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domingo, 16 de março de 2014

Ah, Grazi...

Confesso que não tenho tido muito argumento contra a VIP nos últimos tempos. A revista tá demais! Estrelas do primeiríssimo time, ensaios super bem feitos e aquela vontade louca de voltar a ser o que sempre foi. Neste mês, com a linda Grazi na capa, o resultado é dos melhores.
Fotografada por Alê de Souza, Grazi mostra-se na praia sem receio, rola na areia e fixa aquele olhar matador na câmera, de uma maneira que deixa a gente até sem saber o que fazer. Como é linda essa Grazi. E que corpo impecável ela está, né? 
Além da beleza da estrela, uma outra coisa que chama atenção no ensaio é a evolução de Alê. Há anos o maquiador/cabelereiro fotografa suas amigas para as revistas, mas acabava passando do ponto e deixando o resultado bem sem graça. Às vezes com cabelos exagerados, em outros momentos com cliques frios, sem um olhar muito precioso. Agora, sinto que a coisa chegou lá. O ensaio desta edição é simples, mas preciso. A luz está certinha, as cores estão super equilibradas. Não dá margens para críticas.
Para os leitores, essa parceria de Alê e VIP tem rendido bons trabalhos, afinal, Carolina Dieckmann e Giovanna Ewbank também foram fotografadas pelo cara.
Mas voltando à Grazi, só tenho uma reclamação: cadê mais fotos? Queria ver mais e mais... Umas 30 páginas, acho, não seriam suficientes para tanta beleza.

Ps.: Achei mais do que merecido os prêmios de exce¬iencia da Society for News Design – maior concurso de design do mundo –, levados pela VIP no último mês. A revista está impecável. Design lindo, páginas leves, bem construídas. E, além disso tudo, belíssima produção gráfica. A qualidade de impressão e papel da revista dão de mil na irmã Playboy, que teoricamente é muito mais poderosa.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Mineiridade

Tem coisa mais linda que chegar numa banca de revistas e ver um trabalho como este da Bravo!? Incrível esta capa dedicada ao Drummond. Tenho certeza que merece uma vaga no Melhores de 2012 aqui do blog.

sábado, 1 de outubro de 2011

Mudar é preciso

Desde que pra melhor, claro. E foi isso que a Época fez. Vejam no vídeo do Faz Caber mais detalhes sobre a modernização da marca e páginas da semanal de informação que mais investe em design no Brasil. E adoro esse comprometimento que eles têm com a gente, leitores, em explicar passo-a-passo como tudo é feito na revista.
Bye, bye, boxe vermelho
Vida longa ao novo projeto gráfico, Época

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Logo novo, bunda nova

Vocês repararam que o logo da SEXY foi reformulado? Na verdade foi uma mudança muito sutil, uma suave modernização que se estendeu por todo o projeto gráfico da revista, visando torná-la mais leve e fluida.

Aprovo total essa sutileza na mudança do antigo logo (ainda não vi as demais mudanças), pois gosto bastante dele desde o primeiro momento que o vi nas bancas, em outubro de 2006, mesmo ele não tendo sido bem-recebido pelos leitores da SEXY (rolou um estranhamento coletivo já que a diferença em relação ao anterior foi G-R-A-N-D-E tal qual o logo rejeitado).

Web

Notem os novos contornos, o espaçamento mais arejado e a correção de um problema (um espaço feio) entre as letras X e Y. E aí, aprovaram? Agora vamos ver como o bonitão se comportou na capa de março.

capa_375ok.indd Êta lelê!

Quem se importa com aplicação de logo numa hora dessas, minha gente? Gosto do conjunto da capa. Apesar de ter perdido uma melhor oportunidade de posar nua, acho a “Imperatriz” muito mais relevante (putz, e ela não passa de uma “ex”) e boa de bunda que a garota da capa com gancho fabricado da revista concorrente.

domingo, 14 de novembro de 2010

A arte de fazer revista


O ano era 2007 ou 2008. Por indicação de alguns amigos, conheci o curso A arte de fazer revista, do Espaço Cult. Em pauta, os bastidores de revistas como Trip, Manequim Noiva e Vogue. Apesar de já trabalhar com revistas, foi uma ótima oportunidade para entender como funciona a rotina de publicações completamente diferentes pela voz de quem realmente entendia do assunto. Fazer revista dá muito trabalho, sim, senhores! Então mesmo que passasse o dia no departamento de arte, foi muito bom entender como pensam os publishers, o departamento comercial e os chefões de redação. Afinal de contas, são várias pessoas reunidas com o único propósito de levar para as bancas um produto bem-acabado, de leitura interessante e que, principalmente, dialogue de maneira adequada com o seu público. Quer mais? Ah, sim. Bonito, de preferência. Pessoalmente, gosto quando é um luxo, um arraso, um absurdo.

