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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

A lua me traiu

O filme da Joelma anda queimado nas bancas depois de ter caído na web um vídeo onde a futura ex-musa gay tenta converter um fã, gay, a "virar homem". O todo poderoso Paulo Borges comentou em seu instagram:
"Que tristeza ter dado espaço na Mag para uma artista que hoje disse o que disse! Lamentável principalmente por ser ela uma artista que deveria no mínimo apoiar o convívio harmonioso e a tolerância entre as pessoas! Mas enfim, se pudesse dava um delet na matéria que fizemos Mag., já que na língua dela nao poderia." 
 Homofobia nem de "brincadeira", Xoelma


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Tombando com as top tudo

Depois de um giro na Bahia, a ffwMAG! segue sua viagem (ou missão?) cultural mostrando o que o Brasil tem de melhor. A edição de fevereiro da revista do todo poderoso Paulo Borges aportou em Pernambuco e olhem que bacana essa capa. Achei original e muito divertida a escolha da "modelo".
Boneca!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Primeira vez I

Há um tempo, o time dasBancas trocou e-mails fomentando posts sobre revistas que nunca tivemos oportunidade de comentar no blog. Essas menores, mais segmentadas, com limitação de distribuição – seja por tiragem ou região –, mas com projeto editorial e trabalho gráfico que merecem destaque.

Confesso que não sei como evoluiu, se alguém está levando essa proposta adiante. Mas nisso, me lembrei da Living Alone, uma revista que passou uma única vez nas minhas mãos (a edição de outubro/novembro de 2010) e que acabei de ver a capa atual, com o jornalista, escritor e agora apresentador do Saia Justa, Xico Sá. Reparem na ousadia tanto na combinação de cores, quanto nas chamadas editoriais.

221194_10150169342327763_153884142762_6966228_2556467_oInjustamente ausente no dasBancas, até hoje!

Infelizmente sei pouca coisa da revista, e o que compartilho aqui foi retirado do portal Living Alone e do site da Custom Editora – também responsável pela Revista MIT, Samsung View e The President. Adoraria saber mais, mas os esforços em online deles são mínimos, apesar das atualizações na fan page e no Twitter.

A Living Alone é uma publicação bimestral com tiragem 20.000 exempares e proposta de ser “A revista para quem mora sozinho”. A edição de abril/maio de 2011 é a 18ª publicada e, aparentemente, o projeto visual corrente – que me agrada muito – começou em junho/julho de 2009 (Carolina Ferraz). É possível notar o avanço da Living Alone na cronologia das capas abaixo:

01020304050607080910111213141516

Bem, vamos torcer pra Living Alone atualizar mais frequentemente esse link aqui, porque pelo menos assim a gente tenta acompanhar a publicação por VirtualPaper. A mais recente disponível é a 14ª edição, da Mayana Moura.

sábado, 12 de junho de 2010

Gente fina

Enquanto Quem e Contigo optaram pela venda fácil de uma famosa barriga proeminente, a Gente, muito mais fina, optou pelo trabalho árduo e bem-feito. Convidou Paulo Borges, aka Deus da moda nacional, para editar uma edição especial que escalou Bob Wolfenson, aka Deus da fotografia nacional, para fotografar a capa (dupla) com os bambambãs da moda made in Brasil. Vale à pena conferir.

GenteA bela e as feras

Gente 1Ronaldo Fraga, André Lima, Eduardo Pombal, Fause Haten, Oskar Metsavaht, Turco Loco, Gloria Coelho, Isabeli Fontana, Costanza Pascolato, Erika Palomino, Reinaldo Lourenço, Lilian Pacce, Daniela Thomas, Pitty Taliani, Carô Gold, Danielle Jensen, Liana Thomaz, Rita Comparato, Felipe Tassara, Wilson Ranieri, Dudu Bertholini e Lino Villaventura

Gente 2Maria Rita no recheio


Fotos: Reprodução Gente

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Setentrional

Começou hoje o circuito de moda do país, e antes que os looks de inverno fiquem ultrapassados, a MAG Norte está no dasBancas.

