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quinta-feira, 11 de junho de 2009

Leitura comparada

Como era de se esperar, as opiniões dos autores do dasBancas nem sempre batem e por isso é tão legal fazer o blog. Nossas discussões acabam agregando conhecimento, os argumentos do primeiro mudam as ideias do terceiro e a coisa vai evoluindo. Normalmente isso acontece nos “bastidores” e vocês vêem uma coisinha ou outra nos comentários. Mas agora chegou o momento de ver isso abertamente: abaixo o post a 4 mãos sobre o ensaio de capa da Sexy de junho. O que cada um escreveu será destacado por cores: azul para um e vermelho para outro. No final tem o nome de quem é cada comentário. Será que vocês descobrem antes de chegar ao fim?!

Muito gelo seco nessa vida e tipografia cafona...

Não acho que o ensaio de junho da Sexy com a Sandy Capetinha seja revolucionário como definiu Gabriel Wickbold para o dasBancas aqui. O ensaio é ótimo, muito bem executado pelo fotógrafo, mas não são assim tantos os momentos que propagam o novo. O ensaio do ano que mais se aproxima do adjetivo continua sendo o da Nana e Autumn para a Playboy.
O ensaio proposto por Wickbold é uma viagem visual. Nada muito novo ou revolucionário para quem gosta de fotografia. Mas muito distante do que estamos acostumados a ver no Brasil. O fotógrafo se aproxima da pegada fake de LaChapelle e segue a receita padrão da Sexy. Num comparativo rasteiro, este ensaio tem um Q de nouvelle cuisine: um olhar moderno e inventivo sobre o tradicional.

Só no bate cabelo

Se o ensaio da Sexy tivesse mais fotos tão sensacionais como a da banheira abaixo, com certeza teríamos uma revolução. Ressalto que as fotos que não são surpreendentes - com poses, ângulos, cenários e produção (rolou até o batido boá da Sexy) normais - são todas muito bonitas e extremamente quentes.

Apenas uma das ótimas fotos da banheira

O grande momento do ensaio, sem dúvida alguma, são as fotos da banheira. Quentes, bons ângulos, boa luz. A edição de imagem é esquizofrênica, total sensação que ficaram brincando de fotografar e depois juntaram tudo. O momento Marilyn é dispensável e as fotos com o leite, apesar de lindas, destoam absurdamente do conjunto.

Aqui pra você, dasBancas!

A capa é uma das mais bacanas que já vi na Sexy. Foi muito comum ver grupos de marmanjos rodearem a capa na banca e soltarem algum tipo de gracinha para a Capetinha. A capa é tão boa que acabou exigindo demais do ensaio. O ensaio, apesar de bom, não surpreendeu tanto quanto a capa.
Desde o primeiro momento, a capa me assusta um pouco. Não, não a acho feia, muito pelo contrário. É linda, tem uma luz belíssima, os pêlos do braço da modelo na contraluz ficaram maravilhosos. Mas, definitivamente, não é uma capa brasileira. Americanizada e plastificada ao extremo.

Pra brasileiro ver e babar...

Capetinha é parecida com a Sandy (sim, o Sandy é por causa da cantora) no branco dos olhos. Enquanto Sandy é toda delicadinha, Regiane Brunnquell é toda ÃO: bocão (colocou demais, filha), peitão (idem ao anterior), bundão e... então... é, deixa pra lá. O ensaio mostra beeem mostrado toda a grandeza – e em todas as ordens – da modelo.
Só não digo que desconheço a vida pregressa da Capetinha por já tê-la visto em outra capa da Sexy. Como a proposta da revista não é “famosidade” e sim “gostosura”, não questionarei por nunca ter visto a moça no Pânico (ok, não vejo o programa quase nunca). O que me intriga é o quanto ela ficou artificial nas fotos. Parece um tender de propaganda da Sadia. Toda brilhante, durinha e exagerada nas partes que devem aparecer na foto.
Wickbold é bom e ainda dará muito trabalho para a concorrência. Espero ver em muito breve mais ensaios de capa com ele na Sexy. E se eu fosse o cara, para valorizar o passe, só faria os ensaios de capa da Sexy.
O fotógrafo é bom, tem domínio da técnica, mas precisa de uma direção mais cuidada. Credito isso a sua curta experiência profissional, mas com um bom conceito, uma boa direção e Wickbold cuidando da luz e dos cliques, a Sexy nos trará ensaios fora de série.

Descobriu quem escreveu cada parte?! Eu (Thiago) sou o vermelho e Leandro o azul. Nem foi tão difícil adivinhar, né? Leandro e eu tivemos como parâmetro para escrever o post apenas os seguintes tópicos: Abertura, Ensaio, Capa, Modelo e Conclusão.

Fotos: Reprodução Revista Sexy

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Onde há fumaça...

Há fogo! A capa da SEXY com a Sandy Capetinha prometia e não decepcionou. Ao contrário, até me surpreendeu. Gostei pra caramba do resultado, principalmente por ser bem diferente do que estamos acostumados a ver nas capas masculinas daqui. A capa é forte e linda. Com certeza atrairá nas bancas olhares curiosos e pecaminosos. Acho a expressão maliciosa do rosto da modelo perfeita para essa capa.

Do jeito que a gente gosta!

Por uma feliz coincidência, essa capa fantástica marcará a estreia do Diretor de Arte da SEXY, Ivan Zumalde, no cargo de Diretor de Redação. Boa sorte ao Ivan e que venham mais e mais capas como essa.

