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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O que é ser homem ALFA hoje?

IMG_6315A melhor capa, do trio

Comentar a primeira edição de uma revista não uma tarefa fácil. Um livro (ou CD) nasce com uma identidade própria, um estilo definido. Já um periódico não, é moldado a partir das vontades de sua equipe, do feedback dos leitores e das tendências do mercado.

IMG_6325IMG_6324IMG_6327O candidato a presidente da revista

Apesar disso, a revista nasceu simples, bonita, elegante, sofisticada e com muito conteúdo, assim como o homem que ela pretende alcançar. As três matérias das três capa receberam cuidados especiais tanto em suas fotos quanto em seus textos. Sempre buscando passar uma imagem não conhecida dos personagens escolhidos. Até parece uma revista muito séria, mas na verdade é bem humorada, como eram algumas masculinas de antes e como todas deveriam ser até hoje.

IMG_6342IMG_6343O chato famoso, mais rico do que você imagina

Eu tenho verdadeira paixão por revistas visuais, adoro ver ensaios intermináveis, com trabalho forte de design e arte. A Alfa não é isso e nem deveria ser. O que o leitor brasileiro precisava mesmo é de uma revista de conteúdo seguro, escrita de forma inteligente e com assuntos amplos. Apesar disso, a primeira capa tinha a obrigação de ser bonita e marcante, ou ao menos com as três opções da capa tripla disponíveis.

Ailin Aleixo superou espectativas e a matéria da Carolina Ferraz é impagável. Aliás, excelente escolha da revista para sua primeira edição. A atriz é linda, divertida e inteligente. A produção de moda é ousada e impactante, algo incomum para as revistas masculinas, e que é ótimo para ampliar os olhares desse público. Em qualquer lugar que sair alguma foto desse ensaio o leitor atento saberá que se trata do ensaio da Alfa.

IMG_6338IMG_6334A muito linda, incontestavelmente chic e rica, claro

A moda da revista é de verdade, sem ser boring. A Trip também faz isso muito bem, mas o seu leitor projetado é jovem e surfista, o que facilita um pouco a representação desse personagem. Aqui o assunto é levado a sério e com muitos pontos de abordagem, que conseguem agradar a todos. Com textos, dicas, editoriais, coluna de dúvidas, personagens históricos e tudo que se encaixa quando pensamos em “Estilo”.

IMG_6355IMG_6361IMG_6357O ator com o básico da moda

IMG_6352IMG_6349 IMG_6350A moda com o homem comum

Impossível não compará-la a outras publicações, mas agora o melhor é deixar de lado GQ’s e Esquire’s, que assumidamente inspiraram a Alfa e também não usar só o rótulo de “VIP adulta”. Ela é tudo isso e talvez também seja um pouco como uma Rolling Stone de assuntos masculino, sem tanta leitura de fôlego. Os assuntos são amplos e bem abordados, com muitas referências pop interessantes, como na matéria “O que é ser homem hoje”, a melhor parte dessa primeira edição.

E semana que vem sai a segunda edição da revista, com Steve Jobs na capa, Carla Bruni nua, Wagner Moura e seu Tropa de Elite 2 e um guia completo de moda para o verão.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Uma mulher ALFA

“Alfa é nova revista do homem. Estilo, saúde, comportamento, tecnologia, carreira, mulheres, negócios e os mais diversos assuntos abordados com inteligência e elegância.”

Hoje é o dia do lançamento da nova revista masculina da Abril que chega às bancas com capa tripla (Galvão Bueno, Marcelo Tas e Daniel de Oliveira) e em 190 páginas. Para falar um pouco sobre esta publicação e também sobre o seu trabalho em outras revistas, convidamos a editora de moda Denise Dahdah para uma entrevista no dasBancas.

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Denise é jornalista pela PUC-MG e possui mestrado em jornalismo internacional pela City University de Londres. “Lá aprendi que as oportunidades acontecem se você está focado e não tem medo de trabalhar, nunca senti preconceito nenhum, trabalhei na minha área e fui mega feliz”. Denise também morou por dois anos em Buenos Aires e hoje está em São Paulo trabalhando nesse novo projeto da Abril após alguns anos cuidando da moda da revista QUEM. Denise Dahdah também escreve para o blog Tá Usando e é alucinada por Brandon Flowers, vocalista da banda The Killers.

Como você começou a trabalhar em revistas?

Fiz estágio numa revista em BH chamada BHZine, que não existe mais, era um guia cultural da cidade - isso quando estava na faculdade. Aí quando vim pra São Paulo freelei pra um monte de revista - Nova, Capricho, ELLE - e fui contratada pela AnaMaria por onde fiquei um ano fazendo moda e beleza. Daí recebi o convite de ir pra Quem.

Como foi sua passagem pela Quem? Algum momento muito marcante?

Foi na Quem que descobri que queria mesmo trabalhar com moda, foi uma oportunidade única, eu tinha a missão de implantar e firmar a moda como um dos pilares da revista, tive liberdade total e muito apoio e lições da Paula Mageste que era diretora da revista e da Cynthia Almeida que era a Diretora Editorial da Globo. Eu AMAVA trabalhar lá, um time de gente incrível, clima ótimo. O mais marcante foi realizar editoriais antes impensados pra uma revista semanal, as vezes até pra uma mensal, dava pra pirar bastante, fazer imagens lindas, trabalhar com novos talentos. Um luxo.

