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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Uma tal Playboy

Dia desses me peguei revirando as prateleiras empoeiradas de uma banca do centrão de BH atrás de umas Playboys antigas que, de relance, tinha visto por ali. Entre espirros e suspiros, achei edições que queria muito, como a da Ida do vôlei (sim, trabalho com o choque!), Gabriela Alves, Sorvetão e umas outras lá. Levei para casa mais de dez revistas, com estrelas de verdade e também moças desconhecidas.
No meio dessa procura, me peguei pensando nessa Playboy de hoje. Que a relevância já não é mais a mesma, todo mundo está careca de saber. A revista que já foi a mais desejada, aguardada e comentada do mês simplesmente acabou. Sim, acabou. O que ficou aí é uma sombra bastante disforme do que já vimos.
As notícias de vendagens avassaladoras e recordes positivos deu lugar às manchetes sensacionalistas que destacam o mais recente fracasso retumbante. As últimas edições não chegaram nem a 100 mil exemplares em circulação, entre assinaturas e venda em banca. E, para tristeza geral da nação, o número de assinantes vem caindo vertiginosamente, passando de pouco mais de 80 mil em janeiro, para 70 mil em junho. Com certeza preocupante, mas, de fato, não é uma exclusividade da Playboy. Todas as revistam passam por uma fase de perrengue.
Mas, apesar de toda a tristeza que envolve o nome Playboy, acho que a revista tem se mantido sólida e coerente com sua história. Apesar de uma derrapagem ou outra pelo caminho, a revista tem apresentado boas capas e ensaios muito bem executados. Puxa aí na sua memória, você se lembra de um período tão frutífero em temática de ensaios e em qualidade de imagens quanto os meses recentes? 
As grandes estrelas já não se rendem à lábia do coelho – ou custam caro demais? –, por isso a redação tem investido em modelos de menor expressão, mas caprichado nos ensaios. Gostei tanto das coisas que vi este ano. Aline Prado foi um show, Patrícia Jordane tem uma das melhores capas de Copa do Mundo, Vanessa estava incrível, Jéssika Alves fez no aniversário um ensaio memorável, a japonesa veio numa proposta super diferente e a Mendigata teve um dos trabalhos mais bacanas dos últimos meses. 
Nas páginas da revista temos visto Autumn Sonnichsen, Fred Othero, Christian Gaul e outros fotógrafos brilhar. Perdemos a assinatura classuda de Bob Wolfenson e a grife de Jr Duran? Sim! Mas ganhamos respiro, um olhar novo e a vontade de fazer bonito. Fazer bem feito porque isso faz diferença para esses profissionais.
Sim, eu sinto falta daquela Playboy do fim dos anos 90 e começo de 2000. Mas reconheço que essa Playboy que chega às bancas todos os meses é muito coerente com o mundo que vivemos hoje. É só olhar o Ego e ver que os caras têm feito tudo direitinho. O problema tá nessa onda de subcelebridades aos montes e nesse exagero de informação que recebemos todos os dias.
Se não tivéssemos tanta mulher pelada na internet, tanta 'musa' de qualquer coisa, tanta loucura por flashes e selfies, tenho certeza que Marcela Pignatari, a bela moça que estampa a capa de novembro – fotografada por Angelo Pastorello –, seria tão bem recebida quanto outras dezenas de musas do verão que a Playboy já publicou. Ou vocês não se lembram que elas estavam aí mês sim, mês não?
Ah, antes que me esqueça, dá uma olhada aí na capa do mês:
Tá bonita, né? Achei que a moça tem um quê de Paula Toller naquela fase Surf...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Afinadíssima

Na ausência de uma cantora mais soltinha para a capa de sua edição Amor & Música, a Trip do mês escalou a modelo e apresentadora Marcelle Bittar. A top não canta, mas também não desafina. E com um violão na mão tapou direitinho o buraco deixado pela ausência de uma Pitty, Céu, Paula Toller...

Se você disser que eu desafino, amor


Dona de um rosto anguloso, que com certeza não agradará a todos (quem agrada?), e com total entrosamento com a câmera, Marcelle segura este ensaio da Trip com facilidade. Bem desinibida, exibe com orgulho e peito inflado sua beleza marcante. As garotas ao lado que me desculpem, mas famosas na Trip tem me agradado muito mais.


Trip Bittar

Um sofázinho (Duran, né?) e um violão


Não posso fechar este post sem destacar o texto do Millos Kaiser (@milloskaiser) que te pega logo no primeiro parágrafo. E a declaração inocente, destacada abaixo, sobre uso de drogas e outros excessos rendeu notinhas extras nos sites e colunas de fofoca. Ponto pra Trip.

Texto






Fotos: Reprodução Trip

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Vale sim

O pernão tá bão, mas esse camisão...