Dei uma espiada na grade do curso (ufa! ele ainda existe!) e me surpreendi – a última edição, que aconteceu nos dias 20 e 21 de Agosto desse ano, contou com as presenças ilustres de Edson Aran e Daniela Falcão, entre outros. Tá bom assim pra vocês? Como amantes de revistas que somos, não podemos deixar uma dica dessas de lado. Seja você um apaixonado por revistas ou um rato-de-redação, eis aí uma chance bacana de aprender como é que se faz. Fiquem de olho no site e no twitter do Espaço Cult para saber quando será a próxima edição do curso.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

E parabéns a nós!

Uns dizem que hoje, 05 de novembro, é o Dia Nacional do Design, outros que é do Designer. Idependente, preciso marcar essa data e dar parabéns aos meus colegas de profissão que alimentam esse blog e não deixam nossos olhos descansarem.


Parabéns a vocês designers que se entregaram ao mundo editorial, que aguentam nossas críticas, que aparecem por aqui e ainda gostam da gente, né Gabi?!


Parabéns pra gente que aguenta cliente louco, que aguenta salário baixo e faz de tudo para ter um mundo mais bonito, projetos mais consistentes e, principalmente, o reconhecimento desta profissão que não é só 'perfumaria'.


Parabéns a você designer que constrói e descontrói grids, que trabalha com arquitetura da informação, que desenha tipografia, que ilustra, que fotografa, que faz de um tudo! Até mesmo assina uma coluna na revista, né Maira?!


Parabéns pra gente, parabéns até mesmo para o designer que faz a Bilboard Brasil, para o que desenha o splash da capa da Gloss, para o que colocou o Cristo Redentor pendurado em argolas na capa da Veja e, por quê não, parabéns também para os designers que diagramam as capas das Tititi, Minha Novela e Ana Marias da vida...

Obrigado pessoal, e vamos em frente. Sem medo de errar e cheio de vontade de fazer tudo novo e ainda mais bonito.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Feia, feia e feia

Já vi revista feia nesse mundo, mas nenhuma é tão feia quanto a Billboard Brasil. Então, não conheço a versão internacional /pobre, só mesmo as capas que rolam na internet, mas mesmo que o projeto gráfico brasileiro respeite o gringo, eu teria vergonha de colocar uma revista dessas na banca.

Nojo das fotos do rei!

Além de visualmente tosca - apesar do formato generoso - o conteúdo é fraco, dá uma sensação de desleixo, falta de profissionalismo. ZERO credibilidade. E claro, a lista das mais tocadas pelo mundo é muito mais tradicional que a lista brasileira, mas nada justifica o tratamento que foi dado a nossa "parada de sucessos". Vir depois de todo mundo é bem sem graça, ainda mais espremidinho.

Feio.

Tosco.

O anúncio é bonito!

O que é essa bolota amarela?!

Padrão gráfico, pra quê?!

A matéria do Rei é de uma cafonice...

Só o material internacional salva. Bom, ao menos a foto...

Nem Ney sustenta um design podre.

Só deu Halo!

Essa foto aparece 2 vezes nesta página. Vexame!

Termina com Pitty e Mallu Magalhães. Dispenso.

Quem não comprou a revista em outubro, não precisa ficar triste. Não vale o investimento. E quem comprou e gostou, conta pra gente os motivos, porque eu não consegui me apegar, e neste mês ela vem cá pra casa.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Cores de outubro

Tá gata, mas a imagem de divulgação tá numa qualidade lixo.
Melhora isso aí assessoria da Playboy...

O aniversário fez muito bem à Playboy. Além das belas contratações, o nível das capas melhorou demais. Agora temos imagens bacanas, de impacto e bom gosto.

Depois da capa de rosto com Bárbara Borges, temos agora uma linda capa preta para a musa Juliana Alves. A pegada neon dos acessórios é ótima, o uso do preto super bem sacado, a pose boa (coisa de estrela), o corpão e cabelão imprimem um ar diva, meio Beyoncé. E claro, a economia nas chamadas fazem um bem ao nossos olhos... A única coisa que tenho dúvidas é sobre o lettering principal.

