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terça-feira, 26 de abril de 2011

Gancho eterno

Depois de ser a primeira masculina a dar a neo top Fabiana Semprebom numa capa, a Maxim Brasil comprova que não está morta não e agora vem com a, para sempre Anita, Mel Lisboa. Mel funciona melhor ao natural, sem tanta maquiagem e cabelão, como nessa última Inked, mas valeu a tentativa de apagar de nossa memória a lolita que habitou esse corpinho. 
Não amo (também não odeio) essa fonte arredondada, o recorte do cabelo me pareceu um pouco tosco (preciso ver a revista na mão), mas rola uma harmonia e a capa cumpre sim sua função. É, Playboy, VIP, Trip, SEXY, Alfa, GQ e Status (esqueci alguém?), parece que vocês continuarão dividindo o bolo por algum tempo com a Maxim.
mel liboa Tão passado que está na chamada de capa

terça-feira, 12 de abril de 2011

Uma luz no fim do túnel

A sempre boa (da série trocadilhos irresistíveis) Fabiana Semprebom é capa da (inversamente proporcional) Maxim Brasil. Tirando o amontoado de chamadas – não li nem 1/3, e vocês? – gosto dessa capa, ainda mais se levar em conta o sofrido histórico da revista.
Olha a Maxim acertando na modelo aí, gente
Quando a vi nas bancas, por ser a Semprebom e por ser a Maxim Brasil, fiquei reticente, acreditei que o recheio traria somente fotos reaproveitadas do catálogo da Victoria's Secret. Mas não, as fotos são todas inéditas, feitas pelo irmão da modelo, Rodrigo Semprebom.  
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Família que fotografa unida... 
O ensaio é aquele típico de lingerie que não agrega nada, mas mesmo assim consegue superar o de abril da líder de vendas do segmento sensual-sem-nudez, a VIP. Prefiro muito mais as fotos com fundo neutro, como a usada na capa, a essas onde o cenário ganhou mais destaque.   
E ser a primeira masculina a dar Fabi numa capa ganha pontos com o dasBancas. A modelo (modelo de verdade e não aquilo que a revista andava dando) é uma boa opção em meio a nomes óbvios. Quero também Aline Weber, Cintia Dicker, Emanuela de Paula...
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Será que agora vai, Maxim?

Fotos: Reprodução Maxim

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A edição (quase) não óbvia

Assim, absolutamente nada contra uma dúzia de famosas que mensalmente estão nas bancas, mas só fazem troca-troca nas capas de revista: em janeiro aparece baranga-sensual e cheia de glíter na Nova, em fevereiro posa meio classuda na Marie Claire, em março fica pelada na Playboy, em abril aparenta ar freak com maquiagem degradê na Gloss, em maio anuncia gravidez de pagodeiro simultaneamente na Contigo, Caras e Quem, e por aí vai.

Confesso que gosto mais quando alguma revista chega com a grata surpresa de uma famosa – aparentemente avessa a tudo isso – na capa de sua edição mensal. Temos bons exemplos dessa linha, em menores quantidades: Lília Cabral na Cláudia, Marina Lima na Playboy, Fernanda Takai na Serafina, Camila Morgado na Estilo e, agora, Fernanda Torres na TPM:

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… mesmo descabelada e sem unha feita

Por mais que Fernanda não renda frequentemente notinhas no Ego, há sempre anseio por notícias da atriz. É provável que seja pela garantia dela saber escolher os trabalhos os quais participa – de minissérie da Globo à websérie de sabão em pó. Em novembro Torres tinha mesmo movitos para estar na mídia, pois voltou às telas com a série Amoral da História, no canal pago Multishow. A única queixa é que seria melhor se a TPM acertasse o timing da edição: o programa estreiou logo no comecinho do mês e a edição chegou às bancas por volta da segunda quinzena.

Dando continuidade as coisas boas, a revista consegue fugir do óbvio também na matéria “A mulher é o novo homem?”. Por mais que o título passe aquela sensação de já ter lido isso antes, a TPM propõe o debate entre quatro pessoas com pontos de vista bem diferentes. O resultado é interessante, mas o melhor é que a revista não se mete a grande entendedora e, por isso, não há uma conclusão ou uma resposta clichê. E olha que charme as fotos que ilustram esse papo:

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Lembrete pessoal:@ikelag, fazer o bigode amanhã, sem falta

O editorial de moda retoma como sempre o off white como boa pedida do verão, e cai super bem na Fabi Semprebom, por Rodrigo Marques e estilo de Tami Gotoda. Gosto muito da locação, da iluminação, dos enquadramentos e da composição fotográfica. Recomendo que outras mensais guardem esse editorial como referência de ótima produção com verba modesta.

