Desperdiçando Raquel Zimmerman à moda Vogue Brasil.
Ingredientes:
- Raquel Zimmerman;
- Henrique Gendre;
- Duda Molinos;
- Luiz Fiod;
- Fundo branco.
Modo de preparo:
Quando estiver tudo pronto, publique na edição de dezembro de sua revista.







Desperdiçando Raquel Zimmerman à moda Vogue Brasil.
Ingredientes:
- Raquel Zimmerman;
- Henrique Gendre;
- Duda Molinos;
- Luiz Fiod;
- Fundo branco.
Modo de preparo:







Ah, te dizer que você está tão bonita nessa foto. Bem vou acompanhar seu twitter (@lebirk) para ver as fotos de making off que você prometeu para os próximos dias. E ah, por que não aproveitaram esse sorrisão na capa?
update
mais uma dos bastidores:
Capa de outubro de 2010, edição de aniversário dos 90 anos da Vogue Paris:
( ) 1920
Capa de dezembro da americana Inked Girls:
( ) 2010
Com a estreia de Burlesque no exterior, Christina Aguilera está angariando mais capas do que obteve na época do lançamento do seu último disco. A cantora e aspirante à atriz ficou bem à la early 2000s na inglesa InStyle de dezembro.
Só o anel roxo foge ao degradê
A capa é bem bonita, mas o ensaio não tem nada demais. E olhando as fotos, Christina talvez continue mesmo igual àquela do início dos anos 2000. Gosto bastante da cantora, reconheço a potência de sua voz, mas ela não demonstra nenhuma personalidade quando encara a lente. É digna de uma tremenda apatia que chega a incomodar.
E repara que em quase todas as fotos ela camufla com o fundo
A Panini acaba de lançar aqui no Brasil o especial X-Men: Garotas em Fuga, escrito pelo Chris Claremont e ilustrado maravilhosamente pelo Milo Manara, mestre do quadrinho erótico.
Daí que a edição, caprichada (formato 18x27,5, 68 páginas, papel LWC, capa cartonada, pela merreca de R$ 14,90), chega às bancas (primeiro em SP e Rio, depois no resto do Brasil) deixando os fãs com um sentimento de atraso.
Considerando que o atraso na publicação de quadrinhos é normal (nas revistas de linha o delay chega a ser de quase um ano), Garotas em Fuga chega por aqui até com certa rapidez: o original foi lançado em abril deste ano.
Psylocke e Vampira, suas lindas. Só faltou a Emma Frost na capa
O atraso da Panini vem com relação à Rio Comic-Con, que aconteceu no comecinho do mês e que teve como um dos principais convidados o Milo Manara. Quer dizer. A editora podia bem ter lançado o livro durante o evento e dar aos fãs a oportunidade de ter um autógrafo do ídolo. Ao invés disso, preferiram fazer uma "entrevista exclusiva" com o cara e acrescentar como bônus da edição.
Imagina, cara, um autógrafo no Manara no trabalho mais recente dele? Delícia. Obviamente, ninguém reclama de uma assinatura no, sei lá, Click, mas né? Seria lucrativo tanto para a Rio Comic-Con, quanto para a editora, quanto para os fãs.
Mas a Panini parece não ter pensado nisso. Então ok, vamos nos deliciar com as imagens de Garotas em Fuga, porque não é todo dia que se tem a Vampira, Emma Frost e Psylocke (minhas mutantes preferidas) desenhadas pelo Manara.
E não vou comentar o texto da revista, porque é uma clichezada sem fim escrita pelo Claremont, que já foi semi-genial, mas agora tá velhinho gagá.
O Thiago perguntou num post ali embaixo quem ganha no duelo Ana Beatriz Barros (na Elle) e Raquel Zimmermann (na Vogue), nas bancas no próximo mês. Acertou quem respondeu Isabeli Fontana na capa da L’Officiel Brasil.
