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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Plumas e clichês

Sou adepto de um bom clichê. Em fevereiro, o clichê da rainha de bateria/musa do Carnaval carioca na capa de revista de mulher pelada é um desses bons clichês que não fazem mal a ninguém. De tão bom, ele é quase promovido ao status de obrigatório. Não que em fevereiro algo 100% oposto (leia-se, 0 referência ao Carnaval) não seja legal também, mas ainda fico com o bom e velho clichê das plumas e paetês.

E o que vejo na capa e no ensaio de fevereiro da Playboy é justamente uma luta para não admitir o lugar-comum. Ser ou não ser clichê? O ensaio intercala momentos com alegorias e adereços e outros, na contramão, sem fantasias e alusões à festa da carne. Em comum, somente uma notória falta de criatividade nos cliques de J.R. Duran (que eu adoro, diga-se). Sou muito 8 ou 80 e esse nada harmonioso embolado de samba com pop acabou prejudicando a evolução do ensaio e o samba, cheio de paradinhas, atravessou.

Não levantou a Sapucaí

Renata Santos, a “super-rainha” de bateria da superescola Mangueira, tem um belo conjunto e leva nota 10 nos quesitos bateria, durinha e sem exageros, e comissão de frente, perfeita e sem silico, mas perde pontos em originalidade. A mulher, baratinha que só, já posou nua sem ser para capa, já posou nua para capa com outras 10 mulheres, já posou nua... Enfim, a mulher já posou nua pra cacete e não é assim nenhuma Luma de Oliveira para ganhar novamente a cobiçada capa regular da revista. Como no ano passado, com Jéssica Maia, a Playboy deveria ter apostado num novo rosto ou então num rosto realmente marcante.

E a Luiza Brunet, hein?!

Torço para que em fevereiro de 2011 a Playboy ouça o meu conselho de convidar um carnavalesco criativo (sugeri Paulo Barros) para uma codireção de arte e assim, quem sabe?, conseguir levar pras bancas um legítimo ensaio de Carnaval. Com muito clichê, claro, e alguma criatividade.

Fotos: Reprodução Playboy

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Um nome para fevereiro

Dezembro nem deu as caras e já começaram a pipocar supostas capas para a edição da Playboy de fevereiro. O dasBancas não quer saber qual musa do Carnaval poderá ocupar o posto de garota da capa, mesmo prq esse mercado de musas anda em baixa, mas deseja sugerir um nome para que tenhamos momentos bem mais criativos que este aqui:

Releitura de capa clássica até passa, mas disso aqui...

E o nome é: Paulo Barros. Sim, Paulo. Carnavalesco da Unidos da Tijuca, autor daqueles carros com alegorias humanas, dono de uma estética bacana e uma das poucas mentes criativas que tem acrescentado algo de novo ao Carnaval carioca. A Playboy bem que podia convidar o cara para uma assessoria ou, sei lá, pruma reunião de pauta, prum chopp, prum cafezinho... Além dos fazedores de Playboy habituais e do fotógrafo, um, digamos, “codiretor de arte convidado” poderia ser um sopro de originalidade para a publicação.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Olha a Playboy aí, geeeeeeeeeeeente!

Finalmente a tão esperada/polêmica resenha da Playboy.


Sim, critiquei a capa, acho que poderiam ter feito coisa melhor, principalmente depois de ter visto as fotos de divulgação. É, eu gosto bem mais da foto em que ela usa orelhas de coelhinha que essa 'flamejante' que foi publicada. Mas como não tem jeito de ser desfeito, vamos ao ensaio.

tirando o tridente, a coisa ficaria melhor...

E ele é o que todo mundo esperava: uma leitura clássica - para gringo ver - do carnaval carioca. Muita cor, muita vibração, exagero em elementos de cena. E bem bonito. Sim, achei o ensaio bonito. Não é um obra de arte, não muda minha vida e também não entra para a lista de ensaios memoráveis. Mas é bonito. Cumpre muito bem seu papel, mostra uma mulata, de formas invejáveis, em seu habitat natural.

alguns bons momentos

O ponto alto do ensaio são as fotos verde e rosa, em que ela está numa cama de estrutura metálica. As paredes cor de rosa dão todo o charme para essas fotos. A cor toma conta da imagem, dando um ar forte, sensual e bem diferenciado. Nessas fotos, a modelo dá mostras de ousadia sem cair na vulgaridade, e está aí o toque que sempre espero da Playboy. Conseguir fazer bem feito o que poderia ser besta. Refinar o que normalmente seria vulgar.

Já o ponto baixo é a atual produção furada da revista. Ok, carnaval é exagero, carnaval é cor, muita cor. Mas aquele tanto de tecido cheio de paetê poderia ter sido deixado de fora. Sério, aquilo não precisava, ficou meio cafona, exagerado. Uma foto ou outra estaria legal, mas em todas, não dá.

