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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Homens, motos, paixões

A Riders Magazine chegou ao mercado brasileiro em novembro do ano passado e – que feio – a gente deixou ela de lado. Talvez pelo fato da revista ter uma pegada tão específica, quase ninguém prestou atenção nela, o que nos exime do sentimento de culpa. Mas vamos lá.

A Riders é uma masculina, mas não uma masculina qualquer. Não é qualquer “macho” que vai curtir a revista. Tem que ser macho e apaixonado por motos. O que difere a Riders das outras publicações voltadas para esse público motociclista é que ela tem uma pegada mais moderna e bem humorada, com ensaios sensuais e matérias de comportamento.

Isso talvez (leia bem: talvez) garanta uma média-longa vida à revista, já que ela supre duas necessidades dessa galera: a necessidade de informação especializada e a vontade de ver mulher bonita em trajes mínimos.

Versão brasileira de uma conceituada publicação italiana, a Riders quer se firmar no mercado brasileiro, mas sinceramente não sei se a revista vai conseguir sair do estigma de “revista sobre motos”, ainda que seja muito mais do que isso.

riders1 riders2

Nas duas primeiras edições, capas com celebridades pop. Bruce Willis (confesso, tive um comichão com essa capa) e Dr. House Hugh Laurie chamam atenção não só do público alvo como de outras pessoas, que comprariam a revista mesmo sem necessariamente gostar de motos. Ao mesmo tempo, é inegável que as capas são bacanas e capazes de gerar identificação com os motoqueiros. Ponto pra Riders.

riders3

Na terceira edição, temos a primeira capa “especializada” de fato, com o piloto sensação Ben Spies, numa matéria sobre o MotoGP 2011. Mesmo sem uma super celeb na capa, a Riders manteve o nível estético e convidativo das edições anteriores. Outro ponto positivo!

E se nas capas e nos temas a Riders tem acertado, infelizmente não dá pra dizer o mesmo dos ensaios sensuais. E olha que, nas duas primeiras edições foram nomes grandes hein? Gianne Albertoni e Ellen Jabour se esforçaram, mas não deram o seu melhor para fotógrafos que não fizeram o seu melhor em produções que deviam ser melhores. Tudo muito cheio de boa vontade, mas como sabemos, de boas intenções as bancas já estão cheias.

ellenjabour_01 giannealbertoni_01 O da Ellen ainda passa. O da Gianne…

De toda forma, entre mortos e feridos salvam-se todos e a Riders leva estrelinha por pelo menos tentar dar uma sacudida e oferecer material diferenciado para os leitores. Tá no caminho certo. Tomara que dure.

Ficou curioso? Aqui da pra ler a primeira edição na íntegra. Corre lá.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Rolou só um bolinho

Um ano com altos (Alinne, Fernanda e apê das modelos)
e baixos (Yasmin e Brendha)


Antes de começar, preciso esclarecer rapidamente cinco pontos que foram levantados no último post sobre a Maxim Brasil que renderam uma semidiscussão semisaudável na página dos comentários:

1 – O dB gosta da Maxim. Já elogiamos a revista aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e, ufa!, aqui.
2 – O dB não implica com a Maxim e com nenhuma outra revista. Já passamos dos 19 anos. Pena.
3 – O dB não puxa o saco da Abril. T-O-D-A-S as revistas (Playboy, VIP, Trip, UM, Vizoo...) já receberam críticas positivas e negativas do blog, independente de qual seja sua editora.
4 – O dB não está aqui para fazer graça. Tem blogs beeem mais engraçados por aí. Nossas opiniões são sinceras. Se gostamos, elogiamos. Não gostamos? Criticamos. Perdemos a piada, mas não perdemos a honestidade. Fazedor de revista inteligente filtra o nosso romantismo (afinal, somos leitores) e aproveita nossa franqueza. E também não estamos aqui para fazermos amigos. Muito menos lobby.
5 – Nossas opiniões são, óbvio, pessoais sim. É blog, né, criançada. Aliás, aqui no dB tem três opiniões distintas, já que somos um trio: Greg, Thiago e eu. Sim, opinião é = a bunda e todo mundo tem a sua. O dB tem três.

Pronto, agora vamos ao post.

A Maxim completa seu primeiro ano de vida e resolve fazer uma festinha mais simples, daquelas reuniõezinhas mixurucas íntimas para poucos amigos. De verdade, achei uma pena. Um ano de vida tem de ser comemorado com toda pompa e muita bombança.

