sexta-feira, 3 de agosto de 2012
A lua me traiu
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Tombando com as top tudo
terça-feira, 10 de maio de 2011
Primeira vez I
Há um tempo, o time dasBancas trocou e-mails fomentando posts sobre revistas que nunca tivemos oportunidade de comentar no blog. Essas menores, mais segmentadas, com limitação de distribuição – seja por tiragem ou região –, mas com projeto editorial e trabalho gráfico que merecem destaque.
Confesso que não sei como evoluiu, se alguém está levando essa proposta adiante. Mas nisso, me lembrei da Living Alone, uma revista que passou uma única vez nas minhas mãos (a edição de outubro/novembro de 2010) e que acabei de ver a capa atual, com o jornalista, escritor e agora apresentador do Saia Justa, Xico Sá. Reparem na ousadia tanto na combinação de cores, quanto nas chamadas editoriais.
Injustamente ausente no dasBancas, até hoje!
Infelizmente sei pouca coisa da revista, e o que compartilho aqui foi retirado do portal Living Alone e do site da Custom Editora – também responsável pela Revista MIT, Samsung View e The President. Adoraria saber mais, mas os esforços em online deles são mínimos, apesar das atualizações na fan page e no Twitter.
A Living Alone é uma publicação bimestral com tiragem 20.000 exempares e proposta de ser “A revista para quem mora sozinho”. A edição de abril/maio de 2011 é a 18ª publicada e, aparentemente, o projeto visual corrente – que me agrada muito – começou em junho/julho de 2009 (Carolina Ferraz). É possível notar o avanço da Living Alone na cronologia das capas abaixo:
Bem, vamos torcer pra Living Alone atualizar mais frequentemente esse link aqui, porque pelo menos assim a gente tenta acompanhar a publicação por VirtualPaper. A mais recente disponível é a 14ª edição, da Mayana Moura.
sábado, 12 de junho de 2010
Gente fina
Enquanto Quem e Contigo optaram pela venda fácil de uma famosa barriga proeminente, a Gente, muito mais fina, optou pelo trabalho árduo e bem-feito. Convidou Paulo Borges, aka Deus da moda nacional, para editar uma edição especial que escalou Bob Wolfenson, aka Deus da fotografia nacional, para fotografar a capa (dupla) com os bambambãs da moda made in Brasil. Vale à pena conferir.
Ronaldo Fraga, André Lima, Eduardo Pombal, Fause Haten, Oskar Metsavaht, Turco Loco, Gloria Coelho, Isabeli Fontana, Costanza Pascolato, Erika Palomino, Reinaldo Lourenço, Lilian Pacce, Daniela Thomas, Pitty Taliani, Carô Gold, Danielle Jensen, Liana Thomaz, Rita Comparato, Felipe Tassara, Wilson Ranieri, Dudu Bertholini e Lino Villaventura
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Setentrional
Começou hoje o circuito de moda do país, e antes que os looks de inverno fiquem ultrapassados, a MAG Norte está no dasBancas.
Nessa edição, a revista veio tripla: a regular com o tema abordado da vez, um especial só sobre a nórdica Dinamarca e, ainda, um caderno com a cobertura das marcas que importam da semana de moda de Paris. As resenhas vêm em ordem alfabética, com as melhores imagens dos desfiles e alguns tweets de profissionais do meio. A seguir: McQueen, Givenchy, Balenciaga e Viktor & Rolf.
O salve, salve!, o melhor, o que manda e os OMG!
Como imaginávamos, o tema da vez é abordado com muita subjetividade, mantendo o ar cabeçudo profundo de suas reportagens. O norte aparece na orientação de ideias para autores que escreviam sobre lugares imaginários, na invenção da bússola, na Islândia e em uma viagem pelos circos que se apresentam pelo nordeste brasileiro. Leitura das boas, nada óbvia. Mas as imagens, em fotos e ilustrações (de Fernando Vilela), garantem a satisfação para os mais preguiçosos ou menos interessados.
Indo logo para o que interessa, o editorial “Ser tão / Ser tudo” é lindo graças à edição de moda impecável de Paulo Martinez. O @ARRUDANELES consegue utilizar praticamente todas as marcas do line-up nacional, com várias peças hit que já foram fotografadas por outras publicações, e alcançar um resultado coerente e com imagens extremamente novas. As fotos de Zee Nunes e André Katopodis tem um clima triste e são um pouco escuras, que faz parte do universo de Gláuber Rocha, abordado no editorial. São 90 páginas e um pôster (mal aproveitado, pros acostumados com PLAYBOY, diga-se) com cenografia bem feita, casting de apenas dois modelos, figuração peculiar e muita criatividade na edição e na arte final.
O interessante dessa edição é que cada foto do editorial de moda vem acompanhada de um título que identifica alguma tendência da temporada. Os temas variam entre streetwear, militarismo, boudoir, sci-fi e diversas técnicas como patchwork e décadas, como o 50’s da foto de capa. Nem precisava, mas essa atitude trouxe um pouco de realidade e argumento para a moda da MAG.
Por fim, algumas imagens do curioso caderno Dinamarca, com arquitetura, personagens e matérias especiais sobre Copenhagen. A justificativa para esse especial? “Nós da ffwMAG! olhamos para o norte, para a frente e para o futuro. Como será o amanhã? A Dinamarca sabe.” nas palavras do publisher, Paulo Borges.
PS: Tá. Revendo as imagens, achei que os modelos tem alguns vícios de expressão. Me engano?
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
MAG! Em dose tripla
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Paixão à la vidéo
Então vamos aos poucos. Primeiro uma breve descrição do colaborador sobre o projeto da Mag!, depois os seus comentários sobre cada vídeo e em sequência os meus momentos preferidos em imagens:
Em louvável iniciativa, a revista Mag! agrega à sua qualidade editorial o fascínio pela arte em movimento. Num território dominado, principalmente, pela fotografia, a ousadia da publicação merece todos os méritos. São três curtas-metragens, intitulados em francês, já que trata-se também de uma homenagem ao ano da França no Brasi, concebidos diferentemente um do outro, com qualidade e produção inquestionáveis e roteiros ultra complexos. O que mais me agrada é o fato de que as roupas são sim muito bacanas mas só fazem parte de um conjunto bem dirigido. O foco ali não são as peças, mas as mesmas somadas a luz, sonoplastia, cenografia, interpretação, direção de arte e narrativa.
Pedro Molinos além de ser diretor de fotografia em O Buraco assume a direção geral em Um Sonho Francês (Assemblé En Tournant). A princípio, o que chama a atenção, é o fato de que a direção resolve optar por um tratamento de imagem que esfrie algumas cores e esquente outras. O resultado são belíssimas imagens contrastadas, principalmente entre os tons de laranja e amarelo com as cores azuladas. A proposta do vídeo é intensificar um possível lado parisiense de São Paulo. Para isso, Molinos coloca em meio a Avenida Paulista um grupo de modelos trajados sofisticadamente a partir de referências de figurinos franceses. Até uma "irmã" da Torre Eiffel é focalizada durante o curta (na verdade, trata-se da torre da Rede Globo). Em uma próxima locação, com produção de objetos inspirados também no clima de Paris, os atores se transformam até em reis piscodélicos absolutistas do século XV. E para finalizar, brincam com a sombra do maior ícone representativo da nação homenageada.





O sofisticado-freak