Ainda falando em produção, o que sinto é que a Playboy não tem trazido mulheres ruins em sua capa (questiono Viviane Bordin, mas não por sua beleza), o grande problema que tenho notado é a produção esquisofrênica. Capa e ensaio não falam a mesma língua, a continuidade capenga em alguns casos (como em janeiro), e em outros falta coerência. E é exatamente isso que vejo em fevereiro.

A estrela Jéssica Maia é a Rainha do Carnaval carioca e o ensaio poderia sintetizar em algumas fotos, eu sei que é difícil, todas as escolas, todas as tradições. Mas o que pode ser visto é meio estranho, o ensaio tem toda a cara da Mangueira, o verde e rosa toma conta das fotos (o quarto que já falei), a bateria é da Mangueria, tudo lembra Mangueira, e num dado momento, a moça aparece com PORTELA em seu peito. Algum problema nesse Portela?! Não, é claro que não. É a escola do coração da menina, é onde ela vai desfilar e por isso merecedor de tal destaque, mas então por qur todo o tom mangueirense nas outra fotos?! Por que não seguiram uma linha mais genérica, com todas as cores misturadas? Fico na dúvida se essa Rainha é de um carnaval como um todo, ou de um carnaval específico, onde só Portela e Mangueira são relevantes...

Uma outra coisa que acho legal falar, a produção de moda: não tem nada de incrível, são calcinhas e sandálias típicas de passistas, mas as cabeças, plumas, acessórios e máscara utilizados nas fotos são muito bonitos. Trazem um toque mais cuidado para as fotos. Só eliminaria a coroa cafona. E uma última dúvida: Não tinha sutiã no figurino?!

Destaque do ensaio: a foto em que ela traz a Portela no peito, o pôster ousado e a bela foto em que ela usa máscara.


Por Bispo: ex-Miss e atual sra. Belo

E para terminar, este não é o ensaio que esperava do Marlos, que é um bom fotógrafo. E outro fotógrafo que gosto muito, mas que não chegou lá, nesta edição é o Jorge Bispo. As fotos das Rainhas de Bateria são bem qualquer coisa, tenho uma ponta de vergonha alheia da foto da ex-Miss e mais uma vez bato palmas para Adriane Galisteu. A mais bela foto da edição!

Galis sim é Rainha!

Escrito com a colaboração do leitor Pedro Henrique, que está doido para ter um blog.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Na capa da Playboy: TV Pirata

A capa da Playboy já está no site da revista e, assim, como já é praxe, vou falar mal... Uhul, os fãs da moça, que até ontem eu nem sabia que existia, vão cair matando, mas enfim, a capa é isso aí:


Tá, eu gosto do fundo de penas verdes, gosto das chamadas em menor quantidade que o normal. Mas não suporto esse fogo subindo pela mulher, tá com cara de pintura tosca que passa no programa da Luciana Gimenez. Se quer fazer, faz direito!

A menina é isso aí, não é linda, mas não é um canhão, e vale pelo evento. Afinal, nada mais justo que a capa de carnaval ser da rainha de carnaval.

Uma coisa inevitável é olhar pra essa capa e não lembrar da capa carnavalesca de 2007. Se Gracyyyyyannnnnnnne eu fosse, logo diria:

- Oi, deram um flip na minha capa e jogaram na banca!

Olha a mãozinha tendência.

Para quem é jovem demais e não entendeu o título:



quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Brazilian Girls VI

As brasileiras rodam o mundo e, como sempre, chegam no dasBancas. Dessa vez, o trago são duas imagens bem distintas que têm (reforma ortográfica, te ignoro!) em comum o fato de serem protagonizadas por brasileiras que fazem sucesso fora e em nossas terras são conhecidas apenas pela turminha de sua área.

A primeira é a mega-top Raquel Zimmermann, que já passou por aqui várias vezes, dando pinta na i-D. Capa linda, Raquel sempre incrível (vocês a viram nos bastidores da Animale?! linda com camisetinha do Obama...) numa capa que me lembra muito a da 10 Mag que postei aí pra baixo. Maquiagem parecida, o clássico olho fechado e as cores semelhantes. (essa capa é de março do ano passado, ok Luiz?! A desse ano ainda não foi divulgada...)

só no olhão...

A outra é a capa da Playboy, Jéssica Maia, a rainha do carnaval carioca, é famosinha (sempre duvido dessas famas) na República Dominicana/Panamá/qualquerpaísdaaméricacentralqueovalha como dançarina. E claro, a imagem está no mesmo nível de famosidade da moça.

só eu acho essa diagramação equivocadíssima?!
a menina, com uma pintura ri-dí-cu-la, está sendo esmagada pela chamada.
a chamada é legal. o fundo de penas tb é legal.



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