segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Como é linda...

Desde que a VIP voltou a ser VIP de verdade, é uma coleção de capa boa que a revista trás para as bancas. E, neste março, a dona da banca, sem dúvidas, é linda e espetacular Grazi Massafera.
Dificilmente outra revista vai colocar nas bancas desse Brasil varonil um olhar mais magnético, que este, né? Á terceira capa da moça e tá demais...

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Verde, amarelo e Dira!

A capa de fevereiro da TPM, a primeira do ano, é um deslumbre! Assim, com bananeira e muito amarelo, a cara do Brasil. Bem do jeitinho que a gente espera ver Dira.
Dira Paes foi fotografada por Murillo Meirelles em sua própria casa, na ilha da Gigóia, Rio de Janeiro. Bem à vontade, a paraense aparece linda e natural, como sempre. Na entrevista – que está ótima –, Dira dá seu recado e mostra-se extremamente pé no chão, esclarecida, livre de estrelismo e, faz questão de rejeitar qualquer olhar estereotipado sobre seu Pará e quem vem lá. Bem do jeito que a gente imagina...

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Coisa da antiga

A Revista Trip divulgou as suas duas primeiras capas de 2014 e já chega batendo o pé na porta. E o motivo é um detalhe que poderia ser bem bobo, não fosse a ousadia de abandonar a atual marca e, aplicar a marca lá das antigas – que já não é usada há anos – na capa. Tudo a ver com a edição que vem falar dessa onda vintage que vem tomando conta da nossa vida.
É tão simples e sutil, que fica foda!
E você, deixaria seu produto sair com a marca antiga?

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Enfim, Aline!

Bem  no começo da revista, Sérgio Xavier, em seu editorial, avisa que Aline Prado foi uma contratação de última hora. Chegou mudando o planejamento do coelho e, finalmente, ocupou um lugar que é de direito seu há 8 anos. Diferentemente da antecessora Valéria Valenssa (gente, o nome dela é com 2 ESSES!), a ex-Globeleza não podia posar nua enquanto estava a frente da vinheta de carnaval da Globo, por isso a troca de musa era o momento certo para a capa de Playboy. E, olha, que bom que Aline topou!
Com um sorrisão estampando o rosto e uma malemolência contagiante, a mulata deixa todos os leitores boquiabertos. Sério, a menina está ótima em todos os momentos do ensaio clicado por Autumn Sonnichsen. E olha que as fotos vão da praia para o barracão da escola de samba, passando por uma coisa black/bling-bling, sem aviso prévio. É todo um samba de referências que só funciona pelo tesão, pela vontade de estar ali estampando aquelas páginas.
Na curta entrevista que acompanha o ensaio, perguntam para Aline como é ser a 6ª negra na capa da revista. E, claro, ela se sente lisonjeada. Eu, no lugar dela, teria aproveitado para dar uma boa resposta e deixar claro que no Brasil tem tanta negra que merece essa capa, que esse número é no mínino ridículo. Mas né, vamos aplaudir essa escolha! Melhor poucas, que nenhuma...
O ensaio produzido por Fabiana Moritz é tão legal, tão cheio de energia, que quando acaba a gente volta as páginas para ver outra vez. E aí acaba de novo e você volta. E fica nesse ciclo. Gente, porque essa economia de fotos? Tava tudo tão legal, certeza que dava para publicar um pouco mais de fotos. E, como a gente já viu antes, por seu estilo mais bagunçado e despretensioso, Autumn funciona bem com matérias mais longas, onde a gente pode ver todas as suas ideias fervilhando e se desdobrando em sensualidade.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Lá vou eu...

