domingo, 16 de março de 2014
Ah, Grazi...
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Mineiridade
sábado, 1 de outubro de 2011
Mudar é preciso
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Logo novo, bunda nova
Vocês repararam que o logo da SEXY foi reformulado? Na verdade foi uma mudança muito sutil, uma suave modernização que se estendeu por todo o projeto gráfico da revista, visando torná-la mais leve e fluida.
Aprovo total essa sutileza na mudança do antigo logo (ainda não vi as demais mudanças), pois gosto bastante dele desde o primeiro momento que o vi nas bancas, em outubro de 2006, mesmo ele não tendo sido bem-recebido pelos leitores da SEXY (rolou um estranhamento coletivo já que a diferença em relação ao anterior foi G-R-A-N-D-E tal qual o logo rejeitado).
Notem os novos contornos, o espaçamento mais arejado e a correção de um problema (um espaço feio) entre as letras X e Y. E aí, aprovaram? Agora vamos ver como o bonitão se comportou na capa de março.
Quem se importa com aplicação de logo numa hora dessas, minha gente? Gosto do conjunto da capa. Apesar de ter perdido uma melhor oportunidade de posar nua, acho a “Imperatriz” muito mais relevante (putz, e ela não passa de uma “ex”) e boa de bunda que a garota da capa com gancho fabricado da revista concorrente.
domingo, 14 de novembro de 2010
A arte de fazer revista
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
E parabéns a nós!




Obrigado pessoal, e vamos em frente. Sem medo de errar e cheio de vontade de fazer tudo novo e ainda mais bonito.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Feia, feia e feia
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Cores de outubro
Tá gata, mas a imagem de divulgação tá numa qualidade lixo. Melhora isso aí assessoria da Playboy...
Depois da capa de rosto com Bárbara Borges, temos agora uma linda capa preta para a musa Juliana Alves. A pegada neon dos acessórios é ótima, o uso do preto super bem sacado, a pose boa (coisa de estrela), o corpão e cabelão imprimem um ar diva, meio Beyoncé. E claro, a economia nas chamadas fazem um bem ao nossos olhos... A única coisa que tenho dúvidas é sobre o lettering principal.
Continuo achando que a Playboy entrou numa onda minimalista, sutil e tal, meio arriscada. O nome da estrela ficou frágil, com leitura difícil. Uma tipografia mais encorpada não faria mal. Mas é melhor nem falar muito sobre, por que vai que eles resolvem voltar para aquela coisa gordinha e espremidinha que usavam até abril...
terça-feira, 28 de abril de 2009
Novos ares...
Adoro a utilização da tipografia manuscrita - supertendência mundial - na chamada principal e a diagramação discreta das demais chamadas. Os únicos pontos que mudaria seria a língua, preferia se ela mordesse essa corrente (eu e Pedro Mathias conversávamos sobre no Twitter, como ele bem lembrou nos comentários), e o contraste da foto, mas isso é gosto pessoal. Eu gosto mais de preto e branco contrastado, menos cinza e mais PRETO e BRANCO, sabe?!
De um modo geral, não concordo com as pessoas falando que Josy não merecia uma capa tão marcante, por ser close e p&b. Acho que todas as estrelas merecem capas fodas, e espero que esta seja a primeira de uma série de imagens incríveis. Outra coisa: financeiramente, acredito que, é mais fácil arriscar em uma estrela de venda praticamente garantida. Ex-bbbs vendem mais e custam menos que grandes estrelas globais - né Carol Castro?! - por isso, se o resultado em banca não for tão bom o tombo será menor.
Parabéns à equipe e principalmente ao Edson Aran. Quem o acompanha no Twitter viu o quanto ele ralou para aprovar essa capa. Agora eu só vou pedir uma coisa: MAIS E MAIS capas ousadas e cheias de atitude. O mercado editorial brasileiro precisa disso.
UPDATE (28/04 - 21h)
quinta-feira, 2 de abril de 2009
O homem do ano
terça-feira, 3 de março de 2009
Em breve, numa banca pertinho de você...
