terça-feira, 25 de outubro de 2011
Déjà vu?
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Matador
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Ora que melhora
![]() |
| A terceira vem melhor, aposto |
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Porque todo o dia é Dia das Mães
Tanto a Joyce Pascowitch, quanto a MODA Joyce Pascowitch, prestaram homenagem às mães na edição de maio. Apesar do erro de timing de postagem no dasBancas, o belo trabalho de Daryan Dornelles e Maurício Nahas e de Nana Moraes, respectivamente para cada publicação, vale o post.
Joyce Pascowitch:
MODA Joyce Pascowitch:
domingo, 1 de maio de 2011
Linda, linda, linda e ainda inadequada?
Antes da Status chegar às bancas, já tínhamos muitos questionamentos, muitas dúvidas e muita ansiedade. Com a revista em mãos, finalmente, podemos dar nossas opiniões de maneira mais elaborada e precisa.
No que diz respeito à aparência geral da revista, tenho algumas considerações a fazer:
- Acabamento belíssimo. Papel de qualidade, capa resistente, laminação fosca, verniz UV localizado. Tudo bem acima da média da concorrência.
- Design confuso. Pesado, exagero de preto, utilização massiva do A da logo, descuido em alguns pontos - como a imagem toda pixelada na matéria das ondas - e muitas, MUITAS tipografias diferentes utilizadas em textos corridos.
Isto posto, vamos ao ensaio principal?
As fotos assinadas por Jacques Dequeker são brilhantes. O ensaio é muito fashionista? É! Mas, apesar disso, é claramente feito para homem ver. O que menos importa aqui é a roupa usada pela longilínea Fernanda Tavares, mas sim o muitos centímetros de pele exposta. A transparência, a provocação… O fashionismo fica na linguagem visual.
O grande erro cometido na capa não acontece no recheio. As fotos mais produzidas, com o tal vestido Mabel Magalhães estão presentes, mas tudo de maneira mais ousada, leve e menos estranha do quê naquela foto, que por sinal foi repetida no miolo.
A série de fotos em que Fernanda se insinua em uma poltrona é lindíssima. Dá pra sentir uma tensão sexual na cena. E, talvez, se essa energia estivesse impressa na capa, ela não fosse tão inadequada quanto a publicada.
Sim, a capa publicada é inadequada, parece destoar do que a revista se propõe. A Status, diferente da concorrente GQ, não é tão fashionista quanto a finada Homem Vogue. Por isso, uma capa tão fria talvez afaste os possíveis compradores desta revista, que é uma novidade para grande parte dos frequentadores de banca de revistas.
Talvez, se nessa primeira edição a personagem de capa fosse mais acessível, mais popular – não apenas no quesito famosidade – e o ensaio mais visceral e sexual, a revista agradaria ainda mais gente.
Ah, quer saber minha opinião quanto a ilustração que integra o ensaio? É bonita, traz uma bossa para a brincadeira, mas não é um elemento necessário para a qualidade do material publicado. Mas, tem a possibilidade de ser um diferencial a ser explorado. Aguardemos…
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Prelúdio
Quando vocês menos esperarem, o megapost com a edição de lançamento da Status estará aqui no dasBancas. Sabe como é, né? Revista nova (bom, ao menos projeto novo) merece um cuidado maior, mais atenção e muita dedicação. Por enquanto, só um breve comentário:
Quem achou que aquela capa tava prestando?
Para ser rápido e superficial, escolhi duas fotos que seriam MUITO mais eficientes na capa. Bom, depois falamos mais da revista como um tudo e do ensaio também. Até lá…
domingo, 24 de abril de 2011
Expectativa demais...
| Já posso morrer de preguiça? |
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Nova (?) Vogue Brasil



terça-feira, 18 de maio de 2010
Bodas de Coral
estranhas no ninho
Maio é o mês de aniversário da Vogue Brasil e, mais famosa das revistas de moda brasileira, preparou a festa cheia de glamour e exageros. Tudo bem que tinha muito mais coisa planejada, como foi divulgado para os interessados em anunciar, mas o povo não pagou…
Logo na capa podemos ver que a revista veio para botar banca. MESMO. afinal, juntar 10 modelos de sucesso não é tarefa fácil. Apesar disso tudo, acho a capa bem besta, e não entendo a escolha de Fernanda Tavares e Carol Ribeiro para a parte da frente. As duas nunca foram as mais importantes nem quando eram atuantes. E, além disso, também não entendo Izabel Goulart na listinha. Ela nunca foi top, só gostosa, mas tudo bem…
corto a bárbara berguer MESMO…
A capa rende uma matéria meio besta, com fotos bonitas, porém bestas, com textos bestas sobre as meninas. Sim, achei tudo tão superficial, tão sem graça… As fotos de Gui Paganini, os textos de convidados especiais, tudo ficou pequeno, sem graça. Sem qualquer valor. Prefiro quando focam em alguém e fazem a coisa bem feita.
sem entender o porque da Emanuela de Paula não ter sido capa antes…
O mais engraçado da edição é que Raquel Zimmerman, a melhor escolha quando o assunto é TOP, tem um espaço incrível na revista, muito melhor que o das estrelas de capa. A linda tem um editorial completo assinado por Henrique Gendre e, ainda, um perfil bem escrito e completamente separado das fotos. Daí eu me pergunto:
Por quê diabos a capa da revista não foi entregue à moça? Sozinha ela representa tanto quanto essas meninas juntas, oras…
Além do editorial da Raquel, a Vogue ainda vem com um enlatado por Terry Richardson, e três nacionais, por André Passos, JR. Duran e Bob Wolfenson. Tudo bem bonito, bem feito e bem cuidado, e o que é melhor: cada um com uma cara bem distinta da outra. Muita diversificação como gostamos de ver.
Mas, apesar das 414 páginas, dos exageros e da megalomania, essa Vogue não me marcou da mesma maneira que outras edições especiais mais antigas. Por exemplo, as que estão abaixo:
Algumas não precisam de legendas…