E o carnaval começou! Não são apenas os bloquinhos précarnavalescos que já estão chegando para nos alegrar, junto a eles, chega às bancas a Playboy de fevereiro toda trabalhada na Folia de Momo. A estrela – de primeira grandeza? – é Aline Prado, a mulata que substituiu Valéria Valença e ficou uns bons anos a frente do Carnaval Globeleza.
A capa, inicialmente, causou um certo desapontamento. Não se esperava um pouco mais de cuidado, um pouco mais de ambiente, já que é uma externa, mas acabou me ganhando pelos detalhes. A textura da parede está ali, bem assumida, o reflexo dos espelhinhos da roupa indo no braço e na parede são um charme – BEM AUTUMN – e o sorrisão de Aline ganha qualquer um, né? Agora, a diagramação não me ganhou. Achei tudo meio frágil e essa tarja vermelha no [EX]Globeleza ficou bem tosca, né? Podiam ter feito uma coisa menos dura e, porquê não, integrada à imagem, né?
O ensaio, assinado por Autumn Sonnichsen, foi clicado no Barracão da Vai Vai e também nas ruas de São Paulo. Confesso que essas duas informações me deixam bem animado. Primeiro porque Autumn é sempre uma delícia, né? Sempre com aquele coisa absurda, sempre uma luz bagaceira e uma relação muito íntima com a fotografada. E, segundo, que o barracão, mais as ruas de São Paulo, sob a ótica de Autumn vão ganhar uma leitura diferente. Duvido que vá cair no clichê.
 E o tanto que essa foto é ótima?

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Tanquinho na capa da Junior

A Junior traz em sua capa de fevereiro o todo sarado Gui Inácio. Se você não sabe quem é ele, deixa eu contar: o moço é aquele apresentador todo simpático do TNT, quee arranca suspiros sempre que aparece na tela. Olhaí a capa!
Apesar do fundo horroroso com esse degradê laranjado, a capa apresenta uma evolução gigantesca se compararmos com a horrorosa publicada mês passado – tá aqui embaixo. Concordam?
Se abrindo todo para o verão...

sábado, 18 de janeiro de 2014

Gatíssima aos 40!

Angélica é dessas que fica cada vez mais bonita, né? A gata chegou aos 40 com tudo e estrela a primeira Boa Forma do ano. 
Não sei se foi o GH, a dieta sem glúten, o pilates, o funcional ou os três filhos, mas tudo isso só tem feito bem ao corpão, né? E é justamente o supercorpo da estrela que chama atenção neste seu primeiro trabalho do ano. Este, inclusive, é um de seus melhores ensaios nos últimos anos.
O material fotografado por JR Duran vem impregnado com toda uma estética das academias dos anos 80. E como acho que Angélica fotografa cafona – sim, é linda, mas fotografa cafona –, acho que toda essa coisa de cores vibrantes, recortes, acessórios de acrílico, pele brilhante e maquiagem marcada deu muito certo. Esse carão funcionou demais!
Duran adora acessórios de ginástica, já reparou? É de uma cafonice tão grande que dá a volta e fica lindo!
Muito boas essas fotos, né? E o corpão tá demais! Merecia fotos mais a vontade e com super produção em revistas masculinas, né?

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Imitta ops!, Anitta na Glamour

A cantora Anitta é o arroz de festa dos últimos tempos, mas impressionantemente não ganhou tantas capas de revista quando eu imaginava que ganharia. Em sua estréia em Glamour a moça ganha um ensaio clicado por JR Duran.
E, assim, alguém me explica por que cargas d'água a galera escolheu essa foto horrorosa para a capa – também horrorosa – com um ensaio tão bacana? Anitta fazendo o Flashdance ficou ótimo, tudo a ver com a personalidade, com o universo da moça. Muito melhor que esse vestinho de prima piriguete querendo fazer a fina...
Faltou o balde de água na cara...

Quebrando a cabeça

A Vida Simples é essa delícia de sempre, né? Tem como não chorar no cantinho por não ter tido uma ideia linda dessas antes?
Errar pode até dar certo, mas acertar dessa forma é para poucos. Parabéns, pessoal!

Esqueça as Belas da Praia...

