que tenha conteúdo, que seja interessante. Uns caras conhecidos, eu acho que o George Clooney, o Airton Senna (se fosse vivo), o Rodrigo Santoro, o Eike Batista, o Chico Buarque.

Quem você gostaria de produzir para a capa?

Nossa! O Renato Aragão, sou fã de carteirinha.

E qual mulher gostaria que tivesse sua assinatura para um ensaio na revista?

Madonna, Drew Barrymore, Malu Mader, Tais Araújo, Angélica, Ivete Sangalo...

Produzir a Carolina Ferraz foi difícil? Sempre pensaram nela?

Ela adorou a proposta, foi super tranquilo a negociação. Ela é uma mulher incrível, é musa, não consigo pensar em ninguém melhor para um primeiro número.

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Por Deus, por que o Galvão Bueno para a primeira capa?

HAHAHA. A primeira capa tem uma surpresinha, aguarde.

Você que o vestiu?

Foi minha concepção o styling foi do Sylvain Justum.

E uma última perguntinha: faz uma capa com o Brandon Flowers?

VIVO PRA FAZER ESSA CAPA ;)

 denise3denise6denise4Boa sorte, Denise! E vida longa a ALFA. Hoje, nasBancas.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Os Bündchen acontecendo

É do Bra-sil-sil-sil!

A revista Quem levará nesta semana às bancas as primeiras fotos de Benjamin Bündchen, filhinho de Gisele e Tom Brady. Geralmente não há muito o que se falar sobre uma capa com foto de paparazzi, mas a essa ficou tão legal que, se não fosse a reputação discreta do casal BB, até pensaria se tratar de algum combinado dos fortes. Fato é que a exclusividade foi assunto recorrente nesta terça-feira Twitter a fora e repercutiu também em diversos veículos internacionais, como nos links a seguir, divulgados pela editora de moda da Quem, Denise Dahdah:


Parabéns a equipe da revista. Não me lembro de algo parecido em revistas brasileiras anteriormente. Ah! Parabéns também a Tom e Gisele por essa gracinha de rebento.



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