sexta-feira, 13 de abril de 2012

Conceitual

A Trip que não é boba nem nada, sabe fazer aquelas capas que deixam todo mundo meio babando/com inveja da idéia. E, para a edição sobre lucros (gente, sou um único que não entende de onde eles tiram tanto tema?) os fizeram uma capa sensacional. Simples, minimalista e extremamente conceitual. Coisa linda!

A capa de peitinho segue o padrão Trip, leve, despretensiosa e sempre charmosa. Impressão minha ou essa tal Ana Carolina é MUITO parecida com a Juliana Didone?

terça-feira, 10 de abril de 2012

Movimentação Fashion

Finalmente, saem novos detalhes a respeito do esperado projeto editorial de Carine Roitfeld. Confirmados o nome da publicação e a editora que vai lançar a revista semestral: entitulada "CR Fashion Book", aquela que promete ser a nova referência fashion será lançada pela Fashion Media Group LLC (detentora de títulos como a Visionaire, V and VMan). A capa divulgada para a imprensa leva a assinatura da própria editora e não causou muita animação no mercado. Comenta-se, porém, que não é a capa oficial, apenas um mock-up para os anunciantes...
O lançamento oficial da revista está marcado só pra Setembro e deve bater de frente com as demais edições do badalado mês para os fashionistas. Serão 288 páginas editoriais e a revista trará artigos escritos na língua nativa dos autores (entre eles Árabe, Russo e Japones). Das fotos divulgadas, me chamou a atenção a imagem de Patti Smith, fotografada por Bruce Weber. 
Por hora, o entra e sai não para no East Village Standard Hotel, local onde foi montada a redação, em NY. A edição promete sacudir o mercado, mas ao que tudo indica, não vai ser tão fácil colocar as mãos em uma dessas revistas. A tiragem da primeira edição será de 50 mil exemplares, a serem distribuidos apenas na França, EUA e Ásia.

Do baú

A Status que vinha numa ótima sequência de capas deu uma derrapada em abril ao retirar do baú Caroline Bittencourt. A mulher é datada, sem grandes feitos e ainda torna mais difícil uma futura capa com Daniella Cicarelli que, de volta à TV, deve ganhar capa de alguma masculina.
Ah, o cenário era perfeito para uma capa com a Cica

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Fora do padrão

E por falar na Nylon, vejam que legal essa capa da Nylon Guys com o ator Jack Black.

 Gordinho também tem vez
Post escrito por @Leandro_S

Divina Isis

Quem diria que aquela revista cafoninha que era a Gloss faria uma capa tão bacaninha assim. A revista que passou por uma reforma gráfica e editorial parece – bem, só vi a capa até agora – estar mais madura, moderna e bonita. Tem um quê da Elle Brasil, outro da Nylon... mudanças aprovadíssimas!
E a Isis Valverde, hein? Linda e talentosa, a mineira tem roubado a cena em Avenida Brasil com sua Suelen, a Periguete (com P maiúsculo) da vez. Já quero a atriz em todas as capas de revista.

Vem com tudo, Isis!

Post escrito por @Leandro_S

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Versão 90's

Para quem está acostumado a ver Keira Knightley com carinha de princesa, vai levar um baita susto ao vê-la na Interview de abril. Fotografada por Mert e Marcus, a moça vem toda trabalhada nos anos 90. Maquiagem gráfica, cabelo com brilho molhado, looks quase geométricos, duros e monocromáticos e uma leve inspiração fetichista garantida pelo cigarro e o couro.
Gosto bastante da ousadia, de sair do lugar comum e principalmente da atriz se permitir ser fotografada fora da sua zona de conforto, mas não acho que Keira esteja de fato bonita nas fotos, em duas talvez consiga isso, mas no geral, acho tudo muito tenso. E vocês, gostam?
acho que a pegada princesinha lhe cai melhor, Keira.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Ruy-vinha sensação

Tá, o trocadalho do carilho do título foi péssimo, mas ao vermos a belezinha Marina Ruy Barbosa vestida e penteada como uma verdadeira femme fatale perdemos todo e qualquer critério.
A mocinha migrou das capas da Capricho para a revista Nova Cosmopolitan sem escalas e já segura como ninguém o picumã by Marco Antônio de Biaggi, sem medo da chamada sexo oral logo ao lado. A capa como sempre é o que a Nova sabe fazer de melhor. Claro que poderia ser mais bonita, claro que poderia ter menos chamadas, claro que poderia ter um close nesse rosto perfeito. Mas aí não seria a nossa amada Nova, né?
As fotos do recheio, como sempre, são bem mais bonitas e brincam com o jogo de mostra/não mostra, provocante na medida, mas recatado do jeito que deve ser um ensaio de uma garota de 16 anos – quase 17, né? 
lindinha!