426Imagens da QUEM no período Dahdah

Qual o papel de uma editora de moda? Essa missão muda de acordo com o veículo?

Claro que a missão muda. Não adianta nada você fazer moda conceitual em revista para uma mulher mais conservadora. Ou fazer sexy em revista adolescente. Saber quem é o seu público é uma das coisas mais importantes. Aprender a dialogar com ele é fundamental. Uma editora também precisa saber escolher os profissionais mais adequados para o trabalho, não ver só a moda, mas pensar no editorial como um todo, isso é assim aqui no Brasil, não sei como é lá fora, que eles têm vários profissionais em cargos de moda...

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Qual a proposta da ALFA?

É ser uma revista masculina bacana, elegante, inteligente.

Qual a diferença da linha editorial entre ALFA, PLAYBOY e VIP, as masculinas da Abril?

A ALFA é para um homem um pouco mais velho, de 35 em diante, mais interessado em moda, que quer bom conteúdo numa revista masculina, e que vê a mulher de outra forma, aprecia a sensualidade, mas também valoriza o conteúdo.

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O que te fez mudar de emprego?

Eu já tinha trabalhado na Abril, o que me pegou foi a oportunidade de fazer algo completamente diferente, o desafio. Claro, a grana também conta. E ter muito mais responsabilidades, porque na ALFA eu sou responsável pela moda e cuidados pessoais masculinos, pelos ensaios femininos e pelas capas!

A revista tem inspiração internacional?

Claro, a gente vive num mundo globalizado, mas não é copia. Temos identidade.

Qual a sua proposta de moda para esse homem maduro leitor da revista?

É mostrar que o homem pode ser elegante sem ser ultra careta, é abrir a cabeça do homem brasileiro que ainda é bem fechada para moda, mas sem agredir.

O que fazer para fugir das dicas de costume?

Difícil... Porque muitos homens ainda precisam conhecer e se acostumar com o básico. Acho que a forma de editar uma matéria é que pode fazer uma revista sair da mesmice.

Pensando em figuras conhecidas, quem seria esse homem ALFA?

Ele pode ser qualquer homem que tenha conteúdo, que seja interessante. Uns caras conhecidos, eu acho que o George Clooney, o Airton Senna (se fosse vivo), o Rodrigo Santoro, o Eike Batista, o Chico Buarque.

Quem você gostaria de produzir para a capa?

Nossa! O Renato Aragão, sou fã de carteirinha.

E qual mulher gostaria que tivesse sua assinatura para um ensaio na revista?

Madonna, Drew Barrymore, Malu Mader, Tais Araújo, Angélica, Ivete Sangalo...

Produzir a Carolina Ferraz foi difícil? Sempre pensaram nela?

Ela adorou a proposta, foi super tranquilo a negociação. Ela é uma mulher incrível, é musa, não consigo pensar em ninguém melhor para um primeiro número.

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Por Deus, por que o Galvão Bueno para a primeira capa?

HAHAHA. A primeira capa tem uma surpresinha, aguarde.

Você que o vestiu?

Foi minha concepção o styling foi do Sylvain Justum.

E uma última perguntinha: faz uma capa com o Brandon Flowers?

VIVO PRA FAZER ESSA CAPA ;)

 denise3denise6denise4Boa sorte, Denise! E vida longa a ALFA. Hoje, nasBancas.

domingo, 18 de janeiro de 2009

De boca fechada e perna aberta pÓde

O entrevistado do mês da Playboy é o ator, diretor, apresentador e roteirista de TV Marcelo Tas. No comando do elogiado CQC, Tas esteve nas Páginas Negras da Trip em maio/08 e no mês passado teve um perfil de duas páginas traçado pela Rolling Stone Brasil (duas páginas da RS equivalem a milhares de caracteres, diga-se de passagem), do qual foi capa junto com Sabrina Sato, Marcelo Adnet e Christian Pior.

O fato de a Trip e a RS terem dado antes e recentemente algo sobre o cara ofusca um pouco, mas não chega a tirar o brilho da entrevista. A entrevista é muito boa, definitivamente não estou aqui para reclamar disso.

Agora, não consigo entender por que há exatos 3 anos e 1 mês (37 edições!) a Playboy não traz uma personalidade feminina em suas entrevistas. A última privilegiada foi Daniella Cicarelli, em dezembro/05. Machismo? Estratégia? Falta de criatividade? Preconceito por parte da mulherada? Não sei. Só sei que este post aqui foi criado exclusivamente para citarmos os nomes das mulheres que adoraríamos ver – e ler – nas entrevistas da Playboy. As minhas estão logo abaixo. Espero as de vocês. Vai que alguém da PBY lê isso aqui...

De boca aberta e perna fechada não pÓde?!

Nas fotos: Mart'nália, Marta, Renata Vasconcelos, Erika Palomino, Paula Toller, Glória Pires, Glória Maria, Patrícia Poeta, Ana Carolina, Maria Rita, Monique Evans e Ana Paula Padrão.



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