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sábado, 11 de dezembro de 2010

Não deu Dilma na Alfa

Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais e agora recém-eleito senador mineiro, estampa a capa da Alfa de dezembro. O político, que há pouco tempo também esteve em destaque na Veja, agora ilustra a edição especial que lista os homens do ano.

alfaaecio

Será que Aécio ganha mesmo todas as eleições em que participa?

Com exceção da capa da segunda edição (Steve Jobs), todas as outras trouxeram brasileiros referências do homem moderno. Aécio, em especial, é jovem demais para a carreira política que tem e, de acordo com a mídia, sabe desfrutar bem da sua beleza e do seu dinheiro.

Gosto da Alfa, mas a revista perdeu pela segunda vez consecutiva a oportunidade fazer uma boa capa. Aécio, por exemplo, aparenta estar muito mais a vontade na Veja à nova em que segura um bebê. Até o sorriso dele é diferente. As fotos em close da primeira edição da masculina da Abril (Galvão Bueno, Marcelo Tas e Daniel de Oliveira) são muito mais bonitas que o quase-plano americano utilizado em Ronaldo Macário e Aécio. E a produção em estúdio, sempre com o mesmo fundo, é humilde. E taí um adjetivo que não deveria combinar com a Alfa.

A diagramação, a quantidade de chamadas editoriais, a combinação de cores, a tipografia e os boxes azuis são horríveis. E confesso que não entendi o bebê na capa. É uma analogia à citação “… a campanha está apenas começando…”? Cheguei a jogar no Google para confirmar se ele foi pai recente, mas tudo que encontrei foram notícias de uma filha adolescente. Apesar de tudo isso, o editorial da revista é sempre muito bom. Mas essa análise vem a parte, num post futuro.

Quanto aos homens do ano, a partir da seleção feita pela Alfa, os usuários podem eleger aquele que mais se destacou em 2010 no site da revista. Pegando carona, o dasBancas separou os favoritos ao título e propõe uma enquete aqui também, basta deixar a sua opinião nos comentários. Então vamos lá: quem deve ser reconhecido como o Homem do Ano de 2010?

politica2esportestv1humorcinemaeconomiaartes

O meu voto já está aqui embaixo!

domingo, 22 de novembro de 2009

Oh! Minas Gerais

Noh, véi, é a Isis Valverde!

@goingdeaf (dB <3!) disse num post abaixo que Isis Valverde tem cara de fofa. Discordo em parte. Isis tem cara de mineira. O que não é bem a mesma coisa. Cara de mineira daquelas que te recebem de braços abertos, sorriso largo no rosto, copo lagoinha com cerva até a boca na mão, Salinas na outra e uma elegância despojada surpreendente. Daquelas que te fazem sentir uma saudade tremenda da sonoridade dos “noh!” e “véi!”, dos milhares de botecos da Savassi, das noites baratas e divertidas dos inferninhos e hells da vida. Isis tem cara de Minas. Isis tem cara do melhor de Minas.

Cara boa

Não entendi muito bem o motivo que fez a bela e talentosa atriz de 22 anos optar pela Maxim para sua primeira capa masculina. Na entrevista, Isis afirma que não gosta muito de foto de revista masculina e que só fez as da Maxim porque a Alinne Moraes, que é “supercuidadosa”, tinha feito. Continuo sem entender. Alinne já fez VIP, Trip, Homem Vogue e Vizoo (tenho todas, claro). Também não entendo como a VIP deixou passar essa. Sem dúvida, uma das maiores perdas da história da VIP.

Fiquei receoso com a escolha, mas o ensaio da Maxim, a cargo de Nana Moraes, não decepciona. Gosto das fotos coloridas e médio das PB. As da persiana são bonitas, mas a edição não soube aproveitá-las. Mereciam mais espaço. Tiraria o salto alto da página oposta, para reforçar o conceito “home sweet home” do ensaio. A foto da abertura e as das páginas 52 e 53 (todas aqui no post, dB não brinca em serviço) são as melhores, com uma luz natural e quente. Isis tá linda, natural e quente. Essas fotos vieram para comprovar que não precisa de calcinha de renda atochada no rabo para aparecer sexy. O perfil da fotografada - “não sou fatalzona, sabe?”, constata/indaga Isis - deve ser respeitado e a Maxim soube fazer isso muito bem. Porém (ah, porém) quando o ensaio começa a ficar bom, hum, acaba. Conquistas como essa merecem mais páginas, todos sabem. Certeza que a revista vai vender acima da média, então por que a economia?! Em último caso, que matassem o recheio com as gringas que não nos dizem nada e aproveitassem essas páginas para a grande estrela da edição brilhar ainda mais.

Isis é assim: Sensual mesmo não fazendo esforço

E não posso terminar o post sem parabenizar a publicação pelo gol de placa na concorrência: Parabéns, Maxim!

Fotos: Reprodução Maxim

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

ELLE: reparando injustiças

Eu sempre falo muito da VOGUE como referência de revista de moda no mundo inteiro. Tudo graças a suas fantásticas produções e tudo mais. Em uma outra oportunidade pude falar sobre a L'OFFICIEL e seu potencial artístico. Justiça seja feita, a ELLE também tem um excelente trabalho que merece seu devido respeito.

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Muito boa, quase boa, boa
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Das publicações de moda do país a ELLE apresenta um importante papel didático e comercial, (talvez por ser da Abril) e ainda assim consegue executar bons ensaios e produzir simples e belas capas. É a revista de moda mais clara quando o assunto é lançamento de tendências e edição de coleções.
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O trabalho da equipe de ELLE Brasil é bem amarrado com conceitos e ilustrado com belas imagens. Mas o melhor mesmo foi o fato de ter abandonado as celebs, estratégia ainda adotada pelas edições internacionais.
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Famosos são pros fracos
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Agora, pra confirmar tudo que eu disse, vejam algumas imagens da edição de setembro. Elas são provenientes de um especial de moda de Minas Gerais, já que 2/3 do DasBancas é genuinamente mineiro e o outro 1/3 bem gosta de um período sabático em BH que eu sei.
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Pão de queijo é o caralho!



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