A Playboy Brasil reservou para sua edição de janeiro de 2014 um combo de desconhecidas fotografadas na praia. Isso já aconteceu um tanto de vezes na revista e, convenhamos, esta não será a última. O time de Belas da Praia foi fotografado por Sérgio Kovacevick, que é escalado sempre que tem bomba pelo caminho...
A capa não é necessariamente feia, mas também não é nada bonita. A começar pelo fato de apenas a menina do meio ter ficado com a expressão boa e adequada com a temática 'tô pelada na praia'. Além disso, a composição é bem problemática. Com esse tanto de bunda e chamadas ali embaixo, e só céu lá no topo, a capa pesa muito e dá uma sensação de achatamento na imagem.
O ensaio curtíssimo não tem nada que chame atenção – bom, até fiquei impressionado com uma coisa, mas não acho de bom tom falar disso por aqui... –, é simples, direto e só. As pouquíssimas fotos não favorecem ninguém, não dão espaço para as moças se mostrarem para a lente do fotógrafo. Ficou tudo tão rápido, que a sensação é derem gastado meia hora para fotografar, editar e tratar todo o material.
Lá no texto de abertura dizem que as fotos foram feitas em Fernando de Noronha, mas se fosse ali em Guarapari não faria tanta diferença. As belezas locais não foram ressaltadas, a locação não é explorada e aparece um ou outro pedacinho de mar azul, que poderia ser conseguido em qualquer lugar desse imenso litoral brasileiro.
Não sei se fiquei meio mal acostumado com as belas representações de Noronha em ensaios de pelada, mas queria um pouco mais que areia, sabe? Enfim, o ensaio principal desta edição é dispensável, ainda mais quando colocado ao lado da superprodução de Kate Moss, clicada pelos sempre competentes Mert Alas e Marcus Piggott.
Quanto a Kate Moss, a segunda opção de capa das bancas, acredito que a Playboy fez tudo certinho. Presenteou os leitores/colecionadores com uma capa diferente da publicada revista-mãe, trouxe a entrevista da gringa e todas as fotos da revista lá de fora. O único ponto que faria diferente é a foto que acompanha a entrevista guiada por Sir Tom Jones. Acho esta imagem com a pena uma das fotos mais bonitas de todo o ensaio e merecia uma página inteira só para ela, como na gringa. 
Para fechar a conversa, é legal lembrar que esta é o primeiro número de Playboy com a assinatura do novo diretor de redação. Sérgio Xavier começou bem, vem com um texto bem humorado, cheio de tesão e sem qualquer traço de prepotência, como visto anteriormente. Boa sorte a ele e já já você recebe um e-mail aqui da "redação"...

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Duplamente linda

Tem gente que tem birra da cara dela, não tem um pingo de paciência para as falas 'polêmicas' e torce o nariz sempre que a vê em alguma capa de revista. Mas olha, vamos combinar uma coisa? É bom demais chegar na banca e ver Carol Dieckmann gata que só na Nova e na VIP, né?
O legal é que as duas capas trazem Carolina completamente diferente, em produções opostas e linda de doer nas duas, né? E, como sempre vemos, é lógico que ela está muito mais sexy e provocante na revista feminina do que na masculina, né?
A capa e recheio da Nova são de Daniel Klajmik e da VIP são de Alê de Souza, o cabeleireiro-fotógrafo das estrelas. Tudo bem acima da média...

Lena se rende...

Lena Dunhan, o grande nome de Girls, sempre fez questão de reforçar uma postura indie, meio cagando e andando para o glamour e poder da indústria de entretenimento americana. Prova disso é a cara de tédio em premiações, o ar desconfortável nas fotos de tapete vermelho e os infindáveis palavrões que vivem em sua boca.
Mas, apesar disso, a nova Rainha da Comédia Americana, – como eles gostam de ter uma nova rainha para tudo, né? – rendeu-se à Vogue e ganhou uma capa e ensaio assinados por ninguém menos que a super Annie Leibovitz. Já viu?
 Como é de costume, a Vogue optou por uma capa em close para sua personagem acima do peso. Sinceramente? Não entendo o porquê de dar capa para uma gordinha se vai escondê-la. A gente tem visto tantos comentários – e luta – sobre o espaço das mulheres reais e tal, que acho uma grande hipocrisia a Vogue esconder o corpo de sua modelo de capa. Escolheu a gata? Agora sustenta!
A mesma coisa a gente pode dizer das fotos do recheio. O truque na hora do clique, a roupa que esconde a silhueta, a faixa na cintura, a posição que esconde a forma real... tudo é feito para esconder o corpo que Lena tanto mostra em sua série de TV. 
Annie faz um trabalho lindo, mas vejo pouco da personalidade da fotografada nesta matéria. Uma pena...

