quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Encoxada do ano

Nem tão cedo nossas masculinas terão capas tão legais como essa, do Justin Timberlake levando uma encoxadinha do Jimmy Fallon. O que nos resta é invejar os leitores da GQ americana.
1Os homens do ano. Em pose não muito condizente

Abaixo, mais algumas fotos do Peggy Sirota.

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Já pode imaginar o Selton Mello fazendo algo assim?
E as outras três capas da edição. Juntas, mesmo com a presença de Mila Kunis, não causaram nem 1/3 de buzz da capa com a animada dupla acima.

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O OVO OU A GALINHA?
Já perguntei para alguns revisteiros por que não temos capas tão debochadas assim. Sempre recebo as seguintes respostas:
a) "As celebridades nacionais são muito caretas"
b) "Os leitores brasileiros são muito caretas"
Pode ser, mas também acho que os nossos revisteiros são muito caretas e nossas capas, supercaretas, não passam de um reflexo disso. Tem o lado business conservador das grandes editoras também.
Com capa tão bacana ou não, fato é que a GQ Brasil de dezembro terá sua versão do MEN OF THE YEAR e elegerá os homens do ano nas seguintes categoria:  Revelação, Moda, Moda Internacional, Política, Empreendedorismo, Responsabilidade Socio-Ambiental, Artes, Gastronomia, Elegância, Esportes, Homenagem, Mulher, Ator e Música. Louco para ver os vencedores e como virão a(s) capa(s).
Fotos: Reprodução GQ

Grandes dúvidas da humanidade

Quem é Graciella? Não vale recorrer ao Google!

maxm_dasbancasDe tão famosa anda dispensando até o sobrenome

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Deve ser amor

Não sei como é possível, mas Carol Trentini está cada dia mais linda. Inacreditável como essa capa simples de 7 anos da Wish ganha outro status com a presença plácida e retumbante da top. Ah, tá explicado! Quem fez a foto foi o Fabio Bartelt, superfotógrafo e noivo da Carol.
wishLindeza que transborda

E o Prêmio Esso de Jornalismo foi para…

Divulgados os vencedores do Prêmio Esso de Jornalismo 2011. Quem levou a melhor na categoria Criação Gráfica – Revista foi a revista Trip, com o trabalho Edição Especial Futuro.
trip copyParabéns, Trip!
Os responsáveis pela vitória: Elohim Barros, Adriana Verani, Jaqueline Amaral, Eva Uviedo, Flavia Durante, Ivan Obara, Fernando Luna, Paulo Lima, Lino Bocchini, Bruno Torturra Nogueira, Camila Fudissaku, Alex Vargas Cassalho, Thiago Bolotta, Vivian Villanova e Ricardo Calil.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Sobre o número 1

A primeira Harper’s Bazaar Brasil custou a chegar às bancas de Belo Horizonte (ao menos à banca que eu costumo comprar revistas), mas finalmente consegui garantir a minha. E, como esperado, foi tão bom ter minha primeira Bazzar Br em mãos.

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Primeiro porquê a revista é pesada, dá aquela sensação de que vale quanto custa. E segundo, porquê é um prazer ter um número que já nasce clássico. Sim, esta revista já é um clássico. Todos os colecionadores precisam tê-la. Aí, pensando nos colecionadores eu faço o primeiro questionamento negativo sobre a revista:

 

Pra quê esta capa tipo folder? Essa capa invertida é péssima, amassa toda na primeira folheada e NUNCA, NUNCA, volta ao normal. Uma pena, minha edição de colecionador já está toda estragada…

 

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Neste post, vamos focar nos editoriais de moda, depois falamos um pouco mais sobre o restante da edição. Mas, antes dos editoriais em si, preciso falar sobre o prazer que é ler um texto de Maria Prata em uma revista de moda. Maria é gentil, educada, e mostra postura firme ao capitanear a revista. Suas palavras no primeiro editorial são bem legais, dão dicas do que será a jornada da Bazaar em terras tupiniquins e, desculpem se estou sendo inadequado, têm um certo ar de nostalgia e rancor. Essa equipe liderada por Maria e que está balizada na Carta Editorial parece querer destruir a concorrente Vogue, que outrora fora publicada por eles. E, ao que tudo indica, parecem estar no caminho certo.