Gabriel Wickbold para o dasBancas

Novos olhos

Nessa edição de maio da SEXY, com a bela Ana Saad numa belíssima capa, um ensaio interno de uma tal Grazi Galvão me chamou atenção. Não pela modelo, que é a típica garota-tatuada-facinha dos recheios da SEXY, e sim pela estética pouco usual das fotos. Nos créditos: “fotos_ GABRIEL WICKBOLD”. Joguei no Google e me surprendi com os (ainda poucos, porém bons) trabalhos do cara. Alguns dias depois, foi divulgado que ele foi o escolhido – numa aposta ousada da SEXY – para fotografar a capa de junho da revista, que trará a endiabrada Regiane Brunnquell, a “Sandy Capetinha” do Pânico, em fotos, dizem, realmente quentes e inovadoras.

Para conhecermos um pouco mais o Wickbold, fizemos com ele a minientrevista abaixo. O cara, rápido e gente fina toda vida, não nos deixou na mão. Confiram!

MINIENTREVISTA
DB: Vamos começar pelo básico, qual é sua formação?
GW: Nunca estudei fotografia, trabalho profissionalmente há um ano. Sempre tive muitas referências em casa, minha mãe é artista plástica, e desde cedo construí um olhar crítico. Sou formado em Rádio e TV pela FAAP, onde estudei história da arte e estética, cursos que realmente abriram minhas referências. Sempre fui músico e tive diversas bandas, trabalho tb como produtor musical, profissão que foi fundamental para aprender a dirigir, seja um cantor ou uma modelo, pois o processo é bem parecido.

DB: Como você define o estilo do seu trabalho?
GW: Defino meu trabalho como experimental. Eu não tenho medo de tentar coisas novas, na verdade essa é a minha busca constante.

DB: Alguma publicação te influencia direta ou indiretamente?
GW: Gosto bastante da Photo francesa e da Vellum, tb gosto da American Photo. Ah! Os brasileiros da Zupi tb têm um material bem bacana.

DB: Cite um fotógrafo gringo e um brasileiro que você admira.
GW: Gosto mais das referências artísticas dos gringos, os brasileiros ficam muito presos na perfeição da imagem publicitária e acabam deixando o trabalho autoral de lado. Eu gosto bastante do Erwin Olaf, do Erik Fitkau, David LaChappele. São fotógrafos que conseguem imprimir uma linguagem própria em cima de qualquer trabalho.
Erwin Olaf
Erik Fitkau

David LaChapelle

DB: Ouvi dizer que o ensaio da Sandy Capetinha está bem quente, verdade?
GW: O ensaio esta incrível, muito quente!

DB: O ensaio foi tranquilo de ser feito? Durou quanto tempo? Aconteceu algo inusitado durante o ensaio?
GW: O ensaio foi bem tranquilo, passamos dois dias fotografando, no primeiro dia ficamos no meu estúdio fazendo pirações e no segundo dia fomos para um casarão abandonado em São Paulo.

DB: Se precisasse definir o ensaio com uma única palavra, qual seria ela?
GW: Revolucionário.

DB: Você participou do processo de edição das fotos que serão publicadas na revista?
GW: Eu faço o tratamento e seleção de todos os meus trabalhos, o que será publicado foi uma seleção da minha seleção. Passei pro diretor de arte da revista umas 60 imagens tratadas e aí ele montou o ensaio, mas a galera da revista arrasou na montagem tb!

DB: Tem algum projeto bacana em mente? Pode dividir com a gente?
GW: Eu estou levando pra NY no fim do ano uma exposição chamada "Sexual Color", quem quiser acessar pode ver em www.gabrielwickbold.com.br. A Regianne inclusive vai participar dessa expo. É uma mistura de diversos elementos como tintas, leite, panos e sexualidade. Tudo bem colorido e bem doido, como não podia deixar de ser.

Gabriel Wickbold


Valeu, Wickbold! Ficamos ainda mais ansiosos para conferir a SEXY de junho.


Fotos Reprodução:

domingo, 10 de maio de 2009

Rápidas

O site do J.R. Duran voltou a ter atualizações. Finalmente! Rezei várias noites por este dia. Quem ainda não conhece o site, vale muito a visita. Além do portfólio do cara, lá tem a maioria dos trabalhos feitos por ele de 2004 até 2007.

Não troco um Duran por dois Crispinos nem a pau
A revista Criativa de maio deixou o conforto da casadinha “Global da Vez + J.R. Duran” (sempre ele!) de lado para sentar ainda mais no pudim: enlatado com Angelina Jolie, eleita recentemente pela Vanity Fair a mulher mais bonita do mundo, é muita molezinha pro meu gosto. Sem contar que o último enlatado da Criativa foi com Jennifer Aniston, outra que sempre bate ponto nas bancas brasileiras.
Quer moleza? Vai de Angelina Jolie

E a crise? Vai bem, obrigado, e fez mais uma vítima. A Premium partiu dessa pruma melhor, se é que vocês me entendem. Renata Banhara & Cia Ltda terão de posar pelada em outra freguesia. Especial Playboy e Especial Sexy estão aí pra isso, né?
Banhara ficou desolada, vejam

Já na Sexy, Paulo Cabral não assina mais como diretor de redação. Acho uma pena a saída dele, pois das poucas vezes que tive contato com o cara ele foi muito educado. A Sexy promete manter a mesma linha, qualidade e design bacana das últimas edições. E na próxima teremos Regiane Brunnquell, a “Sandy Capetinha” do Pânico, em fotos incendiárias do Gabriel Wickbold. O ensaio promete.

Vai pegar fogo



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