IMG_5837Combo n° 19

Nessa edição, a revista veio tripla: a regular com o tema abordado da vez, um especial só sobre a nórdica Dinamarca e, ainda, um caderno com a cobertura das marcas que importam da semana de moda de Paris. As resenhas vêm em ordem alfabética, com as melhores imagens dos desfiles e alguns tweets de profissionais do meio. A seguir: McQueen, Givenchy, Balenciaga e Viktor & Rolf.

PFWO salve, salve!, o melhor, o que manda e os OMG!

Como imaginávamos, o tema da vez é abordado com muita subjetividade, mantendo o ar cabeçudo profundo de suas reportagens. O norte aparece na orientação de ideias para autores que escreviam sobre lugares imaginários, na invenção da bússola, na Islândia e em uma viagem pelos circos que se apresentam pelo nordeste brasileiro. Leitura das boas, nada óbvia. Mas as imagens, em fotos e ilustrações (de Fernando Vilela), garantem a satisfação para os mais preguiçosos ou menos interessados.

Ilustrações Imaginação ilustrada

Indo logo para o que interessa, o editorial “Ser tão / Ser tudo” é lindo graças à edição de moda impecável de Paulo Martinez. O @ARRUDANELES consegue utilizar praticamente todas as marcas do line-up nacional, com várias peças hit que já foram fotografadas por outras publicações, e alcançar um resultado coerente e com imagens extremamente novas. As fotos de Zee Nunes e André Katopodis tem um clima triste e são um pouco escuras, que faz parte do universo de Gláuber Rocha, abordado no editorial. São 90 páginas e um pôster (mal aproveitado, pros acostumados com PLAYBOY, diga-se) com cenografia bem feita, casting de apenas dois modelos, figuração peculiar e muita criatividade na edição e na arte final.

IMG_5876IMG_5871IMG_5863 IMG_5875IMG_5881IMG_5879IMG_5884IMG_5864IMG_5890IMG_5887 IMG_5867IMG_5874IMG_5891Chá de arruda tem poder

O interessante dessa edição é que cada foto do editorial de moda vem acompanhada de um título que identifica alguma tendência da temporada. Os temas variam entre streetwear, militarismo, boudoir, sci-fi e diversas técnicas como patchwork e décadas, como o 50’s da foto de capa. Nem precisava, mas essa atitude trouxe um pouco de realidade e argumento para a moda da MAG.

Por fim, algumas imagens do curioso caderno Dinamarca, com arquitetura, personagens e matérias especiais sobre Copenhagen. A justificativa para esse especial? “Nós da ffwMAG! olhamos para o norte, para a frente e para o futuro. Como será o amanhã? A Dinamarca sabe.” nas palavras do publisher, Paulo Borges.

IMG_5901 IMG_5903IMG_5906IMG_5910IMG_5904Gente fina

PS: Tá. Revendo as imagens, achei que os modelos tem alguns vícios de expressão. Me engano?

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

MAG! Em dose tripla

Para os que não abrem mão de qualidade, a MAG! aporta nas bancas em setembro e, para os que enchem os olhos com quantidade, em dose tripla: MAG! Liberdade, não sei se vai ser de comer ou de passar no cabelo, mas deve ser bem doida (como a gente gosta); MAG! Jeans, uma homenagem merecida ao nosso bom e velho; MAG! Coleções (verão 2009/2010), essa eu posso doar pra alguém aqui do dasBancas.

Vale tudo

Pessoal, o dB é de família, parem
já de ficar manjando!


Fonte: Gente

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Paixão à la vidéo

Já que o assunto prioritário daqui são os estáticos e, aproveitando o espaço do ESTADÃO, convidei um amigo que conhece tudo sobre vídeo para comentar os dá última Mag!. Também resolvi interpretar a proposta e selecionar os melhores momentos do projeto como se ele fosse um editorial fotográfico.