 

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No editorial, Maria fala sobre o ensaio de capa da revista. O encontro entre Terry e Gisele foi planejado para repetir a dobradinha das estrelas em páginas da Harper’s Bazaar. Foi Terry quem fotografou a primeira capa de Bazzar de Gisele, lá nos idos de 1998 – procurei a capa feito louco e não achei, se alguém tiver o link, joga nos comentários – .E, também no editorial, Maria dá uma dica de como veio o ensaio: “(…) uma Twiggy do século 21. Imagens frescas, leves e fun, como deve ser Harper’s Bazaar.” Não sei se vejo essa coisa Twiggy, mas o restante é incontestável.IMG_4191IMG_4192IMG_4193IMG_4194

Gisele, como sempre, está LINDA. As produções 60’s deixaram nossa top ainda mais longa e esguia, mas não fizeram que ela perdesse sua ‘saúde’ natural. As fotos de Terry não são muito diferentes do que estamos acostumados. E, acredito, a publicação não queria nada muito diferente disso. Sobre a direção de arte, gosto muito do abre com o lettering gigante – rola em todos os editoriais e em muitas matérias -, e adoro as fotos com filtro amarelo. São um detalhe que acaba dando uma valorizada no conjunto.

 

Passando aos demais ensaios, gostaria de pular o clicado por Paulo Vainer. Ok, as luz é linda, a modelo é uma aposta da publicação, mas o conjunto é meio besta. Não muito diferente do que já estamos cansados de ver mensalmente em todas as revistas do gênero.

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Depois de Paulo Vainer, temos Zee Nunes e Shirley Mallmann e, olha, se este ensaio tivesse ganhado a capa do mês que vem eu não iria reclamar. As fotos estão lindas, os tons cítricos misturados ao cenário clean, a composição extremamente elegante, os pequenos detalhes de cena… TUDO é lindo demais. E claro, ver Shirley em ação é sempre um privilégio.

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Revista de moda brasileira sem foto de Gui Paganini não é revista que se preze, né gente? O queridinho das fashionistas fez um ensaio simples, mas competente para a publicação. As manchas aplicadas em pós-produção deram uma bossa, mas depois da terceira página ficaram repetitivas e desnecessárias. Talvez se tivesse variado a forma, a coisa teria ficado mais interessante. E sim, Thairine é uma gracinha, gente. Vamos dar mais espaço para essa menina. E, de preferência, sem água na cara…

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Bom, numa pincelada rápida pelos editoriais da revista, podemos ver que a Bazaar segue um pouco daquilo que Maria Prata promete: é leve, não é uma bíblia para consultas, mas um manual de sugestões. Um amontoado de dicas e coisa legais que passaram por uma excelente curadoria.

 

O pouco do texto que consegui ler, até o momento, é muito bom. É leve, fácil de ser acompanhado e menos pedante e afetado que o da concorrente. Mas, olhando a revista como um todo, e prestando bastante atenção em nosso mercado, a Harper’s Bazaar não tem muito para onde ir. Ela vai sim parecer muito com a Elle e com a Vogue. Ruim? Se eles souberem aproveitar as semelhanças e fazer mais bem feito, tenho certeza que essa semelhança só será boa para a revista que está começando.

 

E, como já dissemos antes, vida longa à Bazaar Brasil. Já estamos loucos para ver a capa nova e, também, o que vocês vão fazer com esse projeto gráfico lindo que têm em mãos…

20 anos de Dazed

A Dazed & Confused comemora 20 anos em dezembro e para sua edição especial de aniversário foram elaboradas, nada mais nada menos, 20 capas com “as estrelas do futuro”. Fotografadas pelo Rankin, elas possuem uma unidade bem bacana graças ao jogo de sombras. Das que já foram divulgadas, claro, escolheria essa aqui da Kate Moss.

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Indecisos, essas são pra vocês!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Covertwist

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Golden Girls

Este mês a W traz em sua capa uma dupla mais do que especial. As irmãs Dakota e Elle Fanning já fizeram algumas fotos juntas, dão o que falar há algum tempo, mas finalmente tiveram sua grande capa juntinhas. E olha, como é lindo ver essas duas tão bem fotografadas.
Nas fotos de Mario Sorrenti, as irmãs aparecem vestindo produções que se comunicam, mas que possuem as diferenças necessárias para marcar a personalidade cada uma das meninas. Uma coisa que é bem parecida com elas na vida real. Se olhar rapidinho, você acha que é a mesma coisa, mas olhando bem as diferenças começam saltar aos olhos.