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Bárbara

A Trip é uma das poucas revistas que compro, religiosamente, todos os meses. Isso se não for a única. Já faz alguns anos que ela virou minha revista querida, aquela que leio (quase) inteira e que sempre me desperta uma curiosidade para saber qual tema será tratado no próximo número.
Quando as capas do mês são divulgadas, acabo sempre me interessando mais pela “capa conceito”, a que faz uma referência direta ao assunto principal da revista. Desde quando comecei a comprar, são poucas as que tenho com a “capa da pelada”. E, se eu for olhar bem, quase todas as capas com peladas são das famosas que posaram de Trip Girls.
Não que os ensaios com “desconhecidas” (entre milhares de aspas) sejam ruins, muito antes pelo contrário. Um dos pontos que mais gosto nos ensaios da Trip é que as mulheres fotografadas são sempre “gente como a gente”, e todos os clicks são feitos tentando deixar a coisa mais natural possível. 
Mas fiz essa introdução toda (meio desnecessária, confesso) porque o assunto aqui é o ensaio do mês, com a atriz Bárbara Paz.
Bárbara chegou à Globo, o lugar mais cobiçado por atores que querem estar na televisão, de uma maneira bem diferente das outras pessoas que chegaram lá. Primeiro porque ela é bonita, sim, mas não é nenhum símbolo sexual. Ela tem uma beleza comum, das tais “gentes como a gente” que eu citei ali em cima, mas ela sabe valorizar esse ponto a seu favor. E segundo, por toda a trajetória dela, de Casa dos Artistas, novelas no SBT, até enfim debutar no horário nobre da Vênus em uma novela do Manoel Carlos.
Quando vi a capa (linda, por sinal) e a chamada, fiquei me perguntando o que a Madonna dos anos 80 poderia oferecer para um ensaio. Porque são tantas referências diferentes, desde Borderline, Material Girl até Like a Prayer que não dá para usar todas, tem que pegar uma e seguir em frente. Até que, vendo a primeira foto do ensaio, já vi com qual Madonna o Bob Wolfenson dialogou.
Do último ano da década de 1980 surge o clipe de Justify my love, polêmico, censurado pela MTV americana e a maior inspiração para o ensaio. A começar pelo fato de que todas as fotos estão em preto e branco, granuladas e meio estouradas, como as imagens do clipe, e ficam ainda mais fortes quando dialogam com os brancos deixados propositalmente nas páginas.
Nas doze fotos que compõem o ensaio (pequeno, poderia ser bem maior), vemos Bárbara entregue ao desejo, se/nos excitando com poses que provocam os mais diversos pensamentos. E isso sem mostrar mais que os seios, ou uma bundinha aqui e ali, deixando claro que não é necessário um nu frontal para mexer com a cabeça de quem vê as fotos.
Mas é no perfil que acompanha o ensaio, escrito por Marcelo Rubens Paiva, que entendemos de fato a aura que permeia as fotos. O escritor diz, logo no começo do texto, que “poucos conhecem a verdadeira Bárbara Paz”. E eu acho que esse ar de mistério foi o que fez com que o ensaio ficasse tão interessante. Nós podemos ver a Bárbara ali, entregue ao desejo, mas não sabemos o que ela vai fazer com ele. E é essa curiosidade que faz com que as páginas sejam mudadas e todos os detalhes sejam vistos.
A Trip nos deu ensaios incríveis esse ano, e, sem poupar no trocadilho, fechou o ano com Bárbara e de forma bárbara: mostrando uma mulher bonita e que está ali pronta para se satisfazer – e, de quebra, nos satisfazer também.

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Flavimar Diniz, o autor deste post, é jornalista e colaborador especial do dasBancas. Sempre que alguma revista chamar sua atenção, ele aparece por aqui.



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