Na capa, tudo muito discreto, nada que alardeasse a importante ocasião. Gianne Albertoni é gata (nunca disse o contrário) e está substituindo Ana Hickmann no Hoje em Dia (não, o burro aqui não sabia), mas queria muito Cleo Pires ou outra das oito soprando, literalmente, a velinha. Ou então três supertops (Gianne e mais duas, Anas Beatriz e Claudia, por que não?) brindando com champanhe do bom.

Nem festão, nem festa surpresa. Festinha.

No recheio, uma retrospectiva de ínfimas quatro páginas. Nem as treze mulheres de capa foram lembradas. Apenas "cinco inesquecíveis", ou melhor, seis já que rolou foto das gêmeas Bia e Branca. Deselegante com as outras sete. Sou fã de retrospectivas, adoro fotos inéditas de ensaios antigos, enfim, perderam uma boa oportunidade de venderem tudo de bom que a Maxim fez nesse um ano.

Passou quase em branco

O ensaio de capa é competente. E competitivo. Se compararmos com o da VIP, de set/07, posso até dar um empate técnico. O da VIP, assinado pelo Gaul, ganha pela originalidade, ousadia e sensualidade. O da Maxim, clicado por Rodrigo Marques, também é sensual, bonito e ganha em quantidade de páginas e fotos. Gosto da escolha e disposição das fotos. Um ensaio de praia/piscina bacana. As entrevistas de ambas são bem conduzidas por Andre Sancovsky que, na atual, não cita o Hoje em Dia (só eu não sabia?).

O presente da Maxim

O troféu da VIP

Como é aniversário, a edição merece mais comentários. Gostei do editorial de moda do mês. Nada demais, mas ao contrário do último (também só com mulheres) as modelos são bem bonitas.

Homem bonito não entra

Tem entrevista descontraída com os rapazes do Vanguart no que a Maxim chama, divertidamente, de “jornalismo etílico”. Pode descer mais umas dessa que a gente encara.

No melhor estilo "Conversa de Boteco"

A Maxim é divertida e a gente pode ver isso em suas frequentes listas ("O A a Z do Rock" é a da vez) e na matéria meio mobral que ensina os leitores de 15 anos da publicação como se faz maquiagem malfeita de filme B. Destaque para a legenda da foto maior: “Quando ligaram da Maxim, pensei que fosse para ser capa!”. Até consigo achar graça. Juro. É um humor meio estúpido, por exemplo, quando chamam Roberto Justus de “cinquentão pilantra”, mas divertido.

#éomeujeitinho

Para completar a lombada, uma matéria made in USA e uma gostosa da Rússia. Óbvio que prefiro um ensaio interno feito aqui, mas uma russa vez ou outra não incomoda. Quanto à matéria enlatada, "Infiltrado no Klan", não acho que prenda a atenção do leitor brasileiro. É sobre um tema que não é nosso feito para um outro público.

Querem ver a russa? Comprem a Maxim!

Mais uma vez, o dasBancas dá os parabéns à Maxim. E ano que vem tem mais.

Fotos: Reprodução Maxim

terça-feira, 11 de agosto de 2009

13 meses depois...

Finalmente, a Maxim Brasil completa seu 1º ano de vida. É, matemática também não é o forte da publicação. Em sua 12ª capa, a modelo-atriz Gianne Albertoni. Uma capa praiana, correta e tal, mas como sou chato exigente pra cacete esperava muito mais de uma edição de 1º aniversário. Gosto da Gianne, ela rendeu o melhor (e provavelmente o mais caro) ensaio da VIP de 2007, mas não sei o que ela anda fazendo da vida pra ser a capa de aniversário da revista. Os cabeças pensantes (existem?) da Maxim podiam ter aproveitado a ocasião para aliciar alguma mulher mais difícil, daquelas que só se dobram com edições comemorativas e muita massagem no ego. Além disso, não há absolutamente nada nessa capa que faça referência à data especial, a não ser uma pequena chamada. Destacaria bem mais, pois tem muito trouxa por aí (eu incluso) que não pode ver uma capa de aniversário que já vai comprando. Essa daqui, para muitos, passará despercebida.

Apesar dos pesares, o dasBancas deseja parabéns à Maxim. Sabemos que não é fácil completar um ano (ou 13 meses) de banca. E se rolar festhênha, podem mandar os convites pra cá que vocês não se arrependerão. A gente segura uma pista que é uma beleza. ;-)

Tá na hora de apagar a velinha, vamos cantar
aquela musiquinha...

P.S.: E a dançarina que fez algum sucesso com os leitores do dasBancas no mês passado continua quebrando tudo num pole dance maroto no código de barras.



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