Para ler ouvindo: Você Não Vale Nada

Mais uma grande personagem para habitar o imaginário masculino. Dona Norminha, a infiel e fogosa esposa do pobre Abel, interpretada pela competentíssima e charmosa Dira Paes veio para ficar. E ao som de Calcinha Preta, para marcar ainda mais. Da TV para a capa da JP. Como o dasBancas é legal pra caramba, faço questão de mostrar aqui a única foto que gostei, essa onde a atriz parece assoviar. As demais, bem, as demais... Difícil falar mal quando você gosta muito do fotógrafo (Christian Gaul, um craque) e da personalidade fotografada, mas as fotos são... são... difíceis. Não, não é fácil segurar um ensaio que não tem nada a não ser você mesmo. E quando você mesmo não é modelo e parece não ficar à vontade no papel de, a coisa se complica. Dira Paes tem borogodó, mas não sai bem na foto posando de sex symbol. Fica com uma boquinha de fimose tensa. No papel da TV convence, mas no couché não. Sem contar que esse ensaio simplório veio na sequência do superproduzido e caprichado ensaio com Eliana Dedinhos. Covardia.

Gosto bem mais dela na TV

Paula Toller, uma das musas absolutas do dasBancas (bem, ao menos de um dos vértices do dasBancas) mostra, prestes a completar 47 anos, um pouco do seu magnetismo em 6 páginas e 4 cliques de Sacha Höchstetter. A ideia do ensaio é interessante, mas não mata minha vontade de Paula Toller. Na verdade não tapa nem o buraco da obturação faltante do meu terceiro molar inferior. Paula Toller é atemporal, não está relacionada a nenhum modismo. Pode ser capa de qualquer revista em qualquer mês do ano. Rolling Stone, RG Vogue, JP e todas as demais revistas de comportamento e cultura pop deixam de marcar um golaço quando negam – ou simplesmente ignoram – uma capa com ela. E, Joyce Pascowitch, faça-me o favor, nem uma chamadinha de capa?!

Musa atemporal

Mais sorte teve Paulinho Vilhena. Chamadinha de capa, 12 páginas, 7 fotos de Felipe Hellmeister. O ator e (e quem não é hoje em dia?) apresentador é o 2º maior destaque da edição. Encaro seu ensaio como um bom editorial de moda. Muita Osklen nessa vida. O perfil escrito para o ator-apresentador é curto, assim como o de Paula, Dira e os demais textos da revista.

Sem jogo duro nem corpo mole

A JP tem outras matérias interessantes. Destaco: a homenagem dos filhos aos seus pais famosos – pena que a revista chegou às bancas depois do dia 09/08 - e belas dicas de consumo com peças inspiradas em Woody Allen.

Tenho um puta desânimo do seu formato acanhado e do seu valor presunçoso, R$ 14,90, mas a revista JP vale sim como uma boa opção para quem anda de saco cheio dos filhinhos de papai desinteressantes que andam abarrotando a RG Vogue.

Fotos: Reprodução Revista Joyce Pascowitch

sábado, 24 de janeiro de 2009

Não quero luxo, nem lixo

Então, como tinha prometido (aproveitem, pois não sou um bom pagador de promessas), comento agora um pouco mais a edição de 2 anos da revista L'UOMO BRASIL que chegou às bancas há algumas semanas.

Tá certo que a revista não fala diretamente para mim, pois sou bagaceiro e não faço parte do público das revistas de luxo, life style e afins, mas essa L'UOMO é muito fraquinha e contém doses cavalares de cafonice. Ruim demais mesmo. Já tinha folheado alguma edição da L'UOMO em alguma Saraiva da vida e tinha plena consciência de que, além da minha musa Paula Toller, não ia ter nada que salvasse os R$ 12,90 gastos, ou seja, nem posso reclamar.

Vamos ao que interessa: Paula Toller aparece em poucas fotos de divulgação do CD SóNós e do DVD Nosso. A foto da capa é linda e não fica atrás de fotos de capas de revistas sensuais com menininhas de 20 que sempre rolam por aí. Paula aos 46 anos prova que segura uma capa como nenhuma outra e essa L'UOMO BRASIL pelo menos pra isso serve. A entrevista publicada na matéria de 4 páginas tem a maior cara de ter sido feita por e-mail, algo não confirmado pela publicação, mas até que a entrevista é boa. A entrevistada ótima.

Se você disser que eu desafino, amor...

Aproveitando, hoje tem show da Paula no Circo Voador, na Lapa. Quem estiver no RJ não pode perder. Fica a dica cultural do dia.

Encontro vocês lá

domingo, 18 de janeiro de 2009

De boca fechada e perna aberta pÓde

O entrevistado do mês da Playboy é o ator, diretor, apresentador e roteirista de TV Marcelo Tas. No comando do elogiado CQC, Tas esteve nas Páginas Negras da Trip em maio/08 e no mês passado teve um perfil de duas páginas traçado pela Rolling Stone Brasil (duas páginas da RS equivalem a milhares de caracteres, diga-se de passagem), do qual foi capa junto com Sabrina Sato, Marcelo Adnet e Christian Pior.

O fato de a Trip e a RS terem dado antes e recentemente algo sobre o cara ofusca um pouco, mas não chega a tirar o brilho da entrevista. A entrevista é muito boa, definitivamente não estou aqui para reclamar disso.