Então vamos aos poucos. Primeiro uma breve descrição do colaborador sobre o projeto da Mag!, depois os seus comentários sobre cada vídeo e em sequência os meus momentos preferidos em imagens:

Em louvável iniciativa, a revista Mag! agrega à sua qualidade editorial o fascínio pela arte em movimento. Num território dominado, principalmente, pela fotografia, a ousadia da publicação merece todos os méritos. São três curtas-metragens, intitulados em francês, já que trata-se também de uma homenagem ao ano da França no Brasi, concebidos diferentemente um do outro, com qualidade e produção inquestionáveis e roteiros ultra complexos. O que mais me agrada é o fato de que as roupas são sim muito bacanas mas só fazem parte de um conjunto bem dirigido. O foco ali não são as peças, mas as mesmas somadas a luz, sonoplastia, cenografia, interpretação, direção de arte e narrativa.

Le Trou



O ex-modelo, diretor de desfiles, fashionista e idealizador audiovisual nascido em Moçambique (ufa!) Zee Nunes é responsável pelo primeiro da triologia de curtas produzidos pela Revista. Com fotografia de Pedro Molinos, O Buraco ou Le Trou nada mais é do que fotos seguidas em fade com pouquíssima movimentação das pessoas em cena. Dos três, O Buraco é o que mais permanece próximo dos ensaios de moda convencionais. As pessoas em cena são praticamente estáticas e basta um "print screen" em cada take para que se obtenha imagens de um catalógo como qualquer outro. Por isso, a fotografia é milimetricamente bem feita, com estudos de luz, sombras e reflexos precisos. A narrativa é desconstruída e não há uma lógica exata. O protagonista negro e nu, seis portas e uma cena desconexa atrás de cada abertura. A trilha sonora é perfeita e só contribui para a instauração de um clima que fica entre o macabro e o suspense. Há sonoplastia extra dos rápidos movimentos dos modelos em cena além dos sinos nas sequências finais. O inesperado em O Buraco é o que há de melhor somado ao fino tratamento de imagem que destaca sempre as cores das paredes e dos objetos escalados pela direção de arte.

O sexy-conceitual


Assemblé En Tournant




Pedro
Molinos além de ser diretor de fotografia em O Buraco assume a direção geral em Um Sonho Francês (Assemblé En Tournant). A princípio, o que chama a atenção, é o fato de que a direção resolve optar por um tratamento de imagem que esfrie algumas cores e esquente outras. O resultado são belíssimas imagens contrastadas, principalmente entre os tons de laranja e amarelo com as cores azuladas. A proposta do vídeo é intensificar um possível lado parisiense de São Paulo. Para isso, Molinos coloca em meio a Avenida Paulista um grupo de modelos trajados sofisticadamente a partir de referências de figurinos franceses. Até uma "irmã" da Torre Eiffel é focalizada durante o curta (na verdade, trata-se da torre da Rede Globo). Em uma próxima locação, com produção de objetos inspirados também no clima de Paris, os atores se transformam até em reis piscodélicos absolutistas do século XV. E para finalizar, brincam com a sombra do maior ícone representativo da nação homenageada.

O jovem-descolado


Ne Pleure Pas Jeanette



Para encerrar, a decadência é o tema central de Não Chore Jeanette (Ne Pleure Pas Jeanette) dirigido por Dácio Pinheiro. Com um script totalmente em francês e uma bela interpretação do que parece ser um drama de vaidosa atriz suicida, a obra de Dácio Pinheiro é primorosa quanto ao zelo da cenografia e no estudo dos planos. Efeitos propositais de desfoques, borrões e reflexos na lente dão uma textura amargurante para o curta. Dos três vídeos é o único que possibilita um envolvimento do espectador com a personagem da ficção. Jeanette tem uma diferente beleza e é impossível se manter inerte perante sua delicada fraqueza. A trilha sonora também é sob medida.

O sofisticado-freak

Jader Maia é publicitário, já trabalhou em produtoras de vídeo e ainda escreve sobre clipes para o blog Pixelóide. Só pra constar, devo desculpas formais a ele, pois esse texto está pronto desde o lançamento da Mag!, mas só agora tive como juntar tudo e postar.



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