terça-feira, 10 de maio de 2011

Primeira vez I

Há um tempo, o time dasBancas trocou e-mails fomentando posts sobre revistas que nunca tivemos oportunidade de comentar no blog. Essas menores, mais segmentadas, com limitação de distribuição – seja por tiragem ou região –, mas com projeto editorial e trabalho gráfico que merecem destaque.

Confesso que não sei como evoluiu, se alguém está levando essa proposta adiante. Mas nisso, me lembrei da Living Alone, uma revista que passou uma única vez nas minhas mãos (a edição de outubro/novembro de 2010) e que acabei de ver a capa atual, com o jornalista, escritor e agora apresentador do Saia Justa, Xico Sá. Reparem na ousadia tanto na combinação de cores, quanto nas chamadas editoriais.

221194_10150169342327763_153884142762_6966228_2556467_oInjustamente ausente no dasBancas, até hoje!

Infelizmente sei pouca coisa da revista, e o que compartilho aqui foi retirado do portal Living Alone e do site da Custom Editora – também responsável pela Revista MIT, Samsung View e The President. Adoraria saber mais, mas os esforços em online deles são mínimos, apesar das atualizações na fan page e no Twitter.

A Living Alone é uma publicação bimestral com tiragem 20.000 exempares e proposta de ser “A revista para quem mora sozinho”. A edição de abril/maio de 2011 é a 18ª publicada e, aparentemente, o projeto visual corrente – que me agrada muito – começou em junho/julho de 2009 (Carolina Ferraz). É possível notar o avanço da Living Alone na cronologia das capas abaixo:

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Bem, vamos torcer pra Living Alone atualizar mais frequentemente esse link aqui, porque pelo menos assim a gente tenta acompanhar a publicação por VirtualPaper. A mais recente disponível é a 14ª edição, da Mayana Moura.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Essa capa é um clássico VIII

Darine Stern entrou para a história por ser a primeira negra a ganhar capa da Playboy americana, em outubro de 71. Anos depois, em janeiro de 79, a mesma foto incrível feita por Richard Fegley faturou a capa da Playboy brasileira, tornando Darine a primeira negra capa da Playboy Brasil. A capa clássica dessa semana, tal qual a da Time da semana passada, foi eleita pela ASME uma das 40 melhores capas dos últimos 40 anos. Recentemente, Marge Simpson revisitou esse clássico.
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Um viva às coelhinhas negras!

Os melhores momentos de Kate

Para quem não teve R$ 14,90 oportunidade de comprar a Vogue Brasil de 36 anos, selecionei abaixo os melhores momentos do editorial de 64 páginas estrelado por Kate Moss. Desconsiderei as imagens que foram amplamente divulgadas (algumas até aqui) antes de a revista chegar às bancas.  
Comemorar aniversário em alto estilo é isso aí    
P.S.: Além do supereditorial de Kate, há um especial de 40 páginas bem bacana sobre o Mario Testino. E achei simpático o remake de fotos clássicas, publicadas em Vogue, reinterpretadas pelas filhas (Yasmin Brunet, Valentina Ferraz...) das fotografadas famosas. Se der, depois posto pelo dasBancas. 

Fotos: Reprodução Vogue Brasil

Coincidência, cópia ou inspiração? (parte III)

Cameron Diaz encarna uma professora má (lavando carro?) na mais recente capa da Maxim americana. Lembrei de Gisele encarnando, com muito mais desenvoltura, a dona de casa quente na capa da extinta Arena.
Gisele
cameron_diaz
A Maxim não é nenhuma Arena, Gavin Bond não é nenhum LaChapelle e Cameron Diaz não é mais nenhuma Gisele.

Coincidência, cópia ou inspiração? (parte II)

Em outubro de 2008, numa belíssima capa de fundo quente da GQ US, a estonteante Megan Fox mostrou sua língua marota para o nosso querido tio Terry. Agora, Kelly Brook, numa capa de fundo quente da Esquire UK,  faz o mesmo para as lentes de Yu Tsai. Dúvidas quanto ao título do post?
esquire-uk-kelly-brook
megan
Na cara dura

Coincidência, cópia ou inspiração? (parte I)

Gravata de dólar é tendência no mundo corporativo. Bem, ao menos nas últimas edições das revistas Época Negócios e América Economia. E aí, coincidência, cópia ou inspiração?
americaeconomia
epoca
Hum, tá me cheirando a liquidação

Galã até em edição de aniversário

Eu nunca gostei das capas da Men’s Health. É dessas que não incomodam e nem agradam, que passam despercebidas tanto nas bancas, quanto no Melhor e Pior do ano aqui do blog.

Em maio a publicação completa 5 anos e, para comemorar, colocaram Lázaro Ramos como “O Cara MH”. Ousadia pura, se pensar que até pouco tempo, o galã risos era destaque em todos os portais como o protagonista com maior índice de rejeição do horário nobre.