Continuo achando que a Playboy entrou numa onda minimalista, sutil e tal, meio arriscada. O nome da estrela ficou frágil, com leitura difícil. Uma tipografia mais encorpada não faria mal. Mas é melhor nem falar muito sobre, por que vai que eles resolvem voltar para aquela coisa gordinha e espremidinha que usavam até abril...

terça-feira, 28 de abril de 2009

Novos ares...

É, minha gente, os ventos do outono trouxeram algumas mudanças para a revista Playboy. Depois da magnífica edição especial estrela por Nana Gouveia, chega às bancas - logo depois do meu aniversário - dia 05/05 a edição de maio.

Estrelado pela ex-BBB Josy - mineira como eu - o ensaio promete uma pegada roqueira e foi clicado por Luis Crispino, sempre muito competente. Mas antes do ensaio, uma prévia do que vem por aí. A ousada capa em preto e branco!

Muito quente, fervendo!

Sim, pela primeira vez a Playboy publica uma capa regular em preto e branco, antes dessa somente um especial de fotografia e uma edição especial da Vera Fisher - Greg, coloca a capa da Vera depois?! - tiveram tal tratamento. Além da cor, outro ponto que deve ser ressaltado nessa capa: a ATITUDE. Sim, uma aura Sin City toma conta da imagem. A libido é latente e tenho certeza, todo mundo quer ver o ensaio, nem que seja para tirar a dúvida se é ou não tão quente quanto a capa.

Adoro a utilização da tipografia manuscrita - supertendência mundial - na chamada principal e a diagramação discreta das demais chamadas. Os únicos pontos que mudaria seria a língua, preferia se ela mordesse essa corrente (eu e Pedro Mathias conversávamos sobre no Twitter, como ele bem lembrou nos comentários), e o contraste da foto, mas isso é gosto pessoal. Eu gosto mais de preto e branco contrastado, menos cinza e mais PRETO e BRANCO, sabe?!

De um modo geral, não concordo com as pessoas falando que Josy não merecia uma capa tão marcante, por ser close e p&b. Acho que todas as estrelas merecem capas fodas, e espero que esta seja a primeira de uma série de imagens incríveis. Outra coisa: financeiramente, acredito que, é mais fácil arriscar em uma estrela de venda praticamente garantida. Ex-bbbs vendem mais e custam menos que grandes estrelas globais - né Carol Castro?! - por isso, se o resultado em banca não for tão bom o tombo será menor.

Parabéns à equipe e principalmente ao Edson Aran. Quem o acompanha no Twitter viu o quanto ele ralou para aprovar essa capa. Agora eu só vou pedir uma coisa: MAIS E MAIS capas ousadas e cheias de atitude. O mercado editorial brasileiro precisa disso.

UPDATE (28/04 - 21h)
Thiago pediu, Leandro atendeu. Segue a capinha, ou melhor, o capão da Vera Fischer.

Essa aqui é eterna...

quinta-feira, 2 de abril de 2009

O homem do ano

A Esquire, como sempre, fez a eleição do homem do ano. E 3 foram escolhidos. Como mostrá-los?! Simples, faz uma capa picotada - na verdade 3 -, onde voce pode juntar a cara de todos, ou ver tudo separado, bem organizado. 

Acho ótima a idéia, mas não dou 10 minutos pra revista virar um mulambo.

terça-feira, 3 de março de 2009

Em breve, numa banca pertinho de você...

Semana que vem a Playboy está dando as caras nas bancas de todo o Brasil varonil, e como de costume a revista começa a divulgação. Como também é de costume, vou criticar, mas dessa vez, só um pouquinho.

A capa é linda, e há muito não via uma capa tão agradável na Playboy. Sim, eu gosto muito de capas ambientadas, que dão idéia do que vai ser o ensaio. Odeio as capas de estúdio, super frias, com sensualidade forçada e que na maioria das vezes destoa completamente do recheio. Ano passado Carol Castro foi assim, e a capa era linda, apesar de alguns detalhes ruins. E por falar em Carol Castro, vejam a capa deste mês:

Te lembra alguma coisa?! Não, então clica aqui!

Sendo assim, a Playboy, que mês passado refez a capa da Greycyannnnnye Gracyanne Barbosa, neste mês volta a homenagear uma capa recente. Não entendi bem o porquê desta capa 'repetida', afinal, a própria redação da Playboy disse que a capa da Carol não foi boa de banca, vendendo bem menos que o esperado. Agora é esperar para ver notícias da vendagem.