Ah, a concorrência

Nada como um pouco de concorrência para levantar traseiros acomodados das cadeiras, não é? Com o redesign da G, a Junior tem rebolado para deixar a mesmice de suas capas de lado. Foi assim no mês passado, será assim em abril com o eterno colírio da Capricho Federico Devito. 1
Caprichando, hein, Junior? 
O bacana é que o garoto foge do estereótipo explorado a exaustão pela revista e a capa acompanhou na mesma levada. O resultado é jovem, divertido e naturalmente sexy.
Bônus! Algumas imagens do ensaio fotografado por Marcio del Nero.
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O pequeno príncipe cresceu

Seguro desemprego

Tá na cara que o contrato entre Playboy e Aryane foi assinado antes de a moça ser “deixada ao relento” pelo Pânico. Até aquele manjado esquema de sair antes no Happy Hour e na capa da VIP foi usado pela Abril para investir na, até então, Panicat. Daí rolou a demissão e a revista precisou correr contra o tempo para a ex-Panicat não perecer. O que resta a fazer numa situação constrangedora dessas? Rir. E foi isso que a Playboy fez com essa chamada principal de capa.
Analisando o gancho, não vejo muita diferença entre uma desempregada, uma miss bumbum desbundada, uma atriz de escolinha e uma assistente de palco de programa tosco. Com exceção de agosto e dezembro, faz tempo que não espero muita coisa da Playboy. Portanto, acho que Aryane cumpre muito bem sua função de ser mais uma gostosa na capa da revista. E a bela capa, ousada como pede a situação, com certeza agradará à macharada de plantão.
Aryane garantindo o leite das crianças

terça-feira, 3 de abril de 2012

Força na modernidade

Daí que a RG decidiu assumir a posição de revista mais moderninha das bancas nacionais. E, a contar pela capa com Fernanda Lima, este caminho parece que será cada vez mais ousado e difícilmente agradará os leitores mais tradicionais. Não nego que ao ver a imagem abaixo levei um susto, questionei com o pessoal da revista se era isso mesmo, e eles confirmaram. É isso aí: Fernanda Linda e azul. Azul com vermelho. Azul, vermelho e preto. Cheio de contraste e um tanto inusitado.
Eu adoro que saíram do lugar comum, mas não sei como o povo reagirá.

Mulherzinha

 

logo-MdeMulherDASBANCASSSSS

Nosso slogan é Apaixonados por Revista e, claro, entregamos boa parte do nosso salário pros donos de banca. Mas passamos boa parte do nosso tempo – pra não dizer o tempo todo, na internet.

Daí que, da mesma maneira que eu amo revistas femininas, amo também sites que abordam o universo feminino.

 

Meu preferido, o M de Mulher, acaba de passar por uma reformulação geral, no visual e no conteúdo. O site ganhou, inclusive, uma nova marca, linda de viver.

 

Pra quem não conhece, o M de Mulher é fa Editora Abril, ou seja, é feito por quem faz as melhores femininas do país. Gosta de mulherzice (independente do seu sexo)? Se joga lá!

Chute na cara X barriguinha sarada

Para quem se identifica com o jeito TPM de pensar, Karina Buhr – a capa da nova edição – não é uma personagem desconhecida, muito pelo contrário, é sempre citada pela colunista Nina Lemos em suas redes sociais e, além disso, há pouco fez uma manifestação feminista. Feminista do jeitinho que as meninas da revista gostam. Karina é daquelas que não economizam ao se expor. Tanto que posa toda livre, leve e solta para sua estreia nas capas de responsa.
Mas, apesar de feminista, a TPM também é mulherzinha sem medo de sofrer retaliação. E, o que tem feito sucesso na internet entre meninas e menines, é o ensaio sensual do mês, com o todo gato Henri Casteli. O moço vem com pouca roupa, envolto às lindas cores e luzes das fotos de Daniel Aratangy. 
E você, amige do dasBancas, prefere a atitude feminista de Karina ou corpinho de Henri?

H com minúscula

Existe um problema no mundo gay: o preconceito. Não, não é o preconceito externo, dos "não-gays" para com os gays. É o preconceito interno, dos nichos gays entre si. Assim, a bicha pintosa não anda com as lésbicas masculinas, que não trombam com as barbies, que não curtem os ursos. As vezes tenho a sensação que a tal ~comunidade trava uma série de lutas separadas quando deveria lutar apenas uma.
Isto posto, a impressão que eu tenho da H é que ela é uma revista que luta apenas por um grupo e, claramente, despreza alguns outros. A proposta da revista é ser voltada para um público mais adulto, se propõe a ser - e ser levada - mais a sério. Ok, isso é ótimo, acho mesmo que o mercado precisa de um olhar como esse, já que as publicações gays nacionais hoje ou são de "ensaios eróticos" (G Magazine) ou são voltadas para um público jovem demais, quase pós-adolê festivo (Junior).

Hmag 
A H quer ser uma espécie de Trip, TPM, só que gay. Com ensaios sensuais e textos mais profundos. Ela consegue isso? Consegue, mas em partes. A revista tem textos bacanas, não fala apenas de pegação, não é superficial. Tem entrevistas incríveis e artigos bem escritos.
O único ensaio segue a proposta da publicação, não tem ~erotismo direto, é sensual sem ser explícito - nem pau duro tem. Sensual assim, é bonito, mas não me despertou o MENOR interesse. E olha que o modelo, Fabricio Ternes, é bonitão.
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Mas a H tem um grande problema: ela é feia. Parece que, para se resguardar de uma possível comparação com a Junior, o design da H é tosco, pobre. Simplista. A impressão é que, para ser uma revista séria, é preciso ter um "design sério" o que, infelizmentem prejudica demais a publicação, porque ao invés de séria ficou com cara de amadora.
Uma tristeza visto que a equipe criativa é comandada pelo André Fischer, sensacional, e tem nomes como Francisco Hurtz e Carlos Pazzeto.

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Voltando ao começo do texto, fica a impressão que, para ser um "gay adulto e sério", é preciso deixar para trás qualquer resquício de felicidade e diversão. Mais uma vez, o gay mais velho não conversa com a gay jovem.

Fica a dica: dá pra ser adulto, responsável, sério e, ainda assim, bonito, fresco e divertido. Como a vida deve ser, afinal.



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