A capa é linda, e há muito não via uma capa tão agradável na Playboy. Sim, eu gosto muito de capas ambientadas, que dão idéia do que vai ser o ensaio. Odeio as capas de estúdio, super frias, com sensualidade forçada e que na maioria das vezes destoa completamente do recheio. Ano passado Carol Castro foi assim, e a capa era linda, apesar de alguns detalhes ruins. E por falar em Carol Castro, vejam a capa deste mês:
Sendo assim, a Playboy, que mês passado refez a capa da
Nesta capa, o único detalhe que mudaria são as cores que compõe o layout. Sério, muito caramelo/marrom nessa vida. O pessoal podia ter dado uma coloridinha. Só pra ilustrar o que estou dizendo, perdi 5 minutos no Photoshop e fiz a simulação tosca, vejam logo abaixo.
Além da capa, também foram divulgadas duas fotos. Sobre elas eu só digo o seguinte: essa BBB está mais para picolé de chuchu do que para ousada e gostosa. É bonita, mas tem a sensualidade de uma porta.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Simplicidade!
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Um pouco de história do design

(clica para ampliar)
Não é por que me afastei do design de revistas - sim, já fiz alguns projetos - que deixei de apreciá-las, observar e criticar. Taí o blog como prova e como incentivador de pesquisas e olhares menos superficiais. Toda a bagagem adiquirida durante a faculdade transborda por aqui, e hoje, vou falar justamente de uma das revistas que mais gosto - conheci na faculdade - e infelizmente não tenho nenhum dos números. A incrível e insuperável Ray Gun.
Provalmente, a grande maioria nunca ouviu falar dela, mas já sentiu seus ecos em milhões de outros projetos. O designer-surfista David Carson mudou um geração e construiu uma nova estética para o design. Influenciado pela cultura grunge da década de 90, pelos trabalhos de Nevile Brody e pelo mundo em que vivia, David desconstruiu tipos, reinventou a composição e incluiu milhões de tons e texturas no mundo fotográfico. Estava aberta a temporada de letras ilegiveis e filtros sobre fotografias.
O projeto mais memorável de Carson é a Ray Gun, uma revista balizada em música, arte e estilo de vida. Uma coisa muito próxima da Trip - que merece um parágrafo próprio logo a frente. Na Ray Gun, o design "Não Canônico" foi usado exaustivamente, cortes absurdos, parágrafos destruídos, letras enormes ou minúsculas. Tudo era possível, tudo se justificava dentro de um projeto sem amarras, sem grid, mas com muita personalidade e ousadia. Exatamente o que os jovens da época esperavam e como o próprio Carson havia anunciado na Beach Culture - revista em que trabalhou.
A Ray Gun não durou muito, foram 60 números lançados entre 92 e 2000, e no decorrer desses anos muitas ousadias foram abandonadas, a revista precisava enxugar seu estilo que já não era tão coerente com a época. Mas mesmo assim, deixou seguidores que até hoje usam e abusam da desconstrução proposta por Carson. O que nem sempre gera bons resultados.
No Brasil, a Ray Gun refletiu na Trip, que sofreu, em 1997, redesign pelas mãos de David Carson, e absorveu um projeto extremamente poluído, complexo e mal compreendido pelos brasileiros, que logo foi abandonado. Sobram desse projeto a marca e alguns pequenos maneirismos gráficos, que estão cada dia mais raros.
O motivo de adorar é Ray Gun é simples: só quem sabe fazer design/revista muito bem, é capaz de descontruir o objeto dessa maneira e ainda torná-lo crível e vendável. Só sendo muito bem posicionada para colocar uma matéria inteira com dingbats (aquelas fontes com desenho), pelo simples fato de tê-la achado enfadonha. Ou então, cortar as palavras e parágrafos que bem entendesse do texto. Tudo isso refletia o espírito contestador e irresponsável de uma geração que se formava.
Muitas dessas imagens foram encontradas neste blog, que conta um pouco da história da Ray Gun.

