... as chamadas editoriais bem que poderiam nunca mais voltar
Vamos aliviar porque raramente a gente espera grandes editoriais da L’Officiel. Então essa dobradinha capa e ensaio de dezembro pegou todo mundo de surpresa. As fotos são de Zee Nunes e André Katopodis, os mesmos que trabalharam em parte das fotos de Carol Trentini na Elle de novembro. E quanto à produção, li no House of Models um comentário que vale repassar: além da pegada rock & roll, o visual parece lembrar Elvira, a Rainha das Trevas, interpretada pela Cassandra Petersonm em 1988.
Vale repetir a dose 2011 inteiro, L’Officiel!
Kate Moss é diva, nível hierárquico superior ao de top model mundialmente conhecida e admirada, em que até pouco tempo atrás ocupava. E, desde então, uma porção de gente bacana da arte resolveu transformá-la merecidamente num ícone moderno.
A revista inglesa Stylist reuniu as mais conhecidas obras na sua próxima edição. O portfólio inteiro é bonito e dá vontade de ver tudo em tamanho real, de pertinho. O problema é que cada arte tá espalhada num canto, com o seu respectivo artista. Vamos torcer pra alguém ter a brilhante ideia de fazer uma exposição em homenagem a Kate Moss, com direito à visita no Brasil?
E esse Paul Normansell parece Vik Muniz, ein?
A edição de dezembro da Vogue México traz a top Alessandra Ambrosio e a sua irmã Vogue Nippon escolheu a representativa (e como) Gisele Bundchen para estampar a sua primeira capa de 2011.
Sem esse Icons Forever ficaria MUITO melhor
A sensação que fica é que tudo é farinha do mesmo saco. A tipografia da edição mexicana é bem similar à brasileira e, por isso, reforça a crença que há um inflexível guideline latino que limita a atuação do time criativo. As chamadas editoriais raramente evoluem, o que é péssimo para a revista, visto que a imagem por si só quase nunca é capaz de garantir uma bela capa.
Pelo menos, todo mundo há de convir comigo que é nítido uma suave evolução da Vogue Brasil. Para fazer um comparativo, separei duas capas da Raquel Zimmermann: a primeira é a da próxima edição, e a segunda é a de outubro de 2009. Em cerca de um ano, as coisas passaram da água para a (o) __________ (preencha aqui a bebida que quiser). Mas eu jamais colocaria vinho na lacuna porque seria muita, mas muita bondade.
Essa capa de 2009 é M-E-D-O-N-H-A
Enquanto isso, a Elle continua fazendo o dever de casa bonitinho, aproveitando a Zimmermann quase anualmente em suas capas e testando com frequência as composições gráficas. E nem sempre o resultado é bom, mas a experimentação merece reconhecimento.
... e a gente acha o máximo quando a Raquel dá as caras nas bancas
Não existe melhor adjetivo para Raquel Zimmerman, do que o do título. Mas vou te dizer uma coisa, essa capa da Vogue Brasil de dezembro não me empolga.
concorrendo com Ana Beatriz Barros na Elle, quem ganha?
A foto de Henrique Gendre é ok, mas a produção é boba, o cabelo é sem graça, e o fundo branco deixa a coisa ainda mais pobre. Tudo bem que quando impressa, a chamada principal e logo serão douradas e reluzentes, mas ainda assim a nova Vogue ainda não diz a que veio.
Não se fala em outra coisa a não ser os atentados dos traficantes e as invasões a favelas do Rio de Janeiro. Em papel de destaque nessas ações: o Bope.
Por falar em ‘Tropa de Elite’ – há! sacou o gancho? -, Maria Ribeiro, a esposa de do Capitão Nascimento nos cinemas, está na capa da Trip, que tem a arte como tema principal.
O ensaio é bonito e tem um ar retro com uma pegada voyer. E eu nunca sei direito o que falar das fotos. Só sei que eu levava Maria a sério demais e nunca esperei que ela pagasse bundinha numa revista. Fui surpreendido!
Tem ótimos momentos em PB também
Na outra capa, Freddie Mercury Prateado com uma cara de quem comeu lírio e bebeu todas com o Amaury Dumbo. A entrevista é surpreendente. Quem diria que o cara - Eduardo Sterblitch – é fascinado por dramaturgia pós-guerra?