É, vamos ter duas capas para a Playboy da Jaque, agora em maio. A justificativa, encontrei no Ego:
Sensualizando no carão
A segunda opção, mais recatada e púdica, não é tão bem resolvida quanto à primeira. Jaque é bonita, mas não tem tanto potencial para assumir a responsa de carão em capa de revista, quanto teriam Talula ou Maria, por exemplo. Mais que isso, o corte da imagem resultou na aplicação do logo da Playboy bem em cima da testa da ex-bbb, a tipografia usada no destaque do nome é meio Comic Sans e a monotonia do branco em todos os textos deixaram o resultado morno.
A proposta de close é muito melhor executada quando é acompanhada de poucas chamadas editoriais – e não é sempre possível otimizar a quantidade porque conteúdo também é atrativo de vendas. Mas num caso como da Jaque, que tem uma opção de capa regular e outra alternativa, dava para seguir a linha de Marina Lima ou Juliana Knust. Valeu o esforço, mas prefiro a Jaque sensual por inteira.