Nesta capa, o único detalhe que mudaria são as cores que compõe o layout. Sério, muito caramelo/marrom nessa vida. O pessoal podia ter dado uma coloridinha. Só pra ilustrar o que estou dizendo, perdi 5 minutos no Photoshop e fiz a simulação tosca, vejam logo abaixo.

um pouquinho de cor não faz mal a ninguém...

Além da capa, também foram divulgadas duas fotos. Sobre elas eu só digo o seguinte: essa BBB está mais para picolé de chuchu do que para ousada e gostosa. É bonita, mas tem a sensualidade de uma porta.

Dizem que a bunita vem num clima Lolita, adoraria a foto com pirulito e óculos de coração...

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Simplicidade!

Kate Bosworth, que fez Super Man, estrela uma das mais belas capas dos últimos tempos. Simples, linda e elegante.

Vamos aprender com os gringos?!

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Um pouco de história do design

Sempre acreditei que fazer revistas ia além do ato de encadernar páginas. Por isso, decidi estudar Desenho Industrial com Habilitação em Programação Visual, nome pomposo para o tal Design Gráfico. Acabou que o mundo deu voltas, o tempo passou, minhas idéias mudaram, e hoje, o que menos faço é design de revista. Não construo grids, não penso em capas, não numero páginas. Nada disso faz parte da minha rotina, que está mais próxima do design promocional e corporativo. Marcas e sensações fazem parte do meu dia. E eu adoro isso!

exposição pouca é bobagem...
(clica para ampliar)

Não é por que me afastei do design de revistas - sim, já fiz alguns projetos - que deixei de apreciá-las, observar e criticar. Taí o blog como prova e como incentivador de pesquisas e olhares menos superficiais. Toda a bagagem adiquirida durante a faculdade transborda por aqui, e hoje, vou falar justamente de uma das revistas que mais gosto - conheci na faculdade - e infelizmente não tenho nenhum dos números. A incrível e insuperável Ray Gun.

algumas capas - notem que o número da edição era usado por eles, e foi aplicado no Trip

Provalmente, a grande maioria nunca ouviu falar dela, mas já sentiu seus ecos em milhões de outros projetos. O designer-surfista David Carson mudou um geração e construiu uma nova estética para o design. Influenciado pela cultura grunge da década de 90, pelos trabalhos de Nevile Brody e pelo mundo em que vivia, David desconstruiu tipos, reinventou a composição e incluiu milhões de tons e texturas no mundo fotográfico. Estava aberta a temporada de letras ilegiveis e filtros sobre fotografias.

Beach Culture - o começo da desconstrução

O projeto mais memorável de Carson é a Ray Gun, uma revista balizada em música, arte e estilo de vida. Uma coisa muito próxima da Trip - que merece um parágrafo próprio logo a frente. Na Ray Gun, o design "Não Canônico" foi usado exaustivamente, cortes absurdos, parágrafos destruídos, letras enormes ou minúsculas. Tudo era possível, tudo se justificava dentro de um projeto sem amarras, sem grid, mas com muita personalidade e ousadia. Exatamente o que os jovens da época esperavam e como o próprio Carson havia anunciado na Beach Culture - revista em que trabalhou.

páginas aleatórias

assim é que se abre uma matéria...

A Ray Gun não durou muito, foram 60 números lançados entre 92 e 2000, e no decorrer desses anos muitas ousadias foram abandonadas, a revista precisava enxugar seu estilo que já não era tão coerente com a época. Mas mesmo assim, deixou seguidores que até hoje usam e abusam da desconstrução proposta por Carson. O que nem sempre gera bons resultados.

um pouco do estilo Carson, que tanto é copiado

No Brasil, a Ray Gun refletiu na Trip, que sofreu, em 1997, redesign pelas mãos de David Carson, e absorveu um projeto extremamente poluído, complexo e mal compreendido pelos brasileiros, que logo foi abandonado. Sobram desse projeto a marca e alguns pequenos maneirismos gráficos, que estão cada dia mais raros.

expediente e índice. Sim, este é o índice da revista...

O motivo de adorar é Ray Gun é simples: só quem sabe fazer design/revista muito bem, é capaz de descontruir o objeto dessa maneira e ainda torná-lo crível e vendável. Só sendo muito bem posicionada para colocar uma matéria inteira com dingbats (aquelas fontes com desenho), pelo simples fato de tê-la achado enfadonha. Ou então, cortar as palavras e parágrafos que bem entendesse do texto. Tudo isso refletia o espírito contestador e irresponsável de uma geração que se formava.

ler? para quê? O importante é ver...

Muitas dessas imagens foram encontradas neste blog, que conta um pouco da história da Ray Gun.



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