240856_10150176780040888_134544755887_7063082_8332051_oLázaro é legal e pá, mas é forçar barra ser “O Cara”, ein

domingo, 8 de maio de 2011

A capa mais a saudosa do mês

Fiz questão de fazer o post de capa da Gloss de maio, porque injustamente ficamos alguns meses sem comentá-la no dasBancas. Em 2011, só falamos da capa de janeiro (Thaila Ayala) e da de fevereiro (Ísis Valverde). Não vale entrar nas edições de março e abril, Milena Toscano e Paola Oliveira, respectivamente, mas para cumprir tabela e reparar o erro, mas seguem as duas:

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Volto em maio porque além de ser o mês corrente, das cinco capas publicadas pela Gloss em 2011, essa é a minha favorita. Sabrina Sato é linda e consegue tranquilamente ser rejuvenescida para uma capa de revista teen – já Paola Oliveira não ficou tão bem, é meio forçado. Fora que, chegar na banca e ser saudado com um sorrisão desse, faz toda a diferença.

290332314Sabrina Sato: “Cheguei a pensar que ia morrer virgem”. HAHAHAHA

É uma capa favorecida pelo todo: a modelo, a maquiagem, o cabelo, o stylist, a combinação de cores, o pouco exagero, a organização das chamadas editoriais e detalhes como a hachura amarela no preço e o grafismo na letra “O” do logo. A única coisa que incomoda são os cinco splashs de moda. Mas a intenção do post é elogiar, a Gloss está com um portfólio bonito e variado em 2011. Congrats!

Como sensualizar no supermercado

É, vamos ter duas capas para a Playboy da Jaque, agora em maio. A justificativa, encontrei no Ego:

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jaquealternativaSensualizando no carão

A segunda opção, mais recatada e púdica, não é tão bem resolvida quanto à primeira. Jaque é bonita, mas não tem tanto potencial para assumir a responsa de carão em capa de revista, quanto teriam Talula ou Maria, por exemplo. Mais que isso, o corte da imagem resultou na aplicação do logo da Playboy bem em cima da testa da ex-bbb, a tipografia usada no destaque do nome é meio Comic Sans e a monotonia do branco em todos os textos deixaram o resultado morno.

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A proposta de close é muito melhor executada quando é acompanhada de poucas chamadas editoriais – e não é sempre possível otimizar a quantidade porque conteúdo também é atrativo de vendas. Mas num caso como da Jaque, que tem uma opção de capa regular e outra alternativa, dava para seguir a linha de Marina Lima ou Juliana Knust. Valeu o esforço, mas prefiro a Jaque sensual por inteira.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Tamanho Jaque

A Playboy começou uma ativação no @playboy_brasil por volta das 18h de quarta (ontem), que prometia liberar pedacinhos da capa da Jaqueline a medida que aumentassem os tweets com a hashtag #JaqueNaPlayboy. Não consegui confirmar se a combinação chegou ao trending topics Brasil, mas findada a ação, a capa foi finalmente revalada:

jaqueMeio fatale Naomi Campbell, né?

Jaque está linda. A pele está radiante, brilha. Os olhos estão bem destacados e provocantes, frente ao bocão dela. O cabelo ondulado está solto, sensual… É mais uma foto de pose (quase) 3/4, com olhadinha lasciva para a câmera e modelo levemente vesga, mas a vale pela composição.

A capa está simples e bem estruturada. O fundo branco contrasta com a cor de Jaque, que fica completamente em destaque, iluminada que só – tanto, que o rosto chega a ficar bem claro, esbranquiçado. O logo é preto, mesma aplicação de abril e, aparentemente, tem cor especial no nome da ex-BBB. A tipografia manuscrita me lembrou a Playboy da Josy, do BBB9, mas gosto mais da aplicação nessa capa de maio.

O ensaio é assinado por Bob Wolfenson e, consolidando os depoimentos de Jaque para vários sites, o cenário escolhido foi todo preto e branco, tal como a combinação da capa.  As fotos foram feitas em duas diárias, todas em estúdio, sem cliques em locações externas.

Fixação na Mel

Eu gosto de grandes produções em ensaios: planos gerais, fotos aéreas, cenografia armada, figuração de massa, fotógrafos renomados, figurino assinado por stylist gringo e por aí vai. Mas dependendo, gosto de produções pobrinhas também. E para essas, basta um bom fotógrafo e uma modelo competente, dessas com muita afinidade com a câmera – para o leitor ficar tão fixado à pessoa, e nem reparar no resto.

i267871Nem reparei que a composição poderia posicionar melhor os pés de Mel 

O ensaio de Mel Lisboa para a Maxim de maio, por Marco Maia, é lindo. Apesar de alguns pesares – como a produção de moda, que peca pela cueca preta, meia-calça roxa e conjuntinho baby doll branco e calcinha de oncinha – o resultado é simples, bonito e sensual. Nada inédito, nenhum investimento grande e pouca criatividade. Mas é um tapa de luva de pelica (expressão velha, ein. Não sabe o que é, clica aqui) para todos nós que reclamamos dos últimos ensaios da Maxim.

i267872i267873i267900i267874i267875i267876i267879i267878i267880Caseiro, né? Ô lá em casa!

E só para lembrá-los, Mel Lisboa foi capa da Inked de abril, num ensaio tão simples quanto o da Maxim, mas bem menos sensual. E também usou calcinha, lacinho, brincou com espelho no chão…



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