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quinta-feira, 26 de maio de 2011

É o que tem para hoje, né gente?

Ontem foi aquela loucura de divulgação de capas - umas melhores que outras, como sempre - e hoje o que temos é a divulgação da nova capa da Maxim.

e olhar? só olhar salva...

Bom, depois da Mel Lisboa linda - apesar das sérias restrições orçamentárias - é a vez de Mônica Apor. O padrão orçamentário foi mantido e eu até entendo. Só não entendo essa calcinha fuleira, esse trapo enrolado nos peitos e esse cabelo com cara de sujo.

Ah, também não entendo a mulherzinha pendurada no M, não sei conviver com essa tipografia TOSCA - sério que olho é essa? que A é esse? que horror é a mancha de texto - e pra finalizar, não consigo conviver com essa virilha cinza e retilínia da Mônica. Ou será que essa virilha foi um presente do editor da imagem?

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Fixação na Mel

Eu gosto de grandes produções em ensaios: planos gerais, fotos aéreas, cenografia armada, figuração de massa, fotógrafos renomados, figurino assinado por stylist gringo e por aí vai. Mas dependendo, gosto de produções pobrinhas também. E para essas, basta um bom fotógrafo e uma modelo competente, dessas com muita afinidade com a câmera – para o leitor ficar tão fixado à pessoa, e nem reparar no resto.

i267871Nem reparei que a composição poderia posicionar melhor os pés de Mel 

O ensaio de Mel Lisboa para a Maxim de maio, por Marco Maia, é lindo. Apesar de alguns pesares – como a produção de moda, que peca pela cueca preta, meia-calça roxa e conjuntinho baby doll branco e calcinha de oncinha – o resultado é simples, bonito e sensual. Nada inédito, nenhum investimento grande e pouca criatividade. Mas é um tapa de luva de pelica (expressão velha, ein. Não sabe o que é, clica aqui) para todos nós que reclamamos dos últimos ensaios da Maxim.

i267872i267873i267900i267874i267875i267876i267879i267878i267880Caseiro, né? Ô lá em casa!

E só para lembrá-los, Mel Lisboa foi capa da Inked de abril, num ensaio tão simples quanto o da Maxim, mas bem menos sensual. E também usou calcinha, lacinho, brincou com espelho no chão…

terça-feira, 26 de abril de 2011

Gancho eterno

Depois de ser a primeira masculina a dar a neo top Fabiana Semprebom numa capa, a Maxim Brasil comprova que não está morta não e agora vem com a, para sempre Anita, Mel Lisboa. Mel funciona melhor ao natural, sem tanta maquiagem e cabelão, como nessa última Inked, mas valeu a tentativa de apagar de nossa memória a lolita que habitou esse corpinho. 
Não amo (também não odeio) essa fonte arredondada, o recorte do cabelo me pareceu um pouco tosco (preciso ver a revista na mão), mas rola uma harmonia e a capa cumpre sim sua função. É, Playboy, VIP, Trip, SEXY, Alfa, GQ e Status (esqueci alguém?), parece que vocês continuarão dividindo o bolo por algum tempo com a Maxim.
mel liboa Tão passado que está na chamada de capa

terça-feira, 12 de abril de 2011

Uma luz no fim do túnel

A sempre boa (da série trocadilhos irresistíveis) Fabiana Semprebom é capa da (inversamente proporcional) Maxim Brasil. Tirando o amontoado de chamadas – não li nem 1/3, e vocês? – gosto dessa capa, ainda mais se levar em conta o sofrido histórico da revista.
Olha a Maxim acertando na modelo aí, gente
Quando a vi nas bancas, por ser a Semprebom e por ser a Maxim Brasil, fiquei reticente, acreditei que o recheio traria somente fotos reaproveitadas do catálogo da Victoria's Secret. Mas não, as fotos são todas inéditas, feitas pelo irmão da modelo, Rodrigo Semprebom.  
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Família que fotografa unida... 
O ensaio é aquele típico de lingerie que não agrega nada, mas mesmo assim consegue superar o de abril da líder de vendas do segmento sensual-sem-nudez, a VIP. Prefiro muito mais as fotos com fundo neutro, como a usada na capa, a essas onde o cenário ganhou mais destaque.   
E ser a primeira masculina a dar Fabi numa capa ganha pontos com o dasBancas. A modelo (modelo de verdade e não aquilo que a revista andava dando) é uma boa opção em meio a nomes óbvios. Quero também Aline Weber, Cintia Dicker, Emanuela de Paula...
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maxim3maxim1
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Será que agora vai, Maxim?

Fotos: Reprodução Maxim

É, essa é a Inked

A Inked chegou a sua quinta edição, número suficiente para fazer um panorama e analisar a que veio. Em síntese, a publicação conseguiu conservar a qualidade desde a sua primeira edição, trazendo ineditismo e mantendo o frescor em seus ensaios de capa, com gatas que adoraríamos deparar mais vezes nas bancas.

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De antemão, vale ressaltar que a capa da Leandra Leal – a terceira da história da Inked nacional, em dezembro do ano passado – concorreu como Melhor Capa de Variedades na eleição do dasBancas, perdendo por uma pequena diferença de votos (48.56% Serafina, 32.66% Inked e 18.78% Rolling Stone) na primeira chave, para a eleita Melhor Capa de 2010. Mesmo assim, era uma das nossas favoritas ao título.

