![]() |
Olha a Maxim acertando na modelo aí, gente |
Família que fotografa unida... |
![]() |
Olha a Maxim acertando na modelo aí, gente |
Família que fotografa unida... |
A Inked chegou a sua quinta edição, número suficiente para fazer um panorama e analisar a que veio. Em síntese, a publicação conseguiu conservar a qualidade desde a sua primeira edição, trazendo ineditismo e mantendo o frescor em seus ensaios de capa, com gatas que adoraríamos deparar mais vezes nas bancas.
De antemão, vale ressaltar que a capa da Leandra Leal – a terceira da história da Inked nacional, em dezembro do ano passado – concorreu como Melhor Capa de Variedades na eleição do dasBancas, perdendo por uma pequena diferença de votos (48.56% Serafina, 32.66% Inked e 18.78% Rolling Stone) na primeira chave, para a eleita Melhor Capa de 2010. Mesmo assim, era uma das nossas favoritas ao título.
Pitty foi a capa da primeira edição, seguida por Mayana Moura, Leandra Leal, Penélope Nova e a atualíssima Mel Lisboa. As gostosas foram registradas por quatro fotógrafos que vivem aparecendo no dasBancas: Daniel Aratangy (Pitty, Penélope Nova), Ivan Abujamra (Mayana Moura), Jorge Bispo (Leandra Leal) e Christian Gaul (Mel Lisboa).
Adoro o trabalho dos designers da Inked
Com exceção do ensaio de Mayana por Ivan Abujamra, a Inked preservou sua identidade através de retratações e propostas muito distintas: seja pela estética do ensaio, direção fotográfica ou modelos. Com esse esforço mensal, a Inked coloca-se melhor que muita concorrente masculina na praça. Basta ver o ensaio sensual de Mel Lisboa, que pôs fim a Dalila, personagem interpretou na série fail da Record, por nosso fotógrafo entrevistado do mês.
Enfim, a temática do post era só divulgar as fotos do ensaio de Mel Lisboa, que estão lindas. Mas aproveitei a oportunidade para elogiar a Inked e desejar mais gostosas, mais fotógrafos e mais fotos do nível dessas aí.
Pessoal, segue o resultado da promoção da Alfa que fizemos em parceria com a Banca Vanzillotta (@BancaVanzi). E o vencedor é...
![]() |
| Uns sonham. O @querido_andre realiza. |
A Rolling Stone anuncia Ronaldinho Gaúcho, capa da revista em abril, como “mais carioca do que nunca”. Mas vamos combinar que tá muito mais rapper americano do que malandro?
![]() |
| Croquete de Malu |
![]() |
| Volta pras bancas, Interview |
![]() |
| Volta pras bancas, Emmanuelle |
Nós aqui no @dasBancas adoramos fazer a três. Vira e mexe a gente junta um grupinho e coloca a mão na massa. A escolhida desta vez é a GQ#1, e os comentários são meus (@thiMnz), @Leandro_S e @ikelag.
Passada a apatia causada pela capinha muito da mais ou menos, finalmente sente-se o peso de ter em mãos uma “gequê” (sorry, mas “djiquil” com o jornaleiro daqui não rola) bra-si-lei-ra. 218 páginas bem pesadas.
Só na primeira folheada, a sequência com alguns dos grifadíssimo anunciantes (Louis Vuitton, Ermenegildo Zegna, Burberry, Hugo Boss, Calvin Klein, Lacoste, etc) impressiona bastante. O toque do papel de primeiríssima qualidade idem. E a impressão impecável? Concorrência, tremei!
pagando a conta!
Além dos grandes anunciantes, o mais impactante nessa primeira GQ é seu visual. Diferente das masculinas nacionais que já estamos acostumados a acompanhar, esta é uma revista de detalhes gráficos.
Em várias páginas vemos cores bem aplicadas, ilustrações lindas e cheias de bossa, diagramação sofisticada, bela utilização de espaços brancos e capitulares. A GQ Brasil trás muito de suas irmãs e, em sua diagramação, determina muito bem o perfil da publicação. Aqui, sofisticação é a especialidade, mas uma pitada fresh é fundamental.
O único ponto que desagradou foi a superficialidade tratada em várias matérias: o encantamento visual pode ser quebrado pelo gap editorial. A opção em falar sobre muitos assuntos, limita em comentar-se pouco de tudo. Adoraria saber mais do novo cd de Marcelo Camelo, mas é impossível entendê-lo em meia dúzia de perguntas. Já Araguaia, a matéria mais densa da edição, é desinteressante e poderia ser comentada em outra revista. O problema não é só a forma, é o tom. O acolhimento do Diretor de Redação, Ricardo Franca Cruz, na sessão Editorial, não é refletido nas demais matérias - com exceção no texto de Sérgio Zobaran sobre Oscar Niemeyer. Mas este é um esforço que certamente será trabalhado nas demais edições.
Quem chamou mesmo atenção nessa estreia foi a nossa boa e velha (+ boa q velha, até quando?) Luana Piovani, a primeira Musa GQ. A atriz foi entrevistada pelo Entrevistador GQ, o multifacetado J.R. Duran.
O clima de bate-papo sem grandes edições é superbacana, mas é desnecessário ressuscitar alguns mortos. Luana tem fôlego para novas polêmicas e opiniões sinceras para dar e vender sobre atualidades. O grande destaque ficou por conta da foto inédita que ilustra a entrevista. Curioso como apenas uma imagem de Luana by Duran foi capaz de tombar com o ensaio da Alessandra Ambrósio.
Leia a entrevista da Luana aqui.
AngelAlessandra? Sou mais a @DevilLuana
Compreendo perfeitamente a escolha de uma estrela mais global para a capa #1 de uma revista globalizada como a GQ, mas confesso que minha curiosidade é ver as globais todas sobre esse G e Q aí.
mês que vem a gente espera um ensaio caprichado
O fato de uma publicação ser assinada pela GQ implica muito mais que páginas bem diagramadas, redação com nomes conhecidos e anunciantes internacionais. É ótimo folhear pela primeira vez a GQ Brasil, com o entusiasmo por enfim ter uma versão nacional da masculina de maior prestígio em todo o mundo.
Só queria mostrar para vocês que a Mel está linda na capa da Inked e que a barriguinha tá SUPER em dia, mesmo depois do filho.