 Vendo as fotos só consigo pensar uma coisa: como Elle é LINDA e parece muito mais madura que sua irmã mais velha, né?

Gata molhada

Charlize Theron, fotografada por Annie Leibovitz, fecha com estilo o ano da Vogue US.

CharlizePara fechar bem o ano

De volta à programação normal

Não creio que Pelé seja uma “unanimidade nacional”, especialmente pelo caso da filha rejeitada, mas altamente capável ele é. Tanto que até a Esquire espanhola deu recentemente uma capa para ele, diga-se, muito mais interessante que essa da Alfa.
A Alfa marca ponto por dar Pelé antes da GQ Brasil, mas, reparem, mesmo o rei sendo retratado pelo Bob Wolfenson o resultado final é totalmente desinteressante. O máximo de reação que esboço ao ver essa capa de novembro é me perguntar por que ele está rezando? Por que ele é "imortal"? Não, não entendo. Uma capa boba, cinza, feia e desinteressante.
Aprenda com a Esquire, Alfa!
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A inexpressividade da Alfa vs. a expressividade da Esquire

domingo, 13 de novembro de 2011

Opa, a estrela apareceu!

Mais cedo falei sobre o ‘sumiço’ de Fernanda Tedeschi e comentei sobre a possível presença de Bárbara Evans na capa de dezembro da Playboy. Tão rápido comentamos, tivemos a notícia… Diz que em dezembro a filha da Titia Monique estará sim nas páginas da Playboy Brasil, em ensaio fotografado em Búzios pelo – sempre incrível – Bob Wolfenson. Fazendo a somatória, levando em conta a carinha da menina e a locação, só consigo pensar na seguinte equação:

Sim, eu quero aquelas pitadas de Brigitte Bardot nas fotos, de menina livre e natural vivendo a bela paisagem de águas azuis e todo o charme intimista/voyerista que só Bob Wolfenson consegue imprimir.

E, claro, vale lembrar que Gracyanne Barbosa também foi fotografada em Búzios para Sexy de dezembro. No caso dela os cliques ficaram por conta de Jorge Bispo. Nem precisa falar que já estamos loucos para ver quem se saiu melhor nessa batalha, né? Gracyanne, na verdade, foi fotografada em Angra dos Reis. Mals aê pessoal!

Cadê a estrela que estava aqui?

A bem da verdade, Fernanda Tedeschi nunca foi oficialmente anunciada como a estrela da capa de dezembro da Playboy Brasil, mas, apesar disso, todo mundo sabia que a cunhada do Temer era a estrela que fecharia este ano incrível, só que ao contrário, vivido pela Playboy.
Daí que, para deixar todo mundo confuso, a revista Veja publicou, na página 100 da edição desta semana, a matéria em que diz que Fernanda sumiu e não deu notícias para a publicação que tentava marcar as fotos do ensaio, até que finalmente enviou uma carta onde dizia que não tiraria a roupa mais.fernanda
A revista, por meio de sua assessoria jurídica parece já ter entrado em contato com a moça e exigido o pagamento da multa contratual. Dizem que é 60% do valor de contrato + taxas sobre possíveis prejuízos da publicação.
Aí eu fico pensando: todo mundo tem o direito de desistir posar pelado. Mas alguma coisa muito estranha está por trás dessa história. Fernanda já havia aparecido na Playboy em fotos do Happy Hour, já havia dito que não deixaria que o parentesco atrapalhasse sua “carreira” e que estava malhando feito louca para aparecer bem gostosa para os leitores. Daí só duas coisas passam pela minha cabeça:
Ou a Playboy arrumou alguma estrela de porte para o ensaio de dezembro, e decidiu criar essa micro-polêmica para ajudar no buzz da nova estrela – dizem que é Bárbara Evans (Oi? Estrela?) - e para esquentar a capa de Fernanda que, muito provavelmente, ficaria para março, já que janeiro e fevereiro já têm donas. Ou, é o chute final no cachorro morto. Nem a cunhada do vice-presidente tem coragem de tirar a roupa para a péssima Playboy que vimos circulando este ano. Eu, por exemplo, no lugar dela, morreria de vergonha de sair na capa da mesma revista que publica a Mulata Difícil, a Cacau, a Adriana…



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