Pitty foi a capa da primeira edição, seguida por Mayana Moura, Leandra Leal, Penélope Nova e a atualíssima Mel Lisboa. As gostosas foram registradas por quatro fotógrafos que vivem aparecendo no dasBancas: Daniel Aratangy (Pitty, Penélope Nova), Ivan Abujamra (Mayana Moura), Jorge Bispo (Leandra Leal) e Christian Gaul (Mel Lisboa).

imageAdoro o trabalho dos designers da Inked

Com exceção do ensaio de Mayana por Ivan Abujamra, a Inked preservou sua identidade através de retratações e propostas muito distintas: seja pela estética do ensaio, direção fotográfica ou modelos. Com esse esforço mensal, a Inked coloca-se melhor que muita concorrente masculina na praça. Basta ver o ensaio sensual de Mel Lisboa, que pôs fim a Dalila, personagem interpretou na série fail da Record, por nosso fotógrafo entrevistado do mês.

0,,48000455-EXH,00MelLisboa-700x5250,,48000480-EXH,00Where is Dalila?

Enfim, a temática do post era só divulgar as fotos do ensaio de Mel Lisboa, que estão lindas. Mas aproveitei a oportunidade para elogiar a Inked e desejar mais gostosas, mais fotógrafos e mais fotos do nível dessas aí.

domingo, 10 de abril de 2011

Menina tatuada

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Só queria mostrar para vocês que a Mel está linda na capa da Inked e que a barriguinha tá SUPER em dia, mesmo depois do filho.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

As 5 melhores capas


A Playboy e a Confraria, são os principais culpados pela existência desse blog, de conversas virtuais passamos a conversas reais, e na mesa do buteco ficamos amigos, e acabamos virando um blog. Então, nada mais justo que nesse finalzinho de agosto, deixar as revistas de moda um pouco, só um pouco, de lado e fazer algumas listas sobre a Playboy. O que eu gosto e não gosto. E pra começar:

5 melhores capas.

5º - Marina Lima - Novembro de 1999

A capa, clicada por Murilo Meireles, foge completamente do padrão Playboy.

Nada de sorriso sacana, nenhuma bundinha, e inacreditavelmente: LIMPEZA VISUAL. Lindo o box de chamadas, logo abaixo do nome da estrela. O lettering tem tratamento diferenciado, tem a delicadeza que o momento exigia e é contrastante: romântico, como nada na capa.

Essa dicotomia constrói o ensaio como um todo. Marina se entrega completamente despojada no miolo, mas na capa se esconde inteira atrás de um olhar malvado.

4º - Tiazinha - Março de 2000

No segundo ensaio de Suzana para a Playboy, a estrela foi levada a NY e fez um dos ensaios mais sacanas que a revista já publicou, e a ousadia começava na capa.

Apesar de chapado, o fundo não é aquela chatisse/monotonia das capas da Playboy do ano passado. Justamente por esse preto não ser um fundo montado, mas parte do ambiente. Mesmo não vendo este ambiente, ele faz parte da cena, por causa da sombra na barriga dela, da luz dura iluminando a pele bronzeada, e também as sombras do rosto...

Sim, edição de colecionador.

3º - Mel Lisboa - Agosto de 2004

Mel Lisboa demorou, mas chegou em 2004.

Ensaio delicado, com uma luz amarela linda e repleto de olhares lânguidos, como o da capa.

Um detalhe bem bacana da capa é a diagonal formada pelo corpo da Mel, que, segundo as leis de composição, acompanha a linha hierárquica da página. O ponto mais importante é o rosto da modelo (entrada da página) e as pernas como são a saída da página, colocam um ponto final na leitura. Enquanto não sai da página, os olhos do leitor percorrem o corpo dela, lêem o nome, que inusitadamente está atrás do ombro da Mel. E por último as outras chamadas, são informação segundária, devido a tipografia reduzida e os tons harmônicos...

2º - Adriane Galisteu - Agosto de 1995

Galisteu foi aguardadíssima. Super comentada em todas as rodas, viajou para a Grécia, garantiu cachê alto e recorde de venda.

A foto mais famosa do ensaio é a lendária depilação, mas para mim a capa é o ponto mais memorável dessa edição. A começar pelo fato de ser um pôster. E depois, o olhar, a sombra, o brilho do cabelo, o fundo rosa. Adriane, mostra-se na capa pela metade, mantém o mistério que o Brasil tinha em mãos.

A namorada do Senna finalmente seria conhecida por completo, e passaria a ser uma estrela. Estrela que já devia ter voltado à Playboy há um bom tempo.

1º - Maitê Proença - Agosto de 1996

Depois de ser tirada do trono de recordista de vendas, exatamente um ano antes, Maitê voltou magistral nesta Playboy.

Depois das 3 capas clicadas por Duran, mostradas acima, chegou o momento de Bob Wolfenson. Ele é autor de algumas das capas mais bonitas da história da revista, como Sônia Braga, Mylla Christie, Regiane Alves e outras...

Por que essa capa me encanta? justamente pela simplicidade. Nada de muito complexo foi preparado, Maitê simplesmente sentou-se, completamente nua, numa sala de piso de taco, e se tampou como pôde. Bob flagrou esse momento, e a fez a capa mais bonita e memorável, na minha opinião, da história da Playboy Brasil.

Fazer uma linda capa é simples. Basta uma bela modelo, e um momento que instigue. Que indicie o que acontecerá no ensaio. Por isso, todas as capas que selecionei, têm fotos que fazem parte do ensaio, não são de série extra, feita em fundo chapado. O ambiente faz com que a capa cresça. E muito. E com isso, seduz o leitor e a revista vende...

E aí, quais as suas 5 capas preferidas?! Só a capa, nada de ensaio, heim...



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