Agora, não consigo entender por que há exatos 3 anos e 1 mês (37 edições!) a Playboy não traz uma personalidade feminina em suas entrevistas. A última privilegiada foi Daniella Cicarelli, em dezembro/05. Machismo? Estratégia? Falta de criatividade? Preconceito por parte da mulherada? Não sei. Só sei que este post aqui foi criado exclusivamente para citarmos os nomes das mulheres que adoraríamos ver – e ler – nas entrevistas da Playboy. As minhas estão logo abaixo. Espero as de vocês. Vai que alguém da PBY lê isso aqui...

De boca aberta e perna fechada não pÓde?!

Nas fotos: Mart'nália, Marta, Renata Vasconcelos, Erika Palomino, Paula Toller, Glória Pires, Glória Maria, Patrícia Poeta, Ana Carolina, Maria Rita, Monique Evans e Ana Paula Padrão.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Derretendo satélites

A bimestral L'UOMO BRASIL, da editora Lamonica, comemora 2 anos em grande estilo. Na capa, a cantora favorita do DasBancas: Paula Toller. Ok, antes que o Thiago e o Greg me xinguem, na verdade Paula Toller é a minha cantora favorita e pra mim uma das mulheres mais sensuais do planeta.

O mito na capa

As fotos utilizadas na capa e na matéria de 4 páginas dessa edição levam a assinatura do Gaul e, infelizmente, são da mesma sessão feita para o belo encarte do ótimo CD solo SÓNÓS, lançado em 2007. As fotos são lindas e tem um clima intimista que combina com a cantora, mas já está na hora da Paula se tocar que um novo ensaio é necessário, pois essas fotos foram divulgadas por todos os veículos de imprensa desde o ano passado. Bem, pelo menos a entrevista da L’UOMO é inédita e isso já vale a compra. Quando chegar às bancas, comentarei melhor a edição.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Toca uma pra mim

Com certeza o título do post não tem nenhuma ligação com pedidos de "toca Raul!" ou coisa que o valha, mesmo por que quase todas as musas aí de baixo não têm a menor intimidade com o instrumento que tem em mãos/bocas/pés. E quem se importa?

Aumenta que isso aqui é rock'n'roll

P.S.: Sim, a foto da Paula Toller não é de revista, mas a mulher (e suas pernas) tem lugar cativo no dasBancas.

sábado, 18 de outubro de 2008

Os 100 maiores artistas da música brasileira

Quer vender? Ataca de lista!
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Adoro listas, mesmo as ultrapessoais, apelativas e cheias de contradições e injustiças. São fáceis de ler e sempre dão, para o bem ou para o mal, o que falar. Gosto mais ainda quando as publicações explicam a "matemática" usada para chegar ao resultado final.
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A lista da vez é a dos 100 maiores artistas da música brasileira publicada na edição de 2 anos da Rolling Stone Brasil. A lista ficou bacana. Tem um pouco de tudo lá: de Tom Jobim a DJ Marlboro (literalmente, já que eles são, respectivamente, o nº 1 e o nº 100 do listão).
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Um dos poucos furos, e com certeza o maior, é a ausência de uma grande artista: Paula Toller. Aos 46 anos de idade (!) e com 26 anos na estrada, a bela e afinada (sim, sim) cantora foi por muito tempo a única garota à frente de um grupo de pop-rock num cenário até hoje dominado por barbados. E Paula não apenas (en)canta. Ela também compõe e suas canções podem ser conferidas nos 16 CDs do Kid, em seus 2 solos e na voz de artistas do nype de Adriana Calcanhoto e Marina Lima que regravaram seus hits. A mulher é cool, dona de uma voz sexy, uma presença de palco única e um par de pernas que segue enlouquecendo marmanjos de todas as gerações. Por essas e por outras que, na minha lista, Paula Toller entra fácim, fácim. E com direito a foto grande, claro.
.Musa dos anos 80, 90, 00...

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Sem delongas

Vou ser breve porque estou com uma puta preguiça (ótimo para um post inicial, não?). Segue minha lista!
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Revista de Cabeceira: VIP.
O fotógrafo: Bob Wolfenson.
Dona da Banca: A onipresente Gisele.
Preguiça: Mulher Melancia e todas as demais perecíveis.
Sonho de Consumo: Paula Toller na VIP (ah, vai, nem tô sonhando tão alto assim).
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Melancia, Bob, Gisele, VIP e Paula Toller
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Capas Favoritas:
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The Face, Big, Arena, i-D e Trip

The Face - Gisele não podia ficar fora dessa. Difícil foi escolher a melhor de todas as suas capas sensacionais.
Big - Essa capa é foda d+! Singular e cheia de duplo sentido. Arena - Um pouco de pornografia é bom e a gente gosta. Sem contar que Ana Claudia Michels é uma das modelos mais lindas do Brasil (quando não está sorrindo). i-D - Curto praticamente todas as capas da i-D. E a pegada do olho estar sempre fechado (ou escondido) é muito doida. Trip - Luana, toda cocota, em sua 2ª Trip. Na verdade é uma capa interna, mas tá valendo.
É isso!



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