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Fabi bem que podia sair do editorial da TPM diretamente pra uma capa da Trip, ein

A seção Badulaques está im-per-dí-vel. Vale citar e linkar as melhores colunas para todos acessarem a benção que é o site da TPM, que disponibiliza tudo digital. Comece a leitura por “O Restart acabou com o nosso direito de usar cor!”, veja depois “Eiketes idolatram o milionário Eike Batista” e termine com “Vamos queimar os sutiãs (infantis!)”.

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Curto muito a arte da Tereza Bettinardi

Agora, o baixo do mês vai para o ensaio de João Gabriel Vasconcellos (um dos brothers de Do Começo ao Fim, lembra?), que vai à praia de jeans e camiseta branca. E toda a tentativa da edição de fugir dos clichês é abalada pela declaração-jargão em tamanho 18 e destaque amarelo : “Hoje é tudo pelo gozar, pelo prazer. A pessoa toma drogas para ficar doidona, transa pelo orgasmo. Muito raso. Prefiro buscar a minha evolução. Sem mergulho fica sem graça”. Se tivesse 140 caracteres, servia de tweet pro @tiposdepedante.

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Mal aí, mas mergulho de roupa é que fica sem graça

sábado, 18 de setembro de 2010

Suor, paixão, alma e tchau

Digitalizar0001Concrete jungle where dreams are made of

A edição de inverno da HOMEM VOGUE só chegou as minhas mãos no começo de setembro, em clima de primavera. E pelo visto, essa é a revista de despedida, já que as publicações de VOGUE no Brasil agora são da responsabilidade da Editora Globo e até então só se sabe que teremos, fora a edição regular, a  Vogue Noivas, a  Vogue Casa e a Vogue Passarelas.

O último parágrafo da “Carta ao leitor” diz:

“Uma revista se faz com boas ideias, talento e muito suor. Uma boa revista se faz com tudo isso e um ingrediente a mais: paixão. Uma ótima revista se faz com boas ideias, talento, muito suor, paixão e alma. A equipe da HV se dedicou a fazer essa receita nos últimos três anos.”

A revista fará falta para o público masculino que se interessa por moda. Mesmo não sendo revolucionária e sem muita ousadia, sempre tivemos bons e didáticos editoriais masculinos, sem as habituais repetições e vícios que vemos em outras publicações. E isso vale tanto para ensaios importados quanto para os produzidos por aqui.

Digitalizar0003Sorry, tô atrasado

Mas especialmente nessa edição de número 30, achei o conteúdo de moda acima da média, graças aos textos de Sylvain Justum e cia. e o único editorial com assinatura da       revista preguiçoso e sem identidade. Com fotos de André Schiliró e edição de Matheus Mazzafera, o “Qual é a sua?” ficou mauricinho básico demais.

Digitalizar0004Diga: Jeans!

O ensaio de capa, com Michelle Alves em Nova York, por sua vez, é bem superior aos últimos publicados por HV. Tirar Mazzafera da equipe e dar a responsabilidade das fotos para Autumn Sonnichsen foi uma ótima decisão. São apenas 10 páginas, mas de um jeito sexy e com muita classe.

Digitalizar0002Autumm te põe parada na posição

O ensaio interno também traz uma modelo digna de capa, pelo caminho que a revista vinha tomando. Fabiana Semprebom, por Rodrigo Marques, levou o título de “bumbum mais perfeito do mundo”, o que não foi de fato exibido em suas fotos.

Digitalizar0005Gaiola das modeletes

Ficou na dúvida se Semprebom tem mesmo esse mérito todo? Só para ilustrar:

fabianasemprebom2Agora sim?

HOMEM VOGUE fará falta para o seus leitores, para o dasBancas e para a minha coleção. Podemos esperar por uma versão de HOMEM sem VOGUE como aconteceu à RG? E você Globo? Pretende finalmente nos agradar com uma publicação masculina? Esperemos.

Au revoir!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Purple Rain

How you doing, Sampa?

Quem me conhece um pouco sabe que eu sustento um ódio peculiar por roxo. Nada de relevante, só um leve traço de esquizofrenia personalidade. Mas ao contrário disso, gostei muito dessa capa da revista da M&GUIA (a Daslu de BH e, agora, presente também como monomarca na Oscar Freire em São Paulo). Alguns podem achar o layout porco e picareta, mas eu me interessei pela simplicidade e impacto. Quem ler a revista vai descobrir que o roxo é a cor institucional da marca, o que justifica a adoção desta arte.

Outro aspecto que chama atenção é a quantidade de editoriais presente na publicação, todos com modelos famosas, fotógrafos respeitados e styling de Matheus Mazzafera (que também assina a campanha da M&GUIA e uma "coluna" na RG VOGUE). O resultado final não tem nada de impressionante, só uma grande exibição da marca própria com acessórios pontuais de grandes grifes internacionais.

Uma foto de cada apenas em nome da diversidade.
Na ordem: Barbara Berger, Fabiana Semprebom, Daiane Conterato, Ana Beatriz Barros, Carol Francischini e Marcelle Bittar.

